Faz de Conta Qu eu Acredito

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Hoje perfeito


A cada dia que se passa eu acrescento lentamente uma porção de amor na relação,
Tenho a sensação de trabalhar, estudar, me relacionar melhor com as pessoas e até de respirar melhor depois que começamos a explorar o nosso magnetismo sentimental,


Sinto que você está mudada, antes era mais rígida e tímida nas suas demonstrações de afeto, antes eu percebia um certo receio e até medo de você se deixar emocionar a fundo na relação, mas as travas e os paradigmas foram caindo um a um,


É visível o teu carinho , tá no ar, tá no teu olhar, o teu jeito exala alegria, a tua simplicidade mostra o quanto você se entrega sem se esforçar para expressar o teu amor,


Dizem que o amanhã não pertence a ninguém, então eu quero fazer todos os meus hoje perfeitos.

Sincerão



O estádio poderia está lotado e mesmo assim eu sentiria você e te acharia, uma vez que o amor é cego, mas a esperança não é,


Lembra daquele dia na enchente que atravessamos e eu te carreguei no colo por todo o trajeto até a terra seca e você com toda sua preocupação me perguntava a cada segundo se eu estava bem, lembra?


Tuas preocupações são minhas preocupações, teus dias comigo são partes dos meus melhores momentos da vida, as tuas noites são minhas prioridades, pois os meus pensamentos vão como flechas no teu coração para se tornarem guardiões dos teus sentimentos,


Palavras escritas são infinitas, palavras ditas tem o poder transformador, palavras sentidas são tão leves que recarregam a nossa alma,


Hoje, eu te entrego mais uma rosa da nossa plantação de amor.

Deixa eu sentir o sabor de como é te amar?

Não te esqueci


Em cada esquina que eu passar nas madrugadas vou continuar te encontrando sejam através das músicas, sejam em cada copo de cachaça ou sejam em cada abraço de saudades dados nas mulheres sem rostos.


As noites tem se tornado por vezes frias e demoradas, ou densas e cheias de narrativas vazias, mas em nenhuma delas posso dizer que esqueci de você.

Bastou um gole de você para eu me apaixonar.

Eu não quero me matar,
eu quero me desliga por um minuto.
Sem as vozes da minha cabeça.
Sem minha mãe reclamando que eu não faço mais nada.
Sem os deveres absurdos que a escola passa.
Sem a da pressão que a vida dá.

Acho que a pior coisa que aconteceu quando eu estava me descobrindo não foi o medo de não me aceitarem, mas o fato de eu não ter me aceitado.

Existem vários "EUs" dentro de mim.

Um EU é alegre.
Um EU é triste.
Um EU é paz.
Um EU é angústia.
Um EU é ódio.
Um EU é indiferente.
Um EU é amoroso.
Um EU é frio.
Um EU é sociável.
Um EU é antissocial.
Um EU é atencioso.
Um EU é magoado.
Um EU é arrogante.
Um EU é orgulhoso.
Um EU é vaidoso.
Um EU é solidário.
Um EU é egoísta.
Um EU é frustrado.
Um EU é cansado.
Um EU é ansioso.
Um EU é estressado.
Um EU é agradável.
Um EU é desagradável.
Um EU é normal.
Um EU é louco.
Um EU é lembranças.
Um EU é mudança.
Um EU sou EU.

E cada EU aparece no momento que precisa aparecer.
Cada momento nasce das escolhas que fiz — e das que escolhi não fazer.

Agora, escolho ser quem sou.
E isso é o que estou sendo, neste exato momento.

Eu sou

Eu sou a vida dentro desse corpo.
Eu sou esse sentimento.
Eu sou minhas lembranças.
Eu sou as pessoas que conheço.
Eu sou as músicas que ouço.
Eu sou o amor que nego.
Eu sou meus medos.
Eu sou meus defeitos.
Eu sou minha bondade.
Eu sou as dificuldades que superei.
Eu sou aquilo que às vezes evito ser.
Eu sou o que eu preciso.
Eu sou minhas prioridades.
Eu sou as viagens que faço.
Eu sou as escolhas que faço.
Eu sou os risos que causo.
Eu sou as festas que vou.
Eu sou o que comemoro.
Eu sou a paz que transmito.
Eu sou a companhia que me acolhe.
Eu sou as amizades que tenho.
Eu sou a inocência.
Eu sou a essência.
Eu sou a vida.

A inveja do meu Eu:
Juliano Assis.


Saio do parque com o livro debaixo do braço. Aquela lagarta fica comigo. Tenho para mim que a única forma honesta de heroísmo é esta: ver a existência como um breve flash entre dois infinitos de escuridão — e mesmo assim insistir em contrariar as regras. Camus chamou isso de revolta. Eu chamo de birra. E que seja.

Para os meus sonhos
eu trabalho de graça, mas
parao dos outros eu cobro.

Fotografia em 3000

Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam vitória,
E eu canto mais amar.
Ah, eu sei bem é da glória.
Eu fico para a história,
Eles ficam para ganhar.
Senta limpo na estrada,
Molha o pé na calçada,
Meio fio de Ninguém.
E na hora da Pedrada,
outra bruxa. Ah, Coitada.
Liberta e é refém.
Nessa minha geração
Que não conhece nada
Por inteiro
Nunca abre o livro, então,
Diz que ele é
Feiticeiro.
Viver na sombra lenta
Junto aos subestimados
Na verdade, acalenta
Todos os gênios cansados.
A cultura na fogueira,
Brutalmente assassinada
E na fulgura, berradeira,
O povo faz outra piada.
Prepotente, berra um.
Suicida, berram dois.
“Eu sei mais do que o comum”
E pediu feijão com arroz.
Ah, eu sei bem da história
De quem levanta seu cartaz
Faz a arte, ganha escória
Apenas por tentar demais.
“Não levante tanto a voz”,
“Não fale tanto de si”,
Ah, eu tiro bem os pós
E esfrego no que li.
Todos morrem sem flores
E florido é o caixão
Ah, querem mais é dos autores
Do: “calados vencerão”.
Ah, eu sei bem da história,
Eles cantam a vitória
Com meu sol escaldante.
Mas
Quando tudo for memória
Veremos a dedicatória
A quem morreu com
Seu berrante.

(Vanessa Brunt)

Hoje eu me sinto cansada, Senhor, das lutas do dia a dia, do trabalho constante, do peso da responsabilidade que eu mesmo tomei sobre meus ombros.


Também me sinto só, por conta de mim mesmo, pela falta de confiança que nao tenho nem da minha própria sombra, pelo pouco do amor que diminuem em minhas veias, de tanto espreme las para dar de beber as vidas que dependem do meu ser.


E para que esse sentimento nao me consuma ainda mais, procuro olhar para céu e comtemplar tua grandeza, pois so posso ver a tí desta maneira, como é linda a lua , como brilham as estrelas!


Hoje me vi de frente com o passado, no ano de 1930, um senhor de 96 anos de idade, disse está bem de saúde, nisso eu acredito, ele até leu os meus discos, com sua senhora ao lado, mais nova que ele um bocado.


O que me chamou atenção foi que, daqui a quatro anos ele completa 1 século de vida, eeu com apenas 35 sentindo essa agonia.


Deus, dai-me força porque um século é muita coisa, e se ele está bem e com saúde, de solidão eu nao morrerei, farei um trato com ela, nem ela me oprime, nem eu á manderei ir embora.


Quesera eu, que fosse uma ressaca de cachaça, pois ressaca se sabe que passa, mais ela nao, ela tomou partido aqui , nem eu vivo sem ela, nem ela vive sem mim.

Eu me entedio com o cotidiano, talvez por isso eu me refugio nos meus pensamentos e nas minhas inspirações...
Vivo os meus dias no que escrevo, descubro o meu passado, presente e o futuro no poema elouquente;

Diga-me, destino...
Por que me escolheste, se desde o primeiro passo já havias decidido que eu caminharia sozinho?
Arrancaste-me do meu mundo com promessas de glória. Chamaste-me de herói antes mesmo de conhecer meu nome.
Mas bastou uma mentira...
Uma única mentira.
E tudo aquilo que juravam admirar transformou-se em desprezo.
Roubaram minha honra antes que eu pudesse defendê-la. Condenaram minha voz antes que eu pudesse falar. Julgaram meu caráter sem jamais olharem em meus olhos.
Diziam que eu era o escudo.
Mas, quando precisei de proteção, não havia ninguém.
Enquanto outros recebiam espadas, lanças e arcos, eu carregava apenas o peso da desconfiança.
Chamavam-me de criminoso. De traidor. De indigno.
E, ainda assim, esperavam que eu salvasse aqueles que me apedrejavam.
Que ironia...
Queriam meu sangue, minha força, meu sacrifício.
Queriam que eu derramasse lágrimas por um reino que nunca derramou uma única por mim.
A cada porta fechada, aprendi que a confiança é um luxo para os ingênuos.
A cada olhar de nojo, aprendi que a solidão é mais honesta do que a falsa bondade dos homens.
Então, responde-me, destino...
Quando foi que deixei de ser um herói e me tornei apenas o recipiente do ódio alheio?
Ou talvez...
Eu nunca tenha sido visto como um homem.
Apenas como uma ferramenta.
Algo para ser usado, culpado, descartado e convocado outra vez quando o mundo estivesse prestes a ruir.
Dizem que a raiva me consumiu.
Mas ninguém pergunta quem acendeu esse fogo.
Ninguém pergunta quantas vezes precisei juntar os pedaços de mim que eles mesmos quebraram.
Ainda assim...
Continuo caminhando.
Não porque acredito neste reino. Não porque confio nas pessoas. Nem porque desejo ser chamado de herói.
Continuo porque me recusaram o direito de desistir.
Se o mundo insiste em enxergar um monstro, que veja.
Se o destino deseja me dobrar, que tente.
Pois aquele jovem que acreditava na justiça morreu no dia em que foi traído.
O homem que permanece...
Já não luta por reconhecimento.
Luta apenas para provar que nem o ódio de um reino inteiro foi capaz de arrancar a única coisa que ainda lhe pertence:
Sua própria vontade.

Mamãe
Você está morta há 27 anos agora
E eu preciso te dizer
Que eu não sou mais o velho Aldo
Que você costumava conhecer
Também você costumava dizer que
Eu não era totalmente adulto
Mas todo dia, quando eu
Ouvia
Você dizendo isso
Meus sentimentos ficavam muito magoados
E eu também ficava muito chateado
Eu já era um homem naquela época
Você não me deixava ter
Amigos
Você também costumava me dizer
Que eu não sabia me socializar
Com as pessoas
Mas você também nunca me deixou
Ter
Liberdade na minha vida
Mamãe
Hoje, se você estivesse aqui
Para ver o Aldo maduro
Que eu me tornei
Hoje eu tenho 58 anos
Mamãe
E também tenho muita
Liberdade
Na minha vida
Eu simplesmente amo que você esteja
Morta
Porque assim eu posso ter minha
Vida
E ser maduro
Também você odiava tanto
Minha poesia
Mas hoje estou escrevendo poemas
Há 27 anos
E nunca vou parar de
Escrever
Poemas porque é terapia
Para mim
Mamãe
Eu ainda tenho minha vida aqui
Na Terra
E tenho bons amigos
Que me apoiam
No meu dia a dia
Mamãe
Espero que você esteja descansando
No céu
Mamãe
No dia em que eu morrer, irei
Para o céu
E lá estaremos
Reunidos novamente

Se me chamam de marxista, leninista ou stalinista, eu respondo: esses conheço só de ouvir, mas lulista, petista e trabalhista somos bons companheiros.

Quando eu estou pra baixo você é a primeira pessoa que junta os teus cacos coloca no bolso e vem me socorrer.
Quando acontece algo bom/extraordinário você festeja junto comigo... Você se alegra em cada conquista e sonho realizado.Que no fim das contas ambos ficam felizes! Sua amizade foi o meu melhor presente em 2025 sou muito grata a Deus por isso. Com você eu me sinto verdadeiramente livre pra ser quem eu sou de verdade: espontânea, divertida, tagarela, chata e religiosa. Você conhece todos os meus defeitos e qualidades, inclusive uma qualidade que eu achava que era o meu defeito (autêntica).
Palavras são incapazes de descrever o quanto sou alegre por ter a sua amizade e sua parceria.
Gratidão!😇💙
(Jefa Medeiros)
Fiz esse texto para o meu melhor amigo e anjo da Guarda

Com ou Sem Você


Eu vou seguir, com ou sem você. Vou realizar os meus sonhos, e bater de frente com tudo o que combato, com ou sem você. Vou trazer ao mundo o que resta dos meus sentimentos, de toda essa arte, com ou sem você.
No fim, escolherei a partida. Direi o último adeus, quando meus passos não forem mais os mesmos, e não restarem motivos. Enquanto viver, posso até amar, mas não estarei mais esperando pelo que pode acontecer. Não vou mais te esperar. Eu vou seguir, bem ou mal, com ou sem você aqui.
- Marcela Lobato

Em uma bela noite, estava eu, rindo, olhando o céu, lembrando do momento em que parei no tempo, olhando o chão vivo da terra que pisamos. Pensei, repensei: se pudesse voltar naquele ponto e somente falar, mesmo sem olhá-la: "Eu te amo. Você me ama?". Queria escutar a voz mansa dizer: "Tá bem? Claro, amor da tia...", mas só...


Parei, voltei à realidade. Senti a brisa no pescoço, que mostrava-me vivo, vivo da carne que cortava, que doía, mas que mal sentia; dos gestos que não sentia, pois a rotina acabara. Lembrei que o todo se transformou em empatia, em só ajudar, pois não era nada para mim. Concluía que transformara no significado que dará à vida, que mudará a depender do tempo, mas que sempre era veloz, nada nítida, mas linda nos maiores, mais belos e horríveis dias.


Não aprendera a ver o mal. Tentara imitá-lo na tristeza, mas queria rir dela. Será que aprendi a verdade, ou aprendi a desaprender? Choro, rio, grito e me descasco em sangue. Será que fui eu quem mudou, ou foste tu que nunca exististe como lembro?