Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.
Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.
Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.
Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.
E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.
Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.
E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.
Não tão querido, diário....
Cocei meus olhos com mais força que o esperado, me machuquei no meu afago e bocejei lentamente ao começo do dia, mordi a língua ao enrolar mais e, ao decorrer, vivi assim: bebericando café com o gosto mais amargo que o normal, tropicando nos degraus da vida e com dor na lombar de carregar o peso do meu ferimento.
Na metade do dia, senti uma angustia profunda e um embrulhar no estomago, vi a imagem perfeita do meu outro eu imbuído em magoas e perdas, sofrendo mais pelos cheiros do que os acontecimentos, doendo mais no peito do que o local do ferimento. Minha metáfora falha e a piada e caçoada, meus sentimentos afogados e meus fios desgrenhados afagados por mãos falsas.
No fim do dia, no anoitecer melancólico e quase libertador, no feixe de uma dor sem rancor, no sonhar de um horror e o perfume de minha essência, são onde escondo minha dor.
Demorei mais tempo que o normal no banheiro e me banhei ao custo do meu sofrer, sufocando em lágrimas mal derramadas e no amargar do café, que desde o começo dia, esquecido ao lado estragou ao se deixar ser abandonado.
Aquele mesmo corte feito no amanhecer, fraco e pequeno mas que dói mais que o esperado. Aquele que me traí ao arder durante meu sorriso, aquele que fisga quando digo que não tenho medo, o que machuca quando estou tão perto de mim e me afasta ao mesmo tempo.
O que me lembra que as piores infecções não surgem dos cortes mais profundas, mas das suturas mal feitas.
Amo-te não tenho explicação
Estarás sempre no meu coração
Mas para quem sofre de amor
Pensei dizer-te
Que te amava para sempre
Eras o infinito
Mas não passou de um mito
A vida é assim
Isto chegou ao fim
Um olhar, um sorriso, um gesto !!! Mas a verdade é bem evidente sempre nos apaixonamos por quem não gosta da gente..!!!
Meu corpo não reage, minha mente pira, tudo não faz mais sentidos sem vc, porque ??? Simples um dia vc me fez acreditar em seu amor, que vc é um anjo pronto a me iluminar, minha alma já não alimenta! esta fraca, sem energia com vc longe! MAs o que me conforta é estar acreditando que vc nunca amou, que vc jamais foi anjo Simples !!! talvez tive apenas um sonho.....
Se eu chora você me consola?
Se eu sorri você me beija?
Se eu te olhar e não falar nada você me abraça?
Tem dias que acordamos sem forças, preferindo não ter acordado. O céu está sem vida, o azul não está ali.
Chega uma hora que o coração dói tanto, que palavras não descrevem nada mais, as lágrimas não caem. Você apenas sente a dor corroer sua alma.
Leia se quiser
Isso não é mais uma Fanfic (SEM OFENSAS CLARO), isso é a história da minha vida, meio entediante talvez, não sei nem se alguém vai ler essa “coisa” aqui mas enfim...
22 de ABRIL de 2019
Terminei de ler meu livro favorito! Obrigada John Green por me proporcionar momentos incríveis ao lado de Miles Halter e Alasca Young..O livro meio que faz uma série de perguntas enquanto você o lê, perguntas que de certa forma confundem sua mente, perguntas um tanto intrigante, perguntas que nos indagam. “O Labirinto é viver ou morrer?”, querida Alasca, o labirinto é a própria vida, sem saída, não há como fugir mas tem sim um final, a morte é esse final, quando tudo acaba. Tem gente que acredita que certo individuo foi para um lugar melhor depois que morreu mas nisso eu tenho que concordar com você, a verdade é que elas não querem acreditar que acabou, PUFF sumiu, é assim que as coisas funcionam neste mundo, não existe mai, você nunca mais vai ver ele novamente. Muitas vezes elas colocam a culpa no medo mas ele não passa de uma desculpa furreca que elas invetam para não encarar a realidade.Talvez o fim não seja necessariamente o final
Com Amor, A.
A vida é feita de escolhas,viva a cada momento,sem pressa.Para quê, não venha fazer a escolha errada.Lembre-se uma simples escolha, certa ou errada,para sempre fará parte da sua vida.Seja sábio.
"Tudo fica sem graça, quando você não está aqui, comigo, mas logo vejo que a graça não está em tudo, mas sim em você"
Não estou com ânimo para escrever, estou morrendo, morrendo de saudades da minha amada, preciso do teu carinho, das tuas chatices, preciso do teu olhar, e dos teus beijos, da tua voz, para dizer que me amas, preciso de você, aqui comigo, estou péssimo, cansei de suspirar.
Sinto saudades. Saudades de quando não te vejo, de quando não te beijo. Saudades do seu abraço, do seu carinho, do seu cafuné em meus cabelos quando repouso minha cabeça em teu ombro. Sinto saudades o tempo todo, principalmente quando está ao meu lado, hesitando para não ir embora. Amor, sinto saudades até quando estou com você, pois nenhum momento com você é tempo demais para acabar com toda essa saudade.
Não dá, não posso ficar longe de você, pois é nos teus olhos que eu me vejo, no teu sorriso que eu me alegro, nos teus beijos que eu deliro, no teu abraço que eu me entrego.
Dizia eu, quando já não acreditava em "amor", dizia "nenhum mortal é capaz de me amar, pois não conheces o limite do meu amor", hoje sei que estava errado, e sou feliz por errar.
