Fazendo a coisa Certa
Felicidade preciosa, que aparece com uma certa frequência, estampada em um lindo rosto afável através de um sorriso sincero em contraste com um olhar enigmático, uma referência ao mistério presente na complexidade de um mundo imperfeito, porém belo e intenso, cuja liberdade é representada por seus cachos graciosos e na impulsividade de seus sentimentos motivados por poucos.
Quando está sorrindo, mostra com presteza o possível esplendor de quem parece que aprendeu a se amar sem esperar pelo dos outros, não menosprezando os amores que recebe e sim percebendo que seu amor próprio não lhe pode faltar, caso contrário, a sua frustração será iminente, uma sensação nada agradável, um desgaste frequente e que por isso que é uma prática indispensável.
O enigma dos seus lindos olhos talvez seja para expressar que nem tudo de si é notório, nem compartilhado e que ainda está aprendendo sobre a própria essencialidade complexa, uma aprendizagem que deve ser contínua com uma postura atenta em cada fase, pois uma boa parte não está explícita, uma grandeza de detalhes que é bastante significativa.
Lição singular que graças a Deus pôde adquirir, a qual já chegou a fazer muita falta para Alice, que sem ela, ficava aflita, desnorteada, ansiando para ser amada, compreendida e claro que ficou várias vezes frustradas por não ter suas expectativas atendidas, posso até imaginar a reação que teve ao conseguir despertar sua mente, sua maturidade para uma verdade tão pertinente.
Com instinto de sobrevivência, o coração partido pode se envolver de um certa frieza para preservar o amor que ainda lhe resta como as geleiras sob um sol resplandecente, uma chama que é mantida acesa, onde a vida continua a pulsar, talvez, a necessária resistência de quem não desistiu de amar.
Ninguém passa a agir mais friamente em determinadas situações sem um forte motivo, não quer dizer que tenha se tornado alguem sem emoções, totalmente, insensível e sim que suas demonstrações de afetos não serão sempre imediatas, passou a ser menos impulsivo, após algumas expectativas frustradas.
Quem sabe um dia, aquele calor preservado pelo frio, possa voltar a se destacar em demasia com um fluir potente e amável que nem a fluência de um rio outrora congelado, um caminho difícil, mas às vezes necessário, pois seguir sozinho continua sendo melhor do que está mal acompanhado.
Contemplação inusitada, muito bem apreciada pelos meus olhos quando numa certa noite tomada pela escuridão, um grande clarão se destacou no céu, tornando uma ocasião evanescente memorável, profusamente, emocionante, um possível ser mitológico muito semelhante a uma fênix, um incrível pássaro de fogo, asas resilientes, força que renasce, vislumbre de um mundo mágico, distinta impetuosidade, vivacidade admirável.
Envolto na calmaria de um céu acinzentado, que dispõe de uma certa frieza, a presença de alguns fragmentos verdejantes, percebendo que o silêncio aos poucos está sendo quebrado por uma melodia emocionante, notas tocadas com gentileza, um tipo de som apropriado para trazer um calor amável, mais leveza ao coração, assim, o frio logo é ignorado graças a uma lúdica satisfação, impacto de uma arte sonora, da calma à inspiração, poesia calorosa, frutuosa interação.
No íntimo do seu coração, numa certa escuridade, habita um espírito desagradável, que está adormecido na maior parte do tempo, uma versão sua que vive em constante conflito, sentindo muita irritação, um corcel quase indomável, imprevisível, em busca de libertação, que acaba acordando em momentos que são sempre inoportunos, quando a vontade de se expressar está ainda mais impetuosa, o que torna profusamente difícil controlá-lo, principalmente, se o seu hospedeiro for mal compreendido ao ponto de perder a calma, entretanto, após muito esforço é controlado graças a Deus, além do mais, o seu acordar é temporário, aos poucos, vai se acalmando e não demora tanto para voltar a dormir, assim, o sossego dele é restabelecido, pelo menos, enquanto este seu lado estiver felizmente dormindo.
Certa vez, estava sozinho na margem de uma lagoa,
admirando a paisagem
pra aliviar o desgaste da mente,
quando, repentinamente, avistei
um ser de serenidade
numa pequena embarcação,
não demonstrava nenhuma maldade, transmitiauma sensação muito aprazível
que foi restaurando as minhas forças,
o meu ânimo, a minha esperança
de um jeito inconfundível,
após alguns instantes,
uma densa neblina foi se formando
e aquele ser foi sumindo,
depois senti uma forte ventania
que acabou me derrubando,
fiquei inconsciente,
acordei num banco florido de uma praça,
não sei o que foi tudo aquilo,
todavia,pra mim, será inesquecível,
era o que eu precisava
independente se foi um fato
ou da minha cabeça,uma fábula.
A vida é mágica quando se olha com uma certa calma e apreço para a beleza singela que está à volta, que esbanja uma diversidade de cores, contextos e formas, o encantamento genuíno pela simplicidade que permite um coração grato com um estímulo de felicidade, que transforma o desânimo em entusiasmo, o caos em tranquilidade, que faz um simples momento ser mágico e repleto de muita vitalidade.
Iluminação oportuna, intensa, apaixonante, que ilumina com uma certa moderação, destacando um semblante sublime de uma presença formosa, olhos cintilantes, um olhar sonhador, atencioso, brilho de um romance, fonte inesgotável de amor que dá um novo sabor à realidade, portanto, o este destaque que ela recebe é bastante apropriado por tornar este momento simples em algo tão emocionante e enriquecedor, onde a minha inspiração floresce com versos detalhados, trechos veementes como uma linda flor e seus detalhes surpreendentes num calor poético na sua expressividade, encanto demasiado, inestimável beldade.
Sua jovialidade graciosa, que está no seu auge e uma certa fragilidade que demonstra permitem que ela seja erroneamente subestimada, pois grande tem sido a sua força, mostrou maturidade em vários momentos, tem a imprescindível consciência de que nada é por acaso e de que tudo ocorre no tempo certo, seja logo ou em algum lugar distante no futuro.
Os seus maiores triunfos não vieram e nem virão de um jeito fácil, muito pelo contrário, muitas batalhas, alguns sacrifícios, sorrisos, lágrimas, ânimos alegres, aflitos, altos e baixos no ritmo da vida que não pertence a ela como as notas de uma linda melodia, onde cada uma tem o seu momento, uma seguindo após a outra, não adianta desespero.
Está numa jornada fascinante que está apenas começando, na qual, Deus está zelando muito por todos os trechos, todas as suas fases tem algo a ensinar entre falhas e acertos, o amor ecoa por todo o seu caminhar semelhante a uma linda voz que canta intensamente com os sentimentos e assim se destaca, uma luz de esperança nos períodos adversos.
Por conseguinte, tenho certeza de que a frase "As aparências enganam" combina perfeitamente com ela, uma pessoa maravilhosa, que graças ao Senhor ainda tem muito o que viver, amar, amadurecer, a viveza de uma canção singular que vai aumentando o tom, a sua emoção e o seu nível de dificuldade até chegar em um resultado gratificante que compensará qualquer desgaste.
É provável que eu não seja
a pessoa certa para falar sobre isso,
mas acredito que é possível perceber
que há amor entre um homem e uma mulher
quando os dois estão sincronizados num mesmo ritmo
como se estivessem numa dança
com alguns passos ensaiados,
outros aleatórios e desordenados,
contudo, sempre espontâneos,
resultado da reciprocidade de suas vontades
para que possam "Dancar" (amar) juntos
com verdade e dedicação.
É fato que muitas vezes não haverá apresentação,
mas é evidente que o esforço de ambos não será em vão
e algo que é mais importante
que Deus esteja atuante nesta relação.
Em certa noite tranquila, daquelas que se guarda felizmente na memória, estive na praia na companhia da solidão até que as águas do mar tocaram os pés e uma sensação confortante foi tomando conta como se um amor divino tivesse tocado a minha alma.
Pouco tempo depois, a solidão incomodada, despediu-se e a solitude decidiu ficar abrigada ao meu lado, foi um momento de equilíbrio bastante memorável por ter sido naquela noite, tudo que eu precisava, um bem permanente mesmo vindo de um instante temporário.
Quando a simplicidade deixa marcas na mente, estas serão transformadas em portas que poderão ser abertas usando a chave da lembrança sempre a esperança estiver pouco presente, graças a Deus, isso faz parte da força de um ser resiliente.
Possibilidades
A possibilidade, a forma como agir, de certa forma é algo a ser questionado e explotado, sendo bem desenrolado, enrolado em impossibilidades e com a melhor língua da melhor interpretação do trava língua do língua presa.
Alpendre da Varanda
Vive
No mundo
Da lua
Na certa
Não tem
Pé no chão
No alto
Cabeça
Pra baixo
Do mundo
Tem outra
Visão
Na estrada
Ao contrário
De todos
O resto
Na
Contra mão
Um olho
Na trilha
Mesmice
O outro
Caminha
Por si
“Ilusões
Visões
imenso
Segredos
Que
Não tem
Fim”
O Fantástico Acrobata
Vive
No mundo
Da lua
Na certa
Não tem
Pé no chão
No alto
Cabeça
Pra baixo
Do mundo
Tem outra
Visão
Na estrada
Ao contrário
De todos
O resto
Na
Contra mão
Um olho
Na trilha
Mesmice
O outro
Caminha
Por si
"Se alguém lhe disser que uma certa pessoa fala mal de você, não se justifique sobre o que é dito sobre, mas responda: Ele ignora minhas outras falhas, senão não teria mencionado só essas'".
A hipocrisia está em todo lugar, em todos. Eu a carrego também, de certa forma, mas, ao perceber, tento injustificadamente me alinhar aos princípios que alguém hipócrita nos deu de herança. Vejo hipocrisia nos olhares que disfarçam repulsa de compaixão, e reconheço traços dela em minhas próprias ambições frustradas, querer ter um dia de paz, mas manter
meu rancor como combustível. Tento me policiar, mas sou parte desse ciclo, recebi valores enviesados de gente que, ao pregar bondade, agia de maneira oposta.
A POESIA E A SOLIDÃO (B.A.S)
A poesia e a solidão sempre tiveram uma certa afinidade. O momento solitário sempre foi rico para o poeta, o filósofo e o místico.
Schopenhauer costumava dizer que a semana tem seis dias de sofrimento e um dia de tédio. As pessoas se escravizam demais no trabalho e terminam aprisionadas no tédio no último dia.
A nossa sociedade moderna perdeu a unidade, a mística, o olhar mais belo. Nos aprisionamos no capitalismo, liberalismo e outros "ismos". Com isso nos afastamos do utópico para reverenciar o "status quo". Como dizia o filósofo alemão Heidegger, nossa época é caracterizada pelo esquecimento do "ser". Nossas aspirações modernas são o "ter". Possuir cada vez mais e mais. Com isso um vazio existencial se instala em nós, destruindo-nos lentamente.
Precisamos acordar rápido para reavivar o Belo em nós. O homem moderno perdeu a capacidade criativa, gerada de si mesmo, perdeu sua identidade, sua singularidade, e mais, perdeu sua liberdade.
Valorizar a cultura, as artes, a criação espontânea, a religiosidade, a poesia são caminhos viáveis e alegres.
Enfim, as grandes mudanças ocorrem no silêncio, no vazio, na simplicidade. É preciso aquietar-se, mesmo que por um breve instante, e ouvir os versos que a vida nos dia. Dizia Rollo May: "Toda história do homem é um esforço para destruir a própria solidão".
(Bartolomeu Assis Souza, Jornal Lavoura e Comércio, Uberaba, 28/07/2001, Caderno Especial A-07)
Certa vez, na calada da noite, acordei,
a insônia, como sempre, inoportuna,
quis fazer-me uma visita,
enquanto ela não ia embora,
decidi abrir a janela
e ver como estava lá fora,
vi um céu lindo repleto de estrelas
com uma pequena quantidade
de nuvens agrupadas,
em uma delas, havia um ser angelical
que tocava uma bela harpa
que emitia um som surreal
e bastante agradável,
a cada nota tocada,
um afago minha alma sentia ,
aquela visita indesejável,
mesmo sem querer,
havia me proporcionado
um momento de grande prazer,
após alguns instantes
daquele meu deleite,
de repente, foi ficando nublado
como cortinas sendo fechadas
ao fim de um grande espetáculo,
em seguida, voltei para a cama
e, sobre o ocorrido,
fiquei pensando
até, finalmente, cair
num sono profundo.
Certa noite,
durante uma caminhada
pelo o bosque,
não muito distante,
encontrei um ser gracioso
de cabelos platinados,
pele delicada,beleza rara
que estava cantando ao luar
fiquei tão deslumbrado
que cheguei a perguntar-me
se estava ficando louco,
por meio do seu canto,
transmitia um amor,
uma simplicidade,
um prazer intenso,
um sentimento vivo
cheio de intensidade,
Mas depois,
foi se formandoum nevoeiro
ocultandoaquela presença,
hoje, aquele momento
é apenas uma preciosa lembrança
ou a mente que pregou-me uma peça.
Certa vez, o mal me quis,
esqueci do meu bem querer,
demorei, mas percebi
que tinha muito a perder
como uma flor
que injustamente tem
suas pétalas arrancadas,
meu amor foi desprezado,
minha alma desgastada,
meu ser sacrificado
por eu não ter aceitado
o que já me cercava,
Hoje, finalmente,sinto mais liberdade,
Conquistei um valioso aprendizado,
Aprendi a me amar de verdade
por tudo vivenciado.
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