Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Eu odeio ta triste , ai encontro um motivo pra ficar feliz e esse mesmo motivo deixa eu triste novamente.
Como voce é sinica, depois de ter abandonado o meu irmão e eu naquele maldito, orfanato voce volta dizendo que não foi porque quiz.Han até parece que eu acredito em você.Se paçaram 3 anos mãe, quer dizer... se é que eu posso chamar voce de mãe, porque uma mãe de verdade não faz isso com os próprios filhos.Você não sabe oque a gente passou nesse inferno, comendo essa comida nojenta, e convivendo com essas crianças.Olha quer saber vai embora! a gente ja passou tanto tempo aqui... que não vai fazer diferença nenhuma ficarmos aqui por mais anos até eu completar 18 pra sair desse maldito orfanato, e não precisa ficar mandando dinheiro pra nada não.A gente sempre teve comida aqui ruim... mas mesmo assim comida quer saber? tanto faz ter uma mãe ou não.
'Gosto de revisitar, em certos momentos, lugares em que eu era uma vez feliz, eu gosto de dar forma ao presente na imagem do passado irrecuperável'.
Minha mãe dizia que eu era como a água. A água abre caminho mesmo através da rocha. E diante de algum obstáculo, ela encontra outro rumo.
Eu sempre soube que tudo ia dar errado
Eu sempre soube que um dia, a luz ia se apagar
Eu sempre soube que você estava com medo, mesmo assim não pude te ajudar
Eu sempre soube que iria ter que perguntar
Posso ir com você?
Quando eu digo controlar emoções, me refiro às emoções realmente estressantes e incapacitantes. Sentir as emoções é o que torna a nossa vida rica.
Eu sou assim: sem "meio termo", sem "porquês", sem "mais nem menos", ou "é" ou "não é", não tem meia estrada e nem rodeios. Não sei fazer nada pela metade, nem de qualquer jeito, não sei amar um pouco, não sei ser "meia amiga", não sei dizer MEIA VERDADE. Sou o que sou, assim, simples, verdadeira, intensa, sou como o vento que passa e registra sua presença. Priscilla Rodighiero
Carta aos Céus
Deus, eu estou no meu limite.
Eu falo isso sem força, sem filtro, sem enfeite.
Socorre-me, Jesus.
Eu já não tenho mais onde esconder essa exaustão que pesa nos meus ombros
e arrasta meus dias como se cada passo fosse um mundo inteiro para carregar.
Eu estou cansada, Deus.
Cansada de tentar explicar o que ninguém vê,
cansada de sentir o que ninguém entende,
cansada de lutar contra um corpo que já não responde,
uma mente que implora por descanso
e uma alma que está se apagando devagar.
Eu não quero desistir, mas tem horas em que tudo em mim desaba.
Eu tento respirar, mas parece que o ar some antes de chegar aos meus pulmões.
Eu tento orar, mas minhas palavras saem trêmulas, rasgadas, incompletas.
Eu tento ser forte, mas eu quebro, Deus.
E eu quebro tantas vezes que já perdi a conta dos pedaços.
Tu sabes.
Eu te chamo daqui, desse lugar apertado onde a dor faz eco.
Eu falo contigo mesmo quando minha voz não sai —
quando só meus pensamentos gritam,
quando só minhas lágrimas oram por mim.
Eu sei que Tu estás aqui,
mas hoje eu preciso sentir Tua mão segurando a minha.
Preciso que Tu me levantes, porque minhas pernas não estão dando conta.
Preciso que Tu acalmes essa tempestade que mora no meu peito
e que parece não ter fim.
Socorre-me, Jesus.
Eu não quero me perder de mim.
Eu não quero me apagar.
Eu só preciso de um respiro,
de um alívio,
de um colo que sustente o que eu já não consigo carregar sozinha.
Sei que não estou pedindo muito,
só estou pedindo amparo.
Só estou pedindo sobrevivência.
Só estou pedindo que Tu me encontres,
mesmo aqui,
mesmo assim.
Amém.
A pior coisa que um cara pode fazer para uma menina? Pessoalmente eu acho que é ignorá-la enquanto ela está te amando com todo seu coração.
Eu tenho um milhão de coisas para falar com você. Tudo que eu quero neste mundo é você. Eu quero ver você e falar. Eu quero os dois de nós para começar tudo desde o começo.
Eu sou uma mulher guerreira, que todo dia acordo muito bela, confiante e disposta a viver a vida dignamente, com muito amor e muita fé em Deus. Ele é o meu guia e o meu maior protetor!
Desabafo: O medo silencioso de ser vista
Eu sei o que é se sentir refém de uma construção que fizeram de mim. Uma construção que, por muito tempo, me prendeu a um medo constante de ser quem eu sou, de ocupar os espaços ao meu redor. O medo de ser vista, de ser notada, e de como, ao estar em ambientes cheios, os olhares parecem pesados demais para carregar.
Sinto que, em muitos momentos, a insegurança me paralisa. É como se toda minha essência fosse transformada em algo que precisa se esconder. Tento desviar os olhares, encontrar os cantos mais discretos, aqueles onde posso me perder sem ser observada. Onde a pressão de ser vista não me sufoca.
E quem, entre nós, nunca se sentiu assim? Quem, entre nós, nunca se desconfortou com o peso de ser mulher, de ser vista e julgada? O desconforto de estar em um espaço cheio e, mesmo assim, se sentir sozinha, impotente.
Eu sei que esse medo não é só meu. Sei que há outras mulheres que também preferem a invisibilidade, que também buscam lugares silenciosos e discretos, longe dos olhares que nos desconstroem, que nos fazem sentir pequenas. Mas o que me dá esperança é saber que, ao escrever isso, estou falando em voz alta o que tantas de nós guardam. E, ao fazer isso, me permito ser verdadeira, e quem sabe, dar espaço para que outras também possam se permitir.
O que quero agora não é mais me esconder. O que busco é entender esse medo, aceitar que ele existe e, aos poucos, me fortalecer para que ele não me defina mais. E, talvez, juntas, possamos construir um espaço onde todas nós possamos ser vistas sem medo, sem julgamentos, sem a pressão de sermos algo que não somos. O mundo precisa entender que ser mulher, com todas as nossas complexidades e inseguranças, é, sim, uma força.
A luxúria nunca me atraiu, eu gosto de coisas simples, livros, estar sozinha, ou com alguém que me compreende.
A sabedoria só surge quando a consciência do “eu que é a criadora, a causa do sofrimento, é dissolvida
Eu quero ser o símbolo de algo, isso é o que acho que é vencer, quer dizer que você significou alguma coisa. Até onde eu sei Marilyn Monroe conquistou o mundo... ela significou algo.
