Faz de Conta Qu eu Acredito
Tic tac ,tic tac...
Alguém faz o relógio parar ?
Estamos Caindo da ponte ,não quero te soltar
você esta se escorregando pelos Meus dedos,
não posso mais te segurar .
Você grita: se Salve!
Mas eu já te disse meu amor
não sobrou nada para salvar
Você não entendeu ?
_Eu já caí.
Baforadas de charuto
Saber viver é o que importa,
Não faz diferença o rico e o pobre.
Cuido das plantas pequenas,
Limpo os meus pensamentos.
Olho os movimentos da rua,
Vejo um cachorro feliz,
E, gente correndo da chuva.
Dou mais umas baforadas,
A fumaça se espalha pelo vento.
Meus pensamentos ninguém leva embora.
O importante é saber viver!
Olhando às pequenas coisas...
...a tranqüilidade do céu sem nuvens.
E, as estrelas escondidas.
Lírio da Paz floresce bonito.
Estou confiante em mim,
Na paz da minha alma.
Não vale a pena mentir e ferir a si próprio.
A fumaça do charuto se espalha no ar,
É o vento forte que leva.
Os pensamentos são blindados,
Calmamente observo tudo.
Saber viver é luz!
A felicidade pode ser intocável na alma.
O charuto está no fim.
Saber viver é o que importa.
Tudo o mais evapora,
Inclusive a vida.
A bem vivida e a desperdiçada,
Ambas não voltam mais.
O charuto acabou.
Pensamentos são eternos,
Saber viver é o que importa!
Quem faz bullying com a gente se não se arrepender nunca vai pra frente, não tem um dia de paz pois a consciência pesa... Mas graças a Deus essas pessoas que em mim pisou e machucou meu emocional, me fez ser mais resiliente, com elas eu sinto pena e para elas eu pego minha pena e faço um poema...
"O tempo nos faz esquecer, mas ele não se esquece.
Inexorável tempo, levou-me as boas lembranças, mas não as más, as quais o meu coração padece.
Quando em seu abraço, o tempo não passa, sua existência não se percebe.
Mas ele está sempre lá, nos fazendo esquecer as juras e pela nossa união, as preces.
O tempo não precisa da razão, como minha boca, de ti carece.
Lembro-me daquele tempo, em que cada beijo, queimava-nos a alma, ao corpo causava febre.
Acariciava-me os lábios, sua aveludada pele.
Sua mente, um labirinto para o seu coração, fez da minha vida um circo, onde só você se entrete.
Construiria uma realidade para nós, mas você prefere uma vida de maquete.
O tempo passa, as lembranças se vão e como em campo, um novo amor floresce.
O que era bom morre e o que sobrou de ruim, não perece.
O tempo até me fez esquecer, mas o atemporal coração, não esquece..."
"Quando o amor não mata, a lembrança do amar, o faz.
É a lembrança do nosso quase amor, que me faz querer-te, cada dia mais.
Eu já tentei de tudo, mas mesmo o tudo, parece ineficaz.
Cada gota de chuva, cada brisa do vento, até mesmo das folhas, cada farfalhar, me trazem as memórias de dias atrás.
Sou criminoso por tentar matar esse amor, mas o sou ainda mais, por te amar demais.
Cada pouco desse amor, que morre em mim, um pouco do meu eu, com ele jaz.
Infelizmente ele é capaz de renascer, o que o meu é incapaz.
Meu coração tornou-se um campo de batalha, agora só existe guerra, onde eu mataria pra existir paz.
São as recordações, que incendeiam a alma e o peito deste jovem rapaz.
Morrendo a cada dia, eu percebi que; Quando o amor não mata, a ausência do amar, o faz..."
A “ignorância” e “alienação” quando não observadas ou aceita, faz com que uma “palavra” não cumprida ou um “nudes”, tenham mais valor do que a “consciência” e a “moral”.
As coisas só terão valor na vida de uma pessoa, se ela souber para onde ela quer ir e que tipo de conhecimento e confronto ela consegue suportar.
Compreender nosso “ser” “ser verdadeiro”, nos faz entender que:
Nenhuma de nossas ações, escolhas, tendências, desejos escapa à ação de nossos pensamentos que estão ligados ao interesse e aquilo que queremos colher.
A prematuridade de humildade de uma pessoa, faz com que ela pense saber o que ela é até, ter o gosto do poder!
O suborno no meio evangélico brasileiro é uma questão teológica, pois se faz um proposito dá-se um dinheiro em troca de ganhar alguma coisa.
A ocasião não faz o ladrão, mas a política quase sempre nos revela um ladrão serial, de perfil psicopatológico, desprovido de altruísmo, remorsos, consciência, e sem nenhum temor de Deus. E isso vem de família.
