Felicitações Casamento

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⁠⁠Enxergo o colorido do mundo através do meu silêncio.

Inserida por NayaneQueiroz

⁠A cada dia desafios vencidos, sementes plantadas, frutos colhidos.

Inserida por NayaneQueiroz

Os jovens que desistem de viver para não sofrer, são zumbis no vazio que criam em seu entorno.
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Inserida por NayaneQueiroz

Quando dependemos totalmente de Deus, as outras coisas tornam-se fáceis, passamos a dar valor as coisas corretas, diminuímos o envolvimento nas coisas terrenas e mantemos o foco na vida eterna.

Inserida por DalilaMaite

⁠⁠"Um dia... Eu disse que voaria muito alto⁠ e muitos duvidaram e disseram que eu não conseguiria."
"OBRIGADA, vocês só me impulsionaram."

D.moretti

Inserida por DAIANEMORETTI

O verdadeiro valor da persistência não está nas pequenas vitórias ao longo do caminho, mas na realização plena do objetivo final. Por isso, não basta apenas tentar: persista até que a conquista seja uma realidade.

Inserida por Gesiel_Modesto

⁠Prefiro a companhia da solidão; levaria-me à vastidão do templo das almas desgraçadas, consumidoras da boa-fé de outrem, mas que não provê sentimentalismo aos mais próximos, somente a cachorros que sofrerão derrota súbita: talvez seria sua forma de compensar esse pêndulo que rodeia o eterno e o vazio? O poder do não poder? A indiferença e a benevolência?

Aaah, eterno pesar da dúvida cantante, tão demasiada desafinada que me corroe a alma quando sua voz atravessa-me os ouvidos.

Inserida por Gesiel_Modesto

⁠Fui, por tempos,
o mais ingênuo dos poetas.
Traduzi minha alma em escritos,
ofertados a rostos que jamais souberam ler;
justamente por esconderem-se atrás de máscaras.

As palavras — essas que julguei importantes —,
definhavam-se à medida do correr do tempo.
Então, tornaram-se meras lembranças do que poderiam ser:
pontes de transformação,
não muros de adorno.

Foi à escuridão do meu quarto —
a única leal que me restou —
que compreendi:
não era a beleza que faltava aos versos,
mas o merecimento dos olhos.

Toda poesia é imperfeita,
como todo homem;
e é essa a essência da natureza.
Os dissimulados, na vã procura do eterno,
hão de pasmar-se aos espasmos da tênue verdade.

Agora, ao ausentar-me,
deixo um rastro de luz contida —
mínima, talvez,
mas real.

Aqueles que um dia lerem,
não mais embuçados
— com a alma aberta —,
sentirão o brilho de minha partícula viva,
explodindo no silêncio cósmico.

“Não fui lido,
mas fui real.”

Inserida por Gesiel_Modesto

⁠A morte é o ponto final, o erro é a virgula.

Inserida por WilsonBatata

⁠Ninguém sabe o que você passa e qual é sua luta. E quer saber? É melhor assim.
Você chora sozinho e, se cair, levanta.
Só você pode se ajudar agora
É você e Deus, mais ninguém. Vai, reage!

Inserida por pamelaferreira781

⁠Não se demore
onde não vai existir história.

Não se demore,
se não houver recíproca.

Não se demore,
se não houver conquista.

Inserida por girle_nunes

⁠Se você precisa de títulos ou bens para se sentir grandioso, então a grandeza pertence às coisas, e não a você!

Inserida por jottaandrade11

⁠A vida está passando. Você tem que se arriscar de vez em quando.
Aí vc acha que não merece alguma coisa e estraga tudo.

Inserida por Vicky2

⁠As pessoas têm motivos para serem como são.
é por isso que empatia é tão importante.
nunca sabemos o que está acontecendo dentro de alguém.

Inserida por Vicky2

⁠Ressurreição
Naquela praça
Entreguei meus medos
Quietos
Em segredo
Esperei que me amasse
Amassado
Sem medo de perder a viagem
Oferecia-te tudo
O amor maior no mundo
Já não era dádiva dos deuses
(…)
Minha dor cativa
Logo
Tornou-se luto
E a carne
Já fria
Ganhou vida
Na igrejinha de São José.

Para Isac Silva do Nascimento, na Praça da Paróquia de São José;
Araraquara, 19 de novembro de 2021 (25 anos do autor).

Inserida por RafaelZafalon

⁠Com você:
Descobri um amor
Te amei de verdade
Em cada ponto da cidade
Lembrei de você
Conheci no meu corpo
O que te guardei
Senti por você
Tudo que tanto esperei
Te amo de verdade !

Inserida por RafaelZafalon

⁠Panapaná

Essas borboletas têm mania
de carregar o verão nas asas.
Se vestem de vento e claridade,
vão aonde a cor inventa o ar.

Gosto delas porque sabem
se miudarem no céu — só ou em bando —
como se o céu fosse coisa de brincar.
Coleciono-as em álbuns soltos.

Ali, no meio do sol,
são mais tintas que matéria,
mais riso do que bicho:
elas são coisa e não são.

Dizem que vivem pouco
— mas pouco pra quê?
Pousam na eternidade das manhãs,
ficam suspensas no que não dura,
deixando rastros de voo
que só o invisível sabe ver.

E eu as celebro com meu olhar ralo,
que aprende, com elas,
a gastar a vida
no que não sobra.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠A sacralidade nas refeições.

Há certa equidade no rito das refeições. Sob a toalha, já não se vê quem é maior. A mesa esconde nossas deficiências.

Sentados, a única urgência é pela comunhão, que é repartida juntamente com o pão e a manteiga. O sagrado tem sabor de café.

Quando nestes encontros falamos, rimos e recordamos, as horas voam diante da saudade acumulada, e notamos que, pelo menos por alguns instantes, conseguimos arranhar a eternidade.

Algum aparelho sempre toca e, espantados com o horário, sabemos que é o momento de partir.

Na porta, ao nos despedirmos, alguém intencionalmente sacode a toalha do café, assim as aves também poderão se alimentar com as migalhas dos nossos momentos.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Viver por vezes parece ser apenas adiantar o trabalho do dia seguinte. No domingo, já estamos pensando na segunda-feira, na terça-feira, já estamos de olho na quarta-feira, e assim por diante, sempre um passo à frente do dia presente. Com tanta antecipação, acabaremos vivendo um mês a menos.

Nossa mente, assim como a vida, é uma tecelã desatenta que não distingue entre fios de ouro e fios de sombra. Ela não seleciona memórias como boas ou más; simplesmente as deixa dançar ao sabor do vento da lembrança. Daí o perigo de se viver de amanhã.

O tempo, esse trapaceiro imprevisível, teima em desafiar nossas noções de permanência, sempre nos lembrando de sua natureza efêmera. No entanto, no meio desse emaranhado de efemeridades, o amor emerge como um oásis de eternidade. É nele que residem todas as histórias que o tempo já arrastou consigo, como conchas preciosas depositadas na praia do coração.

Sempre que puder desperdice simpatia, pois é o amor que empregamos no cotidiano dos nossos dias que nos fará celebrar não apenas o tempo que já vivemos, mas também o tempo que ainda teremos para tecer novas memórias e se encantar com suas infinitas possibilidades.

Inserida por Epifaniasurbanas

Carrego nas costas algumas décadas e, no peito, a certeza de que há muito a caminhar. Desejo ainda ser lido, mesmo depois de, enfim encontrar minhas origens. Até lá, espero que meus olhos pareçam mais sábios aos que me descobrirem. Não sou proprietário do que é meu. Tudo o que tenho e fiz só faz sentido se puder ser apropriado pelos outros, de alguma forma. Sou poeta, e a poesia não tem dono; cada um que a ressignifica torna-se coautor. Essa é a forma que encontrei para me tornar eterno, cada vez que for recontado.

Inserida por Epifaniasurbanas