Feminina
Ela é do mar, do sol, do ar.
Delicada como uma flor, mas com espinhos para enquadrar os que tentam lhe segurar.
Tem medos mas a coragem sempre supera
Imperfeita como muitos, perfeita para poucos.
Linda por fora ainda que quebrada por dentro.
Ela é do universo, de todos e de ninguém. Porque, no fundo, ela é só de si mesma, até o infinito e além.
Eu perdi muito tempo indo a lugares de gente pequena, vazia e o copo cheio. Vivia me queixando de todo mundo ser cópia e eu não saber ver a autenticidade. Um belo dia eu percebi que por mais idiotas que as pessoas fossem eu é quem estava no lugar errado. Gente interessante não frequenta esses tipos de lugares.
-Andressa Escobar
Não existem mulheres fracas, você já viu o poder que elas têm?
Elas dão a luz, amamentam, passam noites em claro, e ainda cuidam da casa e do trabalho.
Mulheres precisam serem tratadas como flores em um jardim, cultivadas, regadas, amadas e respeitadas.
Se alguma mulher se acha fraca, é porque ainda não encontrou sua força
A beleza da mulher
está no olhar, em um sorriso.
Em um simples gesto.
Ela é capaz de expressar
a sua sensualidade
com naturalidade.
A beleza está dentro de cada uma.
E fora é só uma questão de gosto.
Com sensibilidade e força de vontade,
no campo ou na cidade,
Elas são batalhadoras, corajosas
acolhedoras, amorosas.
São mães, filhas ou avós,
São mulheres, que encantam todos nós.
A beleza de uma mulher não se classifica apenas em belos traços ou belas curvas. Assim como o Sol, a beleza de uma dama não está nem tanto no brilho que nos cega, mas sim em suas características mais serenas, onde seus verdadeiros traços são admirados, tal como o Sol que se torna esplendoroso ao desprender de seu brilho ardente, pondo-se a dormir sobre sua plana coberta de mar azul.
As brigas que tivemos quebraram meus ossos, esmagaram minhas artérias, me deixaram no chão. De repente você chega me pedindo desculpas, catando meus pedaços, me montando de novo. Me refaço e meus olhos vibram, me derreto. Não entendo como o que me destrói também me nutri. Me alimento das cinzas, descubro novos caminhos e tento. Talvez amar seja isso, renascer.
-Andressa Escobar
E daí se hoje eu quiser chorar? Eu já distribuí tantas vezes meu sorriso de graça. Eu posso me dar esse direito, ainda mais depois de tantas. As vezes me pergunto quando será a minha vez de ser feliz, o destino me faz de criança, respondendo sempre: Amanhã. E se o amanhã nunca chegar? Eu vou ser sempre passada para trás? Quantas vezes vou ter de ficar mal por gostar de alguém? Quantas vezes vou ter de ver eu perdendo a minha graça e outra tomando meu lugar? Por que ninguém pode gostar de mim e ponto ? Sem olhar para os lados. As vezes penso que não adianta olhar para o interior de alguém, se este não faz o mesmo por você. Não entendo como um ser humano demonstra tantas emoções e em segundos só aparecer alguém mais bonita para eu me tornar a mulher invisível. Não adianta respeitar o outro se ele não tem intenção de fazer o mesmo. Eu não aprendo nunca, sempre confio demais, por isso sofro demais. É foda demorar para se permitir e ser descartada igual lixo. Saber das histórias, das mágoas, do passado e mesmo assim ignorar e ser egoísta. Eu não entendo.
-Andressa Escobar
Ela tem força, fibra, garra, é guerreira,
batalhadora, disposta, corajosa,
é valente, intuitiva, animosa,
não deixa de ser sensível. Mulher feminina, carinhosa,
tem todo um lado de flor, onde revela seu puro amor,
é família, companheira, amiga, sincera,
delicada e bela, não mexa com os seus,
porque ela também tem um lado de fera.
Mulher é igual tocar violino
Requer entrega de alma, boa audição.
Difícil de lidar para muitos.
Porém, sublime nas mãos de um mestre.
O opressor e seus cúmplices
O poder do opressor raramente está apenas em suas mãos. Ele não domina sozinho; sustenta-se nos ombros de muitos que, direta ou indiretamente, lhe dão suporte. E o que torna esse jogo perverso é que, frequentemente, entre esses ombros estão os dos próprios oprimidos.
Simone de Beauvoir, com sua lucidez, disse uma verdade incômoda: “O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos.” É um soco no estômago da nossa percepção de justiça. Porque, ao repetir as mesmas estruturas que nos subjugam, acabamos, sem perceber, reforçando as correntes que nos prendem.
Essa cumplicidade pode se manifestar de várias formas. Às vezes, é o silêncio. Aquele silêncio que opta por não enfrentar, por temer as consequências. Outras vezes, é a imitação. Adotamos as regras do opressor, acreditando que, ao fazê-lo, seremos menos alvos, mais aceitos. E, em muitos casos, é o comodismo, a aceitação de que “sempre foi assim” e, portanto, não vale a pena lutar contra.
Mas o opressor não é apenas uma figura autoritária ou um sistema visível. Ele pode ser uma ideia, um hábito, um preconceito que internalizamos. Pode ser o padrão de beleza que seguimos enquanto criticamos, a desigualdade que aceitamos como natural ou o julgamento que fazemos de quem tenta escapar das regras impostas.
Os cúmplices não são vilões; são humanos, como todos nós. Agem muitas vezes por medo, por ignorância ou por cansaço. Resistir ao opressor exige esforço, e o esforço constante pode ser exaustivo. É mais fácil acreditar que a submissão é inevitável do que imaginar o risco de resistir.
Ainda assim, é preciso romper esse ciclo. Porque a força do opressor está na rede que ele tece, e cada fio dessa rede é sustentado por quem cede, por quem acredita que não tem escolha. Reconhecer a nossa participação — mesmo que involuntária — é o primeiro passo para quebrar as correntes.
Seja no discurso, na atitude ou no silêncio, precisamos nos perguntar: “Estou ajudando a perpetuar o que me oprime ou estou buscando uma saída?” Porque o opressor só é forte enquanto acreditamos que ele é invencível. E, muitas vezes, o primeiro ato de resistência começa quando um oprimido deixa de ser cúmplice e decide, finalmente, ser livre.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
A beleza feminina se conhece também pela sua etiqueta:
ao abrir os seus lábios pode se conhecer a sua qualidade.
Sempre fui apaixonado por mulheres de verdade;
Mulher feminina, vaidosa, cheirosa, fashion, moderna.
Porém, uma, além de tudo isso,
Com sua inteligência, coragem e amor...
Surpreendeu-me; Dilma Rousseff!
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