Falso

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Escolhem o glamour falso de quem maltrata e arruma confusão, virando as costas para quem realmente daria o mundo para vê-las vencer.

Falso Poeta



O que possuis?

Nada!?

Farfalha as tuas cordas vocais...!

Secas!

Por nada!

Como dizes que isto ou aquilo é teu?

Nem és uma imitação falseada

de Cecília!

Tão pouco, o porquinho da índia

de Bandeira!...

Acaso podes tu

humano possuir (?)

as profundezas da terra

e as alturas dos céus?

no pequeno terreno teu?...

Não sejas superficial!

Acaso podes tu

humano

possuir alguma coisa

se passarás

antes mesmo que esta acabe?

---
Falso pastor não tem coração.
Tem engano.
---
Rouba em silêncio e ignora sua dor.
---

Três sinais de que esse homem é um falso pastor: fala mal da própria esposa, trai a aliança do casamento e explora o povo até tirar o último centavo do bolso.

O Falso elogio tem dois Poderes:


1. Faz você acredita em uma Identidade que Deus não lhe deu.


2. Acorrenta sua Alma no Invisível.


POR ISSO, Não Busque a APROVAÇÃO dos homens; BUSQUE PERMANECER FIEL A VOZ DE DEUS.

Negar-se
a dar um falso testemunho
faz com que
o poder repressivo de um
Estado de Exceção
seja ativado para forjar
uma culpa à força,
usando o poder da caneta.
– Mentor LCCampos11

Quem se nega a falso testemunhar
vira alvo do Estado de Exceção,
cuja máquina repressiva
usa o peso da caneta
para inventar e impor uma culpa
a qualquer custo.
– Mentor LCCampos11

Sem o blá blá blá dos "ligeiros". Falso não faz, né?! Só usa discurso e institui leis conforme a demanda o comprime.

Acreditar no que é falso
ou desacreditar do que é verdadeiro?


Ou (melhor ou pior ainda)
desconfiar de tudo
e não levar fé em nada?


Eis a questão em tempos modernos,
onde é fácil a manipulação e criação
de imagens, vídeos, expressões faciais
e voz com a ajuda da IA.


O paradoxo nosso de cada dia está servido!


Não é apenas o risco da mentira,
é o risco da erosão da confiança.


Quando tudo pode ser fabricado com ajuda de IA, surge um fenômeno perigoso que estudiosos chamam de dividendo do mentiroso: mesmo diante de provas reais, alguém pode dizer “é IA!” , e pronto, instala-se a dúvida.


O perigo maior talvez não seja acreditar no falso e nem desacreditar do verdadeiro,
é desistir da busca pela verdade.


Porque quando desconfiamos de tudo
e não levamos fé em nada, nasce o cinismo.
E o cinismo é terreno fértil para qualquer tipo de manipulação.
Se confio demais, sou ingênua.
Se desconfio demais, me isolo.
Se não confio em nada, me anestesio.


Acreditar ou não acreditar?
Eis a questão!


Confiar, uma opção.
Desconfiar, a solução.


✍©️@MiriamDaCosta

Tem gente que vive repetindo.
Não deixeis cair em tentação,
Mas adora pisar em falso.

Sofremos, por não decifrar o justo do injusto, o verdadeiro do falso, o leal do desleal. Vivemos olhando apenas de um ângulo. Por não estarmos preparados para as inconstâncias da vida, acabamos perdendo no meio do caminho, o melhor dela.

Preste atenção nos sinais, muitas vezes um sorriso falso é na verdade um silencioso pedido de ajuda.

“A persuasão forja o falso e desperta o verdadeiro.”

O perigo atual não é apenas a aceitação do falso, mas a preguiça intelectual de quem prefere engolir uma narrativa pronta a questionar sua origem.

Todo amor tem um lado verdadeiro e outro falso.


A questão é saber qual vai acabar primeiro.

O FALSO CALCANHAR DE AQUILES DO ESPIRITISMO.
A Verdade Moral de Kardec que o Movimento Antirracista Precisa Ler.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Parte III
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Introdução
O falso dilema do suposto racismo de Allan Kardec.
O problema das leituras anacrônicas.
A necessidade de retornar às fontes originais.
I — Tom, o Cego: o caso que desmonta o preconceito racial
Contexto histórico de 1867.
Escravidão, frenologia e teorias raciais.
A análise filosófica de Kardec.
A genialidade

O FALSO CALCANHAR DE AQUILES DO ESPIRITISMO.
A Verdade Moral de Kardec que o Movimento Antirracista Precisa Ler.
Parte III
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Introdução
O falso dilema do suposto racismo de Allan Kardec.
O problema das leituras anacrônicas.
A necessidade de retornar às fontes originais.
I — Tom, o Cego: o caso que desmonta o preconceito racial
Contexto histórico de 1867.
Escravidão, frenologia e teorias raciais.
A análise filosófica de Kardec.
A genialidade de Tom como demonstração da universalidade do Espírito.
II — A reencarnação como demolição metafísica do racismo
O Espírito não possui raça.
O corpo como instrumento transitório.
A pluralidade das existências.
A fraternidade universal.
III — A questão 803 de O Livro dos Espíritos
Igualdade perante Deus.
Igualdade espiritual versus desigualdade social.
O significado profundo da expressão "O sol brilha para todos".
IV — Questões 804 e 806
Aptidões diferentes.
Livre-arbítrio.
Desigualdade como obra humana.
Responsabilidade coletiva.
V — O grande equívoco de parte do Movimento Espírita
Espiritualização da desigualdade.
Alienação social.
O perigo do fatalismo.
A reencarnação como educação e nunca como punição.
VI — O Espiritismo diante das questões sociais
Racismo.
Xenofobia.
Intolerância.
Violência.
Exclusão.
Capital e desigualdade.
Justiça social à luz de Kardec.
VII — Deolindo Amorim, Herculano Pires e a participação social do espírita
O espírita dentro do mundo.
Política pública e responsabilidade moral.
Caridade e fraternidade como ação transformadora.
VIII — O verdadeiro calcanhar de Aquiles
Não é Kardec.
Não é a Codificação.
É a leitura superficial.
É o desconhecimento das obras fundamentais.
É o abandono da metodologia kardequiana.
Conclusão
Mostrando que o caso de Tom, o Cego, permanece uma das mais contundentes refutações filosóficas do racismo escritas no século XIX, revelando que a Doutrina Espírita dissolve qualquer pretensão de superioridade racial ao afirmar a unidade essencial do Espírito e a universalidade da reencarnação. A igualdade proclamada por Kardec não elimina a responsabilidade humana diante das desigualdades sociais; ao contrário, amplia o dever moral de combatê-las. O verdadeiro "calcanhar de Aquiles" do Espiritismo não reside em sua Codificação, mas nas leituras fragmentadas, descontextualizadas e dogmáticas que obscurecem seu caráter profundamente racional, progressista e humanista.
Fontes.
Allan Kardec. Revista Espírita, fevereiro de 1867 — "Tom, o cego, músico natural".
Allan Kardec. Revista Espírita, abril de 1862 — "Perfectibilidade da raça negra. Frenologia espiritualista".
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos, questões 803, 804 e 806.
Deolindo Amorim. O Espiritismo e os Problemas Humanos.
Marcelo Caetano Monteiro et al. Espiritismo, Educação, Gênero e Sexualidades: um Diálogo com as Questões Sociais.
Frase final
"Enquanto houver um único ser humano julgado pela cor do corpo e não pela grandeza do Espírito, ainda estaremos aprendendo a lição que Kardec escreveu há mais de um século e meio, mas que muitos ainda não tiveram a coragem de compreender."
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⁠A mesma Bíblia que salva o verdadeiro, condena o falso.

O falso líder oprime para ficar no topo; o servo de Deus desce para levantar pessoas.

O falso cuidador silencia vidas em vez de levantar almas.