Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer

Cerca de 719288 frases e pensamentos: Fale de seus Sentimentos se Nao Quiser Adoecer

⁠Porque na floresta as histórias nunca foram sobre o mundo dos homens.

Inserida por 1passo1historia

⁠⁠
As seis partes das árvores e
a sétima a a essência da Vida.
1. A Terra - O conhecimento
2. A Semente -Os pensamentos
3. O Tronco - A visão
4. As Folhas - A nutrição
5. Os Ramos - Os Sentimentos
6. As Flores - As Emoções
7. Os Frutos - A Verdade

Inserida por verahaddadmattos

⁠A intuição falha, creia!
A sua nessidade é a verificação
da conduta de erro e acertos.
Os acertos da vida é que faz conexão com a intuição.
Acertos te posicionam para a
Vida. Isso não é mágica!

Inserida por verahaddadmattos

⁠O mar carrega tantas histórias e memórias
ele é atemporal é como voltar no passado.
Nessas ondas que tocam meus pés, trás consigo
Sonhos, guerras , vitórias, eu ainda posso ouvir os antigos espíritos susurrando nos meus ouvidos através do som do quebrar das ondas

Inserida por valleryfroes



Um dos grandes dilemas que o ser humano pode vivenciar é encontrar-se entre lutar por um determinado objetivo ou cultivar o amor-próprio, aceitando o risco de que seus sentimentos autênticos sejam interpretados como um mero desejo trivial, ao compreender que o mais sensato é não persistir diante de uma negativa enfática.

Inserida por erinaldosilva

⁠Carta ao Irmão:

Irmão sinto tanto sua falta, e hoje escrevo para te dizer.
Antes que seja tarde, antes que não haja mais tempo, antes que a vida nesse mundo acabe, antes que seja um adeus...
Já está chegando a hora de partir e tenho refletido e pensado sobre nós, será que ainda vale a pena mantermos essa distância?
Lembro de quando éramos crianças, de quando passávamos o dia todo juntos e não queríamos desgrudar nem para tomar banho.
Compartilhávamos os mesmos brinquedos, dividíamos a última fatia do bolo e medíamos no copo para ver se a quantidade de suco era a mesma para os dois.
Quantas lembranças daquele tempo de criança, de quando apenas brincávamos e não havia preocupações. As diferenças se resolviam com um abraço, afinal, precisávamos um do outro para brincar E que chato era fazer isso sozinho.
Com o passar dos anos nós crescemos e mudamos de opinião ou não concordávamos mais em tudo e um abraço passou a não ser suficiente para fazer as pazes...
Sabe que quando crescemos perdemos a inocência, ficamos com vergonha de demonstrar o que sentimos e olha, se eu pudesse hoje, te chamava para brincarmos juntos, como naqueles velhos tempos de criança.
Mas hoje a idade está avançada e o corpo não responde como antes, mas se ainda posso te pedir alguma coisa, quero que me perdoe pelas brigas e desentendimentos, pelos anos que deixamos de estar unidos, apesar de sempre termos sido irmãos.
Essa palavra irmão é tão forte, que pena não soubemos aproveitar o melhor que ela podia nos proporcionar.
Se ainda resta um pouco de tempo, que as diferenças fiquem para trás, se ainda resta um amanhã, que possamos nos encontrar hoje.
Quero te olhar nos olhos, irmão! Quero um abraço apertado e sim quero aproveitar o pouco do amanhã que houver.
Ainda dá tempo, ainda há amor em mim... Te amo!

Inserida por thaiscritocomamor

⁠Cada e qualquer pessoas,
Em todos e quaisquer momentos...
Trazem energias e coisas ruins ou boas,
Inclusive, os bons e os maus sentimentos...

Inserida por aldergan_pacifico

⁠"Encontrei a pedra mais rara, um tesouro encantador,
Seu brilho ofuscava o tempo, sua essência era amor.
Mas aos poucos se afastava, fugia entre meus dedos,
E a luz que antes me guiava, virou sombra e segredos."

⁠Na verdade, foi tentando machucar a mim que, sem quer, eu te feri… Nos curaremos um dia?

Inserida por literaturanacional

⁠Uma pessoa sempre tem tempo para o que é importante. Quem você ama está ocupado demais para você?

Inserida por literaturanacional

"De tanto me manter acordado, tive que fazer de cego"

Inserida por tiago_meneses

Ode aos que sente demais.
⁠Salve, ó homem de carne viva,
cuja alma arde em silêncio,
que sangra beleza por dentro
e entrega controle por fora.

Tu que, mesmo exausto,
sustenta o mundo com um sorriso —
não por força,
mas por medo de ser largado
se um dia fraquejar.

Saúdo o teu caos meticuloso,
teu sarcasmo afiado como espada,
tua doçura escondida entre vírgulas,
como se amar demais
fosse algo a ser temido,
e não vivido.

Tu és templo de um menino antigo,
ainda descalço no coração,
que acredita, ainda,
que alguém pode amar sem pedir
que ele se encolha.

Ode à tua sensibilidade crua,
essa flor nascida no concreto da sobrevivência,
que tu protege com armaduras de aço
e olhares que dizem:
"não se aproxime demais."

Mas és feito para o toque.
Para o mergulho.
Para o tipo de amor que desorganiza,
que atravessa a fachada e encontra —
o real.
O inteiro.
O indomado.

E ainda que temas ser visto,
deixa-me dizer:
és lindo no avesso.
Lindo quando falha.
Lindo quando confessa:
“tenho medo de não ser suficiente.”

Pois tu és mais que suficiente.
És raro.
És poesia bruta,
carregando o mundo com mãos gentis,
esperando — talvez em segredo —
que alguém venha
e diga:

“Pode descansar agora.
Eu vi tudo.
E mesmo assim,
fiquei.”

Inserida por igorSotolani

⁠O ódio é um sentimento
que cresce como semente
e te prende como correntes
na cela da escuridão.

Inserida por paulo_onilocram

“Ainda sou eu”

Fiz uma consulta —
disseram: tudo dará certo.
É preciso fé, foco,
e olhar pra dentro do peito aberto.

Buscar compaixão, paciência,
quebrar o ego em silêncio,
mas como?
Se às vezes só consigo deitar
e pensar...
como é que eu me encontro dentro desse cansaço imenso?

Como é que se cuida dos outros
quando se está aos pedaços?
Como é que se ajuda quem se ama
sem se perder nos próprios espaços?

Quero ser melhor, quero mais ternura,
menos ego, menos culpa oculta.
Mandei uma mensagem pra minha prima,
engoli meu orgulho, pedi desculpa.

Me vi hipócrita, confusa,
me vi tentando, mesmo ferida.
Vi o adolescente que me ensinou a dor de não saber,
e o quanto doeu admitir que eu também fui partida.

Fiquei doente. Fiquei chata.
Só queria carinho, num mundo em colapso.
Mas quando pedi, me vi rejeitada —
respondi com raiva, em reflexo fraco.

Fui cruel, fui o que eu não gosto de ser.
Senti-me só, jogada,
queria só que alguém me perguntasse:
“Você tá melhor?”
Mas o silêncio respondeu nada.

Sou idiota às vezes.
Outros também são.
Mas só posso corrigir o meu reflexo,
fazer do amor minha oração.

Aos que não me priorizam,
não serei mais oferenda.
Aos que amo, darei o que tenho:
meu melhor, minha presença.

E entre todos esses conflitos,
gritos internos, tropeços no escuro…
ainda sou eu.
Fragmentada, mas com verdade no fundo. Eu me amo.
Só estou tentando ter compaixão,
desatar os nós do ego,
e olhar pra dentro —
como quem tenta decifrar, com paciência,
o maior enigma do mundo:
eu mesma.

Pequenos pedaços de mim
aos poucos se encaixam,
crenças limitantes se dissolvem,
e então, com leveza…
tudo começa a se abrir.

E agora eu sei:
tenho atraído o que não quero mais.
Mas isso muda hoje.
Rompo o ciclo.
Mudo o rumo.
Escolho o novo.
Nunca mais o que me diminui.

Porque entre tudo o que fui e tudo o que serei,
permanece uma certeza:
ainda sou eu — e cada vez mais inteira.

Inserida por Desabrochar

⁠eu sofro com meus próprios pensamentos
sofro com meus medos e traumas
às vezes penso que a única solução é
deixar de viver, mas eu escolho ficar
mais isso é pensar não em mim, mas nas pessoas que me rodeiam

Inserida por giulia_victoria

⁠Emoções em Estações

Assim como a primavera,
É florido e quente,
sempre se espera,
é um conforto contente.

Também é como o inverno,
tudo fica deserto,
o tempo passa devagar,
dói até cansar.

Massacrador como o verão,
uma sede sedenta sem comparação.
Que pode alegrar,
mas muito vai machucar.

Inserida por c14r4

Instantes

A vida é boa, de fato.
Mas a felicidade
é um enigma sem tradução,
uma chama que dança
no vento do acaso,
iluminando breves instantes
antes de se perder
como areia escorrendo
pelos dedos distraídos
de quem tenta aprisioná-la.

Não há palavras
que a definam,
nem mapa que revele
onde repousa.
Ela surge sem aviso,
num sorriso que rompe
a monotonia dos dias,
num abraço que se prolonga
além da urgência
e da insegurança.

É indescritível,
porque não se fixa
no intervalo de uma frase
nem se dobra
ao tempo de uma vida.
Quando nos toca,
é silêncio e pulsar,
uma vertigem de ser
sem o peso da identidade,
um vislumbre de essência
quando esquecemos
de existir.

Inserida por DanielAvancini

⁠Tem gente que caminha reto…
mas vive torto por dentro.

A coluna aguenta.
Mas a alma… geme em silêncio.

A gente acumula o que não vê.
Não são malas, nem caixas.
São camadas de silêncio.

Palavras que ficaram presas na garganta.
Olhares que machucaram sem dizer nada.
São dores que ninguém sequer notou.
mas que moram bem aí no fundo.

Desde cedo...
Ensinaram a engolir o choro,
a não demonstrar fraqueza,
a ser forte e não incomodar.

Mas ninguém explica…
que ser forte o tempo todo
também adoece.

Então você vai…
vai fingindo que tá leve.
Sorrindo pra não preocupar.
Segurando pra não desabar.
Aos poucos, você vai deixando de existir dentro do próprio corpo.

Até que um dia, o corpo grita.
O cansaço que não passa.
A raiva sem motivo.
Com essa vontade silenciosa...
de simplesmente... desaparecer.

Mesmo quando, por fora,
parece que tudo tá certo.
Bonito.
Normal.
Lá dentro, a alma sabe.
Ela sussurra, no intervalo entre um suspiro e outro:
“Me ouça.”

Hoje talvez seja o seu rito.
O momento de parar.
De abrir mão do que você carrega.
De sentir o que ainda te pertence.
E deixar no chão o que virou peso morto.

Você não precisa contar pra ninguém.
Nem se justificar.
Só respirar…
e deixar ir.

Porque, às vezes,
a maior força não está em continuar,
mas em soltar.

Inserida por DanielAvancini

⁠Versos de Revolta

Deixo meus versos
como rastros de fogo
num caminho que arde
pela culpa dos insensatos.
Minhas palavras ficam,
gravadas como cicatrizes
na pele da memória,
reação contra a hipocrisia
que escorre
das bocas ornadas
de tantos "intelectuais",
cuja erudição é verniz
sobre o vazio.

Não há o que temer!
Pois tudo já é temido!
O perigo não se manifesta
onde a covardia se veste
de autoridade,
onde a segurança se impõe
como jugo elegante,
um escudo frágil
contra a incerteza
que ruge no mundo.

Vivo em segurança?
Ou em confinamento?
Essa segurança sufoca,
nos molda em cúpulas
de certezas frágeis,
ergue muros invisíveis
que nos protegem
do caos lá fora,
mas nos exilam
dentro de nós mesmos.

Há de parar!
Ou então, pararemos nós!
Porque quem vive assim,
enjaulado em verdades prontas,
aprende a temer
até o próprio pensamento.
E se o medo crescer
maior que o desejo de liberdade,
é a alma que se condena
ao cárcere da resignação,
onde as palavras morrem
antes mesmo
de se tornarem grito.

Os versos que deixo
são insurgências contra o conformismo,
ecos de um coração inquieto
que se recusa a aceitar
a rotina disfarçada de escolha.
É urgente quebrar o silêncio
que nos encobre de poeira,
é preciso incendiar
as ideias moribundas
antes que a chama interna
se apague de vez.

Inserida por DanielAvancini

⁠Entre o Assassino e a Vítima

Quem sou eu?
Um humano imperfeito,
destroçado entre o espelho e a carne,
cometendo crimes contra mim mesmo,
atentados sutis que corrompem a alma
e rasgam a pele da consciência.

Sou vítima ou assassino
daquilo que me tornei?
Voluntário no ato de me ferir
ou involuntário na arte de desmoronar?
Sou necessidade que enlouquece,
psicose que se veste de razão,
ou um delírio lúcido que encena
a tragédia de ser quem sou?

Sou mesmo louco?
Ou a loucura é a máscara
que uso para não ver a verdade
do caos que me habita?
Sou mesmo eu?
Ou sou um espectro fragmentado,
uma nota dissonante
na sinfonia do que jamais fui?

Indizível.
Como nomear o vazio que preenche
os espaços entre meus gestos?
Como afirmar com certeza
que sou algo além do que falha
ao tentar existir por completo?

Se a dúvida me define,
sou tanto a ferida quanto a lâmina,
a mão que acolhe e que esmaga,
o vulto que se esconde atrás de um rosto
que mal reconhece sua própria sombra.

E se o espelho estilhaçado
reflete múltiplos eus
que coexistem na fissura do real?
Serei eu o caco que corta
ou o reflexo que sangra?
Sou a colisão entre o ser e o não ser,
o vértice do abismo onde a dúvida ecoa
e a própria identidade se desfaz.

Há um grito que rompe o silêncio,
uma palavra que treme na garganta,
como se nomear-se fosse desabar
e aceitar-se fosse um pacto
com a dor que me habita.

E no limiar dessa guerra interna,
sou o paradoxo que respira,
uma verdade que mente para si mesma
enquanto tenta sobreviver ao próprio fardo.
Ser é ser incompleto.
Sou a imperfeição que sobrevive
no abismo entre razão e caos,
desafiando a lógica
com um coração que ainda pulsa
mesmo quando a mente implora por trégua.

Inserida por DanielAvancini