Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Eu tenho medo dos monstros que guardo na minha mente... se eu solta-los... Eu nunca mais vou conseguir os prender

Se trabalharmos sobre o mármore, um dia ele acabará. Se trabalharmos sobre o metal, um dia o tempo o consumirá. Se erguermos templos, um dia se tornarão pó. Mas se trabalharmos sobre almas jovens e imortais, se nós as imbuirmos com os princípios do justo temor ao criador e amor à humanidade, daqui a cem anos pouco importará o quanto tenhamos acumulado no banco; que tipo de casa, palacete ou carro possuímos. Mas o mundo poderá ser diferente, talvez porque fomos importantes na vida dos jovens

Nosso coração nos engana todo tempo.
Quando pensamos que está tudo bem, ele vem e apronta outra.
Ele quer medir força conosco. Ele sabe que não queremos, mas ele mostra sua teimosia em nunca nos deixar sozinhos.
Ele é só emoção. Não sabe que tem horas que é melhor ficar só do que mal acompanhado.
Mas ele é insistente, e acaba com a razão da gente.
Ele quer ser feliz, eu quero tranquilidade.
Cansei de me machucar e ele não entende.
Nessa controvérsia acabo o seguindo, desviando dos meus caminhos e deixando de achar alguns significados.
Esse coração muda tudo de lugar sem se importar se eu vou gostar e o que será de mim.
Não adianta ele sempre será assim...

Corrija seus próprios erros e seja alguém melhor ,ao invés de falar “tem que me aceitar do jeito que eu sou,ninguém é obrigado a aceitar as merdas que você faz, tome vergonha na cara, evolua e seja um homem.

Desanimada ou não, ninguém pode parar. Eu não vou parar. E quando o cansaço bater...eu revido.

VIAJAR NO MEU PEQUENO EU

Me encontro aqui, sentada a deambular entre meus ínfemes e míseros pensamentos... sem muito no que pensar
No meio de um nada e em minha constante e feliz melancolia.
Passam-se os anos eu mudo, reviro-me e me reencontro aqui num mar de contrastes...
Mil perguntas passam pela imensidão do meu cérebro, perguntas parvas de respostas concretas e desconjugáveis.
Mudam-se-me os nomes, permanecem-me os apelidos e meus contrastes, me perco em mim... morro em minhas atitudes e ressuscito em meus contrastes.
Outra vez, a mesma sensação... de novo a mesma dor da perda me consome.
o que falta em mim? o que a complicada simplicidade que me rodeia roubou de mim desta vez? Algures perdi algo que não consigo encontrar, mas onde se não sai daqui, encontro-me a séculos nesta mesma monotonia....
Ohhh!!! Agora entendo tudo... é essa monotonia que me consome, me rouba todo nada que consigo... não aguento mais isso!!!!
Mas espera aí!!!!! Que monotonia? Como sei eu que isso é monotonia se não conheço outro estado de vida se não essa latessencia em que me encontro?
ohh! Injusta de mim... condeno-me sempre a um mundinho de desesperos e futilidades úteis... apresso-me a julgar o modelo medíocre de vida numa linear constante.
Mas como posso eu querer ou ainda exigir de mim uma aderência a uma vida mais apreciável se é só esta a realidade que conheço... se minha fraca e fértil imaginação nunca viajou por outros campos se não a oscuridade da minha própria realidade?
Daí me ponho aqui sentada no meio a nada e uma vez mais viajo e percorro o interior do meu pequeno eu, numa corrida lenta e rotineira que não me cansa, e apesar de exausta me alegro com as tristezas que revivo.

"Essa vaidade que nos mata. Que magoa pessoas e destrói relacionamentos. Essa necessidade estapafúrdia de inflamar o ego, de aparecer cada vez mais, de reafirmar o tempo todo o quanto tem de bom e o quanto pode tudo que quiser. E você afasta quem lhe tem apreço e afeto, pra quê? Só pra gritar como é uma pessoa incrivelmente maravilhosa. A vaidade sacrifica amizades e amores, mas tudo bem, não é? No fim vai ficar só, e qual o problema disso? Você vai estar com a pessoa que mais ama: você! Não fará muita diferença. Pra você não existe mundo ao seu redor. Você já é tudo de bom que existe nele mesmo. A vaidade, ah a vaidade! Ela matou Narciso."

Vou ser sincera com você. Depois de meses corridos e de tuas ausências constantes, me sinto dominada por uma calmaria e bem-estar, que nem sei ao certo descrever. Percebi que, com você longe, me faz um bem, e que quando você estava por perto, esse bem que sinto agora, só você sentia.

E se eu acordo amanhã, tomo um café e não penso em você o dia inteiro? Esquecer alguém deve ser assim; sem perceber, depois de um café.

Vai pensando que ela é fácil. rapaz
Ela não é daquelas minas "tanto fez, tanto faz".

A presença divina só reside onde a alegria acompanha o mandamento.

A autorealização consiste em trabalhar intensamente, e renunciar a cada momento aos frutos do seu trabalho.

A saudade é feita de aprendizagem, de ruídos que servem para não ouvir.

Alucinações.
Vivendo em um mundo que nao é meu...
Sonhando com esse amor que é tão seu...
Querendo seu tudo...
Tendo seu nada...
Amando o escuro..
saudade desvairada...
Olhando pra dentro...
Tentando te ver...
Ousando ler pensamentos...
violando você...
Imprimindo minha angustia...
Tentando deletar sua imagem...
Sorrindo pra não chorar...
Fingindo não importar...
Dizendo coisas sem sentido...
sentido? o que significa mesmo isso?
Tentando ignorar sua ausência...
Mas convivendo com a eterna presença dessa ausência...
desejando por não ter...
Ter pra não perder...
Perder o que se eu nem tenho?
Alucinaçoes...isso nem eu mesmo entendo...

No mar revolto das opiniões alheias
Navego a nau firme das minhas próprias convicções.

Balada do Esplanada

Ontem à noite
Eu procurei
Ver se aprendia
Como é que se fazia
Uma balada
Antes de ir
Pro meu hotel.

É que este
Coração
Já se cansou
De viver só
E quer então
Morar contigo
No Esplanada.

Eu qu'ria
Poder
Encher
Este papel
De versos lindos
É tão distinto
Ser menestrel

No futuro
As gerações
Que passariam
Diriam
É o hotel
Do menestrel

Pra m'inspirar
Abro a janela
Como um jornal
Vou fazer
A balada
Do Esplanada
E ficar sendo
O menestrel
De meu hotel

Mas não há poesia
Num hotel
Mesmo sendo
'Splanada
Ou Grand-Hotel

Há poesia
Na dor
Na flor
No beija-flor
No elevador

Oswald de Andrade
ANDRADE, O. Obras completas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972.

"O fim essencial do Espiritismo é tornar melhores os homens. Nele não se procure senão o que possa concorrer para o seu progresso moral e intelectual."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)

Amar a quem não nos ama
evidencia aquilo que temos de nobre
e de bom em nossos corações.
Mas insistir em querer quem não nos ama
é a mais perfeita forma de burrice.

“Todas as religiões do mundo (Cristianismo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo e Espiritismo) têm um entendimento em comum: o Ego deve ser contido para desenvolvimento da religiosidade e da espiritualidade.”

Passado é passado. Não precisamos deixá-lo para trás, ele já está lá.