Família Casa
Roubaram minha casa,
nosso Deus foi esquecido,
a mãe Terra aqui sacrificada,
tudo debaixo dos olhos do sicário.
Compromisso
Era um dia comum, eu estava em casa sentada na mesa da sala, escrevendo.
Igual hoje.
Igual todo dia.
E aí aconteceu.
Algo entrou aqui.
Senti um vento... vento não, sopro.
Senti um sopro, como quem respira por perto.
Não era medo o que eu senti, mas sabe-se lá o que era.
Passou um vulto do meu lado.
Pisquei e sentou à minha frente.
Muito parecida comigo, mas completamente diferente.
Me olhou por inteira, por de dentro da minha alma, como se me rasgasse.
Eu?
Eu nem reagi.
Estava hip-no-ti-za-da.
Por fora, imóvel.
Por dentro, uma bateria de escola de samba saindo do recuo.
Ficamos nos ouvindo em silêncio como quem pinta uma cena na cabeça.
Para não esquecer, sabe?
E eu não esqueci: os olhos brilhantes, o cheiro de horizonte e a voz de silêncio, de quem se cala porque sabe de algo.
Toda minha atenção estava naquela figura.
Tentando eternizar na memória a sensação daquela presença.
Ela, muito decidida, estendeu a mão pra mim.
Eu aceitei, claro.
Quando minha mão encostou na dela senti um frio.
Não dela, de mim!
Minha espinha veio congelando lá de baixo até chegar na cabeça.
Como se eu tivesse bebido um milk-shake muito rápido, sabe?
Parecia que tudo na minha vida tinha me preparado para aquele exato momento.
Eu, de mãos (geladas) dadas com uma estranha (conhecida),
sentada na mesa da sala da minha própria casa,
sentindo o coração derreter feito vitamina C na água.
Ela, segurando a minha mão que segurava a mão dela, me puxou pra dançar.
Ali mesmo na sala, em frente ao sofá, em plena tarde de quarta-feira.
E como duas pessoas que não têm mais nada de importante pra fazer,
mas não podem perder nenhum minuto sequer,
dançamos na sala ao som de uma música própria.
(Como se tivéssemos uma).
Eu gosto de imaginar que era algo como 'Travessia' do Milton com 'Beija eu' da Marisa.
Tão linda ela.
Os cabelos como fogo, olhos de enverdecer sertões e um sorriso,
que só quem já chorou suas águas consegue sustentar.
E giramos.
Giramos como quem já se entendeu livre para poder girar.
E no meio do giro que ela girava, me abraçou.
Assim, de surpresa.
Ainda girando.
Eu chorei.
Eu não queria, mas as lágrimas simplesmente escorriam.
Até o mundo parou seu giro para nos olhar.
Como quem torceu a vida toda por este abraço:
eu e ela.
Um abraço apertado, mas só o suficiente.
Abraçou não como quem se despedia,
mas como quem ama recebe o ser amado depois de longa ausência.
Foi aí que ela sussurrou no meu ouvido:
— Vai!
Desnorteada, respondi:
— Pra onde?
Ela sorriu com olhos gentis e disse com voz firme:
— Não importa pra onde. Vai sem saber. Vai com medo. Eu vou contigo!
Então, fizemos um compromisso.
Ela iria pra onde eu fosse, bastava eu ir.
Eu só não poderia parar outra vez.
— Vai, volta, vai de novo. Se não souber o caminho, dança, gira, passeia, só não fica parada.
Ali eu entendi.
Ela só existe no verbo.
Aparece no passo iniciado mas some antes que ele finalize.
É preciso iniciar outro para ela voltar.
Mas é na caminhada que ela se muda e mora de vez.
Jurei de pé junto (mas ainda em movimento) que seguiria em frente porque ela estaria comigo.
E como garantia desse acordo entre nós, agora assinamos um só nome.
Eu e ela.
Alice e Coragem.
Juntas.
Numa só alma.
Alma presente chamada poesia.
Com a palavra,
Alice Coragem.
Tem seu cheiro
Por toda a casa,
Você foi embora
Mas, deixou lembranças
Meu café da manhã
Não é o mesmo sem você,
O dia não tem poesia
E tudo perdeu o sabor.
Não venham aqui (à frente) chorando a respeito do que ouviram (no púlpito); vão para casa e vivenciem-no.
Arminianismo Brasil
UMA CERTA ANA CLARA
Havia ali pelos corredores da casa, uma figura formosa, de coração bondoso, calma, castidade e pureza a rodeavam, inquieta nos serviços, que de dia e de noite emanava beleza, pudor e carisma espiritual, batizada pelo nome composto Ana Clara, para os forasteiros era Ana e para os de casa era simplesmente Clara, mas para o avô João era carinhosamente a neta Clarinha, cuidava no que deveria ser feito, seja engomando as roupas dos componentes da casa ou ajudando a avó Lindete no encaminhamento do almoço. Era uma bela moça, noviça de média estatura, sua pele era da cor do bronze da Mesopotâmia, brilhava formalmente bem cuidada, mesmo descabelada de dia, e arrumada depois do almoço, tinha um pouco de grau de vaidade com o rosto e os lindos lisos cabelos dourados, como uma veste de ceda. Usava belos vestidos, lindo batom nos lábios e uma discreta maquiagem. Dotada de conhecimentos não só básicos, como autoconhecimento, religiosos e anatômicos, havia já conhecido três países. Dava-se para Ana Clara dezenove anos completos, era ariana, de alma lavada e feliz.
Ana Clara era uma joia rara no meio da família, mulher de princípios éticos e dogmas religiosos praticantes, sabia perdoar o mal, seguir em frente estudando a ciência humana numa escola particular para ter um futuro digno e aprendendo com a vida, com os ensinamentos dos avós e com o que viveu, marcas do que se foi. Ana Clara era madura, sábia, sabia o que era para ela e o que não era, um simbolismo inteiro cabia na sua linda alma composta por uma estrutura de cânticos e conceitos bíblicos. Despertava paixão em qualquer homem, sua beleza e sedução arrebatava um alabastro de sentimentos, seu perfume espiritual era um bálsamo para quem a admirava, um incenso suave nas narinas até do celestial. Ana vivia se desviando desses incidentes apaixonantes que são ilusões passageiras, fazia o certo, pois uma moça jovem e solteira, tinha que viver a vida como era para ser vivida por inteira, buscando sempre na paz e no que aconteceu, o amor próprio e interior.
Luiz Felipe Amil
AMIL. LUIZ FELIPE
Trechos. 2025
Ninguém se casa, mesmo os que se casam, o casamento é feito por duas pessoas que se uniram e continuam solteiras
Eu gosto, gosto muito de você
E agora que eu tô sozinho em casa
Eu vou deixar a porta aberta
Pra se caso você quiser voltar
Então por favor não vá demorar
Mar
Nessa casa ao lado do mar,
O som ensurdecedor das ondas
silenciam meus pensamentos.
Consigo sentir a água me
sufocando aos poucos,
Estou perdido em meio esta
escuridão, velejando as cegas
Nesse mar escuro.
Não sei onde as ondas irão me
levar.
Espero que direto a você.
Mesmo com tanto barulho,
Mesmo com medo,
Mesmo no escuro,
Só vem você em minha mente.
Quando penso em terra firme,
Penso em você.
Lindo como o azul do mar.
Chamativo, perigoso e misterioso.
Tudo isso, me faz querer
Velejar a ti.
Uma viagem com vista bonita,
Correntes turbulentas e
Calmaria.
Isso tudo é você para mim.
Voltando pra casa do hospital hoje me veio em mente:
.
Eu só sei que, em minha busca incessante por Deus e pela Fé, em verdade descobri, que tudo é relativo e que isso é absoluto.
A Igreja é chamada a ser sempre a casa aberta do Pai... Assim, se alguém quiser seguir uma moção do Espírito e se aproximar à procura de Deus, não esbarrará com a frieza duma porta fechada... Muitas vezes agimos como controladores da graça e não como facilitadores. Mas a Igreja não é uma alfândega; é a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fadigosa.
Faça o dever de casa com excelência, e deixe que os resultados ecoem_ sem você dizer uma palavra !!!
Não se entende porque Deus levou alguém tão novo de volta pra casa, aquele alguém iria voltar, poderia tardar mas sua volta é representativa, para que seu pai "Deus" soubesse que o passeio foi bom ou ruim, fui rapidamente, ele me disse que era novo demais, para sair e demorar horas e dias fora de casa, antes que eu pudesse sair de dentro da Jacarandá, ele me trouxe de volta pra casa, nem deu tempo brincar do lado de fora da Jacarandá. Não que tenha culpa meu papai de não me deixar brincar, ele é um bom papai! Mas minha mamãe não quis que eu estivesse lá, mamãe eu só queria sorrir pro medico, e conhecer um pouco de tudo que não vi ainda, meu pai disse que o céu é mais divertido, conto estrelas sem parar, ele me falou que quem vive na terra, quando aprende a amar, vem de volta para o lar.
Nem todos podem entrar na sua casa ou receber seu amor, e são poucos os que conseguem olhar para você de verdade e expressar o que sentem. São aqueles que possuem um coração romântico, que começam com cumplicidade e carinho, com atenção e cuidado. Marcos, escritor romântico, é um exemplo da literatura que nos ajuda a compreender como é possível viver o amor de maneira intensa e genuína.
Acredite em Deus e em si mesmo. Não desista dos seus sonhos, mova-se em frente com perseverança e tenha fé na sua vida. Inspire-se nos grandes exemplos da literatura, como aqueles que enfrentam desafios e superam as adversidades com coragem e determinação. Não importa quantas vezes você tente, não desista, pois cada tentativa te aproxima de alcançar seus objetivos.
Marcos, o escritor da Twitch TV, é um grande exemplo de criatividade e inovação. Ele mostra como podemos expandir nosso vocabulário, criar maneiras interessantes de expressar nossos pensamentos e sentimentos. Com palavras criativas, ele consegue expressar seus pensamentos com mais clareza e impacto. Marcos é a inspiração perfeita para qualquer pessoa que queira aprimorar sua escrita.
Deus fala para aqueles que correm com seus sonhos. Ele não tem tempo para criticar as pessoas, mas sim para derramar sua compaixão sobre elas. Essa é a essência dos românticos, que começam com a cumplicidade, o carinho e a atenção que se tem em relação às pessoas. Marcos, o escritor romântico, é um exemplo vivo da literatura.
A vida para mim é um caminho de escolhas. Se eu seguir meus sentimentos, não quero nem ter nascido, nem nascer de novo. É uma jornada difícil, mas também cheia de oportunidades. Preciso me esforçar para tomar as melhores decisões e encontrar a minha felicidade.
Eu sinto que, se a pessoa não sentar na mesa comigo, ela não pode entender o meu dom. É algo que só posso partilhar com aqueles que me rodeiam, que estão próximos e que me compreendem. É algo que só posso mostrar quando estou à mesa com outras pessoas, porque é aí que consigo expressar a minha verdadeira essência.
Quando nos dedicamos a trabalhar o diálogo nos relacionamentos familiares, no trabalho e em aspectos sociais, estamos a abrir caminho para o nosso crescimento pessoal e espiritual. É como navegar em águas desconhecidas, como se estivéssemos em uma jornada de descoberta de nós mesmos. É uma tarefa desafiadora, mas que pode nos trazer grandes recompensas, pois nos faz crescer como seres humanos.
eu como narrador influente da Twitch TV
Eu, como narradora, acredito que Deus um dia vai descer à Terra e nos presentear com um fluxo intenso de amor e sabedoria. Seu amor e sua sabedoria serão transmitidos a todos os que estiverem dispostos a aceitar, nos abençoando com paz e esperança. Quando Ele chegar, o mundo estará inundado de luz, transformando todos que se deixarem guiar por sua voz.
Quando entro no portão da minha casa, vejo muito mais do que apenas um portão. Vejo a empatia, a sensibilidade, a intelectualidade e a visualidade de Marcos, o escritor. Sua presença é acolhedora e me inspira a criar mais. Seu olhar me lembra que tudo o que eu busco está dentro de mim. Sua presença me ajuda a me conectar com meu eu interior.
Esse escritor tem um dom raro para filosofia e visão. Sua capacidade de descrever e compreender o mundo que nos cerca é incomum e incomparável. Através das suas palavras, ele consegue capturar e transmitir sentimentos profundos, esclarecendo ideias complexas de uma forma clara e acessível. É uma jornada intelectual e emocional que nos deixa ainda mais conscientes e prontos para enfrentar o mundo.
Ontem, enquanto eu voltava para casa de ônibus, ouvi Deus me dizer ao vento: "Meu filho, as pessoas trocam as coisas materiais de Deus por outras coisas. É triste ver o que o mundo se tornou." Fiquei comovido com essa mensagem e me senti abençoado por ter tido essa experiência.
🎉
Aprendi que às vezes é necessário esquecer os óculos em casa para melhor enxergar as oportunidades que a vida entrega.
Deus é bom, perfeito, justo e fiel.
A sua glória enche o seu, a sua glória enche a terra e penetra na matéria.
Derrama a sua graça e elimina o que precisa ser eliminado.
O Mistério da Chave Perdida
João adorava explorar o sótão da casa da avó. Entre caixas empoeiradas e móveis antigos, ele encontrou uma chave dourada com detalhes misteriosos. Curioso, começou a procurar pelo que aquela chave poderia abrir.
Perguntou à avó, mas ela apenas sorriu e disse:
— Algumas respostas só aparecem para quem sabe observar.
João passou dias explorando a casa até que, ao limpar uma gaveta antiga, encontrou um pequeno baú de madeira. Seu coração acelerou. Com as mãos trêmulas, encaixou a chave na fechadura e, com um leve clique, o baú se abriu. Dentro, havia cartas antigas e uma foto da avó ainda jovem.
Ele olhou para ela, surpreso, e a avó explicou:
— São lembranças de um tempo especial. Algumas chaves não abrem apenas baús, mas também memórias.
João sorriu, entendendo que, às vezes, o maior tesouro são as histórias que carregamos.
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