Fernando Pessoa Ausencia

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Quem faz fofoca difamando alguém é uma pessoa sem escrúpulos, já quem espalha essa fofoca para BURRO só falta os CHIFRES!!!
Quem faz fofocas além de ser alguém desprezível, é um ZERO à esquerda na Humanidade!!!

A pessoa que detesta CONFUSÃO tem que saber:
Faça tudo dentro das Leis e das Normas!!!
Não faça qualquer coisa que seja que vá prejudicar alguém!
Não minta.
Não faça fofocas.
Respeite seus vizinhos!!!
Não espalhe boatos.

Enquanto eu lavava sua roupa e cuidava da nossa vida, você saía para encontrar outra pessoa sem se importar com o que eu sentiria. Eu também estava sozinha, também precisava de carinho, mas mesmo assim escolhi respeitar o nosso compromisso.
A diferença entre nós é simples: eu senti dor, mas mantive meu caráter. Você teve escolha e escolheu trair.

O ciúme, quando vira obsessão, não destrói apenas o relacionamento , destrói a própria pessoa que sente.

Talvez, a pior expectativa de uma pessoa seja querer ser vista de forma diferente por alguém que vê todo mundo como igual.

Formações não te fazem ser melhor profissional e muito menos melhor pessoa.
A essência da pessoa nasce com ela.

Deixar alguém no vácuo
É uma forma horrível de dizer através do silêncio
Que a pessoa em questão é meramente
Insignificante na nossa vida.

De Pessoas e Posses

Demétrio Sena - Magé

Ninguém é minha mulher. Não comprei uma pessoa. Ela não me pertence. Tenho esposa, porque me casei; me tornei esposo. Não o homem de alguém; também não me vendi. Prometemos o que ainda pode ser "desprometido". Nossa jura de amor para todo o sempre não é cláusula pétrea de uma lei cujo descumprimento é passível de punição. O amor pode ser perecível.
Somos cônjuges, por contrato matrimonial reversível, quando e se um dos dois assim desejar. Livres, muito embora comprometidos mutuamente. Cada um é o dono de si mesmo e se doa voluntariamente ao outro, numa vida em comum. Não somos a mesma carne nem o mesmo espírito. Ainda seremos inteiros, no dia em que porventura resolvermos já não ser um casal.
As pessoas têm síndrome de pertencimento. São ávidas por serem donas de outras pessoas. E há pessoas que se aceitam como posses de outras. Como coisas compradas, doadas ou colhidas. Tolhidas de qualquer vontade; quaisquer arbítrio e direito a dizer não; de querer por conta e risco; não querer. Inclusive o direito a não saber se quer, não quer ou quando há de querer.
Que todo machão entenda isso. Que toda mulher submissa tome o próprio destino em suas mãos e decida sem medo qual será o seu destino. Não vale a pena viver sob nenhum jugo de moralismo, comando e rédea impostos por alguém ou pela própria sociedade. O que não é criminoso nem antiético é de nossa livre responsabilidade. Sem dignidade não há cidadania.
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Respeite autorias. É lei

“Se a pessoa quiser, ela muda.”


E aí está a armadilha…
Não tente transformar quem não quer ser transformado.

Ninguém muda por outra pessoa,
muda por necessidade interna.

A pessoa saudável não ativa o seu medo, ela ativa a sua paz.

Deus não tira uma pessoa de um lugar sem tirar o coração dela de lá.

Quem aceita pouco recebe pouco.
Quem se posiciona muda o tipo de pessoa que atrai.

Quando a pessoa não tem nada a lhe acrescentar. Não adianta você ficar ali a esperar, pois nada haverá de ganhar.

O bem deve ser lembrado com carinho.
O mal deve ser lembrado com sabedoria.
Assim a pessoa caminha pela vida sem ingratidão… e também sem ingenuidade.
Pequena reflexão no conhecimento de um velho cigano:
“Meu filho, na estrada da vida a gente não esquece quem nos deu água quando tínhamos sede. Mas também não esquece o buraco que quase fez a roda da carroça quebrar. Gratidão para os bons… e prudência para os demais.”

O brilho de uma pessoa não é um dado natural, mas uma construção simbólica refletida no olhar do outro.
Aldemi E de Matos

Perder uma avó ou um avô é perder uma pessoa muito importante em nossas vidas, alguém que nos acompanhou com amor e dedicação incondicional, tudo o que vivemos em companhia dos avós é uma parte muito bonita em nossas vidas e um lindo e emocionante aprendizado. Nossa maior recompensa no outro lado da vida é reencontrá-los!

O interior de uma pessoa falsa é o exterior de uma pessoa mentirosa.

Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.

Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.

O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.

Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.

Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.

No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.

Às vezes a saudade não tem nome.

Não é de uma pessoa específica,
não é de um rosto,
nem de uma história que acabou.

É de algo mais raro.

Saudade de uma conexão real.

Daquelas conversas
que começam simples
e de repente parecem tocar lugares
que a gente nem sabia que existiam.

Saudade de um toque
que não encosta só na pele…
mas parece tocar a alma.

Saudade daquele silêncio confortável
onde duas pessoas não precisam provar nada.

Do som de uma voz
que fica ecoando na memória.

De uma risada
que aparece do nada na cabeça
e faz o coração apertar
sem motivo aparente.

Não é saudade de alguém.

É saudade
do sentimento de ter alguém.

Alguém ali…
não para preencher um vazio,
mas para dividir o que existe dentro.

Porque às vezes
o que mais faz falta na vida
não é uma pessoa.

É lembrar
como é se sentir acompanhado