Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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⁠"Eu e os ecos da arte, da música e do pensamento"
por Luiza_Grochvicz.

Sinto que minha alma ressoa com figuras que, de algum modo, compartilham da mesma intensidade e busca que tenho na vida. Eles não são apenas artistas ou pensadores, mas companheiros de jornada que refletem minhas próprias inquietações e sentimentos.

Kierkegaard me fala sobre a angústia existencial e a liberdade que carregamos como uma escolha constante. Ele me lembra que a vida é feita de dúvidas que nos definem.

Nietzsche me ensina sobre a vontade de poder e a autossuperação. Como ele, acredito que a vida é uma constante busca por mais, por transcender nossos próprios limites.

Platão e sua busca pela verdade além das sombras me faz pensar que a vida cotidiana é apenas uma parte do todo. Acredito em algo maior, uma realidade invisível que nos chama.

Sartre me conecta à ideia da liberdade e da responsabilidade. A liberdade é uma maldição e, como ele, acredito que somos condenados a criar nosso próprio significado.

Com Van Gogh, vejo a arte como uma forma de transformar a dor em beleza. Ele me ensina a expressar a intensidade da vida, como uma explosão de cores que reflete a alma.

Leonardo da Vinci, com sua busca pela perfeição, me lembra que a arte é uma exploração contínua. Como ele, vejo o detalhe e o estudo como caminhos para entender o mundo.

Claude Monet me ensina que a vida, assim como a arte, é feita de momentos fugazes. Vejo o mundo como algo que se transforma, sem precisar entender tudo, apenas sentir.

Edvard Munch, com seu grito de angústia, fala da solidão e da expressão crua da dor. Como ele, acredito que devemos ser verdadeiros com nossas emoções.

Na música, Beethoven me conecta com a intensidade emocional, com a superação pessoal através da arte. Como ele, a música é minha forma de gritar as emoções mais profundas.

Chopin, com sua delicadeza, me reflete no lado mais sensível e introspectivo da vida. Suas peças me lembram de como a arte pode ser um espaço de reflexão e calma.

Mozart, com sua leveza, me inspira a ver a vida como uma celebração, onde a complexidade e a simplicidade se misturam, criando harmonia.

Vivaldi, com as suas quatro estações, me ensina que a vida é feita de ciclos — altos e baixos — e que a transformação é inevitável, mas sempre bela.

Eu não sou apenas eu.
Sou todos eles, e eles são eu.
A arte e o pensamento, juntos, me ajudam a entender o mundo e a mim mesma, criando uma visão única de quem sou e do que busco.

Inserida por Luiza_Grochvicz

Minha solidão e eu… uma dupla inseparável. Sempre juntos!!!

Inserida por HonorioNunes

Many stupid people in this world and I'm a...

Muitas pessoas estúpidas nesse mundo e eu sou um...

Inserida por HonorioNunes

QUANDO VOCÊ VAI ESCUTAR MÚSICA DEVE PENSAR: QUAL MÚSICA EU ESCUTO?....

Inserida por HonorioNunes

Inúmeras pessoas reclamando por aí do mundo e eu aqui reclamando do jogo que é tão bom e está travando...

Inserida por HonorioNunes

⁠ TÔ NEM AÍ PRA FOFOCA

Eu sempre fui e seguirei sendo um Homem integro e que se respeita a si mesmo. E não tenho tempo para lero-lero. Se tempo é dinheiro prefiro gastá-lo com o que vale a pena realmente.

Inserida por dominicano13

⁠A vida é minha tela em branco, e eu sou o artista que cria minha felicidade.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠Concedo-te plena liberdade para sentires minha ausência, caso acaso eu de fato faça falta. Possuis meu contato, ou melhor, meu coração; assim, se acaso desejar comunicar-se comigo, que sejas tu a procurar-me.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠Às vezes, o que chamamos de 'eu' é só um abrigo improvisado que a mente construiu para suportar o peso de ser.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

O quão fortuita deva ser a sorte da pessoa em tê-la, eu tive esse vislumbre por um breve momento…
Esses, sim, foram os meus melhores dias,
Descobri quem eu era de fato e vos conheci; não vejo formas ou palavras que possam descrever tamanhos momentos, tão breves... Daria tudo o que tenho e o que não tenho para revivê-las.

Ser o centro do seu universo me fez entender a mente de uma verdadeira mulher e que até hoje paira um mistério;
Por fim descobri o sentido da vida.
A ansiedade de nossos corações palpitavam ao mesmo ritmo, até que por precaução e a forma inevitável de sofrer, aquilo que era heliocêntrico, virtuoso se perdeu.

Ainda sinto sua falta, parte de mim se foi, e o que restou não consigo dizer.
Aquela música que jurei um dia que não seria de ninguém tomou sua forma,
Você não sabe o quão linda e adorável és.
Talvez eu me torne o cientista, obcecado em entender o amor e finalmente amar.
Choro com ela todos os dias, pois entretanto me lembro de ter a oportunidade de dizer que queria você com todos os seus defeitos para nunca mais devolvê-la.

Inserida por renan_ribeiro_cr

⁠Eu aguento por eles, eu vivo por eles. Por mim tanto faz.

Inserida por Zuzuh

Bisbilhoto um desconhecido que
acaricia minha gata na rua.

Ele vai.
Eu chego.
Ela foge.

Essa tem meu dote,
tá sempre na saideira.

Sarnento conhecido que sou
só peço carícia na coceira

Inserida por kikoarquer

CONTO DO MEIO

Quando pequeno, eu estava no aniversário de um amiguinho

e pus meu dedo no bolo.

Não coloquei e tirei. Não passei o dedo.

Apenas enfiei a ponta do indicador naquela parte branca.

O dedo permaneceu lá, parado, enfiado, intacto.

Todas as mamães me deram um sorriso falso.

Os papais estavam bêbados no quintal.

O único homem ali perto era o tio Carlos.

Tio Carlos se escondia atrás dos óculos e da câmera fotográfica.
Era bobo, agitado e gorducho.
Quase sempre sorrindo.
Tinha poucas, raras, nenhuma namorada.
Tio Carlos atrás dos óculos, da câmera e de namorada.

Meu braço esticado era a Golden Gate.
Uma conexão entre minha consciência
e aquele montante de açúcar.

A ponta do dedo imóvel, conectada, penetrada no creme branco.

Uma das mamães resolveu liderar a alcateia
e me pediu para tirar o dedo.

Pra que tanta coragem, perguntou meu coração.
Porém meu dedo,
afundou um pouco mais.

Olhei-a nos olhos sem docilidade.
Meu corpo imóvel.
O dela recuou.

Minha mamãe, sem graça,
falou que isso passa.
Eu atravancava, ria e dizia:

- Vocês passarão, eu... - estendia a aporia.

Eu era a Criação de Adão na Sistina.
Era mais que Michelângelo,
Era Adão no Bolo,
Era Bolo em Deus.

Mamães desconcertadas. Olhando umas para as outras.
O silêncio reinava,
o reino era meu.

Mamães desorientadas. Olhando para mim.
Tio Carlos com a câmera fotográfica
olhava para as mamães.

Acho que ele era apaixonado por umas três mamães,
ou mais,
ou todas.

Esperei um não.

Esperei um pare.

Ninguém era páreo

para um rei.

Tirei.

Inserida por kikoarquer

Eu
Tu
Nele
Nós’n
Voz
Deles

Inserida por kikoarquer

Se eu tivesse que fugir,
eu nunca teria ido.
Estaria de corpo lá,
e alma cá.
Com o despeito em si
e um pedido despido.

Inserida por kikoarquer

⁠No fato de anteontem,
o eu de ontem
acerta em cheio.

Ele enxerga o buraco,
onde o eu de hoje
só vê o meio.

Inserida por kikoarquer

⁠Todos os dias eu era colocado por horas numa sala fechada onde eu era obrigado a ficar quieto, parado, a me aguentar acordado, a segurar o pum, a me angustiar sozinho com as paixões, a limpar o nariz catarata na manga, respirar com a boca, sede, a segurar o xixi. De toda minha atenção, a professora tinha 10%. Eu olhava pra ela e me chorava em silêncio. Perdido e ciscando palavras, nunca entendia o que os adultos estavam dizendo.

Inserida por kikoarquer

⁠Depois do meu "oi",
um "quem é vivo sempre aparece!"

Mas eu nunca estive sumido,
nem mesmo aparecido.

Por fim, como eu lido?

Ah, agora sim,
dessa vez, apenas desapareci.

Inserida por kikoarquer

⁠Quando eu morrer,
quero resmungar algo
que eu iria fazer.

Inserida por kikoarquer

⁠Quando eu tinha entre 15 e 16 anos de idade, o músico Carlinhos Brown emplacou uma letra dizendo 🎶"a namorada, tem namorada"🎶.

O refrão dessa canção estava nos cinco cantos do mundo. (se você lembra, você leu cantando) 🤭

Nessa época, lembro que estava passeando num shopping, quando passou uma senhora de uns 30 anos e cantarolou a música para seu filho pequeno: 🎵"a namorada ... e o namorado"🎵.

Eu era adolescente, achei isso muito engraçado e pensei: - Que burra, ela não sabe a letra!!!

Anos depois, com um olhar mais atento ao mundo do jeito que ele é, cheguei à conclusão que aquilo não era nem um pouco engraçado.

Aquilo era triste, pois aquela moça era bem mais burra do que eu pensava.

Inserida por kikoarquer