Fazendo a coisa Certa

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Há uma passagem linda na bíblia que diz: "Quando for a hora certa, Eu, o Senhor farei acontecer." Isaías 60:22

De certa forma, os anjinhos de Deus são autistas, vieram para esta vida com hiper foco de amor, luzes, caridade e bondade, muitas vezes incompreendidos pela maioria da sociedade, mas nunca os maculem com as coisas rasas e mundanas, como dinheiro, aparentes valores e vaidades de serem iguais. Cada qual veio a vida por uma missão personalíssima, sendo assim devemos aquietar nossas finitas compreensões e comparações e amar o que Deus pai, por sabedoria nos presenteou de diferente.

“A alma sente quando os anjos vibram a musica na sintonia certa”.

"Para não perder sua receita, invista a quantia certa de dinheiro em seus sonhos."

​Sempre é tempo de plantar. Conheça a semente certa para cada época!

O que me faz forte, me angustia de certa forma.

QUANDO FRANKL ENCONTROU C. S. LEWIS

Imaginei certa manhã que Viktor Frankl e C. S. Lewis estavam sentados diante de uma velha janela. Do lado de fora, a vida seguia indiferente: pessoas apressadas, folhas levadas pelo vento, alguma coisa começando enquanto outra terminava. Sobre a mesa, apenas duas xícaras de café e uma pergunta antiga demais para pertencer a qualquer um deles: por que continuamos quando a vida dói?
Frankl olhou demoradamente pela janela. Ele conhecia um tipo de sofrimento que poucas palavras seriam capazes de carregar. Tinha visto o homem perder nome, liberdade, família, dignidade e quase tudo aquilo que acreditava possuir. Ainda assim, aprendera que, mesmo quando não podemos escolher nossas circunstâncias, alguma coisa dentro de nós continua procurando uma razão para permanecer.
Lewis permaneceu em silêncio. Também conhecia a dor. Sabia que a fé não impede que o coração se despedace e que acreditar em Deus não significa receber explicações para todas as perdas.
— Talvez — pensei ouvindo aquele silêncio — o sofrimento não faça perguntas sobre aquilo em que acreditamos antes de entrar em nossa casa.
Frankl pareceu concordar.
Para ele, a questão não era perguntar apenas por que a vida havia permitido determinada dor, mas descobrir o que ainda poderia ser feito com a existência depois dela.
Lewis acrescentaria outra inquietação: talvez algumas respostas estejam além daquilo que conseguimos compreender enquanto estamos dentro da própria história.
E então percebi que os dois, apesar de caminharem por estradas diferentes, chegavam perigosamente perto de uma mesma porta.
Frankl chamava aquilo de sentido.
Lewis talvez chamasse de esperança.
Um procurava aquilo que permite ao homem continuar mesmo diante do absurdo da dor. O outro procurava aquilo que existe além daquilo que os nossos olhos conseguem alcançar.
Fiquei pensando nos dois e compreendi uma coisa: talvez a vida nunca tenha prometido explicar-se completamente.
Existem perdas que não compreenderemos.
Existem despedidas para as quais nenhuma filosofia será suficiente.
Existem noites em que até a fé parece falar muito baixo.
Mas talvez viver não seja receber todas as respostas.
Talvez viver seja descobrir uma razão para levantar quando algumas respostas nunca chegam.
Frankl encontrou essa força no sentido.
Lewis encontrou-a também na esperança de que nossa história seja maior do que aquilo que conseguimos enxergar.
E nós?
Talvez estejamos exatamente entre os dois.
Carregando nossas cicatrizes, nossas perguntas, nossos amores e nossas ausências, tentando compreender por que algumas coisas aconteceram e outras jamais acontecerão.
Até percebermos que a pergunta mais importante talvez não seja:
“Por que isso aconteceu comigo?”
Mas:
“O que farei com a vida que ainda permanece em minhas mãos?”
E naquele instante imaginei Frankl olhando para Lewis, Lewis olhando novamente pela janela e nenhum dos dois dizendo mais nada.
Porque algumas perguntas não foram feitas para receber uma resposta.
Foram feitas para nos ensinar a viver.

A mulher certa é aquela que tem o mesmo acordo espiritual e anda na mesma direção conjugal.

Da próxima vez faça a coisa certa, antes que o errado lhe tire a oportunidade de fazer melhor.

*Menina Vieira,*

Você não deixa ser amada.

É como fruta madura, pronta, doce, na hora certa de ser colhida.
Mas se esconde entre as folhas.
Com medo da mão, com medo da queda, com medo de não ser guardada direito depois.

Menina, não precisa se esconder mais.

Eu não quero te arrancar do pé com pressa.
Quero te colher com cuidado. Te esperar amadurecer no meu tempo, no meu peito.
Quero ser cesto, não faca. Quero ser casa, não fome.

Se entregue.
Deixa eu te amar do jeito que você merece: sem susto, sem pressa, sem ter que se esconder entre as folhas pra se proteger.

Você já tá pronta. E eu já tô aqui.
Só falta você acreditar que pode ser colhida sem ser machucada.

Deixa eu te amar, Menina Vieira.
Só isso.
(Saul Beleza)

Certa vez intermediei a venda de belos trabalhos da artista brasileira Djanira da Motta e Silva. Apesar de suas principais obras serem em tela, ela experimentou em vários suportes artísticos diferentes durante sua vida, como o bordado, a música e a poesia. As obras que intermediei, tinham sido dadas a sua empregada domestica que conviveu muitos anos com a artista. Algumas delas, pinturas dos anos 1940,que utiliza tons rebaixados, como cinza, marrom e negro, e uma curiosa tapeçaria mas já apresenta o gosto pela simplificação das formas, e o mais interessante que não estava assinado Djanira e sim um monograma meio torto " Dj ". Dizia ela que tinha feito na década de 1930, período do Sanatório Ruy Doria, em São Jose dos Campos.

O poeta é alguém que economiza palavras, para ter a quantia certa num
poema.

Um poema grande morde a isca do poeta ai começa a luta pela palavra certa, o jogo é indo cansando o danado em frase aberta, dando linha pra não perder a pesca, o bruto pesa na rima — o poeta enrola o raciocínio focado na meta; o branco rabeia na mente negando a palavra: o poeta astuto solta mais linha vendo a oportunidade na água, sabe que usou isca pra grande sinestesia quem narra embarca no peso da pesca criando o gosto por frases onde tem
poesia


Leonardo Mesquita

Aquilo que me incomoda de certa forma, acaba incomodando quem está ao meu redor.

QUANDO O CORAÇÃO DECIDE AMAR


Quando buscamos a pessoa certa, também podemos encontrar grandes sofrimentos por esse amor.


Porque, em grande intensidade, quanto mais amamos, mais também nos tornamos vulneráveis à dor.


Amar nem sempre é caminhar por um jardim de rosas.
Pois toda flor carrega consigo seus espinhos — e assim também é o amor.


Mas, quando encontramos a pessoa certa, seus defeitos deixam de ser maiores que suas qualidades.


E o coração passa a acreditar, de forma quase perpétua, que nem mesmo a distância é capaz de apagar a chama da paixão.


Porque, quando o coração decide amar e dois corações verdadeiramente se encontram, nenhum obstáculo parece grande demais.


Pois quando existe amor, até as maiores distâncias podem ser atravessadas.


Ronan Helio de Souza

Não comemoro mais aniversários
Não sei qual data certa,
Morri, renasci tantas vezes.

Quebrado em mil pedaços,
Lembrei a ordem certa,
Fiquei mais forte,
Colando um a um.

Você teve inúmeras oportunidades de me tratar da maneira certa: com respeito, consideração pelas minhas opiniões e pelos meus sentimentos, sem tentar silenciar a minha voz sempre que ela dizia algo que você não queria ouvir.
Mas só resolveu mudar quando eu parei de responder.
Eu não estou com raiva.
Só percebi que você vai continuar ultrapassando os limites enquanto eu continuar cedendo e mudando esses limites por você.
E agora que finalmente estabeleci um limite, eu sou o vilão da história, certo?
Pois bem. Às vezes, ser o vilão na história de outra pessoa é apenas a prova de que você deixou de ser o trouxa na sua própria história.
E eu estou em paz com isso.

Dicas de beleza:
Exercitar com certa
frequência e decoro nossos
caros neurônios e talentos, trará
espantosos benefícios a nossa
pele, nosso corpoe, em
especial, ao nosso
espírito!

O lugar certo, Ele escolhe; a pessoa certa, Ele traz e momento certo, Ele faz!