Faz de Conta Qu eu Acredito
Ser humano... Já viu um ser tão desprezível? Nem eu.
Um ser capaz de ver algo ruin acontecendo e... Apenas observar, é um ser que desafia a ciência; como pode ser tão racional e irracional ao mesmo tempo?
Fico perplexo ao imaginar como um ser desse tipo pode "odiar" ao invés de dar amor, consegue ser egoísta até quando se trata de sentimentos. Cuidar um dos outros, cuidar de quem a gente quer bem, isso que deveríamos fazer, mas estamos fazendo?
Quantas vezes você aí já fez alguém que ama você chorar? Inúmeras né!? Quando na verdade deveria prestar mais atenção aos pequenos detalhes, olhar para ao lado e perceber quem te quer bem e cuidar dessa pessoa, porquê com tanta falsidade e ingratidão por aí, talvez quando você olhar novamente não verá mais ninguém disposto a isso. Até por que estamos falando de um "Ser Desumano"; deveríamos apenas cuidar mais, não negue, todos precisam além de tudo de alguém que cuide e queira permanecer!
Navegarei...
Eu navegarei em águas tranquilas,
que o mar seja terno com imensa calmaria.
Que o vento que assoprar seja suave
me faça navegar mediante a lugares distante
Para que em cada porto possa encontrar
um grande tesouro.
Shirlei Miriam de Souza.
Eu já prefiro dizer que Deus cuida mais dos pássaros e dos lírios que dos seres humanos! Já viu pássaro cair do céu? Eu já vi aviões e bombas. Já viu lírios vestir Jeans? Eu já vi operários.
Venha me dizer se eu tivesse com você.
Iria me pegar me abraçar
Me falar com doce beijo de paixão
Que seu extremamente quente fervendo de paixão.
Sei que faria de mim toda sua.
Seu corpo me tocaria devagar e seria tua mulher e você seria meu homem.
Seríamos um só, corpo.
Trazendo uma felicidade sem fim... Sobre os corpos suados de amor... Seria agora ilusão?
Shirlei Miriam de Souza.
A sua simplicidade eu percebo no olhar,
Ele é lindo como o céu reluzente igual o mar,
Pessoas igual a você é difícil de encontrar,
Reconheço tudo isso no seu simples ato de amar.
"Eu venci quando a derrota está ao meu lado, quis desistir várias vezes, mas a vontade de vencer gritou dentro de mim"
Eu fiz tudo
Mas eu sempre quis fazer mais, sempre pedi a Deus que me desse mais tempo
Eu amei muito
Mas eu sempre achei que podia ter amado mais, talvez não tenha sido suficiente
A gente nunca sabe o momento da partida
Um sorriso largo e um riso frouxo, mas de uma hora para outra lágrima, muitas lágrimas
Nenhuma dor, dói mais que a dor da saudade
A vontade de te olhar nos olhos, de tocar sua mão, de sentir seu abraço (...)
Tem noites, em que em silêncio peço a Deus que me dê você de volta
Que te traga nem que seja por um minuto
Qualquer momento com você novamente será uma eternidade
Tem dias em que me pego pensando em quanto amor nós carregávamos uma pela outra
Tem dias em que ando pelo vago e me pergunto se é sonho ou quem sabe pesadelo
Mãe, você sempre disse que eu era um pedaço seu
Mãe, você sempre me completou com seu jeito de ser
Mãe, você me fez viver
Ah! Que saudades eu sinto, que saudades eu vivo
A morte, essa é a única certeza que temos
A vida, essa passa numa rapidez que nem vemos
A dor, permanece grande quando se trata de quem já foi
O amor, esse nunca imutável, sempre ali aguardando.
Engulo o que me falta de você
Vivo para ser o que você sempre desejou “deu” ser
Ah, mãe!
Ah, saudades!
Ah, dor!
Todo dia um misto diferente, mas todo dia a mesma saudade.
Ah, tempo! Você disse que seria mais fácil, mas você mentiu
O que me consola é saber que no fundo, na alma, na verdade
Você sempre será o meu maior pedaço, a minha imensidão
Quando penso em saudade, só penso em você
Ah, mãe!
E eu não sei por onde começar, relembrando o dia que te vi passar pálida, de um olhar que não consegui saber se era de surpresa de me ver ou de assustada, mas se passando alguns segundos, tortuosos segundos pudes notar um impiedoso e penetrante olhar, serias melhor que me batesse, o meu medo nunca foi de apanhar, seria suficiente prazer, mas de encarar tal olhar sobre mim, isso sim, da sorte que me desprezas procurando outro ponto ao horizonte, satisfazendo meu desejo de ser recriminado, por pensar que mereço, do julgamento de ser livre, caindo por terra, diante de um olhar tão impiedoso ou eu diante de mim mesmo a cerca de minhas reflexões, engasgando elaborações ferrenhas do meu próprio ser, puderás eu te colocar no bolso, ledo engano, me colocaste de volta ao meu lugar com segundos de um olhar, de canto, sorrateiro.
Naquele entardecer, fiquei acompanhando seu caminhar até que sumisse, até que eu não te encontrasse mais pelos carros e prédios, onde se perdia diante dos meus olhos no meio da multidão, me fazendo reviver momentos juntos de ti, de como era lindo te ver sorrindo, do toque suave, das mil cartas que me escrevia, das duas mil que eu correspondia, eu que fingia não ter ciúmes de alguém com sotaque do interior, que agora ecoa sobre o silêncio em minha memoria, serás minha saudade gritando em voz alta? Que loucura, você nem me tocou, e meu peito dispara, tolo, uma agitação que não consigo conter.
Prometemos nos dar paz, que até hoje não encontrei, estou aprendendo a viver sem você, aprendendo a lidar com o meu pesar, em tantos pensamentos, a noite foi longa, eu não tinha uma canção para ninar, se nossos corações estão divididos, penso que tenho a solução, pego o telefone e disco seu número, escuto o primeiro toque, está chamando, mas em um ato de covardia desligo, com mãos tremulas, me sinto tolo, acendo um cigarro, já são três da manhã, que tolice, lembro agora do que você me dizendo que a pedra atirada não tem volta, confirmando pra mim mesmo que era o melhor que o fizera, desligar, fico atordoado pensando se você atende, o que eu iria dizer? Eu te amo? que loucura,
que ideia a minha, a essa altura do campeonato recitar pelas palavras de que adiantaria? De nada adiantaria, tinhas razão de me chamar de covarde, eu minto para mim mesmo, com tantas meias verdades, me perco, posso ouvir sua voz me dizendo, eu já sabia, me irrito, rangindo os dentes, por ter que te dar razão, razão essa que me faz te deixar em paz.
Sentado no sofá, ás cinco da manhã, caiu no sonho, de tanto que pensei em ti, sonho que bates a minha porta, a porta está emperrada e não consigo abrir, você chama meu nome, como quem sentes saudades, depois de uma luta travada com a porta que se atrevia não abrir, te vejo, sorrindo, sorrindo para mim, junto de um dia ensolarado, logo após acordo com o coração acelerado, naquele dia cinza de outono, ás nove da manhã, o telefone toca, corro pensando ser você, não é, volto os olhos a escrivaninha, pensando da onde tirei aquela ideia, que ingenuidade, aquele coração gelado era bem capaz de me fazer ouvir umas boas palavras duras, mas ouvir sua voz teria sido tão bom. Resolvo então escrever-lhe, assim conseguiria não sofrer nenhuma retaliação, fico devaneando horas sobre o que te escrevinhar, de como falarei desse sentimento do qual nem eu sei decifrar, olho no relógio são meio dia, o cheiro de comida invade a casa, que deve ser o da vizinha que ultimamente deu para ouvir as músicas que você gosta, se tivesse intimidade lhe agradeceria tamanha judiação.
Pareço um adolescente de quatorze anos, como quem nunca tinha o feito antes, começo a escrevendo remetendo ao apelido que costumava a chamar, me fazendo relembrar desses detalhes, tão sútil, entre nós, te vivendo em cada linha, em cada palavra, imaginando como será sua reação, do que sentirá, ansioso, vou descrevendo como sinto a sua falta, dos planos que tinha e que ainda tenho para nós, tão difícil vencer o orgulho e lhe falar de sentimentos que me escondo, de um querer que está deixando de ficar no meio do caminho, escolho a tinta azul, que é da sua preferência, tento agradar-lhe ao pouco que posso com palavras doces nas cores que tu gosta, que assim eu posso falar das minhas dores e de tudo que diz de nós, essa carta rendeu mais de uma folha frente e verso, porque falar de ti, querida é envolver o universo, você está em tudo, no fundo do copo que eu bebo, na música que ouço, de quando ouço falarem de você, fingindo não ouvir, nas fotos antigas, naquele moletom que você costumava usar, na falta que você faz para escolher o canal da televisão, ficou tão vazio, não conheço ninguém com os mesmos defeitos que você, não tem outra como tu, tão ingênua, foi tomando todos os espaços, eu só queria estar ali, com você implicando comigo no meio da sala, era tantos beijos e abraços, seu beijo tinha intensidade de alguém que ama pela primeira vez, estava entregue sem pedir permissão.
Não tem novidade, sou apenas um pobre diabo, no jardim da infância quando o assunto é amor, quando o assunto é você, sou apenas um menino, um pobre diabo que não sabe esquecer de ti, através de uma rede de mentiras eu me arrastei até aqui, emaranhado por seu amor, existe um véu do comodismo, que nós mantém de pé, permitindo a tolerância sobre si, é assim que os covardes fazem, mandam cartas, um dedo apontado me dizendo que é muito tarde para viver nossa verdade, quis me mostrar o paraíso, me revelando, talvez a mim mesmo, me trazendo a consciência de que nunca tinha estiveras antes ali, da sorte que meus olhos não foram tão bom assim, ficou muitas sombras, muitas duvidas no meio do caminho, da lama, da escuridão, das mentiras, das omissões, meias verdades, me desculpe por ser tão fraco assim, me esconder através de linhas de uma caneta azul, que a senhora sabichona sabe que diz muito mais de mim, não te encaro, mas te vejo quando fecho os olhos, tão linda olhando para mim, se faz melhor que um anjo, porque eu sei que es real, adeus lindo sonho ou até logo, nas esquinas da vida, prefiro assim, dizer-lhe adeus faz doer, preciso da esperança mesmo sendo uma ilusão errônea, que um dia talvez, possamos nos encontrar com um novo tipo de olhar, em uma bem melhor, quero me despedir, como costumávamos fazer, coisas que só nos dois eramos capazes de fazer, me deixe por também três pontinhos para assim dizer que não acabou, que não temos fim, deixa assim ser...
Eu sei o que é ter respeito por uma mulher, eu não vou precisar me deitar com uma outra mulher para depois reconhecer o seu valor. Eu reconheço o seu valor antes de reconhecer as outras e é o seu valor que vai determinar o tipo de pessoa que eu serei ao seu lado.
Mas a Vida afinal mostrou-me: todo o Carinho que eu dei a outrem foi genuinamente gratuito. No que Ele se converteu? Migalhas!
"Eu não sei cantar nem 'Parabéns Pra Você', não consigo cantar. Eu fico dublando em aniversários." (Naum Alves de Souza)
"Você não se parece
com a minha ex",
ele me disse!
Eu não tenho olhos claros,
nem meu cabelo é cacheado.
Mas, tenho o presente,
não sou seu passado,
também não és o meu futuro.
Viverei todo esse meu amor
com quem gostar
dos meus olhos amendoados,
do meu cabelo longo,
do meu jeito espontâneo,
da minha cor iluminada.
Eu quero minha felicidade.
E você não se parece com ela!
