Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Gravamos na nossa mente os momentos de dor e como poesia do tempo escrevemos com o pincel de prata o melhor das nossas vivências.
Recriamos a nossa vida por cima do nada, sem nos apercebermos do tempo que escapa das nossas mãos, um dia como qualquer outro damos conta de que dedicamos uma vida sem objectivos concretos por alguém.
Somos crentes de que a nossa vida é eterna, mas, sabemos que um dia a vida se esfuma no tempo e a nossa alma deixa de existir, mesmo assim vivemos e amamos como se fôssemos imortais.
O mar do tempo me leva para longe da beira da minha felicidade e, em busca do conforto para minha alma encontro Deus me consola sem cessar.
Somos seres ocasionalmente divinos, que acreditam que o nosso tempo no mundo é limitado sem que nunca alguém tenha confirmado.
No final dos meus dias na terra, existirão ondas no mar profundo da minha alma, que jamais o tempo irá sarar.
Já vai o tempo decorando o céu com as suas cores reluzentes sobre o espetacular cair do sol e, numa alegria inexplicável, dou a minha alma ao vento para me deixar embalar numa paixão sem igual.
O tempo passa sobre os nossos sonhos, sobre os nossos desejos e anseios, mas, nunca nos torna capazes de desvender o mistério que existe entre o nosso eu espiritual e o nosso eu humano-material.
Pensamos em resolver os problemas do povo, mas, burocratizamos tanto o tempo, que os problemas deste se agudizam e acabamos por nada fazer para que o povo conheça a prosperidade.
O tempo vai passando e a estratégia para o próximo passo eleitoralista se vai escoando, a preocupação do que será feito amanhã, nos vai chamando ao longe, mas, nem por isso deixamos de buscar soluções palpáveis para os problemas que vergam a NAÇÃO ao desespero.
Sobre a dependência do tempo, temos o nosso coração, que intensificado pela dúvida de vivermos amando, acabamos por nos transformar em seres quase inutilizados pela amargura da ingratidão.
O tempo consome os programas políticos sem dó, nem piedade; as famílias clamam por estabilidade e melhores condições de vida, mas, o inimigo global, não quer saber de educação, turismo, cultura ou saúde, daí ser preciso o esforço de todos, para que possamos vencer esta batalha circunstancial.
Para estabilizarmos a economia do nosso País, neste tempo de pressão pandêmica, devemos, antes de mais nada e sobretudo, nos assumir como sendo, patriotas e cidadãos comprometidos com a Pátria e com as famílias mais vulneráveis.
Temos o tempo aparentemente a contar contra a nossa existência, a frustração de alguns Governos vai levando alguns países a levantarem as medidas de segurança, colocando o povo expostos ao perigo, esquecendo-se, que não se governa um Estado com gente doente ou gente morta.
A linha do tempo, marca os passos que damos indefinidamente em busca de auto-realização, mesmo que a nossa esperança não alcance um novo começo.
Fiz um balanço do tempo que um dia se foi embora, sobre a nostalgia do suor que embalou o teu corpo no sono do meu amor, dooei parte do meu coração ao teu profundo suspiro.
Lentamente, sublinho o tempo em que te tornaste a mais bela arte aos olhos dos teus filhos, tão linda e majestosa, que animas e convertes o mundo de quem contigo convive em grande certeza de que vale apenas viver, neste mundo tão incerto e conturbado que é a terra.
Rasguei o tempo de pandemia, sobre a calçada do teu coração, em busca de cura para doença que assola o mundo e, numa irrefletida, mas, harmônica simbiose entre o desejo de te amar e estar curado da CONVID-19, descobri que és o antídoto mais perfeito, que suaviza o receio de estarmos parados no tempo em busca de solução para voltarmos a viver amanhã.
