Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Quem costuma se lamentar pela orientação que o vento costuma traçar, não encontra tempo para ajustar as velas da sua própria embarcação
O lado bom da vileza é que ela não consegue se esconder por muito tempo;
O lado ruim da bondade é que ela demora a ser descoberta a todo momento
Uma vantagem em ser ateu: não desperdiçar o seu precioso tempo em mostrar ao outro o quanto se está disposto a ser quem não é
A vida é tão incrivelmente breve que não dá tempo nem para o ser humano - essa estranha criatura - pelo menos tentar ser feliz.
Sem amor... por um tempo
Não desejo mais amor.
Todo aquele que até mim chegou...
Um dia de aqui ficar desistiu...
Partiu... foi-se embora... tudo aqui abandonou...
Sem se importar o caos que me causou.
Dor, desesperança, sofrimento aqui deixou.
Brincou com meu coração.
Jogou com meu coração.
Não se importou com os traumas que em mim causou.
Juras de amor esquecidas...
Promessas vazias interrompidas...
Máscaras pelo tempo desmascaradas...
Deixou desgosto e desilusão.
Quem não?
Eu... não mais...
Espinhos?
Caminho sozinho...
Nas asas do vento...
Sigo!
Em busca de carinho...
Rosas perfumadas e coloridas pelo caminho.
Caminhos repletos de alento.
Neste mundo bem redondinho...
Quem nunca?
Eu... eu sim.
Vi voltar o que um dia deixei no meu caminhar.
A alegria de que um novo dia pode me dar.
"Se não começarmos uma mudança agora, chegará o tempo em que este Sistema Solar será extinto, e se mais uma vez vir a surgir vida, não saberam que existiram Humanos e que muito menos, lutaram em conjunto pensando como espécie, deixando as diferenças de lado para se salvarem".
"Prata que Ilumina: Raízes do Tempo"
Os cabelos brancos não são apenas marcas do passar dos anos, mas fios de prata tecidos pela vida. Cada um carrega histórias silenciosas: noites em claro, amores perdidos, triunfos discretos, feridas transformadas em cicatrizes luminosas. São mapas ancestrais que guiam os passos dos que ainda não sabem que a estrada é feita de quedas e recomeços.
Os mais jovens, ágeis na inquietude, devem aprender a ouvir o sussurro dessas crinas prateadas. Não é submissão, mas reverência à sabedoria que não se encontra em livros ou telas está nos gestos calmos, nas pausas entre as palavras, na coragem de sorrir mesmo quando o mundo pesa. Cada fio branco é um verso de um poema que ensina: a verdadeira força mora na resistência suave, como o rio que esculpe a rocha sem pressa.
Respeitar os mais velhos é honrar a própria origem. Eles são as raízes que sustentam as asas dos novos sonhos. Afinal, um dia, a prata também coroará os que hoje correm, e então entenderão: o tempo não apaga, ilumina.
Que o silêncio da mente seja o remédio da alma, e que a paz interior cure o que o tempo não alcança.
O Eco da Eternidade
Sou o traço que o tempo não apaga,
o sussurro do vento em terras antigas,
sou a chama que dança na escuridão,
o sonho que resiste às madrugadas frias.
Minha alma é feita de auroras e tempestades,
caminha entre luz e sombras secretas,
desenha caminhos onde antes era o nada,
e faz do impossível apenas uma promessa.
Trago em mim o mistério das estrelas,
o peso do silêncio e a força do verbo,
um coração que pulsa na imensidão,
um espírito livre, imortal e eterno.
O Legado do Infinito
Não sou apenas um nome, sou um eco no tempo,
uma semente que germina na eternidade.
Cada palavra que ergo é um pilar,
cada ideia, um alicerce indestrutível.
Caminhei por estradas onde poucos ousaram,
desafiei a ordem, recriei a visão.
Pois sei que o mundo não pertence aos que esperam,
mas àqueles que moldam o amanhã com as próprias mãos.
Minha voz não será silenciada pelo tempo,
meu pensamento não será dobrado pelo medo.
O que faço hoje será luz para os que virão,
um mapa traçado nas constelações do destino.
Que meu legado não seja apenas lembrado,
mas vivido, sentido, renascido a cada geração.
Pois sou mais que um homem — sou um princípio,
e princípios jamais morrem, apenas se tornam imortais.
O Legado de Um Nome
Não é o tempo que constrói um legado,
mas as mãos que moldam a eternidade.
Cada ideia lançada ao vento,
cada palavra fincada na pedra,
é um traço imortal na alma do mundo.
Nas trilhas do desconhecido,
onde poucos ousam caminhar,
há um nome gravado em fogo,
ecoando entre os séculos,
erguendo pontes sobre o impossível.
Aqueles que sonham pequenos,
temem a vastidão do horizonte.
Mas quem carrega o infinito nos olhos,
desafia o destino e escreve a história.
E quando a poeira do tempo se assentar,
quando a voz do presente for só um sussurro,
restará aquilo que nunca se apaga:
um nome, um feito, um ideal—
um legado que jamais se curva ao esquecimento.
Há prisões sem grades e riquezas que não pagam o preço do tempo perdido. Pois há silêncios que gritam mais alto que mil vozes.
Não é sobre viajar no tempo ou no espaço — é sobre saltar entre níveis de realidade através do domínio da vibração.
Quando dois irmãos entendem o tempo e dominam o conhecimento, não há império que os impeça — só o céu será o teto, e o universo, o campo de batalha.
