Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
As mulheres mais difíceis tem um toque especial, pois suas sensualidades atraem muito mais nossos olhos, encantam nossos sonhos e despertam nossos desejos mais profundos.
Todas as vezes que se sentires só, triste sem ter onde colocar os pés e com vontade de derramar uma lágrima, pare e de um sorriso, mas pensando em você mesmo, pois assim estaremos pensando na mesma pessoa.
Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça. Um brilho no olhar, uma caneta na mesa, traçando o papel, criando...
"Não seja para nimguem o que eles querem que você seja,mas mostre para todos que você é muito mais capaz."
Assim como as regras foram feitas para serem quebradas,os obstáculos existem para dificultar a maneira mais simples de serem vencidos.
Não se descobre um grande amor fazendo simpatias ou sonhando com contos de fada,mas se descobre acreditando na paixão de suas emoções.
Se pudessemos escolher nossos sonhos,concerteza escolheriamos aquele que numca aconteceu,mas com os pés no chão e fé no coração os sonhos acabam se tornando realidade.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
...MaisA esperança
A esperança não é a última, o último a morrer será eu ou será você.
Então, basta um sorriso, mesmo que triste,
Um suspiro, mesmo que abatido,
Um olhar curioso no além.
Ali, ela estará novamente viva,
toda prosa a nossa espera,
a minha e a sua esperança, amém.
O que não tem preço, para uma mulher...
Vinte horas, chegando atrasada para o terceiro encontro.
Hidratação nos cabelos, R$ 30,00 no débito.
Tornozeleira prateada, R$ 45,00 no débito.
Ouvir que por você ele esperou a vida inteira, não tem preço.
Para todas as outras existe paciência.
Superficialidade
Geralmente toma esse caminho, quem do confronto tem medo. Então, caros comparsas, tomemos outro rumo, pois nesse o tráfego está cheio. Pairemos em águas profundas, aquelas que nos afogam, que não escondem o seu gosto, e muito menos o seu cheiro.
Proponho também a coragem, em que sendo bom ou ruim, revelemos nosso sincero encanto ou desapontamento.
Pode ser que o confronto venha, sua face saia arranhada, mesmo assim terá valido a pena, essa façanha empenhada.
Tem amor que vai embora e volta, vai de novo e? Volta. Depois de tantas vindas, nem é sério as suas idas. É amor? É um amor perene e sabe, não haveria a luz sem a escuridão.
Aos Homens raros (Humanos)
Homens que se entendem, que se procuram, que se vislumbram.
Homens que ao se encontrarem acabam encontrando o próprio Deus criador.
Homens que sabem que são apenas homens, e não procuram nada a não ser, serem homens melhores.
Homens que entenderam uma razão maior, para sua Existência, e já não mais lutam contra a mesma.
Homens que sentem o pulsar da vida, enérgico e vibrante, que hora lhe faz o mais Totais dos seres, que hora lhe faz o mais vazio dos Potes.
Homens que mesmo assim, amam a vida a todo o momento, que aprende a amar e conviver com a dor, assim como amam e procuram o êxtase.
Homens que conseguiram ultrapassar o abismo interpessoal, que os tornavam tão Frios.
Homens que tentam tornar Objetivo toda sua gama de belos sentimentos Subjetivos.
Homens que perceberam as benevolência do Ódio, e que perceberam as vilezas do Amor.
Homens que entenderam que a Existência é algo sério e grandioso demais para que da mesma se faça piada.
Homens que entenderam que não respeitar-se, que trair-se, a falta de respeito pelo próximo, não respeitar o Individuo é mesmo que desrespeitar a própria Existência.
Pensamentos estranhos!
Começo agora a escrever para não enlouquecer.
As linhas que se seguem não as tomem por arte ou qualquer coisa que o valha.
É somente uma ordem ditada pelo “Eu”, que quer dar a luz a pensamentos (De origem que a mim ainda é desconhecida), parindo-os em letras, caso contrário apodreceriam em minha mente, envenenando-me.
Terminaria por abortá-los em forma de sarcasmo agressivo nos picos de fúria, oops, quero dizer euforia, ou frases de um pessimismo cáustico e mórbido, produzidos pela apatia angustiante.
Já sacaram do que “Eu” estou falando?
Mas deixemos os motivos e as razões para lá, pois agora preciso dar atenção aos que nascem.
Pensamentos estranhos vieram a mim, quase tive medo de pensá-los tal era a natureza deles.
Tudo começou em um dia desses, de uma semana dessas, que chovia muito, parecia que o próprio Divino liquefazia-se.
Olhando para o céu deu-me a impressão que uma nuvem recusava-se a chover, e na verdade parecia que procurava abrigo da chuva.
Viagem minha? Pode ser, talvez. Quem sabe?
O fato é isso me impressionou muito, todavia, resolvi não matutar sobre isto, e acabei por esquecer.
Até que em um dia desses, em uma semana dessas, em que fazia muito calor, parecia que o próprio Divino ardia em febre.
Tentando olhar para o Sol, queria blasfemar contra Ele, oops, que é isso? Uma nova impressão, um raio de Sol fugia de Si mesmo, e procurava uma sombra!
Eu sei, é demais até para mim mesmo que estou acostumado a viver em meio aos devaneios, porém, sendo alucinação, viagem, delírio ou não, foi a partir dessas duas visões, que desconheço a origem, e da ligação que fiz entre elas é que fecundaram minha mente onde germinaram tais pensamentos.
Será que não fugimos também de nossa natureza? Será que não nos recusamos a chover ou a raiar? Fugimos ou não de nossa virtude, ou seja, fugimos da causa primária de nossa Existência, que seria:
Evoluirmos como somos?
