Feliz por Voce ter Voltado
Celebro ter encontrado
o brilho sedutor e o charme
em um único possuidor,
que com fascínio provocador
tem levado a encontrar
sempre com o mais sedutor
ocultamente renovado
capaz de capaz de hipnotizar
os nossos sentidos
e de os pôr para dançar
doces, envolventes e místicos.
Com a cintilação dos olhos
cheios de puro de desejo
por enrodilhamento de peles,
Enquanto há tempestade lá fora,
nos entregamos às nossas
alegrias hoje consideradas
por uns clandestinas,
e com o silêncio provocador,
deixamos pessoas
assim falando sozinhas.
O presságio de cada êxtase
por dedos encantadores,
para absorver safras
com cada novo perfume
dos dias e das noites todas
imagéticas em nossas
silhuetas magnéticas
com beijos frutados,
poemas sendo tatuados
por labaredas de paixão
e pecados remidos por mistérios
e sentimentos envolvidos,
sem nenhum pudor de despir fantasias
para vestir uma por uma
com uma única pétala de Embiruçu.
Beleza é conceito,
ter ou não ter 'defeito'
é convenção,
Ter ou não ter 'juízo'
é relativo,
O quê te falta ou sobra
pode ser ou não
motivo de admiração.
O importante é você
não se perder de você,
Deixar que falem
sem deixar de viver
e não cultivar
o vício da sofreguidão
e o hábito do conflito.
Na verdade o quê
realmente importa
e preenche uma vida
toda é a bondade
e a amorosidade
existentes no coração.
O transhumanismo é mistura do ser humano com máquinas por assim dizer.
Pode se ser usada como termos da interface do conhecimento com as máquinas.
Portanto um ser artificial pode se fundir com ser humano?
É uma realidade que vivemos.
No qual as máquinas desfrutam de liberdade para evoluir e se reproduzir.
Tendo relações e interações entre si.
Versos Brancos
Para o teu corpo remar
no meu rio não precisa
ter só uma cor e nem rima,
Precisam ser somente
de todo o cor(ação),
Os versos brancos
explicam a magia
que existe entre
nós dois e a poesia.
É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.
Não tive nada a ver com o 11 de setembro… Só carrego a Culpa, a Gratidão e a Graça de ter nascido num dia bom, com a doce certeza de que até em dias sombrios Deus acende luzes.
Quem sugere que a justiça se valha de outro crime para se cumprir, pode ter qualquer sede, menos de Justiça.
Tentar legitimar um crime, em detrimento de outro, revela muito mais sobre suas próprias carências do que sobre qualquer virtude moral.
Porque a justiça, quando precisa caminhar sobre as sandálias do delito, já não é justiça — é vingança disfarçada de princípio.
A verdadeira justiça não nasce do atalho, nem se sustenta no erro alheio.
Ela se constrói justamente no compromisso de não reproduzir aquilo que condena.
Do contrário, perde o direito de apontar o dedo, pois passa a caminhar no mesmo terreno que finge combater.
Há quem confunda sede de justiça com fome de punição.
Mas justiça não se alimenta de excessos, nem se satisfaz com a quebra das próprias regras.
Quando alguém aceita um crime como meio legítimo, o fim já se encontra corrompido.
No fundo, quem defende esse tipo de lógica não clama por justiça — clama por triunfo, por alívio emocional, por aplacar ressentimentos.
A justiça, ao contrário, exige sobriedade, limites e, sobretudo, integridade.
Porque só permanece justa aquela que se recusa a se tornar aquilo que combate.
Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.
Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.
Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…
Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.
Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.
O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.
A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.
Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.
Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.
Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.
Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.
Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.
A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.
Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.
E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.
Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.
E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.
Se esse despertar vier, pode ser doloroso.
Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.
Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.
Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.
Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.
Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.
E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.
Haja Humanidade para ter empatia com os cegos — Haja Idiotice para passar pano para os que acham que enxergam.
É preciso muita humanidade para estender a mão aos que não enxergam — não apenas aos cegos dos olhos, mas aos que a vida cegou por dentro: pela dor, pela falta de oportunidade, pelo medo e pela ignorância involuntária.
Ter empatia é reconhecer que ninguém escolhe tropeçar na própria escuridão.
É compreender que há sombras que não são opções, mas circunstâncias.
Outra coisa, bem diferente, é passar pano para quem acha que enxerga tudo com nitidez absoluta.
Há uma cegueira mais perigosa do que a ausência de visão: a arrogância de quem acredita possuir toda a luz.
Esses não tropeçam por falta de claridade, mas por excesso de soberba.
Não precisam de compaixão indulgente, precisam de confronto honesto — porque a falsa lucidez costuma ferir mais do que a própria escuridão.
Ser humano é saber distinguir fragilidade de presunção.
É acolher o erro de quem tenta aprender e questionar a postura de quem recusa aprendizado.
Empatia não é cumplicidade com o engano deliberado; é solidariedade com a limitação sincera.
No fim, a maturidade moral talvez esteja nisso: abraçar os que caminham no escuro sem escolha e desafiar os que, mesmo sob o sol, insistem em fechar os olhos — mas juram, com convicção quase agressiva, que são os únicos capazes de ver qualquer coisa.
Quando o interlocutor já não consegue esperar o outro concluir uma frase, ambos podem não ter mais assunto relevante para tratar.
Há um momento em que a pressa de responder mata a dignidade do diálogo.
Não se trata apenas de interrupção, mas de algo mais profundo: a incapacidade de escutar até o fim revela, muitas vezes, que já não se busca compreender — apenas reagir.
E quando a reação toma o lugar da escuta, a conversa deixa de ser encontro e passa a ser disputa de egos, vaidades e certezas apressadas.
Esperar o outro concluir é muito mais do que um gesto de educação; é uma demonstração de respeito pela existência de um pensamento que não nos pertence.
Quem atropela a fala alheia quase sempre não está interessado no que será dito, mas em encaixar, quanto antes, a própria ansiedade dentro do debate.
Nesse cenário, a palavra deixa de construir pontes e passa a servir apenas como arma de ocupação de espaço.
Talvez por isso tantas conversas hoje se esgotem sem produzir nenhuma verdade, qualquer aprendizado ou qualquer aproximação.
Fala-se muito, escuta-se muito pouco, e compreende-se muito menos ainda.
O barulho da impaciência transforma qualquer troca em ruído, e o ruído, por sua vez, tem o péssimo hábito de se fantasiar de profundidade.
Mas não há profundidade alguma onde ninguém desce até o fim do que o outro quer dizer.
Há diálogos que terminam antes mesmo de acabarem.
Permanecem em curso apenas na aparência, sustentados por interrupções, suposições e respostas fabricadas antes da hora.
Quando isso acontece, talvez já não exista ali assunto relevante, porque a relevância de uma conversa não nasce apenas do tema, mas da disposição mútua de tratá-lo com presença, atenção e maturidade.
No fim, conversar de verdade exige uma virtude cada vez mais rara: suportar o tempo do outro.
Porque escutar até o fim é reconhecer que nem tudo gira ao redor da nossa urgência.
E onde essa humildade desaparece, a fala pode até continuar — mas o diálogo, esse já se retirou há muito tempo.
Ter é um verbo irregular, com oscilações e alterações.
Muito usado por pessoas possessivas,
Que não aceitam conjugá-lo no pretérito.
"Isso não é sobre língua portuguesa."
Odeio Despedidas
"Odeio despedidas. Não pelo fato de ter que agradecer e demonstrar a enorme gratidão pelos que ficam, muito menos pela parte que você deixa claro ou tenta deixar estampado tudo aquilo que sente pela pessoa que está se despedindo. Não por isso! Essa é a melhor parte. Na verdade acho que não deveríamos esperar chegar o dia da despedida para dizer essas coisas, até porque, muitos vão e não voltam mais e outros nem a oportunidade de se despedir encontram antes de partir. Nós seres humanos somos perfeitos bobos! Esperamos o pior dia para falar sobre as melhores coisas. Aí pronto, vira aquele mar de sentimentos! Sentimentos de alegria misturados com nostalgia e com a dor da perda daquela pessoa que ainda nem se foi. A vontade mesmo era de ficar no conforto dos objetos familiares e da vida previsível, na sombra que nos dá as pessoas que amamos e que nos amam, afinal, já está tudo conquistado, o território é seu e o seu lugar já está guardado, é só viver! Acordar cedo e continuar de onde parou no dia anterior.
Mas admito... Tenho um grande defeito! Odeio Rotina! Os mesmos cheiros me cansam, o mesmo sabor...! Acho que é por isso que brinco com as variedades dos perfumes...
Gosto de me apaixonar todos os dias, seja por alguma coisa, por um alguém e especialmente por mim. Adoro conquistar e ser conquistada! Entretanto, o meu odiar da despedida não é por isso...Não é pelo comodismo de uma vida pacata, cheia de amigos e família ao redor. Não é pelo medo de perder as conquistas e toda a realização que tenho hoje em minha vida. É pelo simples fato de ter que deixar... Nós seres humanos somos extremamente ligados às coisas, sejam elas materiais ou pessoais.... A despedida gera a "deixa" da casa, da cama, do trabalho, dos amigos, da família. Mas o que mais me incomoda não é a casa, a cama, o trabalho ou a família! É o sentimento... É o sentimento que a casa me proporciona, o sentimento que o trabalho me proporciona, é o sentimento de ser filha e ter o colo da mamãe, de ter uma Vovó linda e ser a netinha de “açúcar” , de ter a família mais perfeita do mundo.... e ter que deixar....
É o sentimento de ser feliz... que uma amizade me traz, ou a presença de um alguém que se tornou tão importante por dividir comigo os dias de uma simples rotina, que hoje, é parte da minha vida, e eu sei, que vai ser difícil deixar... É deixar o que já se construiu para construir mais, sem ter a certeza do alicerce que encontrará pela frente ou até mesmo se encontrará um solo firme para construir de novo! Não seria reconstruir, porque o que foi construído, não cai, não desaba.
A mudança nos cobra coragem, coragem de construir mais e até mesmo melhor! Coragem para olhar pra trás e se certificar que o que construiu até agora foi o bastante para permitir que a sua ausência não faça tremer as bases da sua construção. Cobra-nos a esperança de que ao voltar, tudo permanecerá no seu lugar; claro, muitas plantinhas murchas precisando ser aguadas, mas outras intactas com o olhar focado na porta desde a sua partida a espera da volta, convicto de que nada se perdeu durante a sua ausência, que o sentimento não se foi, pelo contrário, se intensificou, mesmo sabendo que ao voltar, tudo estará meio igual e meio diferente, porque já não seremos mais as mesmas pessoas...
Dói ter saudade, porque "a saudade não deseja ir para frente. Ela deseja voltar" (Rubem Alves). Acho que é por isso que muitos não se despedem, por ter medo de querer voltar. Meu medo não é esse! Gosto do ditado que diz “que o bom filho (SEMPRE), à casa torna”. O meu medo, meu grande medo é de ir sem me despedir direito. De deixar dúvidas do meu carinho e gratidão pelas pessoas que eu gosto e amo e que participaram ativamente da construção da minha felicidade hoje (que é muita!!). Pois a felicidade aparece para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam em nossa vida. (grande Clarice Lispector)
Bom, admito, deveria ter feito isso antes, eu sei, mais ainda bem que tenho 22 anos (fiz recente....rs), tá em tempo...Mas é difícil entender o porque das coisas acontecerem no tempo e momento que acontecem... Momento em que tudo está perfeito... família perfeita, amigos perfeitos, um trabalho perfeito... Deixar por que...? Porque o meu sonho ainda não está perfeito...
Eu sei, é querer demais, querer entender tudo que acontece em nossas vidas – tenho esse defeito, tentar entender os porquês, as coincidências e-ou Destinos (o que preferir). As pessoas que entram em nossas vidas, as escolhas e oportunidades que entram e saem de nossas vidas, que cabe a nós, percebê-las, escolhe-las e agarra-las.
Acho que no final, o segredo está em fazer... Fazer tudo o que se pode nessa vida... até poder, porque pode ser que amanhã não se pode mais. Arrepender? Essa palavra foi retirada do meu dicionário a partir do dia em que uma pessoa (muito) especial me disse que “é raro a gente se arrepender do que se fez”... Sinceramente não me soou bem inicialmente, mas parei, pensei... e depois disso percebi o quanto ela foi feliz no que disse. Só errou na palavra “raro”. Descobri, depois de pensar muito, que em minha vida (conhecimento de causa), não houve mesmo, nada que me arrependi de fazer. Até a maior das minhas loucuras...me orgulho dela....ou delas. Faria tudo de novo, e até mais! Pois foram elas que modelaram o que sou hoje, foram elas que me trouxeram até aqui... Me fizeram ser o que sou, e o que serei, se Deus quiser... Faça! Você só se arrepende do que não fez, e quando vierem as conseqüências, agradeça... Pois, afinal, o que seria uma vida sem conseqüências... sem obstáculos e sem os problemas para te trazer alívio no final?! São eles que dão sentido a vida, são eles que dão mais brilho e mais valor ás conquistas. A vida sem obstáculos seria uma vida sem meio, porque os obstáculos, os tropeços dão rumo ao caminhar, (ou até tiram). Ele muda o percurso, faz e refaz, constrói e reconstrói tudo de novo, várias vezes se for preciso. Ele que nos faz escolher caminhar pela direita, ou pela esquerda, ou até parar e estagnar, com medo de caminhar. É preciso do meio, pra se ter um final. O fim é dependente do meio.( por isso nunca queria ser o fim... rs) Queria ser o meio, e o meio é o obstáculo, que dá liga ao início e ao fim. A vida sem os obstáculos seria igual aqueles livros que começamos a ler e não nos entusiasmamos tanto, mas ainda esperançoso, folheia o livro até o final e lê a ultima página, e com essa ultima página você entende o livro todo... porque ele não teve meio, o meio não foi importante, se eram verdes ou brancas as páginas, você não sabe, porque pra você eram só páginas....Quanto às emoções, os sofrimentos, os momentos fascinantes, o frio na barriga, as experiências.... Não houve! Porque essa parte está no meio do livro, está nos obstáculos..."
Ter uma pessoa seguindo ao nosso lado é encantador. É termos a certeza de que temos alguém que se preocupa, que cuida, que se importa, que ama, que adora, que quer, que deseja estar ali, que faz questão de estar ali, que se orgulha por estar bem ali. Bem ali ao nosso lado. Simples assim!
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