Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
1620 📜 "Meu PASSADO foi ótimo, pleno de saúde, de felicidade, de amor e de conquistas. Se o seu PASSADO foi ruim, como você afirma ou como ELES QUEREM que você afirme, ora, então vá chorar pra lá, bem pra lá, Hum!"
1424 📜 "Ah... Pra você o dinheiro não traz felicidade? Então, doe o dinheiro que você tem e o que vier a ter. Não pra Mim... Doe pra a Caridade. Poizé!"
0275 📜 "Nunca tive dúvida e agora ainda mais: Vingança não rima com Felicidade. Não rima, não combina nem justifica!"
0278 📜 "Imitadores me conhecem muito bem, mas me imitam muito mal. Ou seja... É 'Felicidade Transbordante misturada com Incompetência Irreparável' (Ainda bem)."
0800 📜 "Ouvi dizer que o Sujeito que criou a frase 'O dinheiro não traz felicidade' continua errado, infeliz e sem dinheiro, claro!"
0809 📜 " 'O dinheiro não traz felicidade', disse um equivocado. Já eu trazia e levava algumas à felicidade plena, Modéstia às Favas!"
0943 📜 " 'O dinheiro não traz felicidade'... Para quem não foi, não é e não quer ser de felicidade."
0948 📜 " 'O dinheiro não TRAZ felicidade' , dizem. Mas o dinheiro LEVA você a lugares incríveis, que o farão muito feliz! (E que esse dinheiro seja honesto!), digo eu!"
1904 📜 "Sem prejuízo 'daquelas outras', Felicidade é também saborear Palmito de Pupunha com azeite e limão!"
0278 "Alguns me conhecem muito bem, mas me imitam muito mal. A isso chamo Felicidade Transbordante com Incompetência Irreparável, HeHeHe!"
Tanta inteligência e capacidade, mas ainda não teve a felicidade, de entender e ter a consciência dos planos de DEUS.
"Que esse amor só cresça. Que teu sorriso sempre apareça. Que a felicidade sempre esteja presente. Que esse amor nunca saia da gente."
Ditadura da Felicidade
Foi esse o tema de uma da exibições do programa “Na Moral”, comandado por Pedro Bial, na Rede Globo. Atraída pelo assunto, fiz questão de ficar acordada até tarde para acompanhar e saborear a discussão.
Além de instigante, o título escolhido foi bastante pertinente. De fato, embora muitas vezes não tenhamos consciência disso, vivemos, sim, submetidos à ditadura da felicidade. Basta olhar ao redor. É ela (a felicidade) quem nos governa, quem dita as regras a serem seguidas. É ela, enfim, quem está no comando.
Dia desses, em meio a uma conversa descontraída com um amigo, fui surpreendida com a seguinte pergunta: “Qual é, pra você, o sentido da vida?”.
Ingenuamente, respondi que aqui estamos, todos nós, em busca de amadurecimento, na esperança e com o objetivo de crescermos e evoluirmos, tornando-nos seres humanos melhores.
Percebi que o amigo me olhou torto e a impressão que tive foi de que, lá no fundo, ele se sentira injuriado com a minha resposta. Penso mesmo que ele se segurou para não dizer que eu estava completamente enganada, que não era nada daquilo, que o sentido e a razão da vida eram a busca da felicidade. E foi assim que, quando lhe devolvi a pergunta, ele respondeu, com entusiasmo: “Estamos aqui para sermos felizes. Estamos todos em busca da felicidade”.
E aquele bate-papo me fez refletir sobre o quanto somos reféns dessa tal felicidade. Sim, porque tudo o que fazemos é em prol dela. Parece ser ela a finalidade de todos os nossos projetos, de todas as nossas atitudes, de todo o nosso esforço e até das nossas economias.
E onde estará ela, afinal? Alguém aí, por acaso, já a encontrou?
Na sociedade em que vivemos, é comum que a felicidade esteja associada à aquisição de algum bem de consumo. Fica-se feliz com a compra de um carro novo, com a troca do apartamento, com a tão sonhada viagem à Europa. Ou mesmo ao se ganhar um sapato novo, aquele vestido que vinha sendo paparicado na vitrine ou o CD da banda favorita.
Mas a felicidade vai bem além disso. É algo imaterial, que não pode ser tocado. É um estado de espírito, que precisa ser diariamente exercitado para ser mantido. Deveria ser encarada como consequência natural de nossas atitudes, e não como resultado necessário delas.
Em outras palavras, não se trata de correr atrás de um determinado sonho “para ser feliz” ou “com o objetivo de ser feliz”. Melhor é persegui-lo, com unhas e dentes, por crer que aquele é o melhor caminho a ser seguido. A felicidade é que venha, espontaneamente, se e quando puder, e não a qualquer preço, porque ela, na verdade, não tem preço.
Enquanto estivermos nessa busca incessante e desvairada pela felicidade, ela continuará nos dominando, controlando nossos passos e cerceando nossa liberdade. Continuaremos, sim, sob seu comando.
Encaremos a vida como uma excelente oportunidade de crescimento. Pratiquemos o bem, cultivemos o amor ao próximo. Sejamos honestos e humildes. Tomemos o caminho que nos pareça mais adequado. E deixemos que a felicidade venha naturalmente ao nosso encontro, sem cobranças, sem exigências, mas apenas como resultado das escolhas certas que fizemos.
Para uma bailarina.
Não existe coisa mais bela
Talvez nem tamanha felicidade
De voltar o meus olhos e vê-la.
Como em uma dança, a sua complexidade,
Sua voz como música clássica,
Seu andar como ballet,
E você, um quadro da beleza da primeira mulher.
Fico triste em saber
Que você sofreu com o amor,
Uma bailarina sem soldado,
Que desperta em mim um clamor,
De guardá-la em uma caixinha com a mais bela canção,
Para evitar que sofra, e dance
E darei valor na sua mais insignificante ação.
