Falta de Amor aos Pais
A gente consegue o amor dos pais.
A gente consegue o amor dos irmãos.
A gente consegue o amor dos filhos.
A gente consegue o amor dos animais.
A gente consegue o amor divino.
A gente não consegue o amor recíproco.
A gente se esquece do amor próprio.
A gente não tem tudo o que quer.
A gente continua vivendo assim mesmo.
A gente aproveita a vida com tudo que tem.
"Existem vários tipos de amor:
Amor de amigos
Amor de irmãos
Amor de pais e filhos
Entre outros
O amor está em toda parte
E em todos os corações".
País da safadeza onde ninguém ama ninguém, sinônimo de amar é andar de Citroen.
O amor é existente então trate de procurar, em meio a toda essa miséria tem salvação ao seu olhar.
Não desista, levante a cabeça e siga com fé, apesar de todas as tristezas algumas pessoas te querem de pé.
Ame,viva e não deixe de agradecer, são as coisas simples que vão completar você.
Se um dia não aguentar prosseguir lembre que já esteve pior, se esse for o seu pior momento sabe-se que haverá o melhor.
Não desista de si mesmo isso não vai adiantar, além de todos se entristecerem você não se sentirá melhor.
Agradeço a Deus por determinar a mim esse destino. Aos meus pais, pelo incentivo e amor incondicional. Aos meus irmãos pelo apoio. Aos amigos, frutos da faculdade, por tornarem esses anos da minha vida únicos!
Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso - para viver um grande amor.
Vou procurar um amor bom para mim - no qual me reconheço e me reencontro, me refaço e me amplio, me exploro, me descubro.
O ser humano só valoriza o amor quando há perda ou risco de perda... Quase nunca durante sua encantatória vigência. Descobrir que amar é também saber amar e transformar a vigência do amor em vivência de amor, em algo bom, pelo gosto de viver e não pelo medo de perder, é sabedoria para poucos [...]. Amar é fazer um pacto de felicidade e não de dor. Quem porém sabe disso?
Tenho coragem? Por enquanto estou tendo: porque venho do sofrido longe, venho do inferno de amor mas agora estou livre de ti.
Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você. Antes que eu morresse de amor. Matei você.
É regra velha, creio eu, ou fica sendo nova, que só se faz bem o que se faz com amor. Tem ar de velha, tão justa e vulgar parece.
Você, como qualquer ser humano, precisa de amor — e como ser humano legal e especialíssimo, merece amor de uma pessoa bonita.
Claro que se o dinheiro falta, se a saúde vacila, se o amor arma alguma cilada, seu desejo de rir será pouco. Mas combata a depressão. Cultive o bom humor, como quem cultiva um bom hábito. Esforce-se para ser alegre. Afaste os sentimentos mesquinhos que provocam o despeito, a inveja, o sentimento de fracasso, que são origem de infelicidade. Adote uma filosofia otimista, eduque-se para ser feliz.(…) Seja feliz, se quer ser bonita!
Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando a pé pra casa, avariada. (…) Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada. Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. Não era amor, era melhor.
Nota: Trechos de crônica de Martha Medeiros.
Peste, fome e guerra, morte e amor, a vida de Tereza Batista é uma história de cordel.
Amor, afeto e entusiasmo podem sempre ser oferecidos sem medida ou dosagem, quanto maior a oferta, mais positiva a atmosfera. Mas o elogio deve ter a medida do sucesso, seu sorriso é reforçador, é expressão máxima de satisfação, na educação, utilizá-lo é recurso que pode gerar segurança para a criança adquirir novas habilidades.
Ele a olhou. Ela, louca de amor por ele, não o reconheceu. Ele havia deixado de ser ele: transformara-se no símbolo sem face nem corpo da paixão e da loucura dela. Não era mais ele: ela amava alguém que não existia mais, objetivamente. Existia apenas dentro dela.
Sem o seu abraço que conforta, sem os seus beijos que me enchem de alegria e amor, sem a sua companhia. Não consigo mais imaginar um futuro em que você não esteja, porque você sempre está lá!
