Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
SOBRE MINHA MORTE
Que sonho, que nada,
faz tempo que deixei isso de lado
os demônios tomaram conta
do que eu chamava de amar
hoje não existe mais amor em mim
só existe mesmo a luxúria
porque dela sei que não vou sofrer
Acha que gosto disso?
precisava me ver antes de morrer
eu vivia por meus amores
e morri por causa de um só
A fotografia é uma forma de ficção. É, ao mesmo tempo, um registro da realidade e um autorretrato, porque só o fotógrafo vê aquilo daquela maneira.
Com o tempo, a dor e a ausência causadas pela morte viram apenas uma forte saudade que aparece por uma antiga fotografia, um velho baú de recordações, uma história relembrada ou um cheiro que surge do nada.
“Você já se perguntou o que marca o nosso tempo aqui? Se uma vida pode realmente ter um impacto no mundo? Ou se as escolhas que fazemos importam? Eu acredito que sim e acredito que um homem pode mudar muitas vidas para o melhor, ou para o pior.”
Tudo o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado.
Nascemos sem trazer nada, morremos sem levar nada, e nesse meio tempo lutamos para sermos dono de algo.
Saber esperar é uma virtude!
Aceitar, sem questionar, que cada coisa tem um tempo certo para acontecer é ter fé!
Se você ama duas pessoas ao mesmo tempo, escolha a segunda. Porque se você realmente amou a primeira, você não amaria outra. Sempre achamos horrível quando o namoro termina ou quando nosso amor não é correspondido, mas esquecemos que é por isso que aprendemos. Há quatro perguntas de valor na vida… O que é sagrado? De que é feito o espírito? O que é importante na vida, e por que vale a pena morrer? A resposta para cada uma é a mesma: Apenas amor.
Aquilo que nos fere é aquilo que nos cura. A vida tem sido muito dura comigo, mas ao mesmo tempo tem me ensinado muita coisa.
Por que a beleza importa?
Em qualquer tempo, entre 1750 e 1930, se se pedisse a qualquer pessoa educada para descrever o objetivo da poesia, da arte e da música, eles teriam respondido: a beleza. E se você perguntasse o motivo disto, aprenderia que a beleza é um valor tão importante quanto a verdade e a bondade.
Então, no século XX, a beleza deixou de ser importante. A arte, gradativamente, se focou em perturbar e quebrar tabus morais. Não era beleza, mas originalidade, atingida por quaisquer meios e a qualquer custo moral, que ganhava os prêmios.
Não somente a arte fez um culto à feiúra, como a arquitetura se tornou desalmada e estéril. E não foi somente o nosso entorno físico que se tornou feio: nossa linguagem, música e maneiras, estão ficando cada vez mais rudes, auto centradas e ofensivas, como se a beleza e o bom gosto não tivessem lugar em nossas vidas.
Uma palavra é escrita em letras garrafais em todas estas coisas feias, e a palavra é: EGOÍSMO. "Meus lucros", "meus desejos", "meus prazeres". E a arte não tem o que dizer em resposta, apenas: "sim, faça isso"!
Penso que estamos perdendo a beleza e existe o perigo de que, com isso, percamos o sentido da vida.
