Falar tudo sem Ofender
Uma mulher chata é uma mulher cansada,
cansada de falar
cansada de esperar
cansada de se cansar
cansada de não receber ajuda
cansada de ensinar
cansada de tanto
cansada de muito
cansada.
Então, se você esbarrar com uma mulher chata, pode ter certeza, ela está cansada de algo.
A Economia segundo a Empatia
Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.
Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?
A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?
Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.
Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.
O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".
O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.
E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".
A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.
Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.
Talvez não se possa falar em uma "Literatura do Silêncio" pensando-se em leitores mudos, escritores ausentes e obras marginais. O conceito ainda é obscuro, dada sua subjetividade. Transita pelo incógnito e pelo insólito (note-se uma não-casual rima que se aproxima/faz ver). Todavia, a locução adjetiva "do Silêncio" não é nada silente. Se faz ouvir. Por poucos. E ali cria sua morada. Nicho, ghetto, comunidade marginalizada. Estradinha paralela. Ponto de resistência.
Acredito que; se eu falar em voz alta em frente a uma pedra, tudo que eu falar ficará gravado na pedra. O grande problema seria... Ter a tecnologia correta para retirar essa informação da pedra na ordem cronológica e/ou ordenada.
Falar e escrever seriam inúteis? Efêmero falar, que nada exprime. Embalo-me na angústia da comunicação. Palavras são como cascas que se desfazem, nada mais que vãos rastros da emoção. Prisioneiras do sentido, as palavras se perdem no mar da insuficiência, a trama da linguagem é sempre tecida em ilusões, aprisiona a verdade em suas limitações.
A boca que se abre, a caneta que desliza, são meros instrumentos de uma busca indecisa, entre o dizer e o calar. O silêncio, em sua vastidão indomável, transcende a palavra e o ego. Não se prende a conceitos, não se aprisiona, é a pausa significante, a verdade que sussurra além do verso e do grito.
Encontro a liberdade de ser, de simplesmente ser, no silêncio, no vácuo, na ausência do dizer. Apenas existir, além do verbo, é o meu querer.
Escrever é apenas um exorcismo das ideias que perpetuam aqui dentro. O papel, meu confessionário mudo, testemunha fria, onde vou destilando mágoas, desvendando traumas. As letras que emergem são pedaços da minha solidão, uma ponte entre o caos e o desejo de renascer, e, ao revelá-la, sinto-me mais perto do amor. Encontro-me em cada verso, escrever é libertar-me também, é o alimento da alma em turbulência.
Contudo, és tu, ó silêncio, a língua que mais compreendo, no vazio de tuas pausas, meu ser se estende. Palavras são fumaça, que se dissipam no ar, enquanto o silêncio, no âmago, faz-se morar.
Ah, inútil é falar, inútil é escrever, quando a verdade se oculta no não dizer. A eloquência dos gestos, a dança do olhar, a palavra que se cala, é o que há de mais raro habitar.
Nas sombras do silêncio, encontro meu personagem. Em cada pausa, um mundo vasto se revela, onde o ser e o nada se fundem.
No abismo das reflexões, o pensamento vagueia, sutilmente capturado pelo desespero. Entre a razão e o caos, a alma se incendeia.
O que fazer quando ela ressurge?
Quando ela pede para falar nas entrelinhas?
Quando ela quer sentir, pulsar?
Quando ela não me deixa ignorar que ainda existe?
O que fazer quando ela sente o "se"?
Quando ela sente no corpo as memórias?
Quando ela ela suspira?
Quando ela me devora querendo te reviver?
Ser estranho esse
que teima em coexistir
mesmo quando eu penso
que deixou de estar aqui.
Se ela pudesse te falar o que pensa
E o quanto ela quer te provocar de volta
Se ela pudesse dizer o que sentiu ao ouvir tua voz
E o quanto isso foi inquietante
Se ela pudesse sair dessa prisão
Ela faria tudo de novo, loucura por loucura, desejo por desejo
Ela te devoraria sem esperas
Roubaria teu ar sem receio
Contemplaria cada parte da sua geografia
Se perderia nas suas ondas
Em uma cadência arrebatadora
Até que o corpo e o tempo não soubessem mais
os limites do início ou do fim.
Estranho querer falar quando só me resta o silêncio
Estranho esperar sem saber até quando
Estranho te sentir mesmo não estando
Estranho o que essa falta sussurra, ou melhor, grita aqui dentro
Estranho ser o contrário do que desejo
Estranho a falta dos minutos nossos
Estranho o que permanece sem nunca estar aqui
Se uma mulher falar mal dela, Não é uma mulher.
É somente uma menina que não suportou o brilho dela.
Mas se um homem vier a falar mal,
não me leve a mal.
Foi somente mais um rejeitado.
Mas se ouvir sair da boca dela,
Acredite.
Pois do seu coração sai até o que ela não quer.
Eu poderia apenas dizer: "Prefiro amar do que não amar."
Mas preferi falar:
"Se a ternura do amor for pecado, eu me entrego à doce transgressão.
Se os laços do amor forem prisão, que me amarrem, pois não anseio por tal liberdade.
E se houver um mundo sem essa paixão, prefiro a tormenta ardente desse abraço a um porto de vazia salvação."
O que falar de você? O que falar de nós dois?
Hoje é mais um dia especial, daqueles que completamos mais um ano de casados, alem daqueles que caminhamos juntos, mais um ano para comemorar essa união entre duas pessoas TOTALMENTE diferentes, eu água, você fogo, minha calma e sua ansiedade, somos tão diferentes mesmo assim estamos sempre juntos.
Viver ao seu lado é muito bom, você me mantém vivo, sempre alerta com essa sua personalidade marcante, que me acende, me faz correr de um lado para o outro tentando fazer do jeito certo, errando sempre, acertando às vezes.
Estar com você é bom demais, sentir sempre sua presença ao meu lado, me levantando sempre, me ajudando a sempre batalhar, mesmo que eu não seja o cara ideal, ideal no trabalho, ideal em casa, mais eu vivo sempre tentando fazer o Maximo, para não te decepcionar, para sempre ter sua aprovação desde as coisas mais simples até as mais complexas.
Temos uma vida inteira, sempre juntos e ainda mais o que tem por vir, conquistamos muitas coisas juntos com muito trabalho, muitos percalços e muito amor.
Somos hoje uma família, você me deu duas filhas lindas, compartilhamos nosso amor com elas, nossas joias preciosas, que vivem cada momento junto com a gente, a cada dia tentando entender esses pais que brigam, brincam e amam.
Quero viver tudo que tiver a mais daqui para frente com você, ir até onde eu puder, até quando eu puder ou até quando você quiser e puder comigo.
Para mim não existe ontem, nem amanha, para mim, existe você, meu presente minha vida, meu amor.
Este ano talvez não possa te dar um bom presente, ou até de repente nenhum presente, pois a coisa tá preta, mais se você me quiser , sou seu sempre serei.
Feliz aniversário de casamento, amo você!
Vender
Todas as empresas , dos diversos setores, na maioria das vezes , para não falar sempre, só pensam em alavancar as vendas, visando no lucro inconstantemente, colocando na frente somente o que vai receber, ficando o produto negociado muitas vezes de lado, falhando na qualidade, na entrega final, impactando com isso na insatisfação do cliente.
Toda a venda deve ser respeitada como um processo delicado, desde a prospecção do cliente, identificação da necessidade do cliente, oferta do produto, negociação, fechamento da venda, entrega e pós venda.
Se falhar em algum ponto do processo, parte ou todo o lucro da venda é sacrificado.
Muitas empresas com volume grande de venda, enxerga o faturamento bruto alto e se ilude que sua empresa está vendendo muito bem e dentro desta ilusão, o tempo passa e no primeiro momento de crise, ou simplesmente uma queda momentânea nas vendas, tudo que ficou pendente de problemas em algum ponto do processo começa a impactar expressivamente na rotina da empresa, levando a crises, exibindo explicitamente o que antes a empresa não via, ou não queria enxergar.
Neste ponto muitas empresas recorrem para saídas drásticas, cortando pessoal, fechando filais , descontando títulos inescrupulosamente, levando cada vez mais a empresa a bancarrota.
Não existe qualidade nas vendas se definitivamente não houver controle.
Sempre tive na cabeça , que existe dez maneiras de falar algo para as pessoas, depende tudo do momento e maneira que você quer expor sua opinião!
Existe sempre dez maneiras de se falar a mesma coisa.
Quem sabe o que fala, precisa saber também da responsabilidade que pesa sobre suas palavras!
Positividade é ser, estar, permanecer, andar, falar, agir sempre com atitude de quem quer ser o diferencial para os outros e para o mundo!
Existe no mínimo dez maneiras de falar a mesma coisa para uma pessoa, dependendo do sentido que você quer passar para a outra pessoa, também tem o fato da pessoa que ouve, entender a mensagem.
Então cabe a cada um ter a responsabilidade e noção da força das palavras.
Na dúvida no que falar, em certos momentos calar a boca é a melhor opção.
Pessoas que ficam dizendo o que você deve falar ou fazer, dando dicas disso e daquilo, ou são pessoas extraordinárias que estão em um nível muito alto , alem de nossas percepções, ou são pseudos gurus, que só acham as coisas, e pensam que podem incutir idéias nas pessoas para que ajam da forma que deduzem ser correto.
O que é bom para alguns, não se encaixa para outros, não existe ninguém que tem o domínio em adivinhar o que uma pessoa precisa ser ou fazer exatamente e qual a forma que devemos nos portar nos lugares e momentos de nossas vidas.
Alem disso, se alguém quiser dar algum conselho, precisa ser com um nível mínimo de conhecimento, com alguma pesquisa sobre o que for abordado e aliado a humildade, postar dizendo faça o que estou dizendo é preciso de muita responsabilidade.
Mesmo eu, se alguém disser que o que falo não vai ajudar, fiquem a vontade em me criticar, mas não esqueçam que existe o outro lado, será que você está ajudando e ou agradando também?
Falar dos outros, criticar qualquer um que seja sem olhar o próprio rabo é sempre conveniente para um bando de hipócritas que circulam por aí!
