Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Você é minha razão
Eu estou pensando em nós
No quanto é bom ter você
Parte da vida que vivi
Não sabia que era infeliz
Agora depois desse amor
Vivo feliz e sei minha missão
Você é minha razão
Dos meus dias que vem e se vão
Teu encanto
A cada canto que eu olho
Vejo o teu encanto
Que me faz ter-te sempre em minha mente
Aqui está a prova que amarei a ti eternamente
Sempre contigo brilhar
Fazei eu ser o seu brilho
Pois o meu brilho você é
Leve-me contigo aonde for
Vamos juntos caminhar
Brilhar por todo o mundo
Levar por todos lugares nosso amor
Duplicaremos nossa história
Em outras pessoas iremos brilhar
Seremos exemplos e iremos inspirar a amar
Deixe-me ser parte de ti meu amor
Pra sempre contigo brilhar
Meu mundo
Deixa eu te entregar todo o brilho das estrelas
Quero te dizer que meu coração só bate por você
Se eu falar de amor a sua beleza que vai me inspirar
Eu me apaixonei pelo seu lindo brilho seu jeito lindo de amar
Cada segundo é o melhor do mundo você é meu mundo é minha perfeição
E eu venho tentado entender como o povo pensa hoje. Se eu tenho uma opinião diferente da do ciclano, já sou ignorante.
E sozinho eu me encontro, debruçado nas janelas da vida, esperando, quem sabe, um amor passar e me invadir.
Ela me chama de bobo, eu a chamo de minha. Ela diz que me odeia, eu a abraço. Ela me irrita, eu consigo tomá-la em cócegas desejando fazer parte do seu sorriso. Ela fala que eu sou um idiota, eu digo que ela é o meu amor.
De repente bateu aquela vontade de ficar junto, colado, mão-a-mão, corpo-a-corpo, eu e você. Sem assunto, em silêncio, e permanecer ali pelo resto dos dias.
Eu odeio o sorriso dele. Odeio a boca dele. Odeio o jeito dele. Odeio o abraço. O cabelo. Os olhos. O seu carinho. Sua birra. Seu bico. Eu o odeio por completo. Tudinho nele. Mas.. Já ouviu dizer que amor e ódio andam lado a lado? Pois é, eu odeio tudo isso, porque amo cada detalhe disso tudo.
Schopenhauer dizia: "O amor é a compensação da morte." E eu então pergunto: e a morte, é a compensação do amor?
Eu, no meu comum. Na minha tristeza, que tem seus dias especialmente tristes, no meu choro disfarçado de riso. Eu na minha caminhada para o nada,sozinha no quarto forçando rima ruim em um caderno amaçado. Eu que sei que sou comum, que em nada me destaco.Mas, quando o quesito é tristeza sou mestre, sou PhD, disso entendo mesmo, do sentimento, da cena, da maquiagem borrada, do choro sem porquê.
O tipo de mulher que eu quero pra mim? Que seja cheia de humildade no coração, porque é através das atitudes que a gente sabe o que se encontra ali.
Se eu me frustrasse a cada vez que me deparo com a mediocridade humana, jamais teria tentado mover uma palha para libertá-la de sua própria ignorância.
