Faz de Conta Qu eu Acredito

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Eu sempre quis viver bem dentro da medida do possível, dentro da palavra de Deus e ouvir sempre em meu coração, e assim que se diz, como é o grande o meu amor.
Essa é uma busca profundamente bonita e legítima. Viver "dentro da medida do possível dentro da palavra" e sintonizar o coração para ouvir a voz do "seu grande amor" — seja esse amor uma força divina, uma pessoa real ou a sua própria essência mais profunda.


Ricardo Viga

Primeira vez, eu juro que me arrependo
Na segunda, eu já tô esquecendo
A sua mancada vira assunto, vira história
A minha? Eu deleto da memória
É fácil pedir desculpa sem sentir a culpa
Essa minha armadura já virou minha burca.⁠

Deus, eu não sei quando esta situação vai mudar, mas enquanto espero, te peço ânimo e forças para continuar.
— Jucelya McAllister

Às vezes eu me irrito e durmo triste porque nem tudo colabora a nosso favor. Dá uma vontade de culpar o destino e desistir. Mas, no outro dia, desperto feliz, pois a saudade me lembra tudo o que você significa para mim. Meu coração te respira e se enche de vida. É como uma força maior que conspira para que este amor só cresça, dia após dia.
— Jucelya McAllister.

EU ME RENDO A TI

Deus, eu ouvir dizer que tu ampara os desprezados, que cura os angustiados... Por isso reuni as minhas últimas forças e vim. Aceita? É um coração em pedaços. Desculpa, isso é tudo o que tenho para te oferecer. Mas se quiseres, podes me refazer e me acolher naqueles braços que se abriram para o mundo. Tu estava lá suportando tudo, pois podia olhar para o futuro e contemplar o meu presente estado, sabia que um dia eu iria precisar da tua ajuda. Senhor, cá estou, me olha agora. Sei que não sou nada que desperte desejo, mas tu vês em mim algum proveito? Deus, eu preciso de ânimo para continuar e nem sei qual rumo tomar. Mostra-me o caminho, dê sentido a minha vida, eu preciso ser alguém. O que queres que eu seja? Tens algum plano para a minha vida? Não me deixe a mercê de mim mesmo, já provei que não sei me cuidar, não existe salvação noutro lugar. Acredito que não estou aqui por acaso, porque estive tão longe a ponto de não ter capacidade para te buscar. Alguém me disse que, na verdade, foste Tu que me atraíste; então dá-me o teu perdão. Em nome do teu filho Jesus Cristo, eu imploro que me aceite. Eu me rendo a ti.

— Jucelya McAllister

Àqueles que falam mal de mim pelas costas: sim, eu sei que tenho uma porção de defeitos, mas pelo menos só tenho uma cara.

— Jucelya McAllister

⁠Eu só peço a Deus a bênção de viver cercada por aqueles que me amam pelo que sou e não somente pela minha utilidade. Pois, só podemos entender o nosso real significado na vida das pessoas, quando elas insistem em permanecer ao nosso lado; mesmo quando tudo o que nos resta são apenas boas lembranças, dor e cansaço.

— Jucelya McAllister

EU VOU MORRER.


Não escrevo isso como despedida. Escrevo como constatação.


Eu vou morrer.


Você também.


E talvez uma das coisas mais estranhas sobre estar vivo seja justamente esta: sabemos perfeitamente como a história termina e, ainda assim, acordamos amanhã fazendo planos para daqui a dez anos.


Compramos coisas.
Criamos projetos.
Nos apaixonamos.
Guardamos fotografias.
Prometemos “para sempre”.
Marcamos compromissos para a próxima semana como se o universo tivesse assinado algum contrato conosco.


Não assinou.


O relógio nunca prometeu esperar.


Talvez por isso a morte não seja apenas o contrário da vida. Talvez ela seja aquilo que dá peso a cada segundo dela.


Uma música seria diferente se nunca terminasse.
Um pôr do sol perderia parte da beleza se permanecesse para sempre no horizonte.
Um abraço talvez não significasse tanto se não existisse a possibilidade de ser o último.


Somos temporários tentando construir coisas permanentes.


E existe algo absurdamente humano nisso.


Escrevemos livros sabendo que um dia não estaremos aqui para lê-los.
Plantamos árvores cuja sombra talvez nunca utilizemos.
Amamos pessoas mesmo sabendo que, por partida, distância, mudança ou morte, algum dia teremos de aprender a existir sem algumas delas.


Talvez viver seja justamente essa insolência contra o tempo.


Olhar para uma existência limitada e dizer:


“Mesmo assim, eu vou fazer alguma coisa com ela.”


Eu vou errar.
Vou mudar.
Vou perder pessoas.
Vou encontrar outras.
Vou abandonar versões de mim que um dia considerei definitivas.
Vou olhar fotografias antigas e talvez não reconhecer completamente o homem que estava nelas.


E um dia, inevitavelmente, tudo aquilo que hoje chamo de presente será passado.


Até que eu também seja.


Então sim:


EU VOU MORRER.


Mas ainda não morri.


E, para mim, talvez toda a filosofia desta vida esteja escondida justamente nessa diferença.


Porque eu ainda estou aqui.


Ainda tenho coisas que nunca disse.
Livros que ainda não escrevi.
Pessoas que ainda não conheci.
Lugares onde meus pés nunca tocaram.
Abraços que ainda não dei.
Erros que provavelmente ainda vou cometer.
Ideias que hoje nem sequer existem dentro da minha cabeça.


Ainda existem páginas minhas completamente em branco.


E isso me assusta tanto quanto me fascina.


Não sei quanto tempo tenho.


Talvez ninguém saiba realmente.


Por isso não quero passar a existência inteira tentando parecer eterno.


Não sou.


Meu nome um dia será pronunciado pela última vez.
Minha voz um dia existirá apenas em alguma gravação.
Minhas fotografias ficarão mais jovens do que eu jamais poderei voltar a ser.
Os lugares onde passei continuarão existindo sem perguntar por mim.


E, estranhamente, eu aceito isso.


Porque não quero vencer a morte.


Quero vencer a possibilidade de chegar até ela sem ter sido verdadeiramente eu.


Quero ter amado do meu jeito.
Errado algumas vezes.
Acertado outras.
Escrito aquilo que tive coragem de pensar.
Construído aquilo que um dia parecia impossível.
Mudado de ideia quando fosse necessário.
Pedido perdão quando meu orgulho finalmente ficasse menor que minha consciência.
E deixado alguma coisa de mim nas pessoas que atravessaram a minha história.


Não preciso que o mundo se lembre de mim para sempre.


Só não quero chegar ao fim e perceber que passei a vida inteira tentando ser alguém que não era.


Quando a morte finalmente chegar até mim, não quero perguntar por que ela veio.


Quero olhar para trás.


Para o menino que fui.
Para o homem que tentei me tornar.
Para tudo que perdi.
Para tudo que amei.
Para cada versão de mim que precisei abandonar para chegar até aqui.


E então talvez eu consiga dizer, pela última vez, sem filosofia, sem personagem, sem título e sem nenhuma necessidade de parecer maior do que fui:


Meu nome é Jefferson Marconis Lima Silva.


Eu estive aqui.


Eu amei algumas pessoas.
Algumas ficaram.
Outras viraram memória.


Eu tive medo.
Eu errei.
Eu recomecei.
Eu escrevi.
Eu sonhei coisas grandes demais.
Eu mudei.
Eu vivi contradições que jamais consegui explicar completamente.


E, mesmo sabendo desde o início que perderia para o tempo, continuei.


No final, talvez eu não queira deixar uma grande resposta.


Talvez queira deixar apenas uma pequena prova:


eu existi.


E enquanto existi, tentei transformar o pouco tempo que recebi em alguma coisa que tivesse a minha forma.


Então, quando chegar a minha hora, o mundo continuará.


O sol nascerá sem mim.
Alguém estará rindo em algum lugar.
Uma criança estará começando uma história enquanto a minha termina.


E tudo bem.


Porque eu nunca precisei ser eterno.


Eu só precisava estar verdadeiramente vivo enquanto ainda era a minha vez.


— Jeff Marconis

Vão criticar o tamanho do sonho e o brilho da conquista, mas se a vontade de Deus prevalecer e eu alcançar os quatrilhões, a boca dos invejosos vai virar silêncio.

Os críticos podem tentar apagar meu brilho, mas quando a justiça de Deus se cumprir e eu chegar ao topo como trilionário, cada obstáculo virá apenas para enfeitar a vitória.

Nós não devemos ser melhor do que ninguém, mas sim melhores do que o nosso eu do passado...
Seja o seu melhor futuro

De todos os jeitos: escrito, digitado, desenhado e rublicado...
Nenhum deles pode descrever o que eu sinto quando penso em você.

Oi Amor
Passando pra dizer a você que olhe para o céu , eu pedir a lua pra mandar um beijo pra você, mas fica ligada que esse pedido veio voando pelo céu atravessando nuvens até o seu encontro

Eu sou injusta?


O mundo é injusto!
As crianças passam fome na África.

Eu só queria uma chance, uma oportunidade de ser feliz...
Nem tudo que queremos teremos, e isso é mais um tapa que eu levo na cara de duvidar das minhas próprias previsões.
Chora, chora, chora, e depois tomar uma atitude.

Era tudo que eu queria, e o que eu queria era quase nada...

As vezes, sinto minha presença tão insignificante que talvez eu não esteja errado, talvez eu realmente não signifique nada.

Era de fato realmente estranho de tudo que eu já havia visto, não sei bem o que dizer nem mesmo como me expressar, o que sinto agora é inédito, e se não é negativo é bem parecido... Quero me abrir agora mais ao mesmo tempo não quero me abrir... acho que na verdade a paz esta no palavrão que eu não digo.

Engraçado como eu sinto quando as pessoas querem se afastar de mim... o pior ainda é compreende-las, ninguém aguenta meu gênio forte, minha personalidade.
Sei que sou insuportável em determinado momento, mais é ruim esse sentimento, essa sensação das pessoas te evitar pelo que você realmente é, sem mascara nenhuma.
Mais a vida continua, uma coisa nessa caminhada eu aprendi:
As pessoas veem e vão, é sempre assim...
Queria que fosse diferente, mas talvez se fosse diferente não teria sentido nem lógica, a lógica que eu ainda não entendi.

E depois de dez meses refletindo eu descubro que meu erro foi tentar ser feliz demais.