Falo o que Sinto

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⁠⁠"Sinto saudade de quase tudo dos meus anos 60, mas também tinham; o Óleo de rícino, Emulsão de Scott e o cruel Merthiolate de assoprar desesperado.
Desses eu guardo mágoa"

Inserida por mcmacedo

⁠LXXXVI

Do Médio Vale do Itajaí
és a minha joia esplendente,
Sinto o privilégio de morar
aqui em qualquer estação,
A minha Rodeio é a joia
poética do meu coração.

Rodeio o teu povo cheio
de devoção amanhã
irá a Santa Missa na Igreja Matriz
agradecer porque
aqui dá todos os motivos
para a gente ser feliz.

Basta olhar pela janela,
respirar e contemplar
como é uma beleza
a cada momento ler
sempre um novo poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O quê sinto no coração
não cabe na mensagem,
É o que pressinto na realidade
que nós viveremos um
poema romântico de verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pudim de Leite

Não consigo resistir
a ideia de resistir
ao que sinto por você
que me olha com
o olhar delicioso
de Pudim de Leite
convidando ao deleite. ⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Moro em Rodeio

Alma de minha alma
sem te ver sinto
o seu coração preso
ao meu no mesmo
compasso do tempo.

Algo me diz que
para você é sentido
de igual jeito,
você sabe que eu
moro em Rodeio.

Onde a Écloga
perfeita se encontra
nos arrozais
e nos meus braços
a sua amorosa paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Qaqun

O exílio de um vilarejo
inteiro é algo comparado
ao que sinto vivendo
distante do seu amor puro.

A aldeia na colina com
vista para a planície de Qaqun,
A fortaleza construída
pelas Cruzadas, um poço
e a escola são tudo o quê
dizem restar da óbvia memória.

Onde a minha poesia construiu
também o etéreo Caravansário,
Te guardo no meu peito sacrário
e assim te levo com orgulho
como o meu relicário preservado.

A história de que a aldeia foi
reconstruída algumas vezes
ainda não foi apagada e nem
nunca mais será porque fiz
o voto de seguir até o final
mesmo que o seu povo não
deixaram voltar e sem saber
se muitos conseguiram se salvar.

Como o passado fosse hoje
tenho relances sensoriais
das melancias, vegetais,
pepinos, azeitonas, frutas cítricas,
trigo, cevada, cabras e colmeias.

Como estivesse por perto vejo
os cactos e uma velha amoreira
crescendo ao sul da colina,
pomares, algodão, pistache
e hortaliças, e sinto que o quê
sinto por ti também é recíproco
e quero viver além das notícias.

Na sua companhia quero olhar
e sentir pela primeira vez que
estamos vivos vivendo com sonhos
como os nossos compromissos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No fundo, eu penso quem vai determinar se sou ou não poeta/poetisa é o leitor. Não me sinto com tal autoridade para dizer se sou ou não poeta/poetisa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Fico como o Patuju
em flor cortejado
pelo Colibri quando
sinto que você está
ao redor mesmo
em pensamento com
o seu etéreo amor,
Sei que no fundo
me guarda com tudo
o quê há de mais sedutor
raro, inevitável e absoluto.

(Pertencemos ao mesmo mundo).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Domino com suavidade
Invado com todos carinhos
Sinto cada liberdade
Com cuidado nos caminhos
Respeito cada instante seu
E silenciosa serás meu
Tu és um Universo inteiro
A poesia de amor e recomeço

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nada em mim é efêmero,
quando me calo é porque
ainda penso e sinto,
Não serve como perfume
a hipocrisia,
No coração há um arrebol
etéreo e uma limirência
solitária e poética
que cruza o oceano
de silêncio que espero
que não seja eterno,
mas que também não tarde
para que no tempo
se converta em amor verdadeiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Sem saber quem és
sinto-me dentro
por todos estes anos
Cercada pela ausência,
e pelo seu silêncio
que fazem uma orquestra
da minh'alma, do peito,
do corpo e do pensamento.

(Poema dos sete sentidos)

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com poesia guardo
o quê sinto e deixo
que ela fale por mim
já que o silêncio vale ouro,
Continuo querendo saber
de você o tempo todo,
Quando o assunto é amor,
sou como a Tachã-do-sul:
no território do meu
coração não existe outro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um Orabutã encantador
florido e envolvido por amor,
É assim que me sinto
diante do seu jeito sedutor
nesta noite que se ergue
estrelada com todo esplendor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Cuia de Inox
tem poesia e voz
de tudo o quê sinto,
Sem negar e deixar
por conta do destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sinto neste madrugada
profunda que sou eu
aquela que te ocupa
absoluta no seu silêncio,
De mim já não há mais
nenhum regresso,
Sou como as Ibirapirangas
com sementes espalhadas
pelo caminho, o seu plano
ambicioso e desejo íntimo derramando e amoroso.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Antes do Lunisticio
e do Solstício de Inverno
que estamos vivendo,
eu te sinto mesmo em pensamento.

Dancei com os deuses
nos braços da Aurora Austral,
Agora ergo em direção
a Tata Inti o Taita Nina no meu ritual.

Agradeco a Mama Kocha
pela vida que se renova
no ventre de Pachamama,
a minha intuição jamais se engana.

Minhas raízes nesta Abya Yala
vivem nas minhas veias
mesmo que você não as veja
celebrando o Inti Raymi a vida inteira.

Poeticamente as minhas letras
têm as cores da Wiphala,
conheço bem a minha pertença
que segue o rumo da ancestral crença.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sinto saudades da época
que eu fazia bonecas
de palha de milho,
não sei se o amor está
escrito no meu destino,
só sei que quando ele
chegar nós vamos namorar.

Farei a magia do sabor,
vou colocar com certeza
no Pastel de Berbigão
todo o meu amor
e na Tainha Soberana
ele há de provar o quê é poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sinto na pele o frio extremo
aqui no Médio Vale do Itajaí,
O silêncio da Cidade de Rodeio
encantadoramente é quebrado
pelo canto do Canário-da-telha,
Resolvi me arrumar por dentro
para escrever um lindo poema
enquanto bebo na cuia de Porongo
o meu tradicional Chimarrão Estrela.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Divina Açucena do Paraguay
que de dia sinto o seu
perfume suave e de noite
sinto o perfume intenso.

Magnífico Jasmim do Paraguay
e desta Pátria Grande,
que inspira com o seu esplendor
e em mim constrói jardins de amor.

Tu és Manacá e também sou
por voto solene e profundo
rendendo poemas como cá estou.

Nas tuas pétalas, Francesino meu,
escondo poemas com o dom
que o nosso Bom Deus me deu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ao fitar os seus olhos,
sinto a verdade
que você teima
em não contar!
Existe um medo,
um desejo
ou um segredo?

Inserida por girle_nunes