Face
Quem é você que se esconde por trás desse rosto? Cadê sua alma que está dentro do seu corpo?
Por que finge ser quem não é você? Por que insiste tanto em se esconder?
Por trás dessa armadura existe uma alma aflita, que está longe do seu amor, que está sem norte na vida
Vivendo em um mundo de sentimentos oprimidos, busca refúgio em qualquer tipo de abrigo
Uma noitada aqui, outra 'acolá' e assim vai vivendo sem saber onde vai parar
Carente de afeto, amor e atenção possui o verbo amar, mas tem uma marca triste no coração
E assim prossegue, o homem menino, que sonha com a volta prometida para sua menina e viver os planos que um ele fizera para a sua vida.
Ela me olhou e abriu um sorriso largo, e um sorriso assim tão largo em seu rosto estreito talvez lhe desse um ar meio tolo não fosse a inquestionável elegância de seus olhos verdes. Ela sorriu com todo o encantamento de uma criança na noite de Natal e disse: "Vocês fumam para saborear. Eu fumo para morrer".
(Quem é você, Alasca?)
Muitas pessoas iriam se assustar se elas vissem no espelho não o reflexo do seu rosto, mas do seu caráter
Deveríamos ser como os girassóis...
Voltar nosso rosto para o sol, a cada dia...
Assim não daríamos lugar às sombras,
e emitiríamos sempre energia e luz!
Pra este rosto encantador,
Quero aqui deixar uma flor,
Linda como o teu olhar,
E nesse corpo de encantar,
Minhas fantasias, sonhos e pensamentos,
E te dizer nesse momento,
Que estou louco pra te amar...
Me liga quando o sorriso não tiver cabendo no rosto e você quiser compartilhar com alguém o riso e os lábios. Liga pra dizer que tá meio tarde e você não tem onde ficar e pergunta se pode cair lá em casa. Sempre tem espaço pra você mesmo que não haja espaço pra nós dois no mesmo lugar. Sempre tem um pouco de mim deixando você chegar pra me provar que a vida é maravilhosa, como você diz. Me liga, mesmo que seja pra me acordar. Eu juro que não fico bravo com a tua voz – e não fico mesmo. Me liga pra ficar em silêncio e cair em prantos soluçantes… É que o teu choro é mais gostoso que a chuva caindo lá fora e eu prefiro te ouvir falando dele a passar a noite sozinho.
Me liga mesmo que não for pra me pedir abrigo. Ou pra brigar comigo por não ter aparecido no seu aniversário. Eu costumo mandar os presentes por correio porque não ia aguentar ver aquele agradecimento sinceramente amigável brotando do seu rosto. Liga e eu te apresento um amigo. Alguém muito melhor que eu enquanto eu morro por dentro de ciúmes de você. Enquanto eu fico parado, numa mesa de bar, ouvindo os seus mundos colidirem. O meu mundo se destroça e você nem sabe disso. Nem sabe que toda a minha angústia é por conta dessa confusão toda que você provoca em mim. E eu continuo te apresentando a homens melhores, romances menores e sou sempre o último a ficar aqui por você. Dentro do carro. Sozinho. Ouvindo alguma balada numa estação de rádio que poderia ser a nossa se você não preferisse pronomes pessoais de terceira pessoa. Me liga pra eu me autossabotar mais um pouco e jogar você pra mais alguém que não seja eu. Porque eu gosto de ser triste – ou porque eu tenho um medo gigante de perder você ao admitir que sem você a casa é fria.
Me liga pra eu escrever alguma coisa. Num papel de pão mesmo. Ou num post-it da tua geladeira. Eu passo de manhã e levo geleia de morango e leite desnatado. Eu já tenho a chave que menos me importa mesmo. Liga e diz que vai embora. E que não vê a hora de se despedir. Me liga, mas não vem com beijo na testa. Não me interessa. Eu só queria você aqui. Vem um dia desses e diz que quer uma revolução na tua vida. E olha direito – porque eu acho que os seus óculos ficam sempre embaçados quando você tá comigo, e só isso explica o porquê de você não me ver. Podia ser eu e você nunca vai saber disso. Pra ti eu sou o porto seguro em cada estação. Até quando eu for embora. Sem nem dizer a hora. Sem nem dizer o porto e sem nem dizer que eu vou me afogar depois de algumas centenas de metros rasos longe de você. Me liga e pede – de verdade – pra cuidar de você. Com pressa. Sem essa de que você tem muito a perder se tirar os pés do chão comigo.
Me liga e me diz que eu sou o amor da tua vida. Que tu acordou hoje e percebeu que esse tempo todo sou eu ali do lado, mendigando amor e um pouco de atenção. Liga e diz que encontrou as fitas, os vídeos, os livros e tudo mais que eu te dei porque me lembravam você. Liga e diz que não tem mais briga, nem lamento, nem história nenhuma com eles que eu tenha que ouvir. Me liga pra dizer que passa aqui de manhã cedo e que vai me acordar com um beijo pra me espantar da solidão.
Seu sorriso é tão lindo, pra que força-lo? Deixe que ele se estampe em seu rosto naturalmente, a vida é bela e linda como você, como seus olhos...
Tira a máscara que cobre o seu rosto
Se mostre e eu descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro jeito de ser
Seja decepcionado, chorando ou com um sorriso no rosto, você não consegue para o tempo, pois a vida não tem freio de mão e nem precisa de gasolina, segue sempre em frente, até chegar no fim de seu objetivo.
(...) Sopro uma brisa leve sobre seu rosto,
um vento suave sobre tua pele. Respire
fundo e sinta este aroma, e o frescor de uma
saudade.
O frio do rio Cócito não tinha deixado os ossos de Annabeth, mas agora seu rosto está pálido e queimado.
Cada respiração precisou de mais esforço, como se seu estômago tivesse sido enchido por Isopor.
É claro que se eles ficassem aqui, eles iriam morrer de qualquer jeito.
Bolhas começaram a se formar em seus braços por causa da exposição do ar do Tártaro.
A poucos passos abaixo dela, Percy grunhiu enquanto ele estendia sua mão para segurar a dela.
- Então, como é que esse rio de fogo é chamado?
- O Flegetonte. - disse ela.
- O Flegetonte? - ele deslizou ao longo da borda - Soa como uma maratona de bolas cuspidas.
- Temos que beber! - disse Annabeth
Percy oscilou seus olhos semicerrados. Ele demorou uma contagem de três para responder.
- Ah… beber fogo?
Annabeth engoliu em seco, tentando ficar consciente.
- O Flegetonte mantém os ímpios em uma única peça para que eles possam suportar os tormentos do Campo de Punição.
Percy se encolheu como cinzas pulverizadas do rio, enrolando-se em torno de seu rosto.
- Mas é fogo! Como podemos…
- Assim. - Annabeth colocou as mãos no rio.
Seus olhos derramaram lágrimas de ebulição e todos os poros de seu rosto apareceram.
Ela caiu, engasgando e vomitando, todo o seu corpo tremia violentamente.
- Annabeth!
Percy agarrou seus braços e só conseguiu impedi-la de rolar para dentro do rio.
Mas meu bem, não adianta colocar um sorriso no rosto dela se for pra faze-la chorar no dia seguinte.
Levanta! Abre a janela! Deixa o sol te dar bom dia... Deixa ele beijar teu rosto, e te renovar! Levanta e segue, porque hoje é dia de ser feliz... Vai lá, corre pro horizonte onde estão teus sonhos,e que seja doce!
“Nunca se esqueça das vezes em que dormiu com lágrimas no rosto e acordou a alma renovada. A gente nunca está só. Deus sempre nos ampara, nos fortalece e filtra nossas dores, para um novo dia nascer em nossos corações.”
Sabe aquela
Vontade
De sentir seu cheiro
Sua barba por fazer
Roçando no meu rosto
Que vontade
Daquele beijo
Daquele toque
Aquela pegada
Sabe né
Que saudades
É de tarde
Está muito
Quente
Mas a saudade
Não escolhe
Hora
Ela vem e pronto
Daí o que fazer
Com ela
Me tranco
No quarto
E sonho
Acordada
Muito acordada
Com você
Contando carneirinhos
Em pleno dia
Te esperando
E espero muito
Sua chegada
Te amo
Um tantão
te vejo atrás
de lentes claras
um mundo colorido
que você divide
sem mostrar
o rosto.
brinca de
ser mágico.
da forma a poesia
