Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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Faz algum tempo que nos separamos,
E morreu a minha última esperança,
Por isso faço de tudo para esquece-la,
Não adianta pois a tenho em minha lembrança,
As minhas noites tem sido longas e frias,
Pois é tão difícil de adormecer,
Fico pensando em você a todo instante,
Também que estou amando você...

Nunca deixe o depois para depois
e se deixou .. volta ainda é tempo
para recomeçar :)

Se

Se passas o tempo procurando a felicidade;
Se gastas teu tempo reclamando que nada da certo.
e que tudo que planejas, vai por água abaixo.
Se passas parte do tempo observando
a felicidades dos outros, passa a vida
inteira em preocupações se esquecendo de viver.
Viver a vida que ganhastes do criador com carinho.
É tempo de voltar, de retomar o que deixastes para traz
é tempo de abrir os braços e acolher a amizade;
é tempo de olhar para os lados,
e ver que estou tão perto de ti,
que estou do teu lado, e que tudo
que quero e te ver feliz.
Você anda com preocupações de mais,
pra sentir ou ter minha presença.
Porque você não para um pouco,
Deixa de lado parte das preocupações
e venha para o meu lado.
Eu te espero, sempre te esperei.
De seu melhor amigo
Jesus Cristo

Às vezes a pessoa pensa que ter uma amiga de verdade é tê-la o tempo todo ao seu lado ou à sua disposição toda vez que precisar. Mas, para ser sincera com você, os momentos que pensei mais precisar de uma amiga foram os que mais aprendi na solidão. Isso não quer dizer que aquela amizade não fosse verdadeira, e sim que eu precisava passar pelo que passei só.

Não devemos nos decepcionar com tudo que não sai do nosso jeito, pois o mundo não gira ao nosso redor, e quem disse que amiga de verdade faz o papel de carrapato? Nossas amigas também têm as suas vidas, suas responsabilidades, suas correrias, assim como nós. Se não as respeitamos com o espaço necessário, como podemos nos qualificar como amigas compreensivas?

O tempo desmascara as aparências, revela a mentira e expõe o caráter. Arranque a máscara antes que um circunstância revele quem você é.

Inclinei os olhos a uma das vertentes, e contemplei, durante um tempo largo, ao longe, através de um nevoeiro, uma coisa única. Imagina tu, leitor, uma redução dos séculos, e um desfilar de todos eles, as raças todas, todas as paixões, o tumulto dos Impérios, a guerra dos apetites e dos ódios, a destruição recíproca dos seres e das coisas. Tal era o espetáculo, acerbo e curioso espetáculo. A história do homem e da Terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos. Para descrevê-la seria preciso fixar o relâmpago. Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.

Machado de Assis

Nota: Trecho de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), Capítulo VII

BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!

Cada manhã
É sempre um recomeçar
É mais um tempo de amar
É Deus a nos abençoar...

mel - ((*_*))

Vai ser em uma chuva passageira, em um dia de terça-feira. A mudança de tempo, vai te castigar. Quando vir fortes ventos, seu amor-próprio vai voar. Vai tocar uma música romântica, fazendo você cair em lágrimas na cama. Vai fazer bastante frio, é aí que a temperatura da saudade sobe a mil. Quando passar cenas românticas na televisão, você vai sentir um grande aperto no seu coração. Quando olhar pra janela embaçada, vai sentir claramente minha falta. E quando sua ficha cair... Vai perceber que, me levantei e fui embora ser feliz. ''Caminhando mais pra frente, você vai correr atrás.''

Essa vontade de discutir com você, ao mesmo tempo querer te proteger. Essa vontade de brigar, ao mesmo tempo querer te salvar. Essa vontade de mandar você sumir, ao mesmo tempo te querer perto de mim. Essa vontade de dizer te odeio, mas ao mesmo tempo com vontade de falar em seu ouvido, eu te desejo. Essa vontade frequente de te mandar embora, e no outro dia querer sua volta. Essa enorme vontade de te ter, mas sempre peço pra você de algum jeito me esquecer. Essa vontade incontrolável de te beijar, mas meu orgulho não deixa da sua boca saborear. Essa vontade de te abraçar, mas o amor próprio diz simplesmente pra não te tocar. Essa louca vontade de começar tudo do zero, mas ao mesmo tempo querendo você aqui, comigo, por perto. Essa vontade de te ligar e dizer que é com você que sempre quero permanecer, mas sempre acabo te mandando uma mensagem dizendo, eu não preciso mais de você e estou vivendo muito bem sem te ver. Essa vontade de não escutar mais a razão, de aumentar o volume do desabafo da emoção. É uma briga dentro de mim, onde eu tenho vontade de ter um ''inicio'' com você, mas o ''meio'' termo faz eu querer colocar um ''fim''.

Uma mão ávida procura outra mão tão distante ainda encoberta; um liame poderoso, e ao mesmo tempo imperceptível, as liga; véu sedoso e macio, intermedia esse almejado tocar bem ligeiro.

"...Perdão, Senhor,
pelo tempo que Te estou tomando,
quando Tens todo universo para dirigir.
Considera, porém,
que não tenho ninguém capaz de Te substituir,
Mas, crê,
é muito mais por amor do que por medo
que preciso, tão cedo,
procurar a Tua direção.
Para enfrentar o dia que está nascendo,
é preciso Te ouvir, dizendo
que me amas, apesar dos pesares,
que não me abandonas, mesmo quando erro,
que Tuas promessas jamais falharão.
Paro de escrever,
mas não de estar Contigo:
sem um Amigo
é impossível trabalhar na vinha.
Mantém, pois, a Tua mão na minha,
faze do meu dia um hino de louvor.
Que eu repita ao começar cada tarefa,
por menor quer seja onde for:
- Estou pronta.
Qual é a ordem, Senhor?"

Mesmo a vida sendo corrida, que sempre tenhamos tempo para apreciar as coisas simples...
Aquelas pequenas coisas que justificam nossa estadia nesse mundo...

Estamos num tempo de alterações aceleradas e a mulher contemporânea se transforma na velocidade da luz. Estamos na era da mulher cometa e ela anuncia um rastro de importantes transições semióticas de sua figura.

O símbolo da mulher frágil que caminha docemente até o altar, onde à espera um príncipe idealizado, sinaliza sua reconfiguração. Esta mesma mulher acena que está com um pé no altar e outro no acelerador do carro e do coração.

Luzes, câmera, ação. Travessia. A mulher questionou, tirou o gesso, escafedeu-se do forno e do fogão. Ou não. Não importa. O que importa é a consciência do poder de decidir e transformar.

É jogar pela janela o lema: parar pra pensar, nem pensar, pois é preciso pensar para recriar-se. A mulher comunica através das pontes que ergueu e ainda desenhou um mapa para a interpretação de sua mensagem.

Ei-la: a que conseguiu construir ao longo do tempo um novo significado que atualizou a evocação de sua figura. Recriou a semiose de sua imagem. A mulher de grinalda e guirlanda de flores do mês das noivas dá o tom, acerta o passo e o compasso de sua vida.

Ela comete, descompassa e passa se quiser. Com cor, ação e de coração. Ousa, avança e assusta. E o homem fica sem saber se grita, aplaude ou abre a porta do carro.

Estamos diante da imagem feminina que semióticamente evoca o quê? Flor de laranjeira, macieira e poder de decisão. Que faz eira; inventa beira, de salto alto ou simplesmente descalça de pé no chão.

Aproveite a vida, o tempo passa...
Aproveite os momentos, o tempo voa!

O clarão da lua na noite escura, projetou naquela rua o instante de nos dois, onde o tempo parou só pra ouvir nossas juras de amor....

“Na infância prestamos muita atenção no que as pessoas fazem.
Com o passar do tempo passamos a prestar mais atenção
ao que elas dizem.
A maturidade nos devolve a sabedoria infantil e nos faz
voltar a dar mais valor ao que as pessoas fazem e menos
ao que elas dizem.”

Os opostos podem se atrair, mas se repelem se tornam indiferentes e com o tempo a atração deixa de existir e não sobra nada!

Se a saudade me apertar muito forte vou pedir pra ela dar um tempo e me largar um pouco. Chega de passado. Que tal vivermos o presente e deixa rolar tudo o que tiver que ser, viver tudo o que não vivemos e deixar pra lembrar depois !

Com o passar do tempo, quando tentativas falham e falham, quando pessoas que você ama vão embora, quando seus amigos morrem ou te traem. Quando você quase morre várias vezes por agir por impulso. A dor modifica você fazendo você se tornar em uma pessoa completamente diferente e irreconhecível. Eu esqueci de como agir como um ser humano normal. Eu faço jogos, minto, manipulo e engano a maioria das pessoas. Mas tudo somente para evitar a verdade de como me sinto. A ideia de deixar alguém se aproximar de mim é aterrorizante por razões óbvias. Todo mundo tem a sua história e cicatrizes, fatos viscerais e sangrentos que te tornam em um monstro, um filantropo, um paranoico. A complexidade de admitir uma verdade que você já mentiu, faz colidir a sua honestidade e desonestidade dentro de você causando uma bomba, mas só que de gelo, completamente superficial. Quase todos irão me entender. Creio eu. Todos temos nossos dogmas, nossas verdades. Todo mundo mente ou já mentiu. E eu crio meus próprios anjos e demônios, quase que um individualista e não tenho vergonha de admitir. Assim como vocês, inconscientemente vocês não percebem, mas a maioria agem da mesma forma sem mesmo perceber absolutamente nada. Por isso qualquer julgamento sobre o meu desabafado aqui será falho. A maioria daqui não é muito diferente. Mas digo a maioria, sem generalizar, sei que nem todo mundo é assim. Aliás somos humanos, e estamos aqui para ferrar com tudo mesmo na maioria do tempo. Mas acho que isso equilibra algumas coisas. Quem me dera ser somente bom e uma perfeita pessoa. Que graça teria?. Nenhuma. Preferia estar morto. Me orgulho de reconhecer e me auto conhecer. O que vocês julgam e condenam algo por isso e aquilo, eu chamo de evolução. Só assim pra crescer, amadurecer. Renovar-se. Seguir em frente, de cabeça erguida.

Quando durmo, sonho contigo e, quando acordo, desejo ter-te nos meus braços. O tempo que vivermos separados mais não fará do que convencer-me ainda mais, se tal for possível, de que quero passar as noites que me restam ao teu lado e os meus dias contigo no coração.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. Noites de Tormenta. São Paulo: Editora Novo Conceito, 2008.

Nota: Frase do personagem Paul Flanner no livro "Noites de Tormenta"

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