Fato

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prefiro ter o poder e saber que posso usá-lo do que usar ele de fato

Às vezes esquecemos de grandes coisas em nossa vida pelo simples fato de estarem tão perto!

As contrariedades têm poder de revelar de quê a pessoa pode ser capaz de fato.

Fico impressionada pelo fato de que o Filho de Deus, ao se tornar humano, jogou de acordo com as regras, severas regras

A verdadeira solidão provém não pelo fato de se viver só, mas pela certeza de que existe alguém que desejamos ter ao nosso lado e não o temos.

Fato!Andas...
Curtindo a vida adoidado
Ô coitado se drogado
Não sabe o que é curtir não!
A vida se curte de cara limpa
De alma límpida
Por pura convicção
Há corações e coração.

Não consigo ignorar este fato, como podem? Serei julgada como uma máquina por uma máquina.

Todos nós temos coisas a dizer que nunca conseguimos de fato falar, como flechas que nunca chegaram no alvo. Presas na garganta... Sangrando sem um alvo, que jamais veremos novamente!

Ordem e progresso ou administração da pobreza?



Há, de fato, algum candidato genuinamente preocupado com a situação estrutural do Brasil?
O debate político nacional tornou-se raso e emocional. Em vez de analisar propostas, dados e consequências, grande parte da população passa a idolatrar ou odiar figuras políticas, escolhendo lados como se estivesse torcendo por pessoas, e não avaliando projetos de país. Políticos deveriam ser instrumentos de desenvolvimento, não objetos de devoção ou repulsa.


A discussão central deveria ser outra: quais são os problemas reais da sociedade brasileira?
O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e bate recordes constantes de arrecadação. Ainda assim, o retorno desses impostos é incoerente e ineficiente. O Estado adota políticas públicas essencialmente amenizadoras, que aliviam sintomas momentâneos, mas ignoram a raiz do problema. Reduzir o “gelo visível” não impede que o iceberg, muito maior e submerso, continue crescendo.


Auxílios sociais, da forma como são estruturados hoje, não resolvem o problema e, em muitos casos, agravam-no. Programas de acesso fácil, sem incentivo real ao trabalho, à capacitação ou à autonomia, tornam a conta insustentável. Os dados são claros: a projeção é de piora, não de melhora.


Enquanto isso, a população pouco se preocupa com seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Não há revolta porque o Estado entrega um benefício imediato, um “pirulito”. Porém, alguém sempre paga por ele. O problema é que o custo é coletivo, enquanto o retorno não é proporcional nem estruturante.
Centenas de milhões de reais são direcionados a uma parcela da população sem critérios que estimulem evolução pessoal ou produtividade. Ganhos que deveriam estar associados a mérito, capacitação ou transição para autonomia acabam se tornando permanentes. Isso não gera desenvolvimento, apenas dependência.
A pergunta central é: as pessoas não enxergam esse problema ou não querem enxergar?
A lógica política ajuda a explicar. São milhões de eleitores, e nenhum político, em sã consciência eleitoral, quer perder apoio ao enfrentar o problema de forma responsável. O medo de ser criticado ou rejeitado pesa mais do que o compromisso com soluções reais.
Nesse cenário, até os chamados “direitos constitucionais” perdem efetividade prática. Vive-se uma espécie de distopia institucional, em que a frase “Ordem e Progresso”, estampada na bandeira, está cada vez mais distante da realidade. O que resta à população produtiva é pagar mais impostos e sustentar outra parcela do país. A conta simplesmente não fecha.


Esse modelo desestimula empresários, desvaloriza quem produz e transmite a mensagem de que trabalhar e gerar riqueza é penalizado, enquanto a inatividade é recompensada. Isso não é igualdade. Quem recebe não se desenvolve; quem paga é limitado. Onde está a racionalidade desse sistema? Que rumo estamos tomando?
O problema não é a existência de ajuda social, mas para onde e como ela é direcionada.
A prioridade deveria ser o jovem que quer estudar, ingressar em uma faculdade, se qualificar e construir algo, mas não consegue porque precisa sustentar a própria casa, pagar mensalidades, ajudar a família. Muitos abandonam os estudos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade real.
Esse jovem, paradoxalmente, não é visto como prioridade pelo poder público, justamente porque trabalha. Já quem possui renda mínima extremamente baixa recebe auxílio sem qualquer ponte concreta para sair dessa condição.


Essa crítica não é direcionada a um candidato específico. É uma crítica a toda a máquina política, ao modelo estrutural que se perpetua há décadas sem mudanças significativas.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o Brasil continuará administrando pobreza em vez de combatê-la, distribuindo recursos sem gerar progresso e adiando, eleição após eleição, as decisões que realmente importam.

⁠A forte e intensa exigência por transparência aponta justamente para o fato de que o fundamento moral da sociedade se tornou frágil, que valores morais como sinceridade ou honestidade estão perdendo cada vez mais significado.

Byung-Chul Han
Sociedade da transparência. Petrópolis: Vozes, 2016.

Bom dia, amor da minha vida. É mais um dia que clareou lindamente pelo simples e importante fato de saber que você, além de existir, mora em meu coração em um cantinho reservado por Deus. Fomos sofridos por quase metade da vida, pois quem passou em nossos caminhos não deu valor; mal sabiam eles que nosso destino já estava selado por Deus. Demos graças a Deus por tudo e, nesse agradecimento, precisamos sempre orar e perseverar, pois, mesmo que o Senhor nos tenha unido pela força dos nossos desejos, ainda assim não deixemos nunca de orar e agradecer pelas bênçãos recebidas. Sei que não chegamos, pois precisamos nos unir realmente como deve ser segundo as leis do Divino e para que possamos fazer dessa união a nossa felicidade é preciso o casamento. Prometo cuidar e respeitar a joia que hoje recebo das mãos do Pai. Te amo muito, o suficiente para conservar, preservar e amar enquanto eu viver. Lembre-se sempre: amo para todo o meu existir. Linda Lucia, minha luz.

Um desencontro, mas ainda assim, um ponto de interseção, de algo que de fato aconteceu, mas não permaneceu.

⁠Nossa diversidade mental nos da super poderes interpessoais e intrapessoais e isso é um fato otimista e distante da cultura doentia que nossa humanidade instaurou de norte a sul desse planeta.

Dói aí do lado de dentro a falta de identificação que a sociedade consumista não proporciona para te incluir como indivíduo?

Será o fato de não pertencer a um grande grupo de consumo? Valeria o orçamento de criar esse plano de inclusão?

Seria interessante manter pessoas assim sem protagonismo na vida para qual grupo?

Somos vítimas de uma sistema que nos define e classifica para caber em uma caixa de sofrimento e dor emocional ou somos protagonistas de uma revolução?

Como você usa seus super poderes aí nos seus ciclos?

É doença aquilo que não pode ser tratado?

E como se desenvolve a mente e cognição de um indivíduo que cresce uma sociedade que o trata como doente e não como indivíduo com habilidades únicas e especiais?

A revolução começa do lado de dentro e o exemplo inspira o mundo do lado de fora.

Um ato se traduz num fato, que talvez se torne um telefato, também conseguiria estar um interfato ou até mesmo num parafato.

"Pensar demais não te paralisa, o que te paralisia é o fato dela tirar a sua vontade de agir⁠.

“Ser ou não ser, eis a questão”


Quando paramos para analisar o fato de que a cada escolha há uma renúncia, essa citação da famosa peça de Shakespeare faz ainda mais sentido.


A cada passo, um trecho da estrada fica para trás.
Para cada evolução, esvaem momentos que não temos como recuperar.
A cada nova decisão, ficam lembranças do que poderia ter sido.
Em tudo, absolutamente tudo há uma abdicação.


Porém o mais belo da vida é que tudo está em suas mãos.
Você, como protagonista da sua história, tem o poder e livre arbítrio de SER ou NÃO SER.
Fazer o que deseja, ou não.
Começar a dieta que você promete toda semana que “começará na segunda”, ou não.
Focar no que é essencial para o seu crescimento, ou não.
Continuar em uma relação que te tira a paz, ou não.
Assistir ao episódio da sua série favorita, ou não.
Iniciar o tão almejado projeto, ou não.


Percebe o seu poder de escolha?
E nota também que para cada uma delas você terá que abrir mão de algo?
- Tempo com amigos
- Os docinhos irresistíveis
- O momento de inércia e relaxamento no sofá
- A pessoa que você já está acostumado a conviver


Tantas outras…


Está em suas mãos.
É você quem decide.
E talvez seja exatamente isso o que mais assusta.


Ser ou não ser, eis a questão.

Todos clamam pela sinceridade como quem pede luz, mas poucos se tornam, de fato, lâmpadas. E talvez deva ser assim mesmo, pois há olhares que não buscam ver — apenas esperam o momento em que tropeçamos na própria sombra.

Um dia todo sonho vira realidade quando de fato acreditamos nele

Nota para si mesmo: não permita que as pessoas abusem do fato de você ter um bom coração.

⁠Esse meu EU
não se cansa
de procurar um algo
que me preencha,
de fato!