Faz de Conta Qu eu Acredito
Indestrutível, insubstituível, interminável, incalculável, infinito e eterno são algumas palavras que descrevem o que sinto por você mais o que você sente por mim é resumido em uma palavra: nada...
O importante é o que virá.
Agitando minha alma peregrina.
E me pergunto, como ficará
aquele a quem a vida ensina?
Minha alma adormeceu cansada.
Acordou esvaziada...
Acreditou-se enganada...
Não sei se sou feliz ou sou um nada.
O importante é o que virá.
Reencontros, novos amores...
O que em minha vida entrará?
Alegrias ou dissabores?
Serei eu resistente
ao que o destino me reserva?
Ou serei de novo inconsequente
que nem o amor conserva?
O importante é o que virá.
Os falsos amores, os falsos amigos...
Não, falsidade não mais entrará...
Descarto os sofrimentos antigos.
Serei uma guerreira que resiste?
O sucesso apenas bastará?
O destino outra vez insiste
em deixar-me a Deus dará...
O importante é o que virá.
Sou uma heroína, venço qualquer batalha.
A vida me cobrará,
se tudo o que fiz foi bandalha.
Durante anos, este foi meu mundo.
Vivi, sofri muita altercação.
Sei que chorei, cheguei ao fundo...
Desci até o submundo,
mas fui feliz no Rotação.
O importante é o que virá.
É nisso que pensarei agora.
O amanhã, é esperar...
Vamos viver a nossa hora.
O verdadeiro sorriso é aquele em que trás um brilho no olhar...
A verdadeira lágrima é aquela em que se vê uma escuridão ao chorar.
As quedas são quase sempre uma motivação. A vida não teria sentido se não soubéssemos o que é ter que se reerguer, o que é ter que se levantar, o que é ter que se ver no chão e ao mesmo tempo se obrigar a continuar. Sabe, se tem uma coisa que eu admiro muito em mim e em alguns poucos corações que vejo por ai, é essa vontade que temos, de nunca deixarmos de acreditar em dias bonitos, em sonhos bonitos, em histórias bonitas, em recomeços. Viver e sobreviver os dias difíceis não é tão fácil assim, mas receber novas oportunidades mesmo que ja calejados pelos improvisos da vida não é pra qualquer um. Gratidão a Deus sempre...
AHH!! ESSA TROCA DE OLHARES...
Com esses sorrisos que são como declarações olhando nos olhos, só que indo bem mais além o contato entre almas pode ser sentido e os corações entram em uma sintonia perfeita.......
Para a felicidade de uma mulher!
Não basta fazer tudo o que ela quer!
E sim, ser tudo o que ela quer.
"Apenas um belo sorriso pode mudar o dia de alguém."
"Às vezes um lindo sorriso que traz em seu rosto pode tirar o desgosto de alguém que não está disposto a sorrir. "
Lenilson Xavier
Houve, uma vez, um rei que tinha uma filha extraordinariamente linda, mas tão soberba e orgulhosa que pretendente algum lhe parecia digno dela; repelia-os todos, um após outro e, ainda por cima, fazia troça deles.
Certo dia, o rei organizou uma grande festa e convidou, das regiões vizinhas e distantes, todos os homens que desejassem casar. Foram colocados todos em fila, de acordo com as próprias categorias e nobreza: primeiro os reis, depois os duques, os príncipes, os condes, os barões e, por fim, os simples fidalgos. Em seguida, fizeram a princesa passar em revista a fila dos candidatos mas ela criticou um por um, em todos encontrando defeitos; um era muito gordo: - Que pipa! - dizia; o outro muito comprido: - Comprido e fino não dá destino! - o terceiro era muito pequeno: - Gordo e baixo graça não acho; - o quarto era pálido: - A morte pálida! - O quinto multo corado: - Peru de roda: - o sexto não era muito direito: - lenha verde secada atrás do forno; - e assim por diante. Punha defeitos em todos mas, especialmente, visou e divertiu-se a troçar de um bom rei que estava na primeira fila, o qual tinha o queixo um tanto recurvo.
- Oh, - exclamou, rindo-se abertamente, - esse tem o queixo igual ao bico de um tordo.
E daí por diante, o pobre rei ficou com o apelido de Barba de Tordo. Mas o velho rei, ao ver a filha caçoar do próximo e desprezar todos os pretendentes lá reunidos, encolerizou-se violentamente; e jurou que a obrigaria a casar-se com o primeiro mendigo que aparecesse à sua porta.
Decorridos alguns dias, um músico-ambulante parou sob a janela, cantando para ganhar uma esmola. Ouvindo-o, o rei disse:
- Mandai-o entrar.
O músico-ambulante entrou, vestido de andrajos imundos; cantou na presença do rei e da filha e, quando terminou, pediu-lhes uma esmolinha. O rei disse-lhe:
- Tua canção agradou-me tanto que vou dar-te minha filha em casamento.
A princesa ficou horrorizada, mas o rei disse:
- Jurei que te daria ao primeiro mendigo que aparecesse e cumprirei meu juramento.
De nada valeram os protestos e as lágrimas. Foram chamar o padre e ela teve de casar-se com o musico. Depois do casamento, o rei disse-lhe:
- Não é lógico que a mulher de um mendigo fique morando no palácio real; portanto, deves seguir teu marido.
O mendigo saiu levando-a pela mão, e, assim, ela teve de caminhar a pé, ao lado dele. Chegaram a uma grande floresta e então ela perguntou:
- A quem pertence esta bela floresta?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Depois atravessaram um belo prado verde jante e ela novamente perguntou:
- A quem pertence este belo prado?
Pertence ao rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
Mais tarde chegaram a uma grande cidade e ela perguntou mais uma vez:
- A quem pertence esta grande e bela cidade?
Pertence ao Rei Barba de Tordo;
Se o tivesses querido, pertenceria a ti.
Ah! como fui tola, meu bem,
Porque não quis ao Rei
Que a Barba de Tordo tem!
O músico-ambulante, então, disse:
- Não me agrada nada ouvir lamentares-te por não teres outro marido: achas que não sou digno de ti?
Finalmente chegaram a uma pobre casinha pequenina e ela disse:
- Ah! meu Deus. que casinha pequenina
A quem pertence a pobrezinha?
O músico respondeu:
- É a minha casa e a tua; aqui residiremos juntos.
A porta era tão baixa que, para entrar, a princesa teve de curvar-se.
- Onde estão os criados? - perguntou ela.
- Qual o que criados! - respondeu o mendigo; - o que há a fazer deves fazê-lo tu mesma. Acende logo o fogo e põe água a ferver para preparar a ceia! Eu estou muito cansado e quase morto de fome.
Mas a princesa não sabia acender o fogo, e nem serviço algum de cozinha, e o mendigo teve de ajudá-la se queria ter algo para comer. Tenho engolido a mísera comida, foram deitar-se; na manhã seguinte, logo cedo, ele tirou-a da cama para que arrumasse a casa. E assim viveram, pobre e honestamente, diversos dias até se consumir a provisão que tinham. Então, o marido disse:
- Mulher, não podemos continuar assim, comendo sem ganhar. Tu deves tecer cestos.
Saiu a cortar juncos e trouxe-os para casa; ela pôs- se a tecê-los, mas os juncos muito duros feriam-lhe as mãos delicadas.
- Vejo que isso não vai, - disse o homem, - é melhor que fies! Talvez consigas fazer algo.
Ela sentou-se e tentou fiar, mas o fio duro cortou-lhe logo os dedos finos até escorrer sangue.
- Vês, - disse o marido, - não sabes fazer coisa alguma; contigo fiz mau negócio. Vou tentar o comércio de panelas e potes de barro: tu poderás vendê-los no mercado.
"Ah! - pensou ela, - se vier ao mercado alguém do reino de meu pai e me vir sentada lá a vender panelas, como irá escarnecer de mim!"
Mas não tinha remédio, ela foi obrigada a ir, se não quisesse morrer de fome. Da primeira vez, tudo correu bem; porque era muito bonita, a gente que ia ao mercado comprava prazerosa a mercadoria e pagava o que exigia; muitos, aliás, davam-lhe o dinheiro e não levavam objeto algum. Com o lucro obtido, viveram até que se acabou, depois o homem adquiriu novo estoque de pratos; ela foi ao mercado, sentou-se num canto e expôs a mercadoria. De repente, porém, chegou desenfreadamente um soldado bêbado, atirando o cavalo no meio da louça e quebrando tudo em mil pedaços. Ela desatou a chorar e na sua aflição não sabia o que fazer.
- Ah, que será de mim! - exclamava entre lágrimas; - que dirá meu marido?
Correu para casa e contou-lhe o sucedido.
- Mas, quem é que vai sentar-se no canto do mercado com louça de barro! - disse ele. - Deixa de choro, pois já vi que não serves para nada. Por isso estive no castelo do nosso rei e perguntei se não precisavam de uma criada para a cozinha; prometeram-me aceitar-te; em troca terás a comida.
Assim a princesa tornou-se criada de cozinha; era obrigada a ajudar o cozinheiro e a fazer todo o trabalho mais rude. Em cada bolso, trazia uma panelinha para levar os restos de comida para casa e era com o que viviam.
Ora, deu-se o caso que iam celebrar as bodas do filho primogênito do rei; a pobre mulher subiu pela escadaria e foi até a porta do salão para ver o casamento. Quando se acenderam as luzes e foram introduzidos os convidados, um era mais bonito que o outro; em meio a tanto luxo e esplendor ela pensava, tristemente, no seu destino e amaldiçoava a soberba e a arrogância que a haviam humilhado e lançado naquela miséria.
De quando em quando os criados atiravam-lhe alguma migalha daqueles acepipes que iam levando de um lado para outro, e cujo perfume chegava às suas narinas; ela apanhava-as, guardava-as nas panelinhas a fim de levá-las para casa. De repente, entrou o príncipe, todo vestido de seda e veludo, com lindas cadeias de ouro em volta do pescoço. Quando viu a linda mulher aí parada na porta, pegou-lhe a mão querendo dançar com ela; mas ela recusou espantada, pois reconhecera nele o rei Barba de Tordo, o pretendente que havia repelido e escarnecido. Mas sua recusa foi inútil, ele atraiu-a para dentro da sala; nisso rompeu-se o cordel que prendia os bolsos e caíram todas as panelinhas, esparramando- se a sopa e os restos de comida pelo chão. A vista disso, caíram todos na gargalhada, zombando dela; ela sentiu tal vergonha que desejou estar a mil léguas de distância. Saiu correndo para a porta, tentando fugir daí, mas um homem alcançou-a na escadaria e fê-la voltar, novamente, para a sala. Ela olhou para ele e viu que era sempre o rei Barba de Tordo, o qual, gentilmente, lhe disse:
- Nada temas, eu e o músico-ambulante que morava contigo no pequeno casebre, somos a mesma pessoa.
Por amor a ti disfarcei-me assim, e sou, também, o soldado que quebrou a tua louça. Tudo isto sucedeu com o fim de dobrar o teu orgulho e punir a arrogância com que me desprezaste.
Chorando, amargamente, ela disse:
- Eu fui injusta e má, portanto não sou digna de ser sua esposa.
Mas ele respondeu:
- Consola-te, os maus dias já acabaram; agora vamos celebrar as nossas núpcias!
Vieram, então, as camareiras e vestiram-na com os mais preciosos trajes; depois chegou o pai com toda a corte, a fim de apresentar-lhe congratulações pelo casamento com o rei Barba de Tordo e, só então, começou a verdadeira festa.
- Ah! como gostaria de ter estado lá contigo nessas bodas!
Aprendi a duras penas a praticar a frase: "E assim vou construindo meu castelo com as pedras que me atiram".
Tenho aproveitado todo mal, toda indiferença, todo desprezo, toda perseguição que, gratuitamente, as pessoas - parentes e "amigos" - têm manifestado contra mim. Digo gratuitamente não porque sou uma "santinha perfeita", mas porque de fato muitos males me foram ocasionados a partir de sentimentos mesquinhos e não reconhecidos ou assumidos como inveja, ciúme, e afins, apesar de eu ter motivos de sobra para que me amassem, me respeitassem, me considerassem.
Mas aprendo do meu Deus vivo uma coisa importantíssima. Ele disse: "Jesus lhes disse: "Só em sua própria terra, entre seus parentes e em sua própria casa, é que um profeta não tem honra" (Mc 6:4). Ou seja, se você é pastor - homem ou mulher de Deus, digo, que serve a Deus, você só é honrado, respeitado, considerado, e reconhecido como uma pessoa de Deus fora de sua casa e de sua parentela. Graças a Deus, porém, que sabemos que existem muitos que nos conhecem de verdade e sabem o que somos, o que fazemos e o quanto desejamos servir a Deus com honradez a fim de ter a dignidade de sermos chamados pelo seu nome.
A partir deste aprendizado, desejo que cada cristão que deseja servir a Deus, continue nesta luta junto com o Senhor sem esmorecer diante das pedradas recebidas, mas que se abaixem em glória e sob a misericórdia de Deus para apanharem cada pedra e transformar cada uma em um importante material de construção a ser juntado com outros de igual característica a fim de formar o castelo tão sonhado.
Eu já sei o meu castelo qual é! Muito obrigada, povo atirador de pedras, por terem me escolhido debaixo da permissão de Deus.
Se fizeram com o meu Deus o que fizeram, por que não fariam comigo?
"Pois, se fazem isto com a árvore verde, o que acontecerá quando ela estiver seca?" (Lc 23:31).
CONFESSO
Confesso!
Te amei... Tanto! Tanto...
Que acabei perdendo-me dentro de um amor
Que nunca foi completamente meu!
Mais que habitou em mim
Por muitos anos até que um dia findou...
Sem rastros
Sem saudades
Sem nada!
Apenas deixou-me aprendizados
Nos quais nunca vou esquecer-me!
Pois ....
É tudo que me faz seguir...
Em frente sem olhar tanto para trás
Como antes.
O ceticismo nunca foi bem recebido. A prova disso é que "cético" é usado como ofensa, o que deveria ser um bom elogio.
“Muitos dos fracassados da vida são pessoas que não perceberam o quão perto elas estavam do êxito quando elas desistiram.”
Um tiquinho teimosa , eita (Arianos). Quando coloco algo na cabeça. Difícil mudar ... A não ser, que me provem o contrário! Aí sim, estarei aberta a mudar de ideia...
Pais criam filhos "cheios de vontades,mimados,cheios de não me toques," depois reclamam quando não são ouvidos, reclamam quando não são amados, reclamam quando não são vistos como exemplo.
Filhos precisam de pais que lhes ensinem que o amor ultrapassa os limites da nossa existência, que é preciso cultivar sentimentos de gratidão, amor ao próximo, fé,amor a Deus.
É preciso ensinar aos filhos o valor do trabalho, o valor do dinheiro, o valor do ter, hoje em dia muito se dá para preencher o vazio da ausência dos pais que que não têm tempo para os filhos.
Os filhos entendem a ausência dos pais quando estes estão trabalhando, só não entendem quando estão debaixo do mesmo teto e a distância continua.
E o resultado é essa sociedade perdida, sem rumo, sem saber pra onde vai, sem saber definir o certo e errado, tudo precisa começar no lar, onde pais possam educar seus filhos para serem cidadãos éticos, conscientes, capazes de prosseguir nos caminhos da vida com a conquista da felicidade que dinheiro nenhum compra.
CANÇÃO
A música acalma, identifica, cura. Que sua autocobrança desapareça a cada nota da canção. Que seu sono seja embalado pela melodia calma e pela letra tranquila. Deixe ir.
Paixão proibida, só não escolhe o autor e sim a dor e essa provavelmente ela escolhi a mais forte que existi ou que alguém jamais já sentiu.
Neste brando inverno
Nosso amor floresceu eterno
Em descendência e vida
Nos regalou essa flor querida
De alma tão serena
A nossa doce Elena.
Então DELETE, tudo aquilo que não valeu a pena.
BLOQUEIA totalmente do seu coração, quem mentiu, quem enganou seu coração, quem te fez sofrer, quem teve inveja, quem tentou destruir você.
ADICIONE pessoas que realmente se importa contigo, que faria qualquer coisa para te ver sorrir.
CURTA fotos e momentos com pessoas que estão no seu ciclo de amizade.
Não ligue quem fica te CUTUCANDO, talvez para chamar atenção ou talvez para te irritar.
Converse em BATE-PAPO, ao em chamada de VÍDEO conversas úteis, e agradáveis. Que você possa aprender com o outro.
Faça um EVENTO e convide as melhores pessoas para a sua festa.
EXCLUA tudo o que te faz mal.
SALVE sempre o que for de bom, e relembre de como foi bom...
"Meu carinho, meu respeito e o meu amor por você é do tamanho da importância que você me dá."
Lenilson Xavier
