Fala
Quem está mal não fala porque acha que vai incomodar. Quem está de fora não pergunta porque acha que o outro sumiu por desinteresse. Duas pessoas que se gostam acabam se perdendo porque esperam que o outro adivinhe o que está no peito.
Devemos sempre priorizar a escuta em vez da fala, uma vez que, dependendo do momento, expressar opiniões pode prejudicar nossa capacidade de tomar decisões. Como diz o provérbio: 'é tarde para ouvir, mas cedo para falar'.
O Silêncio do Perdão
Se te esquecerem, perdoa. O esquecimento alheio fala muito mais sobre as distrações e os ritmos do mundo do que sobre o seu verdadeiro valor. Guardar mágoa pela ausência de alguém é carregar um peso que não te pertence. Quando você escolhe perdoar o esquecimento, liberta o seu próprio coração para caminhar leve, entendendo que o amor verdadeiro não exige ser lembrado o tempo todo, mas encontra paz na certeza do bem que foi plantado.Título: A Nobreza da Alma
O que os olhos não veem, o coração não sente. Mas o corpo fala mais alto do que aquilo que se pode ocultar: o inconsciente entrega.
O ignorante grita, o sábio fala.
O ignorante ofende, o sábio cala.
O ignorante perde-se nas palavras, o sábio encontra-se no silêncio.
Um pouco de Psicologia...
Fofoca × hormônios
Não se importar em saber quem fala mal de você faz um bem enorme para a saúde mental.
É claro que o produtor da fofoca apresenta, momentaneamente, uma sensação de bem-estar pelo aumento da ocitocina.
Por outro lado, quem ignora a intriga continua aproveitando a vida com leveza e boas concentrações de serotonina.
Consequentemente, o fofoqueiro começa a ter um aumento de cortisol por conta do estresse decorrente do acúmulo de inveja.
Que interessante, hein! 😊
27/06/26
O QUE ACONTECE QUANDO A DOR FALA MAIS ALTO
Você guarda tudo isso porque o silêncio parecia mais seguro do que aceitar o fim.
E não é fraqueza, nem exagero.
É porque você acreditou na promessa do que poderia ser.
Desistir parecia destruir o futuro que você desenhou sozinho.
É por isso que você continua:
justificando o que não tem defesa
aceitando migalhas de afeto
recalculando rota para caber onde não há espaço
culpando a si mesmo pelo que deu errado
Tudo para não admitir que o barco já afundou.
Mas a verdade é simples e inevitável: você não chora pela falta que o outro faz.
Você chora pelo desperdício de tanto amor entregue a quem não soube segurar.
Quando essa ficha cai, a dor muda de lugar.
O DIA EM QUE A ESPERANÇA CANSA
Apesar de toda a resiliência, chega o dia em que o peito simplesmente… desiste.
E quando desiste, a esperança cessa.
Isso acontece quando você finalmente enxerga:
que a balança do afeto sempre esteve desregulada
que você mendigava a atenção que antes sobrava
que o seu melhor nunca foi o suficiente para quem só sabia receber
que continuar insistindo era uma forma lenta de se destruir
Assim como sabemos mais de Pedro quando este fala de Paulo, sabemos mais de nós quando imitamos Pedro.
Um tempo nas praias do Ceará
(Mauro 1Evaristo)
Ela me fala de BH
E uma vontade de chorar,
Dos dias tristes em Paris
Onde cria seria feliz.
Falou de amores que deixou pra lá,
Um tempo nas praias do Ceará,
Falou que tudo fez sentido
Ao parar de brigar consigo.
Falou que sonhos são para sonhar,
Vida para viver,
Tudo melhora a quem sabe agradecer,
Sorriu, contemplando o luar,
Tanta coisa para eu aprimorar,
Mas gratidão não se deve esquecer.
feradapoesia.blogspot.com
Três sinais de que esse homem é um falso pastor: fala mal da própria esposa, trai a aliança do casamento e explora o povo até tirar o último centavo do bolso.
A Fala Silenciosa Que A Solidão não é Capaz de Calar
Numa ocasião lúdica, influenciada pelo imaginário e pelo senso poético diante de uma bela estrutura expressada com sua profundidade, os seus sentimentos e a sua personalidade, assim, um livro de romance se abre e, de repente, a realidade fica mais interessante e ganha um tom excêntrico de liberdade dentro de um cenário de época, de romantismo e atrevimento.
E logo, um sonho desperto com bastante realismo passa a acontecer, onde vejo uma venustidade fascinante que está em seu quarto desfrutando de uma dualidade no seu íntimo, pois, ao mesmo tempo que ela sente a tranquilidade de estar com a sua própria solitude, também está sedenta para que uma experiência avassaladora aconteça e tudo mude para melhor com um sabor de veemência.
A solidão tem o costume de lhe fazer companhia, mas isso não impede que as suas flores floresçam, que a viveza continue nas páginas de seus livros, que o seu foco resista e as suas fotos permaneçam, nem que os raios solares com gentileza, iluminem e aqueçam o seu lugar reservado, aconchegante, que a recebe de bom grado por um certo tempo ou por alguns instantes — uma persistência inconsciente e muito cativante.
Admirá-la não é nada cansativo, muito pelo contrário, é, sem dúvida, surpreendente, instigante: traços delicados, essência profunda, um silêncio que é difícil de ser quebrado, um pouco de melancolismo, além de uma beleza divina incomparável — características que me deixam pensativo, inspirado; provocam os meus pensamentos veementes e criativos, tão imersivos quanto um diálogo silencioso e expressivo.
A lua, sempre admirável, que usa com eficácia uma fala em silêncio, que alcança mesmo sem palavras o amor imensurável que se guarda no lado esquerdo do peito,
Aquele que incendeia a alma com o fogo intenso dos sentimentos acalorados, da grande riqueza dos pequenos gestos, da simplicidade de um momento memorável,
Um diálogo que acontece apenas entre Selene e quem a admira com entusiasmo e o respeito que lhe são merecidos, o mínimo que já é esperado diante deste feito Divino.
Quem cala nem sempre consente, às vezes, quem se cansa se cala, o cansaço da fala e da mente, então, assim acontece e uma decisão é tomada, quando o silêncio parece ser mais conveniente, a voz prontamente se cala.
A expressão do olhar que fala em silêncio
O teu silêncio e a expressividade do teu olhar, em determinados momentos, possuem uma grande profundidade, tão atraente quanto um instigante mistério que prende muito a atenção: desperta a curiosidade, provocando certos pensamentos, aquelas emoções repletas de intensidade que, com facilidade, aceleram e aquecem o coração com um sabor prazeroso de renascimento e ludicidade sem nenhuma hesitação.
Em pouco tempo, discretamente, com essa tua motivação silenciosa e expressiva, dentro de um imaginário inquieto, uma conversa despida de palavras começa entre aquilo que pode estar passando na tua mente — que guardas lá no teu íntimo — e uma vontade intensa de aguçar os teus sentidos, de merecer a tua companhia, de tornar essa imaginação em realidade, numa euforia recíproca, marcando a temporalidade.
O resultado típico de quando a fertilidade criativa, proveniente de uma percepção profunda se volta para uma expressão assim comunicativa, como essa tua que, mesmo que não digas nada, fala muito; inclusive, a língua do teu desejo, da tua fogosidade, dos teus sentimentos, do teu amor-próprio, da tua liberdade, a partir dos teus olhos — belas estrelas do céu da tua face; detalhes emocionantes da tua composição, da tua venustidade, cuja perfeição é farta e vira inspiração, do teu físico à tua alma.
Prefira o silêncio à fala excessiva. Uma vez lançadas, as palavras não voltam e tornam-se correntes.
