Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
O tempo é relativo: na espera, arrasta-se; no deserto, revela sua face infinita, lembrando que a eternidade não é ausência de fim, mas excesso de instantes.
As crianças amam o mundo sem medo,
confiam sem reservas,
e enxergam beleza até no que o tempo esqueceu.
Elas não precisam entender o amor,
elas o são.
Na pureza dos gestos,
na risada sem motivo,
na amizade que nasce num olhar.
Ah, se o mundo tivesse o coração de uma criança,
o amor seria simples,
e a vida, um eterno brincar.
Cada luta ao seu tempo e cada batalha à sua vez; assim o destino nos ensina a ter paciência, fé e coragem para vencer o que é nosso, no momento certo.
Cada luta ao seu tempo e cada batalha à sua vez, porque Deus sabe o momento certo de nos fortalecer e o instante exato de nos dar a vitória.
"Existem pessoas que, quando você está perto, nem percebe o tempo passar. A energia é tão positiva que você facilmente ficaria horas e horas ao lado delas, sem se preocupar com mais nada."
A arvore torta vive muito tempo!
Já a árvore reta vive também bastante tempo, porém na forma de móveis e utensílios.
O amor se parece muito com a borboleta.
Antes de voar bonito e colorido, ela passa um tempo escondida dentro do casulo. Ali dentro acontece a verdadeira transformação. Nada é fácil, tudo muda.
Com o amor é igual. Antes de se tornar algo leve e bonito, ele também passa por processos, dúvidas, medos e mudanças dentro de nós. É no silêncio dessas transformações que o amor aprende a voar.
Quando finalmente abre as asas, ele já não é mais o mesmo.
Ele se torna livre, delicado e capaz de levar cor para onde antes só havia rotina.
Talvez por isso as borboletas sejam tão especiais.
Elas nos lembram que as coisas mais bonitas da vida não nascem prontas. Elas se transformam.
E o amor verdadeiro sempre nasce de uma transformação.
O relógio é esmagador. Ele tenta enganar os olhos do tempo. Tempo esse tão rápido, preciso e inquietante. Armaguras soltas decidem pintar a tela branca da vida, que num piscar de olhos, chega no fim.
Quando você fizer qualquer coisa, faça bem feito, com capricho, o trabalho e o tempo é o mesmo que fazer mal feito!!!
A sociedade, por muito tempo, educou os homens para acharem que o parto “termina” quando o bebê nasce — quando, na verdade, é ali que começa o maior desafio físico, emocional e espiritual da mulher.Muitos não tiveram educação emocional nem referências dentro de casa para entender o quanto a mulher se transforma: o corpo muda, os hormônios despencam, o sono desaparece, a mente tenta se reajustar… e ainda assim, espera-se que ela “dê conta” de tudo como antes. Outros até amam, mas não sabem como ajudar, e o silêncio ou a distância que demonstram vem da própria imaturidade emocional — de não saber lidar com algo tão delicado.nem as mães ensinam isso, nem a escola fala sobre isso.
Muitas mulheres crescem ouvindo que o parto é o “final feliz” da gravidez, mas quase ninguém explica o que vem depois: o corpo ferido, os hormônios desajustados, o cansaço profundo, a solidão que muitas sentem, e a necessidade de tempo e acolhimento.E os homens, por sua vez, também não são preparados para entender o que é o puerpério — não aprendem sobre empatia, cuidado, nem sobre o papel real do companheiro nesse momento.
Crescem achando que ajudar é “fazer favor”, quando na verdade é responsabilidade e amor.A sociedade deveria educar tanto meninas quanto meninos sobre o que realmente é a maternidade, não apenas o nascimento do bebê, mas a transformação da mulher.
Só assim o pós-parto deixaria de ser um tabu e se tornaria algo vivido com mais compreensão e menos julgamento.Quando digo a sociedade deveria educar, significa que a escola, a família e a cultura em geral deveriam ensinar todos — não só as mulheres — sobre o que é o pós-parto, as mudanças físicas, emocionais e hormonais, e o valor do apoio mútuo.
Assim, os homens cresceriam preparados para compreender e respeitar o que uma mulher vive depois do parto, e as próprias mulheres teriam menos culpa e mais acolhimento nesse período.
Hoje as mensagens que trocamos pelo celular ficaram mais curtas e tempo entre elas ficou mais longo. E a possibilidade que amanhã talvez as lembranças também sejam poucas mas saudade seja muita."
Hoje as mensagens que trocamos pelo celular ficaram mais curtas e tempo entre elas ficou mais longo.
Tela em branco, aquarela sem cor.
As vezes a gente passa muito tempo no raso das nossas vidas, satisfeito com molhar os pés, sentar na areia. Sem perceber que existe um oceano inteiro abaixo de nós, para ser conhecido, explorado, admirado,"nadado". Então é hora de mergulhar em si mesmo. Transformar a gota em oceano. Não aceitar e não mergulhar em lugares rasos pois é impossível não se machucar.
Um mês mergulhado de verdade, na profundidade certa traz mais resultados que anos à beira. No raso. Assistindo da areia.
Exerça seu alvedrio sem medo de errar, pois, somente o tempo é que irá demonstrar se a escolha foi consentânea.
Você já está há tanto tempo subindo a escada, e quando está próximo de chegar ao fim, o destino faz questão de te empurrar e faz você começar do zero de novo e de novo.
