Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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Quem somos:

⁠Um instante no tempo?
Pendurados ao relento?
Suspensos no Espaço?
Solitários de fato?
A imensidão que nos cerca!
A fina linha que equilibra cada peça!
A compreensão do nosso tamanho!
Crer no TODO PODEROSO não deveria ser algo estranho!
Pessoalmente vejo o Universo na Flor,
É óbvio que de alguma forma,
A Fonte Geradora de Tudo,
No mínimo, tem que ser chamada de AMOR.

Inserida por glauciocardoso

⁠O Tempo é uma máquina insaciável de moer vida, então deixe que ele, o Tempo, faça o trabalho dele, já é o suficiente, não precisamos permanecer investindo batimentos cardíacos em situações negativas.

Inserida por glauciocardoso

⁠Qualquer algo conquistado injustamente, a qualquer tempo, de maneira justa pode lhe ser retirado.

Inserida por glauciocardoso

A Linha do Tempo merece atenção, pois qualquer atraso se torna um gerador de obstáculos no fluxo natural da Vida.

Inserida por glauciocardoso

Quanto maior o investimento financeiro, afetivo ou de tempo, proporcionalmente menor é a atenção ao que retorna, e maior a atenção ao que não retorna do investimento.

Inserida por glauciocardoso

A Vida é um túnel sem retorno, pois a medida que o tempo passa, pra trás vai desmoronando, e pra frente é estreito e precisa ser cavado.

Inserida por glauciocardoso

Sou de um tempo ultrapassado, onde era papel do homem cuidar das necessidades da mulher. Atualmente, parece que é crescente o modelo onde o homem sem oferecer nada, recebe!

Inserida por glauciocardoso

⁠Sou de um tempo ultrapassado, em que ser o homem provedor era parte significativa da demonstração de amor. Parece que este modelo já sucumbiu.

Inserida por glauciocardoso

Caro é o tempo passado somado a oportunidade perdida.

Inserida por glauciocardoso

O tempo do ser humano é como um fluxo de água gotejado apressadamente de uma represa que está cedendo.
Sendo assim, considerar preciosa cada batida do coração, cada segundo vivido, cada minuto de dedicação, é compreender que não há nada mais valioso do que a Vida.

Inserida por glauciocardoso

Quanto ao Tempo, só nos cabe a submissão, pois nenhuma ferramenta é capaz de dilatá-lo ou encolhê-lo. Então, respeitá-lo é um princípio inegável de Sabedoria.

Inserida por glauciocardoso

Cada infinitésimo de tempo é único e impossível de ser recuperado, portanto a necessidade de fazer valer cada instante não pode ser uma descoberta tardia.

Inserida por glauciocardoso

O Tempo é uma lâmina longa bem fina na ponta e bem larga no fim.
Ela nos atravessa segundo a segundo até o último instante, onde conheceremos não o final, mas o início de tudo, e como prêmio a Mão de Quem a possui.⁠

Inserida por glauciocardoso

⁠O Tempo e o Conhecimento são Veleiros que disputam a mesma linha de chegada, e a missão do ser humano é manejar bem o Veleiro do Conhecimento, porém Aquele que maneja o Veleiro do Tempo nunca será vencido.

Inserida por glauciocardoso

⁠O Soma da Água:
⁠⁠Quero o barulho da água e o sopro do vento.
A imagem do tempo e o cheiro da terra.
O som do riso e a liberdade do poeta.
Quero amar, orar, cantar e dançar sem ser julgado.
No lugar que escolher para derramar ali minhas emoções em palavras.
Sem travas!
Posso?
Respiro e ando, então vou!
Decido e faço, então sou!
Suspiro meus sentimentos.
Disparo minhas gargalhadas.
Longe de tudo quem me julgará?
O som da água!

Inserida por glauciocardoso

⁠O Tempo é um Rio cheio de correntezas e a Vida é a embarcação que nos leva até o Oceano.

Inserida por glauciocardoso

Estávamos sempre juntos (ela era o meu lado bom)... a carreira, a distância, o tempo e, principalmente, o casamento nos afastou (toda banda tem a sua Yoko Ono), mas você continua sendo a melhor lembrança da minha juventude!

Inserida por italo0140

⁠No palco da vida, breve jornada,
Cada alma dança, uma balada.
Efêmero é o tempo que aqui se tem,
Mas na essência da existência, há um além.

Não são anos que contam a história,
É a intensidade que traz à memória.
Na dança efêmera do respirar,
Encontramos razões para amar.

Não importa o relógio que tic-taca,
Mas sim a alegria que em nós se destaca.
Cada batida do coração, um compasso,
A vida, um poema que escrevemos em abraços.

Morreremos todos, destino comum,
Mas como vivemos é o nosso cartum.
No caderno do tempo, o que gravamos,
São os sorrisos, os amores que deixamos.

Que a melodia da vida seja intensa,
Que o amor seja a essência.
Na efemeridade do nosso viver,
A beleza está em aprender a florescer.

Inserida por italo0140

⁠Nas sombras do tempo, ele caminhava solitário pelas ruas de memórias desbotadas. Seu coração, um mausoléu de amor, guardava o fogo sagrado por ela. Ela, a musa imortal de seus sonhos, vivia na penumbra de sua ausência, uma presença tão vazia quanto as ruínas de um templo esquecido.

Anos haviam se passado desde que suas vozes se entrelaçaram em canções de promessas e suspiros. Anos desde que seus olhares se perderam nos labirintos da alma um do outro. Mas para ele, o tempo era apenas uma cortina fina entre o que foi e o que poderia ser.

Ela era como a névoa da manhã, presente, mas intangível. Ignorava-o como se ele fosse uma sombra indesejada em seu horizonte. Seu silêncio era uma sentença, sua indiferença, uma espada que dilacerava sua alma a cada dia.

Mas mesmo na morte ficta de sua conexão, ele persistia, seu coração como um farol na escuridão, esperando por um vislumbre da chama que um dia ardeu tão intensamente entre eles. Ele a amava além das palavras, além do tempo, além da própria morte.

Em seu amor, ele encontrava uma imortalidade que transcende os limites do mundo físico. Seu amor era uma epopeia, uma saga de esperança contra toda a lógica, contra toda a razão.

E assim, nas brumas do esquecimento, ele continuava a tecer os fios do seu amor, esperando pelo dia em que a morte ficta que os separava se dissolveria, e eles se encontrariam mais uma vez nos braços do destino, onde o tempo não teria poder sobre o eterno laço que os unia.

Inserida por italo0140

⁠Essas férias foram um devaneio etéreo, um doce interlúdio onde o tempo parecia suspenso, como se, por breves instantes, eu habitasse outra vida, envolto nos laços de uma família que existia apenas no limiar dos sonhos. Cada dia era uma dança de luz e sombra, um sopro de eternidade que aquecia meu coração adormecido. Mas, assim como as pétalas de uma rosa que se desvanecem com o vento, o sonho dissipou-se, e o encanto desfez-se no horizonte. Retornei, então, à minha realidade, o refúgio solitário que escolhi, onde as muralhas da reclusão me protegem das labaredas do amor. Aqui, alheio às melodias do coração e desconectado da paixão, encontro meu abrigo nas profundezas silenciosas da introspecção.

Inserida por italo0140