Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo
De querer conquistar
Uma coisa
Qualquer em você
O que será?
Como nunca se mostra
O outro lado da lua
Eu desejo viajar
Do outro lado da sua
Meu coração
Galinha de leão
Não quer mais
Amarrar frustração
O eclipse oculto
Na luz do verão...
Eu só faço aquilo que você não consegue. Você bate e eles levantam, eu bato e eles ficam no chão. Eu garanto que eles não retornem e tenho muito orgulho disso.
Setembro Amarelo...
Não prenda sua tristeza,
a felicidade que entrar.
E eu estou aqui se precisar conversar.
E poder te ajudar.
Liddy Viana✍
Eu sou um homem bom, mas não brinque comigo, por tudo que eu passei carrego o inferno dentro do coração.
"Bate coração. Afinal, és o único que está autorizado a bater em mim. Até quando eu não mais aguentar."
Não vou te provar quem és,
mas jamais me peça que eu escolha
entre o que sou
e o que você espera que eu seja.
Cada qual vive a sua realidade,
buscando a própria verdade.
Eu fui feita para o mundo,
você, para ser quem almeja se tornar.
Cada um com suas escolhas,
seus motivos,
sem padrões impostos.
Idealizações não são iguais
— e acreditar que todos chegam ao mesmo lugar no fim
é um mito perigoso.
Vamos exatamente
para onde nossas escolhas nos levam.
Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.
“Deus, eu te peço misericórdia pelos meus atos.
Que minhas palavras não sejam armas, mas pontes.
Livra-me da mentira que nasce do ego e do silêncio que foge da verdade.
Que eu fale quando for para curar,
cale quando for para não ferir,
e que a verdade que sair da minha boca venha temperada com amor.
Não permita que eu use a fé para julgar,
nem a razão para machucar.
Endireita meus caminhos, corrige minhas intenções
e faz de mim alguém que reflita a Tua luz
não só no que diz, mas principalmente no que vive. Amém.”
Da vida não espero muito mais de mim,
eu sigo tentando ser inteiro mesmo quando falto em pedaços.
Aprendi que crescer dói,
que nem todo silêncio é fraqueza
e que continuar, às vezes, já é vitória.
Não quero prometer o que não sou,
nem carregar pesos que não me pertencem.
Se eu for verdade no pouco,
se eu for sincero no que sinto,
já estarei indo além do que um dia imaginei.
Da vida, hoje, eu espero coragem.
De mim, eu espero honestidade.
E que, mesmo cansado,
eu não desista de ser quem sou.
Por tanto da vida não espero muito,
mas de mim eu espero tudo.
“Ai de mim se não continuar.”
Ai de mim se eu parar no meio do caminho.
Se eu deixar o cansaço falar mais alto que a fé.
Se eu permitir que as feridas me convençam de que não vale a pena.
Continuar nem sempre é força, às vezes é sobrevivência.
É levantar mesmo sem vontade, é dar passos pequenos quando o coração está pesado.
É entender que nem todo dia será vitória, mas todo dia pode ser aprendizado.
Ai de mim se eu não continuar acreditando, mesmo quando tudo parece silêncio.
Porque é no processo que Deus trabalha, é no deserto que o caráter é moldado.
Quem continua, mesmo ferido, não perde — amadurece.
Continuar é um ato de coragem.
E desistir não é opção para quem sabe que a promessa ainda está de pé.
Eu não sou igual a você.
E você não é igual a mim,
porque cada um carrega sua própria história.
Não é a comparação que nos define,
é a singularidade.
Cada qual com sua inteligência,
sua força,
sua forma de ser independente.
Você me ensina pelo que é,
sem precisar explicar.
Eu te ensino pelo que sou,
sem precisar competir.
Aprendemos um com o outro
quando entendemos que igualdade não é cópia,
é respeito.
E diferença não é distância,
é riqueza.
Não estou me vitimizando.
Vitimar-se não me cabe — eu não preciso disso.
Cheguei até aqui sozinha,
e se for preciso, sigo sozinha.
Achismo é achar.
Ver é enxergar.
E eu enxergo.
Graças a Deus, eu tenho um Deus que me protege,
que não permite que ninguém me use por muito tempo,
nem como escada, nem como prazer,
nem como fuga das próprias carências.
Da vida, eu só quero uma coisa:
ser melhor do que fui ontem.
E não permitir que ninguém me coloque
numa prisão emocional
onde eu precise pedir permissão pra ser quem sou.
Meu passado eu devo a mim —
às escolhas que enfrentei,
às dores que superei.
E o meu futuro também depende de mim,
da coragem de continuar,
do amor-próprio que aprendi a construir.
E sobre isso, eu sei:
quem se conhece, se protege.
Quem se respeita, não aceita migalhas.
E quem anda com Deus
não se perde em caminhos que não levam à paz.
“Eu gosto dela sem saber explicar o que eu sinto. Não é carência, é sentimento — e me assusta não saber como defini-lo.”
“Eu brigo, mas na verdade nem é briga de verdade.
Eu sinto ciúme, mas não a ponto de perder a confiança.
Eu falo… mas às vezes queria saber ficar em silêncio.
Eu observo e guardo cada detalhe —
os olhares, os gestos e os suspiros que você deixa escapar.”
