Familia tem de ser Careta- Lya Luft

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Assim como um relógio tem muitas engrenagens, todas elas contribuintes indispensáveis para o bom funcionamento do mesmo, os nossos labores, sem desprezar nenhum deles, são de suma importância para o progresso social.

Inserida por LazaroGomes

"tem dias de sol
dias de imensa alegria

tem dia que nem é dia
dia que já nasce noite

tem saudade
que logo vira nostalgia
dias de afagos e açoites

tem dias de febre
dias de cão
dias de dor e aflição

tem dias em que bebo
dias em que guardo segredos
dias de devoção

tem dias que o sim significa não
canção de negro em degredo
tem amor que só arranha o coração."

Inserida por jcarlos743

#A_ARTE_IMITANDO_AVIDA. Este eo ponto em que mais nos deparamos com momentos de extrema perda no tempo, esta que quando nos damos conta que encorporamos um artista em um momento nao adequado e so nos damos conta quando percebemos que o alguem do outro lado e um analizador de artistas e so esta no ponto exato para fazer vc desistir de subir no palco da vida. E estao sempre determinados em fazer vc desistir ou descobrir que vc nao e forte o bastante para entra nesta batalha em questao. que ainda estamos aprendendo que com a vida nao se brinca e nela so se faz artistas aqueles que ja brincou com a arte

Inserida por MaxDanielAlves

RIVAL

O papai sempre gostava de dizer que “doido não tem juízo.” Eu, já digo que tem sim: apenas, em muitos momentos, “lhes faltam alguns parafusos.”

Há muitas histórias envolvendo esses personagens, com sofrimento mental; nas cidades grandes e pequenas, nesse mundão sem fim. Muitas delas, tristes; outras, engraçadas... Outras, nem tanto.

Em Campos Belos, conheci Rival; forte, de estatura mediana, usava cabelos longos, que nunca viam água. Ainda não totalmente brancos, afinal de contas ele só tinha cinqüenta anos; com uma pequena margem de erro, para mais ou para menos. E, uma imensa barba fechada.

Andava calmamente pelas ruas da cidade, sempre mastigando alguma coisa que a gente não sabia o que era. Andava e parava, ao longo de qualquer percurso que viesse a fazer.

Nessas paradas que fazia, geralmente eram para observar algo que lhes chamava à atenção; e sempre tinha uma coisa ou outra. Olhava os mínimos detalhes de tudo, com muito critério. - Como se tivesse mesmo fazendo uma vistoria minuciosa. E, em muitos casos, parecia discordar de algumas irregularidades que via: ao coçar, e balançar a cabeça negativamente, quando o objeto da observação não atendesse suas expectativas.

Morava num quartinho isolado na residência de um parente de primeiro grau, na Rua Sete de Setembro, próximo do açougue do Juá.

No final dos anos setenta e início dos anos oitenta, houve uma exploração de Aroeira muito intensa na região. Tempos depois, eu soube que a aroeira fora extinta no Nordeste goiano.

Paulo (in memoriam), o genro do Seu Farina (o italiano do Restaurante), trabalhava no transporte e comercialização dessa nobre madeira; e geralmente o fazia no Sul do Estado de Goiás; Minas Gerais e São Paulo. Em forma de mourões e laxas, muito usados em currais e cercas; pela sua potencial resistência em se decompor, na natureza.

Um belo dia...

Como de costume, Rival, subiu a Rua BH Foreman, atravessou a Av. Desembargador Rivadávia, e chegou ao calçadão em frente à Prefeitura Municipal.

Parou, e colocou a mão direita atrás da orelha, em forma de concha, para ouvir melhor o sino repicando a sua frente, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Era o sacristão chamando os fiéis, para a “encomendação de um corpo.”

O curioso é que, naquele dia, ele não atendeu o apelo religioso, apesar de nunca ter perdido um enterro na cidade (tinha essa boa fama); mas, aproximou-se da Paróquia, e tomou a benção ao Seu Vigário, que estava posicionado à frente do Templo, recebendo o povo, para a cerimônia fúnebre.

Riscou o dedo polegar direito na testa, três vezes, e inclinou-se levemente para frente, em sinal de respeito ao Pároco, ao Santuário e ao falecido. Beijou um enorme crucifixo metálico, preso num cordão feito de argolas, de lacres de latinhas de alumínio; confeccionados artesanalmente, pelos presos da cadeia púbica local;

Olhava ao longe, o esquife num ataúde com a Bandeira do Brasil sobre ele, próximo ao altar; era um filho ilustre que havia “partido antes do combinado.”

Rogou a Deus por ele em silêncio, estendendo as mãos unidas,uma a outra, e levantadas verticalmente, rumo ao céus.

Deu as costas ao Reverendo, sem se despedir, e desceu a Rua do Comércio, enxugando com a manga da camisa, algumas lágrimas que insistiam em descer, lentamente dos seus olhos castanhos, se escondendo no emaranhado de sua barba; resultante do impacto da perda irreparável. – O Pároco lhe dissera o nome do falecido anteriormente.

Teve fome...

Já era meio dia e ele ainda não havia forrado o estomago.
Entrou na padaria de Zé Padeiro. Pediu um lanche, sem dinheiro. – “Não preciso de dinheiro: tudo o que vocês vêem, são meus...” deixava isso bem claro nas poucas conversas que tinha com as pessoas,digamos,normais.

A atendente lhe deu um pão dormido, sem manteiga mesmo - como sempre o fazia, e um café num copo descartável.

- “Capricha senhora!... É para dois tomar.” A moça colocou mais um pouquinho.
E ficou sem entender: pois não o viu acompanhado de mais ninguém!...

Ao retornar a sua casa, pelas mesmas pisadas, parou diante do caminhão em que Paulo trabalhava; que estava encostado junto ao meio fio, logo à frente; e conversava seriamente com ele. Sim! Com o caminhão.
Que estava cheio de laxas de Aroeira. Com uma ponta de eixo quebrado. Na porta do Armazém de Seu Natã.

O proprietário do caminhão, já havia pedido ao papai que desse uma olhada no mesmo; pois, teria que se deslocar até a Capital Federal, para comprar a referida peça. Pois não a encontrava na região, para repô-la.

Ainda que as faculdades mentais de Rival não funcionasse cem por cento; ele tinha um coração piedoso. Com certeza, aquilo era um Reflexo da criação que recebera de seus pais. Que por sua vez, eram pessoas muito religiosas e bondosas.

O sol estava a pino e não havia uma nuvem sequer, nos céus, para atenuar a sua intensidade.

Rival, por sua vez, continuava parado em frente ao caminhão, dando andamento na prosa...

Depois de ter observado por muito tempo aquela situação; de todos os ângulos possíveis. Continuava olhando, olhando,olhando... E, balançava a cabeça de um lado para o outro. Como quem não concordando com aquela situação.

E conversava baixinho, de maneira que só o caminhão ouvia:
- “Isso que estão fazendo com você é um absurdo, é uma desumanidade muito grande! Como é que pode tanto descaso, com um ser tão indefeso!”...

Falava com sigo mesmo:
- “Coitadinho!... quanta judiação!... Quanto tempo sem comer e sem beber; já cheirando mal, e cheio de poeira, com esse calor tremendo que está fazendo, não pôde até agora, tomar um banho para refrescar; como tem sofrido!”...

“Não tenho mais tempo a perder: tenho mesmo de fazer alguma coisa.” Pensava ele.

E, lhe sobreveio uma iluminura, procedente do seu coração grandioso: então, deu o seu lanche para o caminhão comer.
Antes de despedir-se, balbuciou quase imperceptivelmente, algumas palavras:
- “Tenha um bom apetite! Voltarei amanhã para ti ver.” E, foi-se embora balançando a cabeça, desaprovando aquele estado de coisas.

Repetiu o gesto de alimentá-lo, durante mais de quinze dias.

Todos os dias, sempre nos mesmos horários, ele deixava próximo à placa, um pão e um cafezinho, para o aquele pobre e faminto caminhão, alimentar-se; porque a “fome é negra”.

- 13.04.16

Inserida por NemilsonVdeMoraes

O "dá nada não" é quando relativizamos algo que na verdade tem consequências a curto e a longo prazo e como nos cegamos em nossos desejos momentâneo ficamos por achar que não dará nada, sendo que tudo é um processo e não partes isoladas.

Inserida por alexcgms

Ultimamente as coisas têm ficado mais confusas. Choro por dentro constantemente, já que o antidepressivo segura o choro por fora. Vontade de sumir...

Inserida por GeraldodeLima

Não é porque tu tem um passado bom que terá um futuro melhor,ter a melhor chuteira não te faz o melhor jogador.

Inserida por cochi

Minhas frases não tem a sabedoria de um poeta, mas tem o sentimento de um grande amor

Inserida por DavidJackson

QUEM NÃO AMA O MEIO AMBIENTE E NÃO INTERFERE POSITIVAMENTE EM SEU FAVOR: NÃO TEM RAZÃO, AUTORIDADE, NEM MORAL SUFICIENTE PARA DEFENDER O PREGAR,QUALQUER OUTRO TIPO DE AMOR.

- (04.2014).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Quando você tem anjos que te amparam, não tem diabos que lhe tirem a paz!

Inserida por Marques880

AMIGOS DE SEMPRE

“Quem tem muitos amigos pode congratular-se, há amigos mais chegados do que um irmão”.

Os amigos de infância, sem dúvida, marcam nossa vida, para sempre. Porque temos por eles um “quê” a mais.

Perdoem-me os demais amigos que vieram depois! Mas, não fiquem tristes, nem por isso, sois menos importantes.

Vivendo há muitos anos na terra das Alterosas, isolei-me de muito, dos ternos amigos de Campos Belos.

Quando retorno à minha região de origem, ainda encontro-me, com alguns “amigos de sempre”; mas outros, infelizmente não.

E, aqueles que não os veremos jamais:

por já terem ido para o outro lado da vida. Olha que já perdi muita gente boa, da cidade que me viu crescer. Mas, paciência, isso faz parte do ciclo natural das coisas.

Dizem que eu também estou na fila... Eu nem sabia disso. Se for verdade, espero ser o último.

Sou muito gregário. Adoro manter e fazer novas amizades a cada dia. Para ir repondo na medida do possível, as perdas irreparáveis, desses seres iluminados que, nos vão deixando, ao longo do tempo.

Cada amigo de minha terra, que parte para a eternidade, é um baque inquietante que sinto, dentro do meu já, tão sôfrego coração. E, somente com o tempo me sinto mais aliviado um pouco.

Outro dia, ao acessar o blog do jornalista Dinomar Miranda – faço isso todos os dias. Essa plataforma é um espaço de grande utilidade, não somente para o povo da região do Nordeste de Goiás. Sua importância transpõe fronteiras. - E, ao deparar-me, no topo da página, com a foto e a noticia da morte trágica do Jacinto da Costa Madureira, filho de Estevam e Iram, não pude me conter: chorei muito!... De maneira tal, que os transeuntes que passavam na rua, ouviam o meu lamento.

No último retorno ao meu reduto familiar, agarrei-me a oportunidade de rever um grande amigo de infância, que há mais de 37 anos não a via. – O Claudionor, filho de Chico Pedro, um dos primeiros pedreiros profissionais da cidade; que construíra uma das lojas de papai na Rua do Comércio, e um dos primeiros atletas do famoso e memorável time de futebol amador da cidade, o Campos Belos Futebol Clube (CBFC).

Num domingo à noite, um dia antes do meu regresso a Minas Gerais, Adão, seu irmão, me ligou para avisar-me, que o dito amigo das antigas,estava na cidade.

Nem jantei direito, e corri para vê-lo. Afinal de contas era uma oportunidade única de matar uma grande saudade.

Alegramo-nos bastante nesse encontro!...

Mas, não foi possível por toda a conversa em dia, em tão pouco tempo; nem bem começamos a parlamentarmos, fomos interrompidos por um telefonema inesperado: era o vice- prefeito municipal, diretor e radialista de uma Rádio Comunitária local, Zé Cândido Cardoso, outro amigo nosso, de infância.

Não parava de conversar e nem o crédito do seu celular, acabava; e quando soube que eu estava agarrado de prosa com Claudionor, aí pronto:

fomos intimados por ele, na mesma hora, a comparecer à sua residência, sob o risco de não alcançar, em seu tribunal, o perdão devido, caso não o atendêssemos.

E, como não se convence uma autoridade constituída, muito facilmente...

Restou-nos, naquela mesma noite, acatar as ordens dadas. Apesar das horas avançadas – já eram quase vinte e três horas.

Para a minha surpresa, fomos recebidos com as honrarias de Chefe de Estado. Como fazem verdadeiros líderes, com seus ilustres convidados.

Ainda se recuperava de um delicado problema de saúde, e se mostrava muito otimista com a vida e seus meandros.

Falou-nos de sua atuação na política local, e sobre seus projetos para o bem comum de todos, da comunidade em que vive e atua.

Demonstrou muita sensibilidade com a cultura literária local: ao relatar-me que lera no ar, em seu programa “Manhã Sertaneja”, na Rádio, um dos meus artigos jornalísticos “O pôr do Sol em Campos Belos”, publicado no Jornal O Vetor de Roberto Naborfasan, veiculado em 03.06.2015.

E, ao colocar alguns livros de escritores da cidade e região, sobre uma mesa imensa na varanda de sua casa; discorreu sobre o conteúdo de cada um, que incluem relatos inéditos, sobre a rica história de Campos Belos - GO.

E, concluiu o fechamento da prosa, desta vez, nos convidando a estarmos no seu programa na Rádio Atividade FM, 87,9 às sete horas da manhã do dia seguinte.

Mais uma vez, não pudemos deixar de comparecer... Apesar de tentar me esquivar: com a alegação de não ter preparado, previamente, algo especial para ser discorrido no evento.

Na Rádio, falamos um pouco sobre a nossa infância, na terrinha; e falei também sobre a minha trajetória de vida; incluindo, Formação Acadêmica, e Produções Literárias.

Para não fugir a regra das boas relações: o presenteei com duas Antologias em que sou um dos autores: “ANELCA em Prosa e Verso”, 8° Edição 2014, da Academia Nevense de Letras Ciências e Artes; e “ALB Em Prosa e Verso” 1° Edição 2014, da Academia de Letras do Brasil (ALB-MG/RMBH).

E, como os diletos ouvintes, desta tão conceituada Rádio, não poderiam ficar de fora, disponibilizei também, dois exemplares das obras acima, mencionadas; para serem sorteados a eles.

Viajei feliz da vida, de volta, ao reduto dos mineiros; com as energias renovadas, pelo reencontro com os velhos amigos.

Continuo cada vez mais convicto, de que, o lugar dos “os amigos de sempre” é mesmo “do lado esquerdo do peito” como diz um dos cantores, que iniciou sua trajetória musical no Clube da Esquina.

Ainda é tempo de plantar a alegria, a amizade, a fraternidade; pois, o maior patrimônio de uma cidade é mesmo o ser humano. E os amigos que nela conquistarmos.

-16.04.16

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Todo mundo tem direito de ir e vir, liberdade de expressão, livre-arbítrio em suas decisões. E por isso temos um mundo cheio de drogas, prostituição, decadente, etc. O ser humano é quem escolhe o que quer, e, por acreditar em si próprio, escolhe o caminho do erro, que é mais fácil.

Inserida por jesussalvador

"É melhor conhecer o inimigo que se tem, do que confiar no amigo que não se conhece."

Nota: Comentário sobre a minha sentença publicado hoje, 12/05/2016 no Facebook às 14:13 Hrs
Sidney Poeta Dos Sonhos
Celso! Tua segundo assertiva é o perfil do presidente interino, em relação ao governo que hoje se retira. Quanto a primeira, a incompetência do Governo que sai não deixou que ele avistasse o inimigo que comia e dormia no mesmo Palácio. Abraços!

Inserida por CCF

Hoje eu pensei nos amigos que tenho feito... nas pessoas que tem passado pela minha vida e permanecido... pensei no quanto é bom essa troca de energia, de sentimentos e retribuição de carinhos e afagos recebidos.
Me lembrei de todos que me procuram pra conversar... de todos a quem também procuro e isso tudo me faz recordar que amizade é isso, ter um interesse real e sincero sobre a pessoa, sobre o que se passa com ela.
Não é só estar por perto em maus momentos porque afinal, se pusermos numa balança, os bons momentos são mais constantes e devem por isso ser valorizados e vivenciados ao lado dessas pessoas que nos são tão especiais.
Fiquei pensando também em quanta gente chama o outro de amigo mas não percebe e nem sequer tem a noção exata do significado da palavra AMIZADE... apenas usa o amigo para seus interesses pessoais excusos,muitas vezes, na tentativa de conseguir deles seus objetivos.
No meio de gente sincera também existem manipuladores.. aqueles que bajulam por motivos interesseiros e que pra receberem o mínimo de atenção necessitam se fazer de coitados para ao menos tentar impressionar os de coração puro e espírito leve e sereno, pois estes sim não tem a malícia.
Se me perguntarem porque sou feliz direi a todos que um dos motivos principais é o de justamente poder contar com a amizade sincera de pessoas que me gostam e admiram acima de tudo pelo que sou, TODOS... pessoas que amam, se importam verdadeiramente e que não precisam fazer nada para terem minha amizade.. até porque pra alcançar meu coração e minha alma só é preciso uma coisa: SER DE VERDADE. Me sinto honrada porque o Universo nos conecta e eu tenho o privilégio de sempre poder dividir, minha vida, meus momentos com essas pessoas verdadeiramente especiais pra mim.
AMIZADE é isso... é se importar, é fazer questão da pessoa, é ter um real interesse no ser humano que ela é, com acertos e defeitos... entendendo que "o diferente" não é motivo pra ser mal interpretado ou ignorado mas antes, amado, compreendido e respeitado dentro de sua diversidade( seja ela qual for).
Não precisaria falar tanto sobre os que não permanecem, a não ser que, eles também nos ensinam algo... e as vezes algo que NÃO queremos ser... mas é importante que a gente compreenda que aquele que não nos aceita, que não nos recebe, o que nos usa, ou tenta manipular ao seu bel prazer, aqueles que acham que para conquistar nosso amor, carinho e atenção, precisam fingir ser o que não são... na verdade eles nos ignoram, nos desprezam porque NUNCA FIZERAM parte de nossas vidas.. só estão ali ocupando um espaço precioso que poderia estar sendo dedicado á outra pessoa.
O segredo é deixar ir quem deseja ir.. porque pedir pra permanecer quem nunca teve intenção real de ficar? Porque deixar ficar quem não tem interesse em nossas vidas e no ser humano que está por trás, seja de palavras ou gestos? Porque honrar tal pessoa, depositando o nome de AMIGO quando esta pessoa não se faz digna deste título ?
A palavra AMIGO é importante demais e só deve ser proferida por quem de fato É amigo de verdade e sabe o significado da VERDADEIRA AMIZADE desinteressada.
Que possamos aprender a perceber todos ao nosso redor... pois haverá um momento em que não precisaremos nos sentir tão culpados por excluir essas pessoas de nossas vidas.. mas elas mesmas por não se sentirem bem no meio de tanta sinceridade, irão se retirar ou senão demonstrar de alguma forma que não são dignas de corações tão nobres.
E que venha o novo então...
Que o Universo nos traga aquele que de fato nos acrescenta, quem conosco soma.. que sejam bem vindos os NOVOS AMIGOS SEMPRE.

Inserida por AlmaDeRosas

Banqueiro

O banqueiro ignora que tem dinheiro suficiente
para fechar o banco e começar vida nova.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por portalraizes

O dinheiro não é propósito de ninguém. Ele é consequência de um propósito que você tem.

Inserida por nayzash

Primeiro você tem que ter certeza do que quer, depois criar um plano estratégico para atingir a sua missão.

Inserida por nayzash

" A Evolução se dá lentamente, na natureza nada da saltos, mudanças rápidas tem.pouca firmeza, viva um dia de cada vez, aprenda com a vivência e com.os livros, somos eternos, ' Estamos ' nessa experiência um dia estaremos em outra, já fui escravo, já fui senhor, já fui índio, e hoje sou quem sou.Aprendi que sempre há novas chances, vamos dar as mãos aos que estão atrás de nós , os que estão adiante nos ajudarão também "
Toque de luz
Bom dia

Inserida por toquedeluz

"Toda atitude tem um motivo,todo motivo uma explicação"

Inserida por valdiranfdj

As pessoas não lutam por aquilo que têm ou, pelo menos, acham que têm. O problema não é o primeiro caso, porém o segundo, pois o fato de acomodarem-se por causa de uma ilusão, que as levaram a terem uma falsa sensação de dever cumprido, tornam-nas seres vegetantes.

A título de exemplo, tivemos a Idade Média com seu misticismo protuberante, como a perseguição de pensadores e cientistas pela Igreja, que atrasou os avanços das ciências em 1000 anos, além de provocar o extermínio de aproximadamente 30% da população da Europa quando essa foi assolada pela peste negra, pois esse misticismo impedia o uso da razão no combate e explicação dessa epidemia.

Inserida por 100grandesescritores