Faz de Conta Qu eu Acredito
Eu amo intensamente, sem pudor de admitir. Eu sofro desgostos e desamores, também não nego.
Mas eu vivo! Eu respiro amor e vivo para amar. Sou mais feliz que tu, eterno escravo dos medos e dos receios. Tu que és livre para viver e não te atreves a pisar terreno desconhecido com medo das quedas.Aprendo com os erros, mas atrevo-me a realiza-los! Caio mil vezes, levanto-me outras mil. Choro desalmadamente, mas consolo as minhas dores quando limpo as minhas lágrimas com a mão que te ajuda a levantar!Eu sou a pessoa feliz que apaga as tuas pegadas e adoça o teu sofrimento, mas também sou a nefasta que te diz que não, quando pedes clemência e suplicas perdão.Sou eu, absoluta e portentosa, sem carência de ti para ser como sou... feliz.
Eu te amo - ele falou. E eu não conseguia dizer nada. Eu também. Eu também. Eu também, pensei. Mas não conseguia dizer nada.
O silêncio me acorda e eu permaneço sozinha.
Passei a gostar do silêncio, pois ele é minha companhia.
Deixa meus pensamentos viajarem pra onde quiser, sem nada encontrar, quer me ouvir, mas não conhece a minha e voz.
O tempo passa e o silêncio permanece, ele não envelhece.
E eu lá ligo pra boato... Tenho a consciência limpa, sem motivos algum pra me importar com coisas que eu sei que não fiz.
Ele sempre diz que fui eu quem o ensinou a amar, mas ele me ensinou algo ainda mais importante. Ele me ensinou a acreditar em mim mesma.
Pacto com a felicidade
De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi: Eu hoje vou ser feliz! Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando...
Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores. Vou sorrir mais, sempre que puder. Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros. Vou aprimorar os meus. Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir. Não vou lamentar nem amargar as injustiças.
Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos. Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais, vou viver todos os minutos proveitosamente.
Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como posso ser feliz com o que possuo. E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção, vou dedicá-las a alguém. Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem, vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram para que saibam que serão sempre uma doce lembrança, até que venhamos a nos encontrar outra vez.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.
E quando a noite chegar, vou olhar o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer a Deus, porque hoje eu fui feliz!
Pra quem não me conhece...
"Quem sou eu? Um anônimo... Apaixonado pela vida... Encantado pela música... Fascinado por conquistas... Crente na fé, admirador do poder e deslumbrado pela capacidade de ser eterno... São características e sentimentos que me definem... Sou louco, intenso... Mas sou assim... me posiciono estrategicamente aos meus objetivos... E conquisto cada um deles... Sou guerreiro... Eu simplesmente... Sou apenas eu, eternizando Minha vida... "
- Eu amo a minha loucura!
É essa minha vontade e coragem de fazer o que me alegra que me satisfaz!
Bendito sejam os loucos! Aqueles conscientes, que se responsabilizam por seus atos,
e não tem vergonha de mostrar quem realmente são.
Porque essa vida é curta, e perder tempo é vão.
Eu sei que não vai funcionar, a não ser que alguém crie uma lei proibindo as garotas de irem pra cama com quem não estão verdadeiramente apaixonadas.
(Tudo pode dar certo)
Eu gosto de fazer isso, não por obrigação. Ele coloca sozinho se eu não fizer. É uma forma de eu dizer q o amo. Ele sabe disso. Assim como ele faz cuscuz e café para mim. Eu amo meu marido profundamente. Faço por prazer. Não vejo pela ótica do merecimento. O amor não exige isso. É espontâneo.
(Resposta sobre colocar comida para o marido)
Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.
Eu quero escrever, mas não sei se eu posso.
Eu quero demonstrar, mas não sei se eu devo.
Queria eu poder demonstrar ao mundo tal amor, tal ódio.
Poderia talvez gritar a todos minha felicidade,
e esconder de tudo tamanha saudade.
Eu necessito de um afago, de um beijo, um carinho.
Preciso ver seus pequenos olhos para os meus sorrindo.
Eu não sei se posso mais escrever coisas belas...
Eu não sei, talvez eu saiba sim...um sorriso sincero de um
estranho realmente me destes, destes lágrimas, destes choro,
deste uma volta por cima.
Eu sei, eu realmente descobri... obrigada meu grande anjo por estar aqui.
Eu não quero lembrar do que eu fui pra você
Umas simples distração pra você esquecer
Eu não quero lembrar que chegamos ao nosso fim
Eu não quero lembrar que eu vou acordar
Sabendo que os meus olhos não vão te encontrar
Eu não quero lembrar que tudo acabou pra mim
Não. Eu não quero lembrar que eu te esqueci
Não. Eu não quero lembrar
Que alguém que não te quer está ocupando o meu lugar.
Certo, muitas ilusões dançaram. Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas.
