Fato
" Nunca é tarde para descobrir e ultrapassar seus limites. Nem sempre somos, de fato, quem pensamos ser ... somos melhores do que imaginamos. "
Através do engano meu amigo que você pode crescer e materializar o desejo de entender o fato de como é complicado contemplar o que é certo ou que é errado!
Será que o fato da imagem dos corações serem quase sempre vermelhos, significa que ele tem que está sempre machucado e sangrando?
Uma verdade não se torna fato só porque esta escrita, fatos falso também pode ser escrito e, enganar ate os mais sábios!
Amar a própria vida; é fundamental. Pelo fato de haver, muito mais motivação; para pôr em prática, a própria autoestima. A questão principal é que, em todo e qualquer fator existencial, a autoconfiança determina, toda uma atmosfera estável e bastante equilibrada.
É uma grande verdade, o fato de afirmar; de que o amor é um, nobre sentimento. Ele está muito além, de ser um humano sentimento; por ser também Divino. Com a comprovação da presença de Deus, no coração de cada indivíduo, por meio de uma irradiação que se faz; como fonte, de toda uma vida.
Cuidar do bem-estar da alma via espiritualidade; é importantíssimo. No que faça referência ao fato, de dar uma nova visão, com relação à vida, em inúmeros sentidos. Quando há uma correlação, entre o plano físico e o plano extrafísico, certamente, toda uma fluência energética é beneficiada; em nível de evolução.
Estava com 40 graus de febre. Meu corpo fervia sobre a cama, e eu apenas chorava. Não pelo fato de estar doente, e sim por conta da contradição que havia em mim. Eu poderia derreter de febre, mas o meu interior não mudava. Permanecia frio, congelado, inabitado, vazio. Aquilo era horrível, como se nada tivesse importância.
Não é pelo fato de um novo dia ter começado, que as magoas e as cicatrizes do dia anterior já tenham que estar curadas...
O fato é que o poder corrompe! Corrompe Zé, Maria, corrompe Rodolfo e João; se ainda não te corrompeu, querido irmão, é porque ainda não tens o poder.
O sorriso nem sempre demostra alegria, mas o simples fato de você sorrir ja indica que não está tão triste o quanto acha que está.
..."As expectativas nascem na ânsia demasiada do presunçoso pelo o que de fato pode ocorrer e pelo o que é esperado."... - Ricardo Fischer -.
O que me faz acreditar que conheço profundamente todas as mulheres é justamente o fato de amar uma só por toda minha vida!
Fico pensando a quantidade de pessoas que jogam a felicidade vento a fora, pelo simples fato de não ter nada em comum com a pessoa que gosta.
Ser sua Alma gêmea não significa encontrar uma pessoa que seja idêntica a você, e sim que te completa, é a metade que faltava, pra completar o quebra cabeça, Pois não se completa um quebra-cabeça com peças iguais!!!
Amor é amor, cada um prova de um jeito, e com o tempo começam a provar exatamente do jeito que a outra pessoa tanto queria.
Não importa o quanto somos diferentes, o quanto cada um gosta de coisas totalmente diferentes, temos a peça chave, o principal, o que realmente precisamos, temos o amor, e é isso que importa, é disso que precisamos...
Beijinhos Iluminados
Tudo que eu peço a Deus é muita saúde para que o fato de eu me sentir viva não me impeça de sonhar...Para que assim a vontade cresça, e a força de vontade faça meus sonhos se tornarem real.
Eu até gostaria que fosse menos, mas o fato é que já faz seis anos. Na época, eu cursava jornalismo na UCPel, e tinha um mundo inteiro para descobrir (sempre se tem, não é mesmo?). Minha vontade era clara: queria trabalhar com jornalismo escrito e fugia do assunto quando me diziam que eu tinha que ir para a televisão, como âncora de algum telejornal. Sempre gostei das palavras e de como elas informam com liberdade. Acho que ler para saber é sempre mais livre e rico do que ouvir ou do que ver. E talvez essa ideia venha desde o tempo da escola, quando a professora chegava, escrevia um fatídico primeiro parágrafo no quadro e terminava com insuportáveis reticências. E a turma ainda tinha que ouvir: - “Sejam o mais criativos possível!”. Eu sentia uma frustração terrível quando percebia que a minha criação só começava depois dos três pontinhos. Hoje escolho as palavras com a cerimônia de quem escolhe feijões na mesa da cozinha. Liberdade caça jeito, já dizia o poeta.
Mas agora é totalmente diferente. Não estou na faculdade, muito menos na escola, estou pedindo licença para retornar, para retomar o que eu deixei quando parti de Pelotas.
Enquanto cursava a faculdade, mandava textos para este jornal e, para a minha surpresa, depois de um tempo insistindo, eles foram publicados. E era uma felicidade imensa poder "me ler" no jornal da cidade. Era uma sensação de ganhar outros que compartilhassem ideias, um anonimato da imagem. Ser esmiuçada em palavras sempre me envaideceu mais do que comprar um vestido de festa.
Na adolescência, tive a oportunidade de deixar o Sul para desbravar outras fronteiras. E como nessa época, geralmente, a gente acredita que precisa sair do lugar para ir mais longe, eu aceitei.
Fui me despedindo aos poucos de cada pessoa que era importante para mim. Quando partimos, nunca sabemos quando (e se) um dia voltaremos. Faz parte da poesia de ir embora, fantasiar um voo sem trégua.
E nunca esqueço quando o jornalista Clayr Rochefort, então diretor de redação deste periódico, me desejando tudo de melhor, mas quase como quem exige uma promessa, recomendou: “Só não deixe de escrever!”
Noite dessas, no meio de um aniversário, recebo a ligação da minha mãe. Achei um canto onde eu pudesse ouvi-la e ela disse que seria breve. Queria apenas me contar que, reformando a casa, teve que desmontar um armário e, numa caixinha, encontrou meus primeiros brinquedos de infância, a roupinha que eu usei com apenas 24 horas de vida, ao sair do hospital, o primeiro lençol da minha cama de “adulto”. Quando minha voz falhou, coloquei a culpa na telefonia. Não seria fácil justificar algumas lágrimas de saudade numa noite de festa. Mais difícil ainda seria conseguir estancá-las. Saudade das origens é um tipo que não tem cura.
Mesmo que algum tempo tenha passado, eu continuei a escrever e hoje, com grande alegria, anuncio a minha frequência a ser debulhada nessas páginas tão familiares.
É que mesmo que a gente voe pelo mundo, encontre outras línguas, outras culturas, outros cheiros e amores, sempre fica num armário guardado, na cidade que nos embalou a meninice, bastante do que fomos. E, principalmente, aqueles que continuam nos vendo com os mesmos olhos de antes. Raízes, rio que sempre corre, mesmo quando a chuva estia, obrigada por terem me deixado ir e, sobretudo, por terem me lembrado de voltar.
Publicado pelo Diário Popular de Pelotas.
- Relacionados
- Enxergar
- Pelo Simples Fato de Você Existir
- Pelo Mero Fato
