Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Com o tempo, percebemos que muitas coisas ficaram para trás. O que antes parecia importante hoje se torna insignificante, enquanto as pequenas coisas passam a ser essenciais.
Nosso encontro é de alma — já estava escrito. Apenas nos reencontramos para selar o que o tempo aguardava.
Limite do tempo
Quantas e quantas vezes me vi diante do improvável. Muitas e muitas vezes. Todas elas foram substituídas por pensamentos que me levaram ao extremo da confiança, ao limite do tempo e da entrega. Sempre houve distâncias entre o medo e a coragem, mas esse intervalo serviu para enxergar o óbvio.
Hoje, olhando desta forma, sinto-me forte para encarar quaisquer dificuldades. O tempo foi meu aliado e minha fortaleza. Ao olhar para frente, percebi que meu caminho estava aberto, à minha espera.
Os ETs somos nós: seres humanos do futuro voltando ao passado em máquinas do tempo.
Evidências:
Impossibilidade de contato: Os ETs (ou humanos do futuro) não podem ter contato com os humanos do passado, pois isso modificaria o futuro;
Aprimoramento tecnológico: Quanto mais os anos passam, melhor fica a tecnologia das máquinas do tempo. Por esse motivo, nos últimos anos não temos avistado uma grande quantidade de OVNIs como em anos anteriores;
Sigilo governamental: Os governos sempre escondem os fatos, pois sabem que isso não pode se tornar público;
Eventos históricos: Os OVNIs tiveram um número maior de aparições durante a Segunda Guerra Mundial. Isso comprova o interesse de voltar no tempo em momentos históricos da humanidade ou para visitar algum parente. (Obs.: quando o contato com o parente se torna perigoso para a viagem no tempo, o ET retorna rapidamente sem deixar vestígios);
Regulamentação: Se nós tivéssemos hoje uma máquina do tempo, teríamos regras bem rigorosas para usá-la;
Evolução biológica: Seguindo a lógica evolutiva humana, teremos no futuro um homem com a cabeça e os olhos maiores, pois usaremos mais esses órgãos. Teremos também braços, pernas e boca menores, além de uma quantidade menor de dedos, pois o uso desses membros comprovadamente tem reduzido com o passar dos anos. Tudo isso nos leva à imagem de um ser humano de milhares de anos à nossa frente, exatamente como a figura há muitos anos relatada de um "ET".
A soberba dos homens, que recusa a disciplina do Senhor, gera tempo perdido, propósitos frustrados, quebra de relacionamentos, depressões, tristezas e problemas constantes.
Quando encontrares um verdadeiro amigo, você está unido a ele pelo tempo e pelo espaço, por 500 anos.
Três ingredientes são essenciais para esquecer qualquer coisa: distância, ausência e tempo. A distância proporciona a falta necessária para o esquecimento. O tempo cuida do resto.
A vitória, para quem aspira a algo maior, é questão de tempo. É preciso ter paciência, persistir e acreditar que, no momento certo, o resultado chega.
Tive várias vitórias ao longo da minha vida, mas esta está, sem dúvida, entre as maiores. Uma conquista que torna toda a espera, a persistência e a caminhada ainda mais valiosas.
Apesar de as dimensões mudarem, o tempo é uma evolução em todos os sentidos, além de variar ao perceber.
LINHA DO TEMPO E TRAJETÓRIA DO AUTOR E ESCRITOR:
MARCELO CAETANO MONTEIRO.
A trajetória do autor tem elementos importantes: infância, início precoce na escrita, produção bibliográfica, atuação cultural, participação comunitária, premiações e projetos sociais. registros públicos mencionam sua produção de dezenas de livros, atuação cultural e o Berçário Dr. Orbino Werner, além de reportagens e perfis de autor.
Marcelo Caetano Monteiro nasceu em Manhumirim, Minas Gerais, onde construiu uma trajetória marcada pela literatura, pela pesquisa, pela reflexão filosófica e pelo compromisso com a cultura. Desde a juventude revelou uma profunda inclinação para as letras, iniciando sua caminhada como escritor ainda muito jovem. Seu primeiro romance, “Duas Raças”, foi concebido aos 13 anos de idade, demonstrando uma vocação precoce para a criação literária.
Autodidata, escritor, poeta, romancista, filósofo, historiador, pesquisador e musicista, Marcelo Caetano Monteiro desenvolveu uma produção independente que percorre diversos gêneros literários: romances, poesias, contos, ensaios filosóficos, reflexões psicológicas, estudos históricos e obras voltadas à espiritualidade.
Ao longo de sua trajetória, reuniu uma extensa bibliografia. Registros públicos de sua carreira literária apontam dezenas de obras escritas, chegando a aproximadamente 60 livros produzidos em diferentes períodos de sua vida, abrangendo variados campos do pensamento humano. Entre suas obras encontram-se títulos como “Primavera de Solidão”, “Poemas do Universo”, “Réquiem Poético”, “Nas Sandálias do Nazareno”, “O Sorriso dos Espíritas”, “A Bíblia, Heréges e Outros Personagens Relevantes”, “O Homem Material”, “De Dentro de Nós”, “Florais do Evangelho”, “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”, “Desejo de Sumir” e “Migalhas da Grande Mesa”.
Sua obra literária apresenta como eixo central a investigação da alma humana. O autor procura compreender os conflitos interiores do indivíduo, suas dores silenciosas, suas buscas existenciais e os caminhos possíveis para a transformação moral. Em “Migalhas da Grande Mesa”, desenvolve reflexões sobre Jesus, consciência, orgulho, humildade, virtudes e evolução espiritual, conduzindo o leitor a uma análise profunda dos mecanismos psicológicos e morais do ser humano.
Além da literatura, Marcelo Caetano Monteiro possui uma história de participação cultural e social em sua comunidade. Foi membro fundador da Associação dos Artistas e Livres Pensadores (AALP), participou de movimentos culturais, atuou junto a instituições ligadas à cultura e esteve envolvido em iniciativas assistenciais.
Entre suas atuações sociais, destaca-se sua participação como um dos membros fundadores do Berçário Dr. Orbino Werner, em Manhumirim (MG), iniciativa ligada ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Fígner, voltada ao atendimento infantil e à assistência às famílias da comunidade.
Sua trajetória também registra reconhecimento em concursos literários e homenagens por seus trabalhos, incluindo premiações e menções de mérito no campo das letras. Obras como “Brasil, Sangue de 500 Anos”, “Retalhos da Paz” e “Réquiem Poético” são citadas entre produções que receberam destaque em eventos literários.
Com presença de seus livros em bibliotecas, municípios brasileiros e leitores de outros países, como Estados Unidos, França e Portugal, Marcelo Caetano Monteiro consolidou uma carreira independente, marcada pela perseverança de quem transformou a escrita em instrumento de reflexão, memória e busca pela compreensão da existência humana.
Sua literatura permanece como testemunho de uma vida dedicada às perguntas fundamentais do ser humano:
Quem somos?
Qual o sentido da existência?
E para onde caminha a consciência diante do infinito?
Para Marcelo Caetano Monteiro, escrever é mais do que registrar palavras: é oferecer ao mundo fragmentos de pensamento, pequenas porções de luz, reunidas na grande mesa da experiência humana.
A trajetória de Marcelo Caetano Monteiro também é marcada pela participação ativa em movimentos de estudo, cultura e espiritualidade, sempre valorizando o trabalho coletivo, a formação de grupos e a transmissão do conhecimento.
Em 18 de abril de 1997, participou como um dos fundadores da Mocidade Espírita Chico Xavier, tendo como presidente da instituição, naquele período, Paulo Rogério Gomes, e Marcelo Caetano Monteiro atuando como monitor. A iniciativa representou um importante espaço de estudo, reflexão e aproximação dos jovens com os princípios do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita.
Ao longo de sua caminhada junto ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e ao Centro Espírita Manoel Soares, em Manhumirim, Minas Gerais, Marcelo Caetano Monteiro manteve uma postura voltada ao serviço, ao estudo e à colaboração.
Embora tenha participado ativamente de atividades doutrinárias e administrativas, jamais buscou ocupar a presidência de qualquer departamento das referidas instituições. Sua escolha pessoal sempre esteve direcionada ao papel de colaborador, monitor e dirigente de grupos de estudo, valorizando a construção coletiva, o aprendizado compartilhado e a responsabilidade espiritual acima de posições hierárquicas.
Para Marcelo Caetano Monteiro, a verdadeira liderança não está necessariamente nos cargos ocupados, mas na capacidade de servir, orientar, incentivar o estudo e contribuir para o crescimento intelectual e moral das pessoas.
Essa postura acompanha sua própria concepção de literatura: a palavra como instrumento de esclarecimento, fraternidade e transformação interior. Tanto em seus livros quanto em sua atuação comunitária, permanece o propósito de oferecer reflexões que auxiliem o ser humano na busca pelo conhecimento, pela ética e pela compreensão mais profunda da existência.
Tarde demais
Passei tanto tempo procurando alguém
que realmente combinasse comigo,
alguém que fizesse meu coração se sentir em casa.
Então, quando finalmente achei que tinha encontrado, descobri que era tarde demais.
A pessoa que eu tanto procurei existia,
mas já não estava mais pra mim.
E talvez essa seja a parte mais dolorosa, encontrar aquilo que sempre procuramos justamente quando já não podemos mais ter.
Xingar e destilar grosserias é um desperdício de tempo e de bondade, pois ninguém merece carregar a marca de uma ofensa gratuita.
Seja qual for o dia da semana, pense nas horas do dia, pois o calendário do tempo de suas atividades não espera acontecer sozinho e sem a sua iniciativa.
Muitas riquezas atraem muitas responsabilidades e muitas responsabilidades tiram o tempo de quem é pobre de espírito, negando aos pobres e necessitados as riquezas que mais valorizam os seus corações, a piedade e o amor pelo próximo.
Por mais inteligente que seja o homem é-lhe dado por Deus o mesmo tempo de vida para conhecer e viver com sabedoria; caso contrário, gastará sua existência com meras vaidades, sem ter aprendido e vivido com propósitos.
Faça as pazes com o tempo: envelhecer com sabedoria é viver dias sábios, enquanto a maioria se preocupa com o futuro da desconstrução corporal.
Há gente falsa, hipócrita e mentirosa: suas ações descrevem os frutos infrutíferos ao longo do tempo.
