Frases de Falta

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Será que os raros se encontrarão?
Por que os intensos só vivem o quase?
Hoje senti falta de você.
Mas percebi que rodar o mundo,
Eu me encontro, e estando com vc, eu me perco de mim.
E nisso, percebi que sou livre. E que não posso me perder de mim.
E nunca te tive para te perder.

“Amar é cuidar, criar e respeitar. Onde o amor guia, tudo se ilumina; onde falta, tudo se fragmenta.”

⁠Ninguém nos advertiu que sentir falta é o custo de ter bons momentos.

Características da psicopatia:
Falta de empatia e remorso.
Comportamento manipulador e mentiras patológicas.
Egocentrismo e senso grandioso de autoestima.
Impulsividade e falta de responsabilidade.
Incapacidade de formar laços afetivos profundos.


PS: Todo Psicopata é Narcisista.

⁠É na indiferença e na falta de apoio que percebemos a verdadeira profundidade das conexões que cultivamos.

A ignorância já foi falta de acesso; hoje é uma escolha militante.

A sociedade não é doente por falta de informação, mas por excesso de autoengano.

Pessoas medíocres esbanjam aparência, mas não sustentam por muito tempo por falta de caráter. Para esses tipo de indivíduos, Jesus condenou dizendo: hipócritas!


(Jefferson Santos)

Quando tudo se afasta, o encontro entre você e Deus revela que o essencial nunca esteve em falta.

O mundo carece da fluência do silêncio,
essa língua antiga que não grita,
mas ensina.
Falta-lhe a pausa da fala
onde o sentido aprende a existir.


O mundo é deficiente da fluência do silêncio
porque fala demais para sentir.
Grita certezas ocas, tropeça em ruídos,
e esquece que é no silêncio
que a verdade afia as cordas vocais
e harmoniza os fonemas.


O mundo é carente da fluência do silêncio,
esse oásis onde as palavras descansam
e a alma, enfim, consegue se ouvir.


Dizer:
“Falta-lhe a fluência do silêncio.”
é uma excelente alternativa,
educada e sutil,
para o brutal:
“Cale a boca!”


✍©️@MiriamDaCosta

Dói tanto que me falta o ar!

Pouca gente sabe disso…


A maioria das pessoas perde oportunidades não por falta de capacidade, mas por falta de atenção.

O fracasso não está na falta de alerta, mas na convivência prolongada com o risco, que transforma o excepcional em rotina e o desastre em destino.

É uma substância nova. Meu corpo está tão dependente que lateja na falta. É um gosto peculiar – algo como nuvem do céu. Explode como estrela: perfura e faz cócegas nos cantos da boca.

- uma substância única, que de longe sinto o cheiro quando se aproxima: você esbarrando desastrado nos cômodos da casa.

Se um dia Deus nos perguntar sobre o que mais sentimos falta na terra. Responderemos: “Nossos caminhos e memórias”

Os cadarços de Sophia


“Não te falta força, porém cadarços amarelos para o sapatênis que não tem. Pois quem vive vida tão sofrida, morro acima, morro abaixo, com uma bacia de roupas na cabeça, não compra cadarços — cadarços amarelos — nem sapatênis, nem uniformes; muito menos pode ir à escola, como as crianças que não trabalham e podem estudar.”


Diziam isso para a menina que chorava por cadarços amarelos, para o sapatênis que ficava na vitrine da loja de calçados, a um quarteirão e meio da escola. Escola esta particular, única na vila, de fama alta entre antigos e novos moradores da cidade por causa dos seus uniformes. Eram uniformes com pudor, de menina-moça de família, educada e de muita estima, pelo lindo e desenhado traje que usavam — principalmente o das meninas, de mangas longas e vestido, com sapatênis preto, todo padronizado. Apenas a cor dos cadarços variava: rosé ou vermelho, verde ou azulado. Era essa a razão do sonho de Sophia — um sapatênis fechado com o bendito cadarço amarelado.


Era o sonho de Sophia comprar aqueles cadarços e, para isso, guardava seus trocados, que no trajeto do morro abaixo recebia da sua mãe, que com a menina repartia parte do pagamento: duas moedinhas de dez centavos pela tarefa cumprida, pelo esforço que fazia morro acima, carregando a trouxa de roupas e uma latinha.


De três em três dias, duas moedas no fundo do pequeno cofre tiniam. Cofre para este fim feito, artesanalmente “arranjado”, de latinha de leite moça improvisada, com um adesivo amarelo pregado. Nele, estava escrita pela mãe da menina a única palavra por ela aprendida — palavra esta que Sophia também aprendera no caminho morro acima e, quando descia a ladeira morro abaixo, com fé, pronunciava o som da palavra a cada passo; e o significado de cada fonema embrulhava como se faz com um presente que ainda não chegou a hora de dar.


Cadarço, que agora era o sonho de Sophia, já fora o sonho de sua mãe, que à escola nunca ia, pois uns cadarços, em vidas tão sofridas, nunca pôde comprar — muito menos sapatênis, uniformes e ir à escola estudar.


Forças e sonhos todas as manhãs arrumava. Com o tinido de cada moeda no fundo da lata se motivava. Nunca desistiu da caminhada: morro acima, morro abaixo. Aprendeu que, na vida, tudo passa e que uma grande meta a ser alcançada traz, no começo, uma dificuldade danada.


Primeiro os cadarços, depois o sapatênis, o uniforme e, por fim, a escola. Um passo atrás do outro, uma conquista de cada vez. Diziam para a menina que chorava por cadarços amarelos:
“Sonhar primeiro com os cadarços, aprender com a dor de alguns laços, para daí adiante não se enrolar na vida como quem tropeçou nos próprios passos.”


Para minha felicidade e admiração de sua mãe, anos mais tarde, quando voltei, dei de frente com Sophia. Em suas mãos não encontrei nem bacia nem latinha. Estava diferente. Diferente da menina que, morro acima, morro abaixo, repetia insistentemente a palavra alegria. A mesma palavra escrita naquela latinha, palavra ensinada pela mãezinha, razão que foi razão dos seus cadarços, do sapatênis, do uniforme e da escolinha.


De hoje em diante, também me sento com os moradores da cidade para, com orgulho, olhar aquelas que, de uniformes tão admiráveis, caminham para estudar. Que vão e vêm todos os dias — em especial a minha menina de cadarços amarelos, única entre as demais. Aquela que vai cantando insistentemente a palavra alegria, porque desde cedo ela sabia que, na vida, não se realizam sonhos — muito menos se compram cadarços amarelos — sem alegria, razão dos cadarços amarelos, razão do sonho de Sophia.

A falta dela não foi só ausência... foi erosão. Um pouco de mim ficou em cada lembrança, em cada silêncio que se alongou demais. E hoje, quando tento me reconhecer, encontro espaços vazios onde antes havia sentido. Talvez o que mais doa não seja o que ela levou… mas o quanto eu precisei mudar para continuar existindo sem ela.

"Atitude" ou "Falta de atitude"
Não mostra quem você é,
ou deixa de ser.

A falta de LUZ faz com que você exalte o demônio, e crucifique os anjos.

"Como um vulcão expelindo calor, voz e risos que tendes infelizes, é que vos falta a alma, sem amar"!
Com o dedo na ferida de uma saudade, sem sentido fica de novo, como novo, um tempo que muitos só pensam de novo encontrar!
Em toda jornada o medo viaja também, o amor é uma porta aberta de atravessar, e quem entra e sai, se volta quer ser amada!
"Cuide bem do coração", e ele vai cuidar bem de você, o mundo é horrível, mas o bem vence no final!