Fato
[OS JORNAIS DO PONTO DE VISTA DOS HISTORIADORES - 2]
O fato de que os jornais, na era industrial contemporânea, dirigem-se a um universo amplo e diversificado de leitores também os distingue de outras fontes que podem ser constituídas pelos historiadores. Em uma carta privada, por exemplo, temos um único autor que se dirige a um único leitor. E em um diário temos um autor que se dirige a si mesmo. Mas nos jornais temos um certo número de autores que se dirigem a muitos e muitos leitores. Mesmo que haja em cada grande jornal uma bem definida linha editorial que busca constituir uma identidade e congregar autores parecidos em alguns aspectos, não é possível desprezar o fato de que, por trás de cada jornal, existe uma pequena diversidade de homens e mulheres que lhe dão vida - tanto do ponto de vista de produtores de conteúdos e discursos, como do ponto de vista de receptores e consumidores destes mesmos conteúdos.
Este aspecto, que ajuda a definir o jornal como uma ‘produção multi-autoral’ – ainda que nem todos os autores dos textos jornalísticos sejam nomeados – faz dos jornais modernos um tipo de fontes nas quais a regra é a alternância de muitas vozes e diferentes agentes discursivos. Assim, um determinado jornal pode responder por um único nome – O Jornal do Brasil, The Times ou Le Monde – e em torno deste nome pode-se apresentar uma certa identidade e estilo dominante, ou predominar uma tendência menos ou mais bem definida de posicionamentos políticos; mas cada nova edição deste jornal abriga de fato uma diversidade considerável de autores, ocultos ou não. Lidar com uma fonte multi-autoral, como no caso dos jornais diários, é diferente de lidar com uma fonte mono-autoral, como a correspondência, a obra literária ou o relatório administrativo
[extraído de 'Fontes Históricas - introdução aos seus usos historiográficos'. Petrópolis: Editora Vozes, 2019, p.184].
Escritores apenas escrevem, simples fato, tentam descobrir algo na escrita mas sabem que a razão está na filosofia.
[EVENTUAIS OPOSIÇÕES ENTRE CAMPOS HISTÓRICOS]
É digno de nota o fato de que algumas das 'dimensões' - os campos históricos que se referem aos enfoques que são trazidos a primeiro plano nos estudos historiográficos - podem começar por ser construídas na história da historiografia por contraste com outras, por vezes gerando certas oposições mais marcantes, até que em seu desenvolvimento posterior certas interfaces possam ser estabelecidas ou retomadas. De certo modo, a História Social e a História Econômica do século XX começaram a ser edificadas a partir de um contraste com a velha História Política que se fazia no século XIX – e isto resultou no provisório abandono de alguns objetos por estas novas sub-especialidades (por longo tempo, declinariam na prática historiográfica profissional do século XX a biografia de personalidades políticas importantes e a história das grandes batalhas, temas que depois retornaram nas últimas décadas do século XX). Em suma: o caleidoscópio historiográfico sofre os seus rearranjos. E estes rearranjos são eles mesmos produtos históricos, derivados das tendências de pensamento de cada época e das suas motivações políticas e sociais. Os paradigmas acabam sendo substituídos uns por outros, por mais que tenham perdurado, e trazem a seu reboque novas tábuas de classificação.
[trecho extraído de 'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, 2004, p.21].
Não me leve a mal, não é que eu não tenha gratidão por minhas conquistas, mas o fato é, que eu não sou forte o suficiente para me apegar e depois ver tudo sumir.
Estaríamos nós como sociedade de fato se tornando mais livres ou apenas fazendo parte de um novo modelo de escravidão? Teria então, os métodos de opressão se tornado mais sofisticados do que antes? Somos realmente livres ou estamos apenas seguindo mais um novo modelo de escravidão aparentemente inofensivo sem perceber o seu real perigo? Do que estamos sendo privados? Onde reside o perigo? Dê uma bela olhada em sua volta e perceba com atenção cada detalhe que te cerca, e depois olhe para você mesmo procurando as correntes.
Somente nós sabemos de fato os desafios internos e externos que enfrentamos no nosso dia a dia, é ilusão achar que podemos transferir as nossas cicatrizes para os outros. Isso seria como estar dirigindo um carro apenas com os pedais e o volante nas mãos de outra pessoa.
Não se engane o Raciocínio do tirano é exatamente assim e a irônia está no fato de que por muitos é amado , Ele diz não me diga para ser objetivo e ter clareza em minhas ideias , pois aqueles para quem irei discursar possuem a inteligência de um Asno, e sua compreensão é limitada então apenas me censure quando a massa compreender os livros de Drummond, há tragédia nos livros de Shakespeare e quando entenderem os pontos de vista de Platão , fora isso irei falar por horas e anos e ainda não serei compreendido , e ainda sim pela ironia do destino , por essa multidão de ignorantes e estúpidos por definição, eu ainda serei amado.””
Na realidade nada é seu de fato.
Com isso não se iluda, não se desgaste , não se aprisione demais, pra no final você nao cair na decepção profunda de um dia ter achado que ia ser pra sempre.
De no final perceber que tudo que você fez foi invao ou uma grande perda de tempo.
A aprendizagem é a nossa própria vida, desde a
juventude até a velhice, de fato quase até a morte;
ninguém passa dez horas sem nada aprender
O melhor trabalho, é aquele que você não sente que é um trabalho, pelo simples fato de sentir-se bem com o que faz.
Penso muito sobre razões para ações em que realizamos ao longo do dia.
O que de fato me fascina, são as maneiras em que cada um de nós adquirimos para sobrevivência.
Algo que questiono todos os dias é: por que somos tão influenciados a fazer certas decisões?
Poderíamos "ser quem somos ".
Muitas de nossas ações são reflexo da pressão de muitos ou talvez algo dentro de nós que gostaria de se sentir superior e não algo considerado "estúpido".Nos falta sabedoria para ser quem nascemos para ser.
Algo que percebi e que deve ser questionado é que nossos medos e emoções nascem a partir de reflexos de ações.
Não há estação errada, cores específicas ou desencontros.
O que existe de fato, é uma resistência em abandonar essa prisão de métodos e fórmulas.
É esse litígio interno que provoca toda angústia e ansiedade.
É a vida real diluindo a falsa noção de liberdade que nos ensinaram.
Admiro
Admirado sou.
De fato é incrível.
Obras, engenharias, arquiteturas.
Redes, ciência e excelência.
Dedicação, competência.
Doutores, verdadeiros santos da providência.
Mestres das estratégias.
Sábios construtores.
Persuadidos.
Dons atrevidos.
Tribunais e alçadas.
Desembargadores.
Senhores.
General, coronel.
Cruzadas.
Santa inteligência federal.
Empresários a mil grau.
Professores de carreira.
Políticos sem frontreiras.
Olha o fazendeiro, a carne o estrangeiro.
Petróleo, gás e minério.
Brasil, grande império.
Que eu sou um patinho feio.
Meu nardo desse meio.
Assumo.
Resumo.
Brasil, inteligência.
Referência, rico.
Abin.
Agulhas negras.
E a mim.
A mim.
Coitadim.
Giovane Silva Santos
NADA MAIS IMPORTA
Estou morrendo! Sim, de fato, uma tragédia!
O meu corpo não responde; sinto o frio
Minerando o interior de meu vazio;
Minha mente só emula minha acédia.
Chicoteia-me, taciturna, a Moléstia
-As lembranças dessa vida- como rio,
Corre, arranha-me a face à cego fio,
Enquanto beija-me a carne a morfeia.
Estou morrendo de tudo que tenho escrito...
Estou morrendo, assim, só. Assim, restrito
A realidade estupidamente morta.
Fragmenta minha alma triste e doente:
Já não há luz, nem vida, nesse ambiente,
Só o silencio. E nada mais importa...
Itamar FS
Quantos pensamentos negativos que consumiram boa parte da sua energia de fato se concretizaram? E quanto da sua energia você já doou a seus sonhos? Não há extensão para os seus sonhos, quando você confia que tudo é possível.
Quantas vezes precisa cair pra perceber que o mundo é cruel? nenhuma, pelo fato de olhar em volta e ver um Humano matando outro humano por um Objeto através da ganância, já é o suficiente pra você perceber.
Pelo fato de estarmos "presos" dentro de nós mesmos, temos a inclinação para crer que os nossos problemas são únicos, ou pelo menos, maiores do que os dos outros... mas não são.
De fato! O amor é imensamente mais importe que a beleza. Enquanto prevalece o amor sempre existirá a beleza, talvez seja por isso que dizem “o amor é cego”
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