Fazendo a coisa Certa
Fico envergonhada com os nossos cidadãos que nunca passaram por guerras ficarem fazendo brincadeira de mau gosto com a memória dolorosa de outras Nações que passaram por guerras, ainda sofrem e sofreram nas mãos de regimes totalitários.
Julho é a poesia para viver
com a infância e a juventude
por perto fazendo da alegria
a inspiração e da tranquilidade
a certeza e o endereço certo.
As gotas
de amor
do General
de olhos
inabaláveis
de azabache
vem todos
os dias
fazendo
um oceano
pelo futuro
para que
não se perca
a fé na vida.
Não dá para
fingir que
as mestras
não estão
indignadas,
Por cada uma
sofro em dobro,
Não sejam
um estorvo,
Vocês não
sabem o quê
elas passam.
Não se trata
de uma teoria:
O Coronel
está com
a filha detida.
Foi assinado um
acordo parcial
com a minoria,
Creio que
a palavra
será cumprida.
Só Deus sabe
quando vão
soltar a tropa
e o General,
Não desistirei
de seguir
por cada um
pedindo em
tons reais
e de harpa celestial.
As nuvens dissipadas no céu,
O sol bondoso fazendo brotar...,
Não só os beijos das sereias
Pelas areias,
Mas também pelo mar;
Das gaivotas eu escuto,
- o cantar
Embalando o festejar.
As delicadas borboletas,
Obras primas da Natureza,
Sobrevoando as gentis dunas,
Enfeitando a poesia praiana,
Descrita na Praia de Salinas,
Eternizada como um doce beijar.
As dunas são como a vida,
Ambas mudam de lugar;
Não deixe nunca de amar...,
E no teu coração o amor bailar,
Siga como o barquinho
Pelas ondas do mar;
Permita-se ser levado pelo flutuar
De tanto me adorar...
Venho fazendo uso
há mais de dois
anos poeticamente
do nome de um
General preso
injustificadamente,
Não tenho feito isso
indevidamente,
não me comporto
como um papagaio
da TV mentiu sobre
ele grosseiramente:
Apenas me queixo
infinitamente
por ele e pelo continente,
Pois colocaram o General
em ISOLAMENTO TOTAL,
E assim queixo igual
por tantos outros
presos de consciência
como o General
que se encontram
encerrados por
quem vive friamente.
Não posso apenas
ser uma observadora
da cena e me calar simplesmente,
Não há dia mais brando
para Mães com filhos presos
em condições injustas,
e mesmo para aquelas que
os filhos procuraram o caminho desviado,
Mãe é Mãe acima de qualquer autoridade
ou até mesmo
de qualquer pecado,
(Discordar não é
e nunca foi pecado),
O General foi
preso no fatídico
dia 13 de março no meio
de uma reunião (pacífica)
que nada teve de conspirativa,
e sim de natureza (contestativa)
de uma trágica realidade
que ninguém pode falar que é fantasia.
Em alto e perpétuo
tom denunciarei
tudo o quê estão
fazendo conosco
desde essa minha
Capitania de Santana
às avessas onde
a vida de todos
segue mortífera e lenta:
A minha, a sua,
a nossa Abya Yala
nasceu livre,
Flor nativa em
rebelião sou assumida.
Fizeram dela terra
de pesadelos
e de massacres
até a luz do dia
e outros silenciosos,
Daqui na pouco
esquecem que
as Malvinas
são da Argentina:
Assim sou mais
uma flor nativa em rebelião
que roubaram tudo.
Roubaram tanto que
roubaram até o meu medo
do jeito pregado pelo
ancestral indígena adágio,
Roubaram a democracia
e a saída do mar para a Bolívia,
Há flores nativas entre
as sessenta e sete vozes
em perigo de silenciação
por processos em abreviação,
A impunidade há pouco
mais de cinco meses
do massacre de Senkata
permanece espargindo
à todos o seu letal veneno,
e Yapacaní e Sacaba
que o digam: o mesmo
fantasma agarrado no Governo.
O preço do petróleo caiu
e foi levado abaixo de zero,
Não quero pensar o pior
para os nossos destinos,
com tudo isso que vem
acontecendo ainda insisto,
porque é verdade:
que o Sol da Venezuela
é no Esequibo que ele nasce.
Aguardo notícias de liberdade
do General que ainda
está preso injustamente,
e minha franca torcida
vem sendo repartida
entre outros como ele
que são presos de consciência;
não entendo e ninguém entende
o porquê a justiça não alcança
nunca autoproclamado demente.
Desnaturalizar o óbvio está fazendo o mundo pagar um preço caro. Altruísmo é sinal de direção espiritual. Quem é solidário tem direção espiritual na vida.
Encantamento
sensual do coração,
É o amor fazendo
a revolução,
Um bocado de doçura
Que só faz bem ao corpo,
alma e coração.
Aprecio o teu
jeito másculo,
Ousado e deliciosamente
abusado,
Aprecio a tua confiança
de quem sabe,
Que este coração
foi por ti tocado.
Uma só porção,
uníssona canção,
Não tememos
a escuridão;
Todos os dias vamos
nos dando as mãos
Para vivermos intensamente
a nossa emoção.
Todo dia é um bom motivo
Para pedir por teu abrigo,
Está mais do que claro:
Que não te quero só como bom amigo,
Quero você inteiro aqui comigo...
O vento fazendo música
com as águas do mar,
O vento trazendo o desejo
com a vontade de beijar,
O vento carregando a onda
sobeja retocando na areia,
A carícia em rebento
percorrendo a alisar,
A música que eu compûs,
e você ainda não ouviu;
A poesia misteriosa nasceu
de uma conversa que surgiu.
Sim, deste contentamento
da onda do mar beijando
as areias e tocando a canção
do vento - divino carrilhão;
São letras de chamamento
convite para tocar as estrelas
Nas noites de plena excitação.
Sim, do apelo poético ondino
da rosa a desabrochar no verão,
Provoquei-te a curiosidade menina
a olhar este rimário de dama despida,
Como se olha através da fechadura
A cada verso de paixão uma loucura:
- Escrevo para você cair em tentação.
- Posso me sentar aqui? – perguntou ele, já puxando a cadeira e fazendo com que ela sentisse o cheiro de hálito fresco que saía de sua boca bonita.
- Mas não precisa ficar tão perto... – gaguejou ela, um tanto quanto constrangida, tirando-lhe um quê de contentamento com todo aquele embaraço...
- Desculpe...- ele sorriu, deixando transparecer a covinha em seu rosto másculo.
Ela retribuiu o sorriso. Ele continuou no mesmo lugar e...
- Qual o seu nome?
Script, frases de efeito, bebidas na mesa, (ah, ela não bebia nada alcoólico!), elogios, toque nas mãos (de vez em quando!), olhos nos olhos, promessas nos olhos, nas palavras! E ela ali, extasiada, inebriada, indefesa com tanto carinho, tanto respeito, tanta sorte em encontrá-lo!
Mãos nos cabelos, carinho no rosto, carícia na nuca, olhos fechados, boca na boca! Beijo longo, devagar, saboreado! Mais abraços, mais toques sutis, mais beijos, mais palavras! Ela realmente encontrara um príncipe encantado!
Algum tempo depois...
- Qual é mesmo o seu nome? – perguntou ele com o celular em mãos, pronto para anotar o número de seu telefone, mas já se despedindo e recolocando a cadeira ao lugar de outrora.
- Ma...Mas...É Maria Flor. Esse é o meu nome – acabou por repetir, ainda que sentindo um indigesto e apertado nó na garganta.
Como alguém poderia esquecer um nome desses em tão pouco tempo?
Mesmo assim, ela lhe passou o número. E até hoje aguarda a ligação de um príncipe encantado de covinhas no rosto e hálito fresco.
(...)
- Posso me sentar aqui? – perguntou ele, já puxando a cadeira e fazendo com que ela sentisse o cheiro de hálito fresco que saía de sua boca bonita.
Ela o olhou de cima a baixo, examinou cada parte do seu corpo, e, antes que a cadeira lhe caísse aos pés, puxou-a para perto de si, deixando-o indefenso quando sentiu o calor da proximidade daqueles seios lindos a roçar-lhe, de leve, o braço.
Visivelmente perturbado, disfarçou, tentou sorrir, mas as palavras não lhe saíam completas da boca. Tremia, suava, gaguejava, se desculpava, e ela ali, a olhá-lo como se nada do que dissesse a tocasse! Simplesmente não sabia como agir...
Bebidas à mesa, sorriso descontraído, palavras soltas, despretensiosas, e ela, aos poucos, trouxe-lhe um quê de fantasia de que ela poderia ser dele. Então ele continuava ali, mesmo confuso, atordoado com a energia daquela mulher que não se permitia ser a caça da noite.
- Qual é o seu...?
Foi quando o silenciou com um beijo ardente, insaciável, longo, desejado, desesperado, devorado! Promessas nos toques, nos sussurros, nos olhos, nos poros, na carne! Mais beijos, mais sorrisos, mais toques, mais desejo, mais carícias, mais cheiro, cheiro de mulher!
Ele continuava ali, extasiado, inebriado, indefeso, com tanta desenvoltura, tantos sorrisos leves, tanta vida, tantas promessas de prazer eterno, tanto prazer por prazer! Ele realmente encontrara a mulher da sua vida!
E ela sabia que ele a procuraria todos os dias, todas as noites, todas as horas, em todos os cheiros, em todas as mulheres. Ela sabia que, mesmo sem dizer-lhe o nome, ficara impregnada na pele, na alma, no coração. Ela sabia que ele a esperaria. Mas sabia também que ela não mais se deixaria encontrar...
Quando você se deparar com alguém assim (fazendo selfie) fora do País, diga:
- Olá, Zuca!
Porque é brazuca!!
E a gente gosta mesmo!
Dá licença, s.v.p.!?
Fazendo jus ao quê é de charme
percorrendo o quê é íntimo
por pretensão ser poema
a quatro mãos sendo escrito,
ser a Middlemist Vermelha
tornando tudo mais divertido
florescendo de amor,
na cumplicidade sensorial
em dois lugares do mundo:
no teu peito e no meu
(coqueteleiras do silêncio).
Bolinho de Chuva
Bolinho de chuva
feito na hora
sempre acaba
fazendo história,
E faz com que
se esqueça até
que chove lá fora.
Chiba-cateretê
Você não tira os olhos de mim
enquanto toca o Caixote
fazendo charme sem fim
nesta Chiba-cateretê
que com meus tamancos
de sempre acompanho,
Quem sabe cedo ou tarde
te acompanho o teu amor eu ganho.
Não é mistério que você
anda fazendo planos
e que você está apaixonado,
Mesmo muito depois
de terminado o Chorado,
Sou eu mesma aquela tal
que segue dançando
na sua lembrança
fazendo festança
equilibrando o Canjinjin
na minha cabeça,
Agora o quê importa
é que tudo entre nós aconteça.
Preocupado com a disputa
você com certeza está,
Fazendo os movimentos
de asas com a determinação
de fazer de mim o seu par,
Muito além deste Chupim
nós vamos nesta vida nos amar.
Não me escolher
fazendo por onde
o meu amor não merecer,
Ainda bem que tenho
o Pau-rosado nesta
tarde para me entreter.
Ipê-ovo-de-macuco florescido
em Rodeio fazendo cortejo
sublime às estrelas em pleno
Médio Vale do Itajaí,
Não preciso de nada mais
para me fazer companhia
e para me trazer inspiração,
Moro cercada de belezas como
esta que enlevam o meu coração.
O Sol da manhã se confundiu
com o Ipê-Dourado no meio
da mata do Pico do Montanhão
fazendo cena majestosa
de fazer valer o amor e a paixão
pelo grande milagre que é a vida
desenhada por Deus com poesia.
27/02
O ódio que você não
consegue conter
ele pertence só a você,
fazendo com que esqueça
de como se defender,
O destino ninguém pode
por muito tempo conter.
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