Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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“Ultimamente, o segredo da minha tranquilidade é simples: não deixo que o julgamento alheio dite como devo me sentir. Escolho ignorar as críticas negativas e desejar a Luz de DEUS a quem me ataca com vãs palavras ao vento. Entendi que pessoas resolvidas e felizes não têm tempo para diminuir ninguém; elas usam sua energia para orar por quem enfrenta problemas e para encorajar e ajudar.”

"O verdadeiro cristão remido não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, e a luz que precisa sair do museu para iluminar o caminho."

​"A autoconsciência aniquila a pressa pela aprovação alheia. Quem não enriquece a sua jornada não deveria ter o poder de ditar o seu valor."

Viver de aparência,é o mesmo que ganhar na Mega-sena e não receber o premio, comer todas as delicias do mundo sem ter paladar, amar e não ser amado, ou até mesmo trabalhar sem receber.
Viva verdadeiramente, mesmo que a verdade seja pouca para olhos de pequenos e o suficiente para você.

Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.


Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.


Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.

Ninguém se cura fingindo que não doeu.

O inferno não é um lugar distante, escondido em algum canto do universo. Muitas vezes ele acontece aqui mesmo, entre escolhas, atitudes e consequências.

Há pessoas que passam pela vida acreditando que podem ferir, humilhar, enganar e seguir adiante sem que nada aconteça. Caminham com a certeza de que são mais espertas que todos os outros. Mas o tempo tem um jeito curioso de colocar cada ato diante de seu próprio reflexo.

Nem sempre a resposta vem rápido. Nem sempre vem da forma que esperamos. Porém, cedo ou tarde, cada semente encontra sua estação.

A vida não precisa de vingança para equilibrar as coisas. Ela trabalha em silêncio. Enquanto muitos comemoram vitórias construídas sobre a dor alheia, o destino registra cada passo, cada palavra e cada escolha.

Por isso, não temo o que me fizeram. O que pertence a mim, carrego comigo. O que pertence aos outros, a própria vida se encarrega de devolver.

Porque, no fim das contas, o inferno não está depois da morte.

Muitas vezes, ele começa exatamente no momento em que somos obrigados a conviver com as consequências daquilo que escolhemos ser.

Talvez ninguém entenda o tamanho de um “não”
quando ele encontra alguém
que já cansou de pedir,
mas ainda tinha esperança
de ser acolhida por uma mão.


Porque nem toda lágrima nasce da ausência.
Às vezes ela vem do excesso:
de tudo que a gente engole,
de tudo que suporta,
de tudo que cala
para não parecer fraca.


Há dias em que não queremos respostas.
Queremos presença.


Não precisamos que alguém conserte o mundo.
Basta que fique.


“Deixa.
Eu fico aqui.”


Mas algumas pessoas vão embora
justamente quando descobrem
que, desta vez,
você também precisava de alguém.


E dói.


Dói porque quem sempre segura
também pode cair.
Quem sempre encontra saída
também pode se perder.
Quem vive dizendo “eu dou um jeito”
um dia pode simplesmente
não ter mais jeito para dar.


E talvez ninguém veja
o tamanho dessa queda.


Ainda assim,
há uma coisa que permanece:


a palavra.


Quando não há colo,
há página.


Quando não há abrigo,
há poesia.


E quando a dor não encontra lugar para ficar,
eu a transformo em verso
até ela aprender
a não me destruir.


Não escrevo para que tenham pena.


Escrevo para não deixar que a dor
seja a última coisa que diga quem eu sou.


Se a vida me tira o chão,
eu escrevo.


Se o mundo me fecha uma porta,
eu escrevo.


Se ninguém fica,
eu ainda tenho palavras.


E talvez seja essa a minha forma
mais silenciosa de permanecer:


transformar o que me feriu
naquilo que ninguém poderá
arrancar de mim.










Lucci Santz

O corpo humano é uma perfeição uma máquina divina e não devemos ter vergonha e sim, curtir cada transformação pois é a Lei natural. Por que se esconder? Temos que viver com plenitude e liberdade na infância, na juventude e na velhice. Vergonha é cercear a liberdade do ser humano, por motivos meramente preconceituosos... Envelhecer não é para todo mundo não, é preciso ter sorte! A morte não escolhe idade, feliz de quem consegue passar por todos os obstáculos até chegar a velhice.

⁠[Céu e Inferno]

Não busque pelo Céu
nem tema o Inferno no futuro:
ambos já estão aqui presentes.

Sempre que conseguimos amar sem expectativas, sem barganhas ou negociações,nós já estamos no Céu.

Sempre que deixamos o ódio nos dominar,e colocamos barreiras entre nossos corações,
nós já estamos no Inferno.

Shams de Tabriz (poéta Sufi)

⁠Nenhum cristão pode evitar a teologia. Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos.

Lembre-se sempre que o seu valor não diminui com base na incapacidade de alguém.

Não sei


Tão cedo, tão tarde,
por onde andei?
Quantos passos dei?
Por quantos caminhos não caminhei?
Quantas vezes me reinventei?
Não sei...
Tão cedo, tão tarde,
tanto tampo faz,
de lembrar já não sou capaz...
quando comecei,
nem que caminhos tracei,
nem quantas vezes recomecei.,
nem o que me tornei...
Não sei...
O anoitecer,
No alvorecer...
começar no ponto final,
os primeiros raios do amanhecer,
os últimos do pôr do sol...
Quem sou eu afinal?

Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.

Não pergunte quantas chances deve dar. Avalia o tamanho do estrago e decida se permanece ou excluí. Simples assim!

Quando um filho morre é terrível.
Mas quando morre porque não quis mais viver é insuportável.

O meu ciúme tem destruído tudo que poderia ser bom. Triste é que não é sem motivo. E mesmo quando não há, paira no ar a dor causada naqueles outros dias.

Como descobrir se o marido trai? Olha, homem é bicho burro. Deixa rastros em tudo o que faz. Só não descobre se não quiser.

Não sabem nada de mim e falam como se me conhecessem!

⁠Certa estou de que do jeito que está não pode continuar. A vida é feita de escolhas e decisões, não adianta adiar o que é importante.