Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Sim, Amelie tinha olhos de ressaca. Era assim que aquela menina sempre se denominava, mesmo não sabendo o que significava detalhadamente essa expressão, olhos de ressaca. Amélia tinha algo que ninguém sabia o que era exatamente, sabia que ela sentia um amor inconsolável, mas ninguém realmente queria entender.

Ignorar é muitas vezes uma atitude preciosa.
Analisar certas situações que nos desagradam e posicionarmos de maneira passiva e serena pode ser positivo. Muitos fatos não podem ser modificados somente porque desejamos. Há coisas na vida que não dependem de nós. Elas simplesmente acontecem, existem. Cabe a nós saber conviver e não absorvê-las. É o filtro da vida. Ligue-o! E dele a paz interna será extraída.

Te permita viver da maneira que és e sobretudo seja amor.

Os interesses humanos sobrepujam a ética e, as vezes, até a civilidade.

Definitivamente eu sabia que tinham fundamentos meus medos de criança. Vampiros existem e nos sugam a alma, as conquistas e a paz que representam nosso suor e sangue.

O simples movimento de andar nos leva ao futuro.

Pensei que teria mais alguns meses junto a você, mas infelizmente acabou antes do que eu mais queria se realizar, o sonho em que durante algum tempo eu carreguei se tornou real em poucos instantes, aqueles tão insuficientes quanto a sua companhia.

Puxa saco é aquele que da feliz aniverssário pra alguém que não teve coragem de fazer o mesmo.

Chore o quanto quiser, ou o quanto achar necessário, mas chore, coloque sua dor para fora, descarregue tudo que aí dentro, lhe faça mal, grite bem alto que não está nada bem, faça o que lhe deixar melhor no momento. Mas depois, lembre-se, a vida segue em frente, levanta-te, siga adiante, sem medo algum do sofrimento que a vida ainda tem á lhe oferecer. Sorria, sorria e sorria, mesmo que ainda doa, mesmo que ainda não tenha forças.

“Que saudades dessa época que o meu único motivo de chorar era de ter perdido meu desenho favorito”

Tenho as minhas máquinas do tempo. Tem uma que me leva de volta pra lugares que eu nem gostaria de estar, a máquina chama-se Recordações. A outra, me leva pra lugares incríveis com pessoas perfeitas, essa chama-se Sonhos.

O açoite da noite é mais penetrante do que o perfume do incenso, fere a alma, destrona o ego e oprime o espirito com a força do absinto, libera dentro do homem o desejo de estar onde o dia não permite o desejo.

Diferença de COLEGA para AMIGO...

Colega: separa sua briga. Amigo: já chega na voadora;
Colega: chama seus pais de senhor e senhora. Amigo: chama de pai e mãe.
Colega: nunca viu você chorar. Amigo: sempre teve os melhores ombros para você chorar.
Colega: nunca pede nada para beber e comer. Amigo: abre o armário e se sente em casa.
Colega: pede pra você escrever o seu número de telefone. Amigo: pergunta pelo telefone dele, porque não se lembra onde colocou.
Colega: pede alguma coisa emprestada e devolve em uns dias. Amigo: tem um guarda-roupa cheio
de coisas suas.
Colega: sabe algumas coisas sobre você. Amigo: poderia escrever uma biografia sobre você.
Colega: não ficaria com você se as outras pessoas não tivessem com você. Amigo: sempre ficaria com você.
Colega: lê e ignora. Amigo: manda de volta.

Não é necessário ser amigo de todas as pessoas. Ser agradável é uma questão de simpatia. Mas, lembre-se de que o seu maior inimigo é você mesmo. O que fizerem contra você, só lhe atingirá se você quiser...

Nossas lembranças mais felizes são as que nos deixam mais tristes.

Hegel
A Idéia, A Natureza, O Espírito

Os três grandes momentos hegelianos no devir dialético da realidade são a idéia, a natureza, o espírito. A idéia constitui o princípio inteligível da realidade; a natureza é a exteriorização da idéia no espaço e no tempo; o espírito é o retorno da idéia para si mesma. A primeira grande fase no absoluto devir do espírito é representada pela idéia, que, por sua vez, se desenvolve interiormente em um processo dialético, segundo o sólito esquema triádico (tese, antítese, síntese), cujo complexo é obejto da Lógica; a saber, a idéia é o sistema dos conceitos puros, que representam os esquemas do mundo natural e do espiritual. É, portanto, anterior a estes, mas apenas logicamente.

Chegada ao fim de seu desenvolvimento abstrato, a idéia torna-se natureza, passa da fase em si à fase fora de si; esta fase representa a grande antítese à grande tese, que é precisamente a idéia. Em a natureza a idéia perde como que a sua pureza lógica, mas em compensação adquire uma concretidade que antes não tinha. A idéia, todavia, também na ordem da natureza, deveria desenvolver-se mais ou menos, segundo o processo dialético, das formas ínfimas do mundo físico até às formas mais perfeitas da vida orgânica. Esta hierarquia dinâmica é estudada, no seu complexo, pela Filosofia da natureza.

Finalmente, tendo a natureza esgotado a sua fecundidade, a idéia, assim concretizada, volta para si, toma consciência se si noespírito, que é precisamente a idéia por si: a grande síntese dos opostos (idéia e natureza), a qual é estudada em seus desenvolvimentos pela Filosofia do Espírito. O espírito desenvolve-se através dos momentos dialéticos de subjetivo (indivíduo), objetivo (sociedade), absoluto (Deus); este último se desenvolve, por sua vez, em arte (expressão do absoluto na intuição estética), religião (expressão do absoluto na representação mítica), filosofia (expressão conceptual, lógica, plena do absoluto).

Com o espírito subjetivo, a individualidade empírica, nasce a consciência do mundo. O espírito subjetivo compreende três graus dialéticos: consciência, autoconsciência e razão; com esta última é atingida a consciência da unidade do eu e do não-eu. O espírito subjetivo é estudado, em sentido vasto, pela psicologia, que se divide em antropologia, fenomenologia do espírito, psicologia propriamente dita. Não estando, pois, o espírito individual em condição de alcançar, no seu isolamento, os fins do espírito, de realizar a plena consciência e liberdade do espírito, surge e se afirma a fase do espírito objetivo, isto é, a sociedade. No espírito objetivo, nas concretizações da sociedade, Hegel distingue ainda três graus dialéticos: odireito (que reconhece a personalidade em cada homem, mas pode regular apenas a conduta externa dos homens); amoralidade (que subordina interiormente o espírito humano à lei do dever); a eticidade ou moralidade social (que atribui uma finalidade concreta à ação moral, e se determina hierarquicamente na família, na sociedade civil, no estado).

A sociedade do estado transcende a sociedade familiar bem como a sociedade civil, que é um conjunto de interesses econômicos e se diferencia em classes e corporações. O estado transcende estas sociedades, não porque seja um instrumento mais perfeito para a realização dos fins materiais e espirituais da pessoa humana (a qual unicamente tem realidade metafísica); mas porque, segundo Hegel, tem ele mesmo uma realidade metafísica, um valor ético superior ao valor particular e privado das sociedades precedentes, devido precisamente à sua maior universalidade e amplitude, isto é, é uma superior objetivação do espírito, segundo a metafísica monista-imanentista de Hegel, daí derivando uma concepção ético-humanista do estado, denominada por Hegel espírito vivente, razão encarnada, deus terreno.

Segundo a dialética hegeliana, naturalmente a sucessão e o predomínio dos vários estados na história da humanidade são necessários, racionais e progressivos; e necessária, racional e progressiva é a luta, a guerra, grças à qual, ao predomínio de um estado se segue o predomínio de um outro, a um povo eleito sucede um outro. Este, no fundo, tem razão sobre o vencido unicamente porque é vencedor, e aquele tem culpa unicamente porque é vencido. A história do mundo - com todo o mal, as injustiças, os crimes de que está cheia - seria destarte o tribunal do mundo. (O que se compreende, quando se faz coincidir o "ser" com o "deve ser", como acontece de fato no sistema hegeliano, graças à dialética dos opostos, em que os valores - verdadeiro-falso, bem-mal, etc. - são nivelados, porquanto igualmente necessários para a realização da idéia).

Se bem que no sistema hegeliano a vida do espírito culmine efetivamente no estado, põe dialeticamente acima do espírito objetivo o espírito absoluto, em que, através de uma última hierarquia ternária de graus (arte, religião, filosofia), o espírito realizaria finalmente a consciência plena da sua infinidade, da sua natureza divina, em uma plena adequação consigo mesmo.

Na arte o espírito tem intuição, em um objeto sensível, da sua essência absoluta; quer dizer, o belo é a idéia concretizada sensivelmente. Portanto, no momento estético, o infinito é visto como finito. Na religião, pelo contrário, se efetua a unidade do finito e do infinito, imanente no primeiro; mas em forma sentimental, imaginativa, mítica. Hegel traça uma classificação das religiões, que não passa de uma história das mesmas, segundo o seu sólito método dialético. Nessa classificação das religiões o cristianismo é colocado no vértice como religião absoluta, enquanto no ministério da encarnação do Verbo, da humanação de Deus, ele vê, ao contrário, a consciência que o espírito (humano) adquire da sua natureza divina.

Acima da religião e do cristianismo está a filosofia, que tem o mesmo conteúdo da religião, mas em forma racional, lógica, conceptual. Na filosofia o espírito se torna inteiramente autotransparente, autoconsciente, conquista a sua absoluta liberdade, infinidade. Como as várias religiões representam um processo dialético para a religião absoluta, assim, os diversos sistemas filosóficos, que se encontram na história da filosofia, representariam os momentos necessários para o advento da filosofia absoluta, que seria o idealismo absoluto de Hegel.

Ele: Lágrimas ñ param de cair
no telefone a menina liga ..
ELA: Olá .
ELE: Quem é?
ELA: Sou eu, a felicidade iludida.
ELE: O que é que você quer ?
ELA: Dizer que te amo.
ELE: OUTRA VEZ? Eu já ouvi isso 15 vezes. Não se cansa?
ELA: Quem ama não cansa...
ELE: Mas eu canso... Eu não te amo!
ELA: O que?
ELE: é isso mesmo, eu iludo e por isso me chamo ilusão do amor.

Neste exato momento uma lágrima corre na minha face...

ELA: Como pode dizer isso?
ELE: Dizendo que não te amo. Não devo nada a ninguém
ELA: Não deve nada?
ELE: é claro que não.
ELA: Deve sim. O teu amor.
ELE: Que amor?
ELA: Você me faz voar tão alto e agora diz que não me ama?
ELE: Deve estar ficando louca!

E as lágrimas insistentemente não paravam de cair...

ELA: Estou mesmo louca...acreditei em ti!
ELE: Você sabia que era só amizade, não?
ELA: Claro que não... Diz tantas coisas... E ainda me deu um beijo!
ELE: Um beijo? Aquilo nem foi beijo...
ELA: Não foi? Então o que foi.. ?
ELE: Ok... Foi um beijo sem significado.
ELA: Ah e um beijo sem significado deixa de ser beijo?
ELE: Não.
ELA: Quer dizer, eu não significo nada para ti?
ELE: Significa...
ELA: O que?
ELE: Uma grande conta de telefone no final do mês Agora vou desligar.
ELA: NÃO... Por favor!
ELE: Porque?
ELA: Porque eu te amo...
ELE: Qual o valor que o teu amor me vai dar?
ELA: Felicidade.
ELE: Eu quero coisas materiais...
ELA: Eu vou ser tua...
ELE: Isso não vale... Quanto é que você vale?
ELA: Porque esta pergunta?
ELE: Se eu enjoar de ti posso-te empenhar?
ELA: O que é que eu fiz para me tratar assim?
ELE: Amar-me! Agora vou desligar!
ELA: NÃO, por favor!!!
ELE: Quer parar com isto? ESTOU FARTO!
ELA: Não... por favor, não desligue.
ELE: ...
ELA: Fala comigo...
ELE: ...
ELA: Pelo amor de Deus, diz que me ama!
ELE: OUVE... eu já estou farto de você. Agora vê se me esquece.
ELA: Eu prefiro morrer do que te esquecer.
ELE: Ai é? Então se mata logo!
(Ele desliga.)
ELA: Não... por favor... Não me faça isso, eu te amo.


ALGUNS DIAS DEPOIS...

- Do que morreu esta menina? - Perguntam
- De intoxicação. - Responde a enfermeira.
- Coitada... ela tinha algum problema? - Perguntam
- Sim, sofria de amor... - Responde a enfermeira.

E então, no dia do funeral o rapaz de que a menina gostava apareceu no local prestando a sua ultima homenagem e lançou uma rosa vermelha e disse baixinho:
- Eu te amo!

Mas, é tarde demais.

Triste mesmo,é esperar por quem não vem e você sabe disso, mas prefere ter uma única esperança. É quando você percebe a indiferença num olhar. Descobre que não é tão importante na vida de uma pessoa quanto pensou que era. Isso é triste. Isso dói.

Ele: Eu pensei que você ainda se importava comigo.
Ela: Eu pensei que você não iria me deixar.
Ele: Mas você disse que seria eterno.
Ela: E você me falou que estaria do meu lado.
Ele: Mas eu não te abandonei, só precisava ter certeza que você sentiria minha falta.
Ela: E eu não deixei de te amar, mas eu queria saber se você voltaria por mim.
Ele: E então, você sentiu minha falta?
Ela: Mais que tudo nessa vida. E você, voltou por mim?
Ele: E por que eu teria outro motivo?

Em Qualquer Lugar do Mundo

Toda a minha vida eu esperei alguém
Com esse sorriso, esse teu olhar
Nunca me entreguei, eu nunca quis ninguém
Parece que eu sabia que iria te encontrar
E assim minha alma esperava a tua
Como alguém que espera uma notícia boa
Como uma noite que espera a lua
Nunca me iluminou tanto uma pessoa
Não, não, não, não
Como uma chave abrindo os meus segredos
Como um livro lindo me arrancando os medos
Como uma lição que eu queria saber
Não, não, não, não
Como uma certeza que por Deus eu tinha
Você foi chegando e se fazendo minha
Me invadindo a vida e me fazendo ver
Que existe amor
Basta desejar, querer mais que profundo
Que esse amor
Vai encontrar você em qualquer lugar do mundo
Que existe amor
Basta desejar, querer mais que profundo
Que esse amor
Vai encontrar você em qualquer lugar do mundo
E assim minha alma esperava a tua.