Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
Ouvir primeiro, quando descobrimos o real poder e sigonificado disso, seremos o mais sábio a falar.
Olha, o sentimento parte de dentro, as pessoas e Deus são os meios de lembrarmos que temos essa habilidade, a habilidade de ser feliz...
Existem coisas que não valem a pena serem lembradas...E existem coisas boas que jamais esquecemos, essas coisas que não saem do pensamento e enchem nossos corações de alegria, são maravilhosos presentes de Deus! São coisas assim, especiais e sinceras, que só pessoas de bom coração tem para nos oferecer. São poucas pessoas capazes de fazer outras felizes. Não me importo com os que um dia me magoaram, pois, tenho muitos motivos para agradecer a Deus pelas pessoas que me proporcionaram os melhores momentos de minha vida. Obrigada Deus, por todos os momentos felizes, por todas as chances que o Senhor me deu, por sempre estar ao me lado e proteger as pessoas que amo e que fazem da minha vida a melhor!
"É na medida em que o homem possuir a Cristo, que ele será feliz. Foi indubitavelmente para a felicidade do homem, que o Filho de Deus se fez homem e se chamou Jesus, que quer dizer Salvador."
Não sobreviva. Viva.
Não reclame. Mude de vida e, para isso, altere seus comportamentos.
Não aceite puramente estar. Seja a substância da sua vida.
A única falência admissível é a do dia...mas, pela certeza do nascimento de um novo dia a despeito de nós.
Prefiro o conflito ao confronto.
No primeiro, no mínimo, eu cresço... no segundo, elimino ou sou eliminado.
Alguns sinais evidenciam o agouro do meu grito.
Som provido de ais neste engodo de hora que me abandona com os olhos perdidos no horizonte sem sentido.
Pingos de chuva...
Chuva de mim!
Escrevo o que me inscreve nesta luxúria de silêncio.
Talvez o enigma seja a falta que me faz o seu barulho mesmo a apontar o adeus.
Vivo cosendo as letras da saudade que me deixou como herança nestas noites molhadas.
DESABAFO DE UM CORAÇÃO!
Não raramente observamos e ouvimos reclamações sobre o discorrer da vida.
Talvez os sentidos apostos em cada palavra possam ocupar um real significado, pois, afinal, ninguém se angustia por blasfêmia, repetição de falas ou por descuido do coração.
Somos as variâncias de sentidos revelados nos resultados entre o ofertar e o receber... poucos estão aptos a receber e, muito menos, adequados a doar.
Nesta caminhada, entre o ir e o ficar, surgem dúvidas condicionantes. Não ficamos pelo receio da repetição daquilo que já fora vivido e registrado nos escaninhos de nossas almas como algo negativo e não seguimos pela incerteza do novo, pois a zona de conforto, muitas vezes, é a sustentação da imobilidade para novas estradas e outros rumos.
Sem o que oferecer no mundo ilusório do TER e oferecendo muito quando se trata de amor e do SER... muitos se perdem pelo desespero da invariável máscara do presente que impõe os retrocessos do ontem que pulula no amanhã. Gente sem presente ostentando o velho e o futuro de nada.
Vasculhando bem... e não limpando muito... a lamúria é o estado desalmado de uma alma ferida e quase abatida pelo flanco da solidão.
Viver é o inusitado murmúrio das vozes que são silenciadas quando precisamos acenar um sentido e não nos permitem e que, muitas vezes, gritam quando carecemos manter o silêncio absoluto para não ferirmos como nos ferem.
Brasília, 04 de abril de 2012
