Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Como ensinava o Paulo Mercadante: Não parar, não precipitar, não retroceder. Quem durar mais, vence.
"Saudade existe. Não é só palavra bonita de poeta. É porta aberta esperando a volta, contando as horas..."
Ele: Porque não segue seu coração?
Ela: Porque ele está quebrado.
Ele: Quem o quebrou?
Ela: Você.
Ele: Como assim? Eu não fiz nada.
Ela: Por isso, mesmo.
Ele: Me desculpe.
Ela: Não posso.
Ele: Porque?
Ela: Tenho medo.
Ele: De que?
Ela: Me envolver de novo, me aproximar mais de você.
Ele: E aí?
Ela: Eaí, meu coração vai se quebrar mais ainda e talvez eu não consiga mais conserta-lo.
Não importa que tipo de portal se abra diante de nós… Mesmo que nossos momentos juntos às vezes nos entristeçam, quero amar incansavelmente. E foi assim que decidimos amar o destino que nos escolheu.
Nunca escreva um anúncio que você não gostaria que sua família lesse. Você não contaria mentiras para a sua própria esposa. Não conte para a minha.
Eis porque o sábio age pelo não-agir, e ensina sem falar.
Aceita tudo que lhe acontece. Produz tudo e não fica com nada.
O sábio tudo realiza - e nada considera seu.
Tudo faz - e não se apega à sua obra.
Não se prende aos frutos da sua atividade.
Termina a sua obra, e está sempre no princípio.
E por isto a sua obra prospera.
Os verdadeiros amigos são aqueles que, mesmo distantes, estão sempre perto. No mundo virtual não existe desculpa, pois uma mensagem pode refazer laços de amizade mesmo que esteja do outro lado do mundo.
Já está firme como rocha,
Talvez frio como gelo,
E já não se quebra,
E nem se derrete,
Nele contém os sentimentos,
Que já se revelaram,
Mas que hoje estão presos,
Guardados em um cofre.
Não me importo com padrões. Os princípios da normalidade são estabelecidos por homens anormais, capitalistas, corrompidos e inconstantes.
Ódio por ele? Não...se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado (...)
Nunca mais amá-lo é já bastante! (...)
Ódio por ele? Não... não vale a pena...
Estamos neuróticos. Não só existe desigualdade na distribuição da riqueza como também na satisfação das necessidades básicas. Não nos orientamos por um sentido de racionalidade mínima. A Terra está rodeada de milhares de satélites, podemos ter em casa cem canais de televisão, mas para que nos serve isto neste mundo onde tantos morrem? É uma neurose coletiva, as pessoas já não sabem o que é que lhes é essencial para a sua felicidade.
