Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Samba em prelúdio
Eu sem você
Não tenho porquê
Porque sem você
Não sei nem chorar
Sou chama sem luz
Jardim sem luar
Luar sem amor
Amor sem se dar
Eu sem você
Sou só desamor
Um barco sem mar
Um campo sem flor
Tristeza que vai
Tristeza que vem
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Ah, que saudade
Que vontade de ver renascer nossa vida
Volta, querida
Os meus braços precisam dos teus
Teus abraços precisam dos meus
Estou tão sozinho
Tenho os olhos cansados de olhar para o além
Vem ver a vida
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém
Eu não a namoro por causa dos seus beijos; eu a namoro por causa dos seus pensamentos: os beijos são conseqüências dos seus belos pensamentos.
Se eu morresse amanhã?
E se eu virasse lembrança?
Se meu olhar não encontrasse mais o teu?
Se meu bom dia não existisse mais?
Se minha poesia fosse morta, como eu?
Se eu não lhe esperasse mais, todos os dias?
Se eu não pudesse mais te fazer bem, quando tudo vai mal?
Se eu não vivesse para presenciar um sorriso teu? Ele existiria?
Se eu não estivesse ao teu lado, para segurar tua mão?
Se meu perfume fosse somente lembrança? Seria tortura?
Meu beijo te faria falta?
Quem te ouviria por horas, só para te ver desabafar?
Quem riria do seu riso?
Quem preencheria essa vaga ao seu lado?
Eu preenchi?
Que de nós, sentiria mais saudade?
Como seria, dormir sem meu boa noite?
Se no seu mundo, eu não habitasse mais?
Quem cantaria para você sentir-se melhor?
Quem lhe escreveria poesias e canções?
Quem dançaria sem motivo, só para te ver sorrir?
Quem ficaria feliz em apenas ouvir teu riso?
Quem te conheceria, como eu?
Eu lhe faria diferença?
Eu tenho sonhos, tenho arrependimentos. Eu tenho amores impossíveis e não suporto estar errada. Eu tenho vontade de crescer, e ao mesmo tempo, não deixar de ser criança. Tenho plena certeza de que as pessoas que falam dos outros para mim, vão falar de mim para os outros. Odeio estar sozinha. Sou teimosa. Acredito que o mundo pode mudar se todos fizerem a sua parte. Eu me perco nos meus pensamentos e conto meus segredos ao vento quando ninguém está olhando. Sou viciada em músicas, em textos, em histórias do cotidiano, daquelas que podem acontecer comigo ou com você. Eu tenho medo de certas responsabilidades, mas às busco como forma de amadurecimento. Eu amo tirar foto. Sou orgulhosa às vezes. Eu choro de dor, de solidão, de tristeza.. Mas tudo isso faz parte do ser humano. Confio demais nas pessoas erradas e involuntariamente não dou o valor que as certas merecem. Eu falo com o computador. Ele já foi meu parceiro em meio de algumas lágrimas. Eu sou imprevisível. Tenho o péssimo hábito de olhar para as coisas com olhos velhos. ' Você chega em sua casa; você olha pra ela sem olhar pra ela. Você a conhece – não há necessidade de olhar pra ela. Você tem entrado nela de novo e novamente por anos seguidos. Você vai até a porta, você abre a porta, você entra. Mas não há necessidade de olhar. Relembre qual foi a última vez que você olhou para sua mãe. Você apenas passa, dando uma olhada eventual, mas não um olhar. Vá novamente e olhe para sua mãe como se estivesse olhando pela primeira vez. Por quê? Porque também poderá ser a última [...] ' Eu escrevo para dizer o que eu penso, porque assim eu não obrigo ninguém a escutar. A pessoa lê se tiver vontade. Eu não estou aqui para agradar ninguém, é sério. Eu tenho um breve sentimento de vigança de vez em quando, mesmo sabendo que é errado. Mas o pior é que em certas situações, a gente só sabe que é errado, provando do próprio erro. Eu salvo uma amiga do que quer que seja, mesmo que seja de uma galinha. Eu sou muito valente. Eu sigo o meu coração não importa para onde ele vá. Cultivo os amigos e não as mágoas. E tento ser uma boa pessoa. Para os outros e para mim. Já sofri, já chorei, já achei que o mundo ia cair em cima de mim. Mas me dei conta que algumas dores só cicatrizam quando outras aparecem! Já liguei - e ligo - para escutar uma voz. Eu sou - tento ser - sincera, já provei do meu próprio veneno e sei o quanto ele é letal. Por isso procuro não lança-los em outras pessoas. Não é por bondade. Mas medo que ele respingue outra vez em mim. Insegurança, intensidade, imperfeição... Para alguns eu sou mais uma garota querendo ser ' a diferente', para outros eu sou a 'própria diferença.'
Eu posso não ser a amiga que você imagina que eu seria, mas sou a amiga que você precisa que eu seja.
Eu juro que se eu pudesse voltar ao passado e apagar as lembranças do futuro, eu não teria cometido o maior erro, que um dia eu pensei que pudesse ser um acerto.
Eu te amo, quero passar o resto da minha vida com você. Você é o amor da minha vida. Eu não posso te deixar, você é como uma brisa de ar fresco. É como se eu estivesse me afogando e você me salvasse. Eu tô apaixonado por você, eu sempre estive apaixonado por você.
O hoje é meu. O amanhã não é da minha conta. Se eu insistir em tentar olhar pelo nevoeiro do futuro, vou estragar meus olhos espirituais e isso impedirá que eu veja claramente o que é exigido de mim agora.
Eu não quero ter medo
de morrer,
mas então me mostre
aquele truque de novo,
Aquele onde nós
Renascemos,
Em corpos que saibam como
Andar pelo fogo
Eu sei que não é tão fácil me amar assim
Com toda insegurança no recomeço
Mas pode ter certeza, que eu te quero
Com o tempo você vai sentir, que as suas dúvidas irão sumindo aos poucos
Senta aqui, não jogue tudo fora, senta aqui, confie em mim agora
Não fique aí pensando, juntos acharemos o caminho
Agora dá um sorriso e vem pra cá, a gente já brigou demais por essas coisas
Vem me dá uma força, porque eu te amo
Eu sei que não é tão simples, só o tempo vai dizer
A bem da verdade, não sou essa mulher fatal que você pensa que eu sou. Aquelas histórias de sedução foram todas inventadas e esse ar superior, de quem sabe lidar com a vida, é apenas autodefesa.
Aquelas frases filosóficas, foram só pra te impressionar, pra te passar essa ilusão de intelectual... na verdade eu ainda nem sei se acredito nos valores que me ensinaram, quanto mais em frases feitas e opiniões formadas!
Senta aí, vai! Deixa eu tirar os sapatos, desmanchar o penteado, retirar a maquiagem... quero te mostrar que assim de perto não sou tão bonita quanto pareço, por isso uso todos esses artifícios. É que no fundo tenho um medo terrível de que você me ache feia, de que você encontre em mim uma série de imperfeições.
Sabe, não quero mais usar essa máscara de mulher inatingível, de mulher forte com punhos de aço... No íntimo me sinto uma pequena ave indefesa, leve demais para enfrentar o vento, e, deseja ficar no aconchego do ninho e ser mimada até adormecer.
Olha pra mim, às vezes minha intimidade não tem brilho algum e você terá que me amar muito para suportar essa minha impotência.
Deixa eu tirar o casaco, tirar o cansaço... essa jornada dupla me deixa tão carente... A convicção de independência afetiva? É tudo balela! Eu queria mesmo era dividir a cama, a mesa, o banho... Queria dividir os sentimentos, os sonhos, as ilusões... um pedaço de torta, uma xícara de café, algum segredo...
Ah, eu tenho andado por aí, tenho sido tantas mulheres que não sou! Quantas vezes me inventei e até me convenci da minha identidade. Administrei minha liberdade. Tomei aviões, tomei whisky... troquei a lâmpada, abri sozinha o zíper do vestido... decidi o meu destino com tanta segurança! Mas não previ que na linha da minha vida estivesse demarcada uma paixão inesperada.
Agora, cá estou eu, trinta e poucos anos e toda atrapalhada, tentando um cruzar de pernas diferente, um olhar mais grave, um molhar de lábios sensual... mas não sei direito o que fazer para agradar.
Confesso que isso me cansa um pouco. Queria mesmo era falar de todos os meus medos, "dos seus medos?" você diria, como se eu nunca tivesse temido nada. Queria te falar das minhas marcas de infância, dos animais que tive, do meu primeiro dia de aula... queria falar dessas coisas mais elementares, e te levar na casa da minha mãe, te mostrar meu álbum de retrato (eu, me equilibrando nos primeiros passos), ah, queria te mostrar minha primeira bicicleta, com truques. Ela ainda existe! Queria te mostrar as árvores que eu plantei (como elas cresceram!) e todas essas coisas que são tão importantes pra mim e tão insignificantes aos outros.
Ah, você queria falar alguma coisa? Está bem! Antes, só mais uma coisinha: estou morrendo de medo que você saia desta cena antes de mim, que você saia à francesa desta história, e eu tenha que recolocar minha máscara e me reinventar, outra vez.
