Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Ou eu encontro um caminho ou abrirei um.Pensando e afiando o meu machado. Quando me levantar árvores irão cair.
Eu levo na “brincadeira”, mesmo quebrada por dentro, porque sempre que eu precisei de colo eu recebi julgamento.
Olhos cor de mel
Quando observo os seus olhos eu percebo que eles são a minha obra de arte favorita, Eu amo quando eu olho para você e você já está olhando para mim com os olhos brilhando, pois sempre que eu vejo os teus olhos me sinto bem, pois algo neles me traz calma a alma são como Um abrigo Seguro e meia tempestade, quando eu vejo parece que tudo se cala
Eu amo seus olhos castanhos, Eu vejo neles um universo tão lindo quase que infinito, eu amo o tom de mel que eles têm, pois quando observo eles me levam para um além.
Saibas tu, que quando eu olho para eles parece que o mundo para e tudo fica mais bonito pois eu estou naquele momento contemplando a beleza do infinito.
Eu poderia passar horas contemplando eles e ainda assim acharia detalhes únicos.
Muitas vezes me faltam palavras para descrever o que eu sinto quando olho para eles
A verdade é que os seus olhos são os meus olhos favoritos
Saibas que os olhos verdes de Capitu não são nada comparado aos teus olhos castanhos castanhos cor de mel a qual sempre que os observo eles me levam ao céu.
Eu te amo, Eu amo esses seus olhos castanhos mas não qualquer castanho, o meu castanho favorito, o castanho dos teus olhos que tem um universo tão bonito
Esse castanho que é tão lindo quanto o céu, eu amo observar os teus olhos cor de mel.
Os olhos verdes de Capitu não são nada comparados aos teus olhos castanhos, castanhos cor de mel, sempre que olho para eles, me sinto no céu
Eu te amo, eu te amo em cada universo e por isso eu te escrevo esses versos
— Patrick Wallace
Há quem guarde fotografias, alianças ou cartas perfumadas. Eu guardo despedidas que aconteceram antes mesmo do primeiro toque, silêncios que aprenderam o meu nome apenas para nunca o pronunciar
Se a conexão visceral tem nome, o meu é o seu.
Em cada gesto, em cada silêncio compartilhado, eu entendo que o nosso destino foi desenhado para ser um só.
Prefiro eu mesmo traçar o plano existencial da minha vida. Diante de hospitais lotados, da fome e de tragédias globais, é de uma vaidade cega crer que Deus pausaria o cosmos para mimar o meu amanhã, enquanto tantos clamam por socorro imediato. Assumo meus passos para que a providência divina se ocupe de quem realmente precisa."
Recuso-me a sentar e esperar o que Deus 'está preparando' para mim. Supor que o Criador prioriza o meu conforto individual enquanto ignora o clamor dos inocentes não é fé, é egocentrismo disfarçado de piedade. Prefiro eu mesmo gerenciar minha existência e poupar a divindade de caprichos, pois o mundo transborda de dores reais implorando por auxílio."
Deus deve olhar para o Brasil e pensar: 'Eu dei o livre-arbítrio e vocês me
põem no meio de santinho político?"
Amor
Línguas ousam definir-te
como um sentimento.
Eu, intrigado,
pus-me a conhecer-te.
Percebi, então,
que esse amor
de que tanto falavam
era apenas o fogo
de uma chama
de pavio frouxo.
O que resta do amor
quando é consumido
pela chama do desejo?
Essa luz projetada,
ilusória,
que simula
um tênue conforto,
já não satisfaz
o coração de um sábio.
Amor,
assim te chamo.
Recolhe os fragmentos
que ficaram pelo chão.
Vulgarizado
pela língua humana,
esqueceram
que foste
a consciência
de uma construção
que transcende
a vaidade.
Não há confusão.
Não há para onde fugir.
Para ser amado,
basta permitir
que o Amor
bata à porta.
Lança-te
na incerteza.
Jamais me senti
tão livre
quanto ao tornar-me
escravo
d'Aquele que transborda.
O Amor
que me acolhe,
não por quem fui,
nem por quem sou,
mas por aquele
que ainda serei.
Ecos do Passado
Na mocidade, eu amei correndo,
como quem teme a perda.
Agora amo em silêncio...
como quem entende a eternidade.
O tempo passou, e me deixou vazia de palavras, mas cheia de histórias.
O que foi desejo, agora é gratidão...
o que foi silêncio, agora é palavra.
Havia poesia nos meus silêncios, versos não escritos, noites desperdiçadas...
agora, a caneta se ergue, tardia, mas cada palavra é um eco do que fui.
Não procuro os fantasmas do ontem...
nem lamento as perdas que me moldaram,
não é saudade nem lembrança...
é algo maior, silencioso e real.
O que sinto hoje é amor pela vida...
amor pelas mãos que me seguram...
pelo instante que pulsa entre meu peito, e o mundo que ainda me espera.
Antes eu pensava que precisava de muito,
de conquistas, de bens, de aplausos do mundo.
Hoje percebo que o simples ato de acordar
já me faz inteira, já me faz profunda.
O vazio tentou me convencer do contrário,
mas descobri que até o silêncio tem valor.
Sou feliz por existir, por respirar,
e sei que muitos desejariam estar em meu lugar.
A autoestima, antes frágil, agora é sentença,
registrada em cartório, sem possibilidade de recurso.
Minha alegria é cláusula pétrea,
ninguém pode revogar o que é luz no meu curso.
O amor, em todas as formas, é meu advogado,
a esperança, meu juiz imparcial.
No tribunal da vida, fui absolvida,
por excesso de fé no essencial.
Hoje sou feliz sem precisar de muito,
sou feliz porque despertei outra vez.
E se a vida fosse contrato eterno,
minha assinatura seria: gratidão e paz.
Eu prefiro carregar o peso da verdade do que o conforto da mentira.
A verdade pode incomodar hoje, mas ela sempre encontra um jeito de aparecer.
