Falas do Texto a Caixa de Pandora
enquanto relembrava a história de Harry Potter, percebi como essa saga me fez pensar fora da caixa e questionar as normas e padrões que a sociedade impõe. Através da história de Harry, Ron e Hermione, fui apresentado a um mundo mágico onde tudo era possível, e isso me fez perceber que muitas das limitações que acreditamos ter são, na verdade, construções sociais.
A vida é como uma caixa de surpresas. Muitas vezes ficamos com medo por não saber o que há lá, pensando que é algo ruim. Mas, para descobrir o que há, devemos colocar a coragem em jogo. Assim como na vida, devemos nos dedicar ao novo, e assim obtemos resultados. Tudo que vem com suor e dedicação pode se tornar eterno.
Os jovens pesquisadores somente funcionam como caixa de ressonância dos sêniores; toda narrativa vem de cima, somente se replicam como fake news, mesmo quando a narrativa o prejudica. Isso seria a armadilha da meritocracia no meio acadêmico. Um loop que poucos conseguem escapar, mesmo os mais geniais caem nesse loop, virando tão incapazes de pensar quanto alguém acéfalo.
Admiro pessoas que pensam, que saiam do tradicional, que pensam fora da "caixa", que arriscam e fazem da vida um eterno aprendizado, que lutam pelo que acreditam e tenha ideais e objetivos próprios, mesmo que vá na contra mão dos que os outros acham, pessoas de personalidade e por mais que discorde sempre as admirarei.
Andando numa estrada encontrei uma pequena caixa mais deixei pra lá e continuei andando mais cada vez que andava parecia que eu andava pra trás fiquei perdida naquela pequena estrada então voltei onde eu encontrei a caixa abri e tinha uma carta dizendo assim_ ande, pois vou te encontra. Fiquei assustada mais ai comecei a anda e no meio daquela estrada encontrei você é hoje posso dizer que foi você que me achou quando eu estava à procura de acha uma saída você nunca desistiu de mim e sempre estava a me procurar!
As vezes esperamos da vida um presente assim; uma caixa com laço bonito e enfeitado, para que possamos ser felizes. Sem saber que o que pode nos fazer feliz é aquela velha caixa de sapato empoeirada cheia de lembranças, transforme-a embrulhe-a enfeite-a coloque o Laço.O Conteúdo muda com a embalagem, sua Felicidade é você quem Faz .
Ignorância, é saber que quando a Morte nos chamar, iremos habitar uma caixa que alguém escolherá para nós e, ainda assim, apesar de toda a liberdade que nos é dada em vida, escolhemos viver enclausurados nas nossas prisões mentais, apesar das inúmeras portas abertas com saídas para o Norte!Vivemos conscientemente soterrados, pela escuridão da nossa própria mente!
Amém, a todos nós! Anjo amigo, muitas das vezes procuramos palavras em pessoas aqui na caixa, mas nem sempre as palavras que gostaríamos de ouvir ou simplesmente ler, nunca nos chegam da maneira esperada, por isso sempre que possível eu apareço aqui e as envio com meus simples gestos de dizer... Fique na santa paz de Deus! Espero que esta simples palavras lhes conforte nas piores e nas melhores horas de sua vida...
Lá estava eu… Sentada no chão da sala, encostada sobre a porta com o celular na mão. Olhava a caixa de entrada das mensagens de instante a instante, esperando qualquer notícia sua que fosse. Fiquei observando sua foto, aquela que você havia tirado com os amigos em um churrasco de despedida da turma do colégio. Fixei o olhar no seu sorriso, aquele sabe, aquele que eu mais gostava. Fiquei vidrada observando cada detalhe seu, quando a luz do visor do celular se apagou, e antes o que era sua foto agora era apenas uma tela preta e sem graça que mal me refletia. Meus pensamentos rapidamente se voltaram para você, comecei a imaginar onde você estava, se estava bem, se estava feliz, se estava se cuidando direitinho como eu sempre te orientava, pois naquele momento tudo que eu mais desejava era estar ao seu lado, fazendo tudo isso por você, para você. Mas quando me dei conta uma lágrima escorria pelo meu rosto, pois eu sabia que isso não era possível, uma tremenda dor tomou conta de mim, uma dor aguda e gélida. As lembranças vieram impetuosas como se fossem socos e tapas, me fazendo sentir uma enorme saudade de tudo, da nossa cumplicidade, do modo como as coisas eram tão únicas com você. E me lembrar aquilo tudo foi tão doloroso. Mas eu sabia que eu não tinha culpa, a culpa era da sua própria covardia, desse seu medo de ser decifrado, um estranho medo da felicidade. As lágrimas que antes eram de saudades se transformaram em um sentimento de raiva. Raiva pelas promessas quebradas, e juras de amor que eu só havia feito com você, e me fez me sentir insuficiente pra você, quando eu havia dado o meu melhor e como retribuição você pisou com toda força em meu bobo e frágil coração. Coração tolo que te amou com toda intensidade que alguém pode amar outra pessoa, mas eu decidi dar um basta em tanto sentimento por alguém como você, que fez descaso, como se eu fosse sua marionete. Olha como esse amor me transformou, oque antes eram planos pra nós dois, hoje são planos para te excluir de vez da minha vida, do meus pensamentos, apagar da minha memória esse teu sorriso, sua voz envolvente, tudo.. E dessa vez não irei me entregar novamente a você, já dei muito mais que segunda chance pra quem na verdade não merecia nem a primeira. Dessa vez minha decisão vai ser definitava, não aguento mais tanto sofrimento, vou juntar todos os pedaços do meu coração que ainda restaram com todo cuidado e seguirei em frente firme e forte, de cabeça erguida. Só não se esqueça que tudo que vem volta em dobro, toda a dor que eu senti você irá sentir em dobro, boa sorte garoto… te garanto que não será tão facil senti-lá.
O Silêncio é como uma caixa que guarda um grande poder conhecido como Palavra, depois de fechada, não pode ser aberta facilmente, nem todos conseguem lidar com o que ela guarda e podem causar um caos eloquente, sendo assim, aquele fica dentro de uma fortaleza, muito protegida para que a Paz seja mantida. Então, agora, penso, seria a Caixa de Pandora uma forma lúdica do Silêncio? 🤔
Viver é como produzir um texto... muitas vírgulas... muitos tempos verbais...flashbacks e flashforwards intensos e entrelaçados... um discurso por vezes muito convincente... e uma gramática nem sempre impecável... algumas exclamações... muitas interrogações... mas que infelizmente, e quase sempre, acabará em um ponto final.
“Ana” significa cheia de graça. E agora, olhando diretamente para ela de longe, não me parecia a mais nova das moças, mas certamente era uma das mais delicadas e graciosas. Uma princesa, diria Eduardo. O gentil homem que há anos atrás foi roubado o coração. E que aguardava a minha visita, com o mesmo partido, do lado de fora. Uns passos a mais e dava para olhar mais detalhadamente. A moça estava sem cor, coberta de tubos de variados tamanhos e com pequenos ferimentos no lábio inferior, o que de fato fez o meu coração apertar. Com as pernas bambas, custei-me para me aproximar, mas sem pensar duas vezes dei mais alguns passos tortos em direção a ela. Ao chegar à beira da cama, alisei-lhe o rosto e enfermeiras me fuzilaram com olhares furiosos. “As pessoas não entendem que aqui não se pode tocar nos pacientes…” escutei a de cabelo mais escuro dizer. Ao mesmo tempo em que olhei para trás, a mesma de cabelos escuros balançava a cabeça negativamente. Ignorei. Minha atenção era da moça, aquela doce moça deitada a minha frente. Não podiam me impedir de tocar-la, e então continuei a alisar-lhe o rosto e em seguida os cabelos, que frágeis se soltaram em pequenos tufos sobre a minha mão. Ela estava ali sozinha, tão debilitada, e precisando dos meus cuidados. Sussurrei, mas percebi que ela não podia me ouvir. Os remédios a deixavam fraca e ela não tinha forças para me olhar. Por um momento fechei meus olhos e pedi para que de alguma forma ela sentisse minha presença. Esperei. E esperei, e sem sucesso não houve nenhum movimento, nem mesmo um pequeno sinal que me fizesse acreditar. Por mais que a tocasse era inútil imaginar que poderia estar me sentindo. Às lágrimas escorriam pelo meu rosto e como tive vontade de pega-la no colo. Ninar, cantar… E cantei. Cantei no intuito de que pelo menos pudesse me ouvir. A música eu não poderei lhe confessar o nome, pois esse passou a ser o meu segredo e da doce moça deitada sobre minha proteção. Continuei a cantar por alguns breves e eternos segundos. Até minha voz falhar e meus soluços tomarem o seu lugar. Pus minha cabeça sobre a moça, e ali eu fiz meu pranto. E chorei, chorei, chorei.
Tentei me recuperar. Mas as lágrimas eu não podia conter. Percebi então que já não possuía controle algum sobre elas, nem sobre o meu coração, nem sobre a moça. Pudera minhas lágrimas fazer milagres, caírem sob sua face e a despertasse como nos contos de fadas. “Lágrimas de um amor verdadeiro” pensei. Mas a vida não era justa, sabíamos bem, e por mais que Ana em meu coração se igualasse a mais bela das princesas, também não era um conto de fadas. Olhei para o relógio e meus preciosos minutos tinham se passado, talvez os primeiros de muitos ainda, talvez os últimos, talvez lembrados para sempre, talvez esquecidos quando pela manhã ela voltasse para casa. Quem poderia saber ou me provar o contrário? Não havia explicação, apenas esperança. Sim, esperança era a minha palavra, e eu tinha a total esperança na minha doce moça. Preciso confessar lhe que jamais conheci alguém tão única como ela. Tão forte, tão minha. E naquele momento — naquele precioso momento —sem me sentir, sem talvez nem me ouvir lhe disse: “Eu sempre te amei e sempre irei amar” e com um beijo na testa me despedi da minha graciosa Ana.
Após nove dias naquele mesmo estado a moça partiu, levando consigo todo o meu coração. Ela se foi deixando uma dor profunda em cada um em que plantou o seu amor. Amor… Como era amada a minha moça, era a mais encantadora que o mundo já teve o prazer de conhecer. E apesar da saudade que deixou com a sua partida, deixou também o que de mais valioso trazia em seu coração: Sua graça e doçura.
(...)
— E esta foi à última vez que eu vi a moça — minha doce, doce vovó — ainda com vida.
“- Desejo tudo de bom para você, minha querida (...) - O que moças jovens fazem? - ... Vá beber até cair com esse dinheiro.
- Beber até cair?
- Não, não até ficar inconsciente, mas um pouco...como é mesmo o nome daqueles drinks vermelhos e lindos? Ah, e vá dançar. Sorria. Divirta-se. Esqueça esse rapaz. Tchau.”
..onde quer que eu vá...
que eu sempre possa te ofertar o melhor de mim;
o meu presente mais simples;
como o meu sorriso por exemplo que chega marcante como o perfume das flores na primavera.
E como quem não quer nada;chega pra ficar
se esticando até o verão
e ainda assim, ilumina e brilha tal como o sol, tal como a lua...
Kalinda Barbosa Moraes.Poetisa/jornalista web e escritora independente.

Nao tenho medo de falar e nem olhar para o passado,não faço beicinho,dispenso a ideia de torcer o nariz!O passado me tras uma lição ou proveito da vida, tanto dos momentos bons quanto dos ruins.
Portanto fazes as pazes com o teu "assombroso" passado para que não continue sendo um ser aborrecido que vive aborrecendo os outros ao teu redor, segue adiante com teu presente para que seja muito feliz no trilhar do teu futuro!
A doença da indiferença é quando muitos dizem :"Isso não é problema meu!"
Com toda certeza você já ouviu essa frase em muitos lugares. Ela é um exemplo da ignorância sobre a alteridade.
Tudo o que vivemos, todas as nossas relações e vivências,nossas memórias e atitudes, são problemas nossos!
"Há casos em que os juízes das diferentes Instâncias, necessariamente se combinam, pelo fato de que, se forem contraditórios acerca de uma sentença, um deles não estará dizendo a verdade". ... ... ...
"Coexistem: o Direito Penal do cidadão (presunção de inocência; garantias penais mínimas consagradas pelas normas) e o Direito Penal do Inimigo ( verdadeira caçada ao autor de um pretenso delito; o procurado não é sujeito de Direito; basta ser acusado para o considerarem inimigo; ao condenado sem provas não são dados os mesmos Direitos Protetivos de um réu)". ... ... ...
Tudo já é verdade, portanto, tudo coexiste desobstruidamente. Por exemplo, aqui está o espaço. As nuvens estão constantemente indo e vindo. Vem a chuva, vai-se a chuva. Trovoadas vem e vão. O vento vem e vai, vem e vai, vem e vai. As tempestades aparecem e desaparecem a toda hora. Embora todas essas coisas venham e passem incessantemente no espaço, ele mesmo não é, em absoluto, afetado por elas, porque espaço é completa vacuidade. Nuvem, chuva, vento, sol, noite, dia, não obstruem uns aos outros. Sua mente é exatamente assim. Se você praticar meditação com muita determinação, conseguirá compreender integralmente a vacuidade fundamental deste universo. Assim, quando os sentimentos vierem e se forem, e os pensamentos vierem e se forem, e situações boas vierem e se forem, e as situações ruins aparecerem e desaparecerem, nada pode obstruir você absolutamente. Tudo é vazio! Quando a felicidade aparecer, você pode usá-la pelos demais seres. Quando o sofrimento aparecer, você pode usá-lo para ajudar outros seres. Você pode usar situações boas e ruins, experiências boas e más, apenas para ajudar todos os seres a saírem do sofrimento, pois todas essas "coisas" são completamente vazias, e essa vacuidade é a nossa natureza compassiva natural.
Você sabe, por experiência própria, que quando gruda algo em sua mente, você sempre acaba sofrendo. Mas, se você não guardar qualquer coisa vazia que aparece e desaparece na sua mente, então nenhum sentimento, nenhum pensamento, nenhuma situação, nenhum problema conseguirá tocá-lo. Seu pensamento é verdade. Sua felicidade é verdade; sua tristeza é verdade. Uma situação ruim é verdade. Uma boa situação na sua vida é também verdade. Tudo é a mesma vacuidade e, portanto, tudo é verdade, exatamente assim como é. O que não é verdade? Você conseguiria achar outra coisa? Por favor, mestre-a para mim!
Ao Escoteirismo
"É também importante que se manifeste e que se desenvolva, entre os escoteiros e entre os diferentesmovimentos, a "fraternidade escotista", que faz parte do seu ideal inicial e que constitui, nomeadamente para as jovens gerações, um testemunho daquele que é o Corpo de Cristo em que, segundo a imagem de São Paulo, todos são chamados a cumprir uma missão, no lugar que lhes compete, a alegrar-se pelos progressos dos outros e a ajudar os seus irmãos na provação (cf. 1 Cor 12, 12-26)."
A menina que guardava sentimentos
Joana sentimentos, como era apelidada.
Nunca se “opôs” contra seu apelido,
nem a xingamentos contra si
e andava sempre com o coração ferido!
A menina não só guardava sentimentos.
Fazia coleção e sofria sempre sozinha.
Chamavam-lhe de cabelo de bruxa,
gata borralheira, macaquinha!
Já não queria sair de casa,
Nem ir à igreja, nem ir à escola também;
Não se olhava no espelho,
tão pouco nos olhos de alguém.
Quem via a menina, pouco notava.
Parecer estar bem, fazia questão;
Foi definhando aos poucos.
Enquanto isso, inflava seu coração.
Até que um dia.… cadê a menina?!
Seu quarto calou, não mais se abriu
e seu semblante que guardava tudo
não mais suportou...explodiu!
E aqueles que riram da menina
Tão estarrecidos e culpados ficaram,
Apagou deles o riso maldoso
E se deram conta do mal que desataram!
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