Falecimento
A morte de Jesus foi um reembolso que ele pegou de volta três dias depois. Se os pecados voltaram com ele, a crucificação foi só uma sesta de fim de semana. Ele teria feito um favor à humanidade se tivesse permanecido na tumba.
Defendo a pena de morte apenas para os niilistas, os suicidas, os negadores da vida devem ser jogados de volta ao nada!
Deus é a própria morte.
Metaforicamente, Deus é, na verdade, a própria morte...
Por que Deus é a morte?
A morte é onipresente, onipotente, onisciente; ou seja, está em todo lugar, é invisível, imortal, presente, eterna, é o nada — e, por ser o nada, conhece tudo; é o fim — e, por ser o fim, conhece todo o início.
A morte é justiça e, por ser justa, não tem pobre nem rico, nem inferior nem superior; tanto humano como inseto, sem exceção, cedo ou tarde, todos são condenados, todos morrem.
A morte é a reflexão mais profunda; é o que nos faz pensar, agir, mudar; é o que nos incentiva a viver, a fazer, a compartilhar e a deixar.
A morte é encontro; é para onde todos caminham, independentemente dos infinitos caminhos — o destino é o mesmo para todos; é onde todas as almas se encontram, na morte.
A morte é amor; é onde nos sacrificamos pelo próximo; é onde deixamos o legado, a ideia, o propósito; é o que fazemos pela nossa família, amigos, sociedade, natureza; é o que servimos e deixamos para o mundo antes de morrer.
A morte é o pai, é a mãe de todas as coisas; é o que veio antes de tudo existir; é o que veio antes do “bem e do mal”, do “paraíso e do inferno”, da “luz e da escuridão”; é o que veio antes do “nascimento”, da “vida”, do “Big Bang”, do “universo”; é o que veio antes de tudo existir, porque já existia e estava lá; é o que chamam de “vácuo”, “nada”, “inexistência” — é a morte, o próprio Deus.
O maior arrependimento que uma pessoa tem após estar próximo da morte é não ter acreditado que ela um dia chegaria e perceber que não viveu como gostaria.
A morte não pode calar
O sangue do justo no chão
Nem convence o vencedor
Que se recusa a parar
Assim como a escuridão
Não pode cegar
Quem enxerga com o coração
A morte não foi negada; foi vencida no espaço e no tempo. O cristianismo não venera uma sepultura, mas proclama uma ausência: "Ele não está aqui".
A cruz pagou o preço. O túmulo confirmou a morte. A ressurreição proclamou a vitória. O terceiro dia mudou absolutamente tudo.
A cruz revela a gravidade do pecado: se o preço foi a morte do Filho de Deus, o problema não era superficial.
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