Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
"Bom gosto mesmo tem quem contrata aquelas moças que anunciam o tempo na TV. Que bom gosto!"
Frase Minha 0299, Criada no Ano 2008
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”Sou do tempo em que os animais falavam. Desde àquela época eles pediam apenas para serem respeitados e preservados. Nada além disso!"
Frase Minha 0300, Criada no Ano 2008
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"Comprovado: o tempo nunca volta. Então, perder tempo com certas pessoas e com certas bobagens é jogar nosso pouco tempo no lixo!"
Frase Minha 0311, Criada no Ano 2009
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"Impossível, para Mim, manter diálogo ou qualquer relação com gente que fica o tempo todo com isso de 'hein?', 'o quê?', 'oi?'. Sem chance!
Frase Minha 0419, Criada no Ano 2010
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"Algumas pessoas falam em Deus e em Jesus o tempo todo. Até mesmo 'falam em nome dEles' e dizem 'o que acham' que Ambos disseram. Mas... Não conseguem admitir que também este que vos digita sou Filho do Criador. Poizé!”
Frase Minha 0456, Criada no Ano 2010
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"Muitos passam a vida, alegando Falta de Tempo... Até precisarem de nós e do nosso Valioso Tempo. Nesses momentos, o Tempo deles aparece!"
Frase Minha 0476, Criada no Ano 2010
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"Conheci dois grandes e poderosos na vida: o TEMPO e a DESCULPA DA FALTA DE TEMPO. Tenho amizade somente com ele. Quanto a ela foi expulsa antes mesmo de tentar entrar na minha vida."
Frase Minha 0559, Criada no Ano 2012
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"Ah, está sem tempo? Pois vou dizer o mesmo quando você precisar de mim. Hum!"
0775 | Criado por Mim | Em 2014
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"Sites de fotos são também aqueles locais onde alguns nunca têm tempo para comentar as fotos dos outros. Mas, 'milagrosamente', sempre encontram tempo para ver os comentários recebidos."
Texto Meu No.1115, Criado em 2022
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"A surrada desculpa da 'falta de tempo' impede que as pessoas comentem ou respondam mensagens, telefonemas e até apelos. Mas quase todos 'exigem' que tenhamos tempo para eles. Bonitinhos, né? Hum..."
Texto Meu No.1119, Criado em 2022
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“Nada é mais revelador, autêntico e confiável quanto o TEMPO. Ninguém dele escapa: rico ou pobre, famoso ou desconhecido, vivo ou morto!”
Texto Meu No.1154 (Ano 2022)
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Todo pedido de desculpas merece ser ouvido e considerado.
No entanto, o tempo entre o erro e o arrependimento diz muito sobre a sinceridade de quem pede perdão.
Há quem ofenda de forma intencional e premeditada, e por isso, jamais se retrate, pois o objetivo de ferir o outro já foi alcançado. Nesse caso, não há arrependimento, apenas a satisfação de ter machucado o alvo.
Há também quem reconhece rapidamente que feriu alguém, reflete sobre suas atitudes e busca reparar o dano por convicção, demonstrando maturidade, responsabilidade e respeito.
E por último há quem só procura se retratar depois de perder o acesso a você, à sua presença ou aos benefícios que sua relação proporcionava, o que desperta um questionamento inevitável: o arrependimento é pela dor que causou ou pelas consequências que sofreu?
O verdadeiro pedido de desculpas nasce da consciência do erro, não das consequências que ele provoca.
Existe uma grande diferença entre arrepender-se por ter machucado alguém e arrepender-se pelo desconforto de viver sem aquilo que a presença do outro proporcionava.
É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.
Sempre que
oTempo Trabalhado estende o tapete paraa Arrogância desfilar, erros são Ignorados —Minimizados ou Romantizados.
Quando o “tempo de serviço” passa a ser usado como 'Currículo Moral', algo se perde à beira do caminho.
A experiência, que deveria ensinar humildade, acaba estendendo um tapete vermelho para a Arrogância desfilar a fantasia de mérito.
E, nesse espetáculo, os erros deixam de ser mestres severos para se tornarem figurantes das conveniências.
O que antes exigia revisão, agora se justifica pela “bagagem”.
O que cobrava correção é minimizado pelo “histórico”.
E o que deveria causar constrangimento acaba sendo romantizado como traço de personalidade ou preço do sucesso.
Assim sendo, o tempo deixa de lapidar e passa a blindar.
Mas tempo não absolve falhas, só as revela com mais nitidez.
Quanto mais longa a caminhada, maior deveria ser a capacidade de reconhecer tropeços e aprender com eles.
Quando isso não acontece, o problema já não é o erro em si, mas a vaidade que lhe empresta as sandálias medonhas para desfilar.
Porque Experiência sem Autocrítica não é Sabedoria — é apenas a repetição confortável dos mesmos equívocos, agora amparados pelo tic-tac do relógio.
Não é sobre ter 10, 20 ou 30…
É sobre ter plena consciência de que errar é um risco inerente aos que se entregam, aos que fazem, aos que vivem.
E corrigir erros é permitir-se muito mais humano!
A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.
Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.
É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.
Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.
Ninguém é forte o tempo todo.
E nem deveria ser.
A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.
Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.
Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.
Tomara
que os que fingem alegria o tempo todo, jamais desistam de encontrá-la.
Porque há um cansaço muito silencioso e doloroso em sustentar sorrisos que não nascem de dentro.
Há um peso invisível em transformar a própria existência num palco onde a leveza é quase sempre encenada, mas raramente sentida.
Fingir alegria, muitas vezes, não é sobre se enganar ou enganar os outros — talvez seja uma tentativa desesperada de convencer a si mesmo de que ela ainda é possível.
E talvez seja…
Talvez, por trás de cada riso ensaiado, exista uma memória teimosa de como é, de fato, ser feliz.
Ninguém experimenta e padece de tanta tristeza quanto aqueles que precisam encenar alegria.
Talvez essa encenação constante não seja apenas fuga, mas também resistência — uma recusa em se entregar completamente ao vazio, uma insistência quase inocente de que, em algum lugar, a alegria ainda mora.
O problema não está em desejar parecer bem o tempo todo.
Está em esquecer que a alegria verdadeira não se sustenta na aparência.
Ela não exige perfeição, constância ou espetáculo.
É falha, intermitente, e às vezes até tímida — mas, quando é real, não precisa ser forçada.
Por isso, torço para não desistirem…
Mas que também consigam se libertar e parar de fingir.
Que se permitam sentir o que vier, sem roteiro, sem obrigação de parecer leve o tempo todo.
Porque talvez o caminho até a alegria não esteja em representá-la com excelência, mas em admitir, com honestidade, quando ela ainda não chegou.
E é justamente nesse espaço — entre o que se finge e o que se sente — que ela, finalmente, pode começar a nascer.
Ter que se esforçar para sorrir deve ser tão doloroso quanto ter que se esforçar para não chorar.
Os Inteligentes mudam de ideia o tempo todo, os que Fingem ser, morrem agarrados a ideias que nem deles são.
Mudar de ideia não é sinal de fraqueza; muitas vezes, é a prova mais evidente de que alguém ainda está pensando.
Só quem se permite confrontar as próprias certezas consegue perceber quando uma convicção deixou de ser fruto da reflexão e passou a ser apenas apego.
Há quem confunda inteligência com a capacidade de ter sempre uma resposta pronta.
Mas inteligência também é saber dizer: “eu estava errado”, “não sei” ou “nunca tinha pensado por esse ângulo”.
O pensamento vivo não se sente humilhado diante de um argumento melhor; ele se sente provocado por ele.
O problema começa quando a opinião deixa de ser uma conclusão e passa a ser uma identidade.
A partir daí, qualquer questionamento parece uma agressão pessoal.
A pessoa já não defende uma ideia porque acredita nela; acredita nela porque precisa defendê-la.
E, nesse processo, pouco importa se a ideia nasceu de sua própria experiência, se foi examinada com cuidado ou simplesmente herdada de alguém que ela admira.
É curioso como alguns se orgulham de nunca mudar de opinião, como se a imobilidade fosse uma medalha de inteligência.
Não percebem que permanecer eternamente no mesmo lugar pode significar apenas que nunca tiveram coragem de recalcular a rota, de revisar o caminho.
Pensar por conta própria exige um tipo desconfortável de liberdade: a liberdade de discordar de quem admiramos, de abandonar aquilo que já defendemos publicamente e, sobretudo, de reconhecer que nossas certezas também podem estar erradas.
No fim, talvez a diferença entre quem pensa e quem apenas repete não esteja na quantidade de opiniões que possui, mas na disposição de submetê-las ao próprio julgamento.
Porque ideias não deveriam ser correntes.
Deveriam ser ferramentas.
E quem realmente pensa não teme trocar uma ferramenta quando percebe que ela já não serve.
O tempo de kairos momento Divino onde o tempo cronológico da terra se dobra e se dissolve perante a autoridade do Espírito..!
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Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
O tempo leva, o tempo transforma. Somos como areia que o vento dispersa, mas é na humanidade que nossa essência permanece.
